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Capa do romance  A Paixão Proibida do CEO

A Paixão Proibida do CEO

Uma estudante de artes brasileira viaja à Coreia do Sul para estudar, mas acaba trabalhando na mansão da poderosa família Park. Lá, ela se torna peça central nas intrigas de Jennie, que deseja destruir o próprio casamento arranjado com o herdeiro do clã. Em meio a conspirações e tradições rígidas, a jovem se apaixona pelo empresário casado. Agora, ela deve escolher entre o amor proibido e as pressões sociais em uma jornada sobre lealdade e desejo.
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Capítulo 2

Noite anterior, Jason Park   

Chego em casa e como sempre a Jinhee ainda não tinha chegado, eu realmente não entendo até onde ela fica até tão tarde, mais uma vez eu janto sozinho pois se eu for esperar pela Jinhee chegar eu simplesmente não janto.   

— O Sr. quer mais vinho Sr. Park?   

 — Não, melhor eu não beber muito pois quero ver que horas minha esposa vai chegar.   

— Sim Sr. Park!   

 — Que horas ela saiu?   

A mais velha baixou o olhar e eu sabia que ela assim como todos nessa casa tinham medo de responder minhas perguntas e acabar me magoando. Eu sabia que meu casamento era um casamento arranjado, mas eu sempre tentei fazer dar certo e desde a primeira vez que vi a Ji, eu me apaixonei. Eu tento ser um bom marido, mas acho que ela não percebe o quanto eu tento.   

 — Foi pouco depois do almoço Sr. Park.   

— Cada dia ela sai mais cedo e volta mais tarde.   

Eu podia ver a pena no olhar da mais velha e me sentia patético por não confrontar a minha mulher, a verdade é que eu acho que tinha medo de saber se ela me enganava.   

— Desculpa Sr. Park, o senhor pretende jantar em casa amanhã?   

 — Não, por quê?   

— Minha sobrinha chegou hoje do Brasil e a Sra. Park disse que eu poderia usar a hora do jantar para buscar ela na faculdade já que ela não sabe andar por aqui ainda.   

— Sem problemas. Ela fez uma boa viagem?   

Eu digo tentando puxar assunto, na verdade eu só não queria ficar sozinho e havia chegado ao ponto de puxar assuntos aleatórios para manter a Dona Amélia na sala de jantar.   

— Fez sim, mas ela está muito cansada, ela chegou, comeu e foi direto para a cama, amanhã mesmo ela começa a trabalhar e estudar então ela precisava desse descanso.   

— Verdade. Ela vai estudar o quê mesmo?   

— Artes, ela ganhou uma bolsa de estudos em uma das melhores universidades da Coréia só com os desenhos dela.   

 Que bom... Qual o nome dela mesmo?   

— Jane. Ela é uma menina muito esforçada e como ela ficou sozinha no Brasil depois que a minha mãe morreu eu fiquei muito feliz de ela ter conseguido vir para cá.   

 — Quantos anos ela tem?   

— Ela tem vinte, mas vai fazer vinte e um logo.   

 — Tão novinha.   

Me peguei pensando em quando eu tinha essa idade e pensava que tudo era fácil. Agora com trinta e quatro anos tudo era diferente e eu havia chegado a um ponto em que nada mais parecia ter graça.   

 — Sim!    

Ouvi um barulho de salto batendo contra o piso e sabia que era a Jinhee. Ela passou direto pelo corredor sem nem olhar para a sala de jantar.   

— Ji!   

Ela respirou fundo, parou e voltou botando a cara na porta da sala de jantar.   

 — Que foi Jason?   

— Não vai jantar?   

Estou sem fome!    

Ela diz e sai.   

— Ji?   

Ela volta contrariada.   

— Que é?   

— Onde você estava?   

 — Com as meninas, fomos fazer compras.   

— E o que você comprou?   

Eu olho para as mãos vazias dela e ela dá de ombros.   

 — Só fui para acompanhar mesmo.   

Eu abaixo a cabeça sabendo que ela estava mentindo.   

 — Até essa hora?   

 — O que é Jason? Agora vai controlar meus horários também? Não posso mais nem sair com as minhas amigas?   

 — Claro que pode, você sabe que eu não te proíbo de nada. É só que- 

 — Só que o quê?   

 — Só que seria bom ter a sua companhia de vez em quando...Eu estou cansado de jantar sozinho.   

 — Você não está sozinho, a Dona Amélia está bem aí.   

Eu fico olhando para a mulher com quem eu havia me casado sem acreditar no quanto ela parecia me desprezar sem que ao menos eu saiba o porquê.   

— Dona Amélia...Pode se retirar por favor?   

A mais velha saiu imediatamente enquanto a Jinhee me olhava parecendo irritada.   

 — Ji será que nós podemos ser um casal normal pelo menos por uma noite?   

— O que você quer de mim Jason?   

 — Quero você!   

Eu digo indo até ela e ela dá de ombros.   

 — Você me tem.    

 — Só no papel.   

— O que foi? É por causa de sexo? Nós transamos semana passada.   

 — Ji, não é só por sexo, eu quero a sua companhia, quero jantar com você, quero saber como foi o seu dia. Poxa tem tanta coisa que nós podíamos fazer juntos, eu juro que eu tento entender você, mas eu não consigo.   

Ela dá de ombros e olha para todos os cantos da sala menos para mim.   

 — Jason no trato que nossos pais fizeram nós prometemos ficar casados pelo bem das empresas, mas em nenhum momento nós prometemos nos amar.   

 — Mas nós prometemos isso na igreja, diante de Deus...E eu tenho cumprido Ji...Deus sabe que eu tenho cumprido. A dois anos eu tento te conquistar e tenho feito de tudo para isso, mas você não parece querer dar uma chance para nós dois.   

 — Que inferno! Sempre essas malditas cobranças, sempre discussões.   

 — Ji eu não estou discutindo. Eu só quero saber o que mais eu posso fazer para te fazer feliz?   

 — Eu não sei! Que tal você me deixar em paz? Seria um bom começo!   

Ela sai pisando firme e eu só fiquei ali parado enquanto via ela se afastar de mim como ela sempre fazia. A essa altura eu perdi o apetite e fui até o meu escritório me servindo de uma dose de Whisky e observando a casa enorme que nós tínhamos que era tão cheia de móveis e tão vazia de amor. Até quando eu iria aturar essa situação? Até quando eu conseguiria continuar me sentindo sozinho e ignorando isso para continuar ao lado da mulher que eu amo?   

Após beber umas três doses de Whisky decido ir para o quarto e quando entro vejo que a Jinhee já estava deitada provavelmente fingindo dormir. Eu me deito ao seu lado puxando seu corpo para o meu e beijando suas costas, eu afasto o cabelo dela deixando beijos pelo seu pescoço enquanto a abraçava apertado e sinto o corpo dela se enrijecer.  Ela se mexe um pouco e respira fundo.   

 — Eu tô com dor de cabeça Jason.   

Eu já estava acostumado a ouvir essa frase toda vez que tentava tocá-la. Me afasto dela me jogando na cama e respirando fundo.   

 — Sempre né Ji. Talvez eu devesse levar você em um médico.   

Ela fica calada e algum tempo depois ela diz.   

 — Olha, amanhã quando você chegar da academia antes de ir para o trabalho eu prometo que vamos namorar um pouco tá bom?   

 — Mesmo?   

— Mesmo. Agora vamos dormir.   

Ela se vira se deitando sobre o meu peito e por mais patético que isso soe só esse simples contato já me deixava feliz. Eu levo minha mão suavemente ao queixo dela puxando seus lábios para os meus deixando um selar no mesmo e só de olhar nos olhos dela eu me derretia.   

 — Eu te amo! — afirmo com toda certeza em meu coração e a ouço suspirar.   

 — Eu sei!   

Ela se aconchegou em mim e eu fiquei fazendo carinho no cabelo dela até ela adormecer. Ela nunca tinha dito que me amava e eu sabia a razão disso, mas nunca perdi a esperança de um dia ouvir aquelas palavras da boca dela. Após algum tempo acabo adormecendo e quando acordo corro para a academia, estava animado para voltar logo e poder ter a mulher que amo em meus braços. Quando voltei para casa e entrei no meu quarto quase não acreditei no que vi, uma mulher que eu sabia que não era a Lisa estava limpando embaixo da cama do meu quarto com um uniforme extremamente curto que deixava toda sua bunda a mostra, sua calcinha fio dental não escondia muita coisa e eu sinto culpa em dizer que fiquei alguns minutos observando aquela mulher ali daquela forma antes de tossir para chamar sua atenção.    

Eu não podia negar que ela tinha uma bunda grande e suculenta do jeito que eu gostava, só pelo tamanho da bunda eu já sabia que não era a Ji, pois ela era bem magrinha. Quando chamei sua atenção ela se assustou e bateu a cabeça na cama enquanto xingava. Eu não pude evitar e comecei a rir da reação dela. Quando pude ver o seu rosto percebi o quanto ela era jovem e bonita, quando ela passeou com seu olhar sobre o meu corpo pude perceber que ela corou e não consegui evitar ao sorrir pelo fato dela ser tão transparente.   

 — Oi! Eu não conheço você.   

Afirmo e ela abre a boca, mas não sai nenhum som. Eu me aproximo e percebo que ela estava totalmente vidrada no meu corpo, a muito tempo uma mulher não me olhava assim e acabo me sentindo culpado por estar me divertindo com isso.   

 — Que foi menina? O gato comeu sua língua?   

Eu sorri ao perceber que ela estava totalmente hipnotizada por mim. A muito tempo minha autoestima não ficava tão alta, ela estava ajoelhada na minha frente em uma posição totalmente submissa e eu não pude evitar em pensar besteira por alguns instantes.   

 — Bem já que você não fala eu vou falar. Prazer o meu nome é Jason Park e acho que o seu é Jane, não é isso?   

Ela fica algum tempo me analisando até que engole em seco e responde sem tirar o olhar do meu.   

 — Si-sim Sr. Park meu nome é Jane.   

 — Ah você fala, já estava pensando que você era muda.   

Brinco e ela coloca uma mecha de seus lindos cabelos negros atrás de sua orelha.   

 — Desculpa é que eu me assustei.   

 — Tudo bem! Cadê a Sra. Park?   

 — Ela saiu, disse que tinha um lugar para ir.   

 Meu sorriso se desfez e eu fiquei extremamente irritado, é claro que ela tinha saído. Ela saiu para não ter que cumprir a promessa que me fez ontem. Eu me sinto tão mal por pensar nisso que sinto minhas pernas bambearem então me sento na cama. Logo vejo a Jane se levantar parecendo preocupada.   

 — Sr. Park o Sr. está bem? O Sr. ficou pálido de repente.   

Meus olhos começam a arder e eu não podia acreditar que isso tinha me afetado tanto, a última coisa que eu queria era plateia para o que eu estava sentindo então engoli em seco tentando desfazer o nó na minha garganta e quando finalmente consegui falar minha voz saiu baixa.   

 — Sai daqui por favor. 

 — Han?   

A jovem me olhou confusa e para não chorar na sua frente eu apenas explodi.   

 — EU FALEI PARA VOCÊ SAIR DAQUI!   

Ela se assustou pegou o aspirador de pó e saiu dali o mais rápido que pode, eu peguei meu celular e tentei ligar para a Jinhee, mas estava fora de área ou desligado então eu joguei o celular na parede. Logo em seguida eu ouvi um barulho no corredor de alguém caindo e ouvi a voz da Jane ao longe.   

 — Merda por que eu tenho que ser tão desastrada?   

Eu saí no corredor vendo-a se levantando e ao olhar para o seu joelho vi que estava um pouco ensanguentado, então fui até ela ajudando a mesma a se levantar.   

 — O que houve?   

 — Desculpa Sr. Park é que eu não estou acostumada a trabalhar usando saltos tão altos.   

 — E por que está usando então?   

 — Sua esposa disse que esse era o uniforme que ela queria que eu usasse.   

 — Claro que disse...   

Eu respiro fundo tentando não criar nenhuma teoria na minha cabeça.   

 — Vem!   

Eu pego a mão da menina levando-a até o meu escritório, eu a sento em uma cadeira e pego o Kit de primeiros socorros, pego algodão e álcool para limpar a ferida me ajoelhando na frente da poltrona onde ela estava sentada.   

 — Não precisa, está tudo bem!    

 — Ei! Se acalma, eu só vou limpar a ferida.   

Eu molho o algodão com o álcool e quando eu encosto o mesmo na ferida ela deixa escapar um gemido de dor.   

 — Shhhh, calma! Já vai passar.   

Continuo passando o algodão em seu joelho e não podia evitar olhar o quanto suas pernas eram grossas e torneadas, eu fiquei alguns segundos perdido naquele pensamento até que ela me tirou do meu transe.   

— Ahhhh tá ardendo.   

Seu gemido de dor era muito excitante e eu estava me sentindo um canalha por ter esse tipo de pensamento sendo que eu era um homem casado. Eu me aproximei de seu joelho assoprando levemente e pude perceber que ela se arrepiou toda, porra que mulher sensível. Quando nossos olhos se encontraram pude perceber que seu olhar era de puro desejo. Ela mordia seus lábios carnudos e aquilo me deixou louco. Eu peguei um curativo e coloquei sobre o machucado, quando percebi eu estava deslizando minha mão de seu joelho até sua panturrilha sentindo a maciez da pele dela e ela arfou com meu toque ficando ofegante o que deixou seu decote avantajado ainda mais atrativo. Eu estava totalmente em transe quando escutei a voz da Dona Amélia.   

 — Sr. Park? Meu Deus Jane, o que houve?   

Ela não desviou o olhar do meu para responder a mais velha e percebi o quanto ela estava perdida em seus próprios desejos.   

— Eu caí...   

 — Meu Deus que roupa é essa? Que sapato é esse?   

 — É o uniforme que a Sra. Park me deu!   

 — Meu Deus isso não é roupa para uma menina como você trabalhar. Ela viu como ficou?   

 — Viu e insistiu dizendo que essa era a roupa que ela queria que eu usasse.   

 — Vem! Vamos para a cozinha!   

Eu me levantei pegando na mão dela e a ajudei a se levantar, quando ela ficou de pé acho que sentiu dor pois quase caiu novamente, então eu a segurei pela cintura para que ela não caísse, quando percebi nossos corpos estavam colados, ela apoiou suas mãos em meu peitoral e corou de uma forma tão intensa que qualquer um perceberia. Parecia que não tinha mais ninguém ali e ter seus lábios avermelhados tão próximos dos meus me fizeram ter pensamentos que eu não deveria ter.   

 — Vem Jane!   

A voz da mais velha soava irritada e só ao perceber isso pareci voltar a mim soltando a cintura da mais nova que ainda me olhava com o rosto corado. Elas saíram dali fechando a porta da biblioteca e eu me joguei na poltrona respirando fundo e percebendo que todo o meu corpo estava quente. Tenho que tomar cuidado com essa menina pois ela poderia ser um problema para mim. Quando finalmente consegui me recuperar fui até o banheiro onde tomei um banho frio enquanto tentava não pensar na tentação que agora estaria todos os dias limpando a casa com aquele uniforme que me fazia ter pensamentos impuros. Quando sai do banho só de toalha vi que a Jinhee tinha voltado da rua e me animei.   

 — Oi amor, onde você foi?   

Ela estava sentada na cama e fui até ela deixando um beijo em seus lábios e depois descendo meus beijos pelo seu pescoço.   

 — Fui só no Starbucks, me deu uma vontade irresistível de tomar um Pumpkin Latte.   

 — É minha gostosa?   

Eu continuava descendo meus beijos pelo seu corpo e ela tirou a blusa deixando seu sutiã a mostra, eu desci meus beijos pela barriga dela enquanto levava minha mão até o fecho da sua saia.   

— Uhum. Já conheceu a Jane?   

O tom de voz dela era animado e eu preferia pensar que era porque estávamos prestes a transar do que pela menina em questão.   

 — Uhum.   

Eu respondi enquanto tirava a saia dela deixando-a só de calcinha e sutiã, tirei seu salto alto e beijei os pés dela, eu não me cansava de admirar a sua beleza e já estava louco de desejo.   

 — Ela é bonita né?   

 — Não mais que você!   

Eu me deitei sobre o corpo dela a beijando intensamente provando seu gosto doce que me enlouquecia enquanto tirava o sutiã dela, assim que o tirei cai de boca em seus seios que eram pequenos, mas que eu adorava enquanto enfiava minha mão dentro da calcinha dela massageando seu clitóris, eu tirei a calcinha dela e abri suas pernas a chupando com vontade, ela se contorcia, mas seus lábios não deixaram escapar nenhum som. Ela me afastou como sempre fazia quando eu começava a chupar ela, ela dizia que não gostava e eu nunca entendia se eu que não estava fazendo do jeito que ela gostava ou se ela só não gostava de ser chupada. Ela me deitou na cama tirando a minha toalha e usou sua mão para me masturbar. Eu olhava em seus olhos e podia perceber que ela estava distante.   

 — Me chupa amor.   

Eu peguei seus cabelos em minhas mãos e ela continuou me masturbando.   

 — Só uma chupadinha amor.   

Era ridículo eu ficar implorando para receber um boquete da minha esposa, mas essa era a situação em que eu me encontrava. Ela passou a língua pela minha glande eu gemi ao sentir o mínimo contato de sua boca com o meu pau.   

 — Porra que delícia!   

Ela começou a engolir o meu pau, mas ela não conseguia ir nem até a metade e isso eu não posso reclamar pois ela dizia que era muito grande. Após me chupar por menos de um minuto ela subiu em mim posicionando meu membro em sua entrada e eu já estava na expectativa, ela passou os dedos na língua e depois passou na intimidade dela umedecendo o local e mesmo assim quando ela sentou no meu pau pude sentir que ela estava seca. Ela foi sentando devagarinho até eu estar totalmente dentro dela, ela começou a se movimentar devagarinho e subia e descia em meu pau enquanto mantinha os olhos fechados, eu comecei a ir de encontro ao corpo dela e passei minhas mãos pela sua bunda indo cada vez mais fundo em sua intimidade fazendo ela se contorcer.   

 — Ai Jason!   

 — Geme para mim amor!   

Ela atendeu o meu pedido, mas qualquer um que ouvisse perceberia que seus gemidos eram falsos. Eu fiquei por cima indo cada vez mais fundo em sua intimidade, eu alternava as velocidades ora indo mais rápido, ora entrando lentamente nela, mas por mais que eu fizesse de tudo, ela nunca gozava. Nós já estávamos transando a mais de trinta minutos quando ela perguntou.   

 — Você tá quase?   

Eu perdi totalmente a vontade e sai de dentro dela, me deitando ao seu lado.   

 — Que foi? Não quer gozar?   

 — Você não tá afim como sempre.   

Ela subiu em mim encaixando novamente meu pau em sua intimidade e disse com a voz fraca.   

 — Tô sim. É que eu quero te fazer gozar.   

Eu sabia que ela estava mentindo, mas quando ela começa a rebolar no meu pau eu não resisto e começo a ir de encontro ao corpo dela enquanto beijava seus lábios e logo estava me derramando dentro dela. Eu a beijei intensamente e saí de dentro dela me deitando ao seu lado e puxando a mesma para o meu peito.   

 — Ji?   

 — Hum?   

Eu busco palavras e logo começo.   

 — Você gosta do sexo mais devagar ou mais lento? Eu te chupo muito forte por isso que você não gosta?   

 — Não, eu só não gosto de ser chupada mesmo e quanto a velocidade do jeito que você faz está bom.   

 — Tem alguma posição que você prefira ou alguma coisa que eu possa fazer diferente que te dê mais prazer?   

 — Não. Você é ótimo!   

 — Então por que você não goza?   

 — Eu gozo sim.   

 — Ji, eu sei muito bem diferenciar um orgasmo real e um falso.   

 — Ah pronto, agora quer saber mais dos meus orgasmos do que eu. Se eu estou te dizendo que gozei é porque gozei! Podemos mudar de assunto?   

 — Tá... Ji, o que você acha de irmos no médico essa semana?   

 — Pra quê?   

 — Já tem mais de um ano que estamos tentando engravidar e não conseguimos, talvez seja hora de ir ao médico ver se tem algo errado.   

 — De novo essa conversa? Vamos ter filhos quando Deus achar que é a hora certa, não tô a fim de ir em médico nenhum!   

Sinto que ela se irrita toda vez que tocamos nesse assunto e eu apenas fico calado enquanto acariciava seus cabelos.   

 — Mas e então o que achou da Jane?   

 — Ué, achei ela normal, o que mais tinha para achar.   

— Não achou ela bonita?   

 — Tá com ciúmes é?   

Ela deu uma risada e eu acabei sorrindo.   

— Ciúmes? Hahaha claro...   

 — Pois não precisa, você sabe que eu só tenho olhos para você.   

 — É, eu sei...   

Ela pareceu irritada e logo em seguida saiu da cama se cobrindo com a minha toalha e indo até o banheiro, ouço o barulho do chuveiro e a sigo entrando embaixo do mesmo junto com ela e logo estávamos transando de novo, quando acabamos fomos para a sala de jantar onde o café da manhã estava sendo servido pela Jane, ao invés da Dona Amélia, ela parecia não tirar os olhos de mim e a Jinhee puxava assunto com ela toda hora.   

 — E aí? Tá gostando do seu primeiro dia?   

 — Estou sim!   

 — E que horas você vai para a faculdade?   

 — Daqui a pouco pois tenho que ir um turno antes da minha aula para entregar alguns documentos que ficaram faltando.   

 — E como pretende chegar lá?   

 — Acho que vou pegar o metrô, o irmão do Jin ficou de me buscar, mas aconteceu um imprevisto no trabalho dele e ele não vai poder vir.   

 — Ah! Mas como você vai andar por Seul sozinha sem conhecer nada? Não, eu não posso permitir isso. O Jason te leva né amor?   

Eu me assusto com o que ela fala e a menina ficou sem palavras assim como eu. A Jinhee não tinha o costume de me chamar de amor e sempre que ela me chamava assim era porque queria alguma coisa.   

 — Não, quê isso! Eu não quero incomodar.   

 — Não é incômodo nenhum. Esta decidido! O Jason te leva! É no caminho para o trabalho dele mesmo.   

 — Não é não!   

 — Ah, você faz um pequeno desvio!   

Ela sorri e eu sabia que não conseguiria escapar dessa.   

 — Mas...   

 — Mas, nada Jane! Hoje o Jason vai te levar para a faculdade e já está decido né amor?   

Eu não tinha como dizer não para ela então apenas dei de ombros e disse.   

 — Claro!   

O brilho no olhar com que a mais nova me agradeceu me deixou encantado.   

 — Muito obrigada Sr. Park o Sr. é muito gentil!   

 — Ah ele é maravilhoso, você ainda não viu nada!  

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