Capa do romance SUBMISSA III

SUBMISSA III

9.3 / 10.0
Sou a primogênita do casal Anna e Alfonso Mancini, eu nasci e fui criada no meio do BDSM e aprendi que esse era o meu mundo. E herdei dos meus pais o temperamento forte e arrogância natural e em compensação veio junto todos os inimigos da família. Essa parte eu deixaria para o passado, mas eles fizeram da minha vida um inferno. E junto com a minha família ainda estamos lutando para acabar com nossos inimigos e agora eles não são mais fantasmas. Junto com a Galego, Bella e Katie nos unimos para proteger nossos pais das garras do nosso querido vovô e o forasteiro e fora os nossos inimigos que cada um de nós temos em particular. Então venha conosco e viva essa emocionante história de amor, vingança e traumas no mundo obscuro da família MANCINI "DOMINATRIX" Isolada no convento pela sua família para afastá-la do seu amor de adolescência a pequena "Luna" foi enclausurada e espancada aprendendo com a dor que ela era forte e tinha que odiar a todos. Se escondendo dos inimigos do passado e da família, ela se manteve distante, mas o passado voltou a bater em sua porta e ela teve que voltar aos braços da família Mancini e ajudar a acabar com todos os inimigos que querem destruir sua família. Mas o destino lhe deu de presente um novo amor proibido: Em uma de suas fugidas do convento, ela conhece o homem a qual a ensina a se submeter a luxúria e a dor. Abandonada mais uma vez, ela se torna amarga e jura: "Jamais serei escrava de novo". A vida lhe deu de presente a chance de uma nova vida e ela construiu o seu mundo, aquele que tira a sua dor e apaga seus fantasmas do BDSM. Ela tem segredos que guarda a sete chaves e por medo do passado ela se esconde por trás da "MADAME COLETTE". Ele é o Massimo Salvatore e único homem que a faz se render e se tornar sua submissa, mas o que ele não esperava é que essa pequena garota cresceu e se tornou uma DOMINATRIX que será capaz de dominar o "Presidente".

SUBMISSA III Capítulo 1

LUNA MANCINI👄

Mais uma noite fria em Paris, hoje ia ser uma grande festa a inauguração do clube. Eu estava pronta para mais um show em meu próprio clube e assim como “madame Colette” eu já estava pronta olhando no espelho, a bunda empinada, o body de vinil, a bota de ilhós até o joelho, os chicotes pendurados sobre uma capa preta, o batom vermelho, o peito levantado e o perfume francês espirrado em minha pele.

Era assim que eu estava pronta para ser “madame Colette”.

Olhando ainda pelas cortinas, vi que a casa estava cheia.

Era o primeiro clube de BDSM da cidade escondido entre as montanhas de Paris. Assim aqui ninguém ia me achar, em meio a solidão deixei a família para trás, deixei que eles resolvessem os problemas, pois eu tinha tantos meios para resolver, mas eu carregava cada um deles em meu coração.

E agora eu precisava de mim, de me achar e me reencontrar e deixar que o meu passado ficasse para trás. Diante do enorme espelho, a música tocando no palco, a casa lotada, o coração disparado, as minhas mãos suavam e o medo enchia o meu peito de forças, porque quanto mais medo eu tinha, mais força eu tinha para encarar os meus problemas, era assim que eu enfrentava os meus monstros.

Então vem comigo para você se divertir. Eu sou Luna Mancini, revestida de Madame Colette.

Eu virei a dose dupla de tequila quando a minha pequena cortina se levanta.

— Madame, cinco minutos. Eu me viro e dei um sorriso quase chorando.

Eu respirei novamente, arrumei a minha trança enorme que batia na minha cintura, levantei a capa e vi estar tudo no lugar. Olhei novamente pela pequena cortina, respirei fundo e a música me anunciava. ( 

( Oh, petty

Woman

)

Lá estava eu pronta para começar uma nova vida. A Madame Colette ia dar espaço em uma nova vida e a Luna Mancini ia ser apagada. Era essa a verdade que eu queria. E quando a música me anunciou e a voz grossa em cima do palco:

— Agora é ela, a nossa, a única mulher que é dona de todos nós. Ela mesmo, senhoras e senhores, ela veio diretamente da Itália, a nossa “Madame Colette” . E enquanto ele falava eu caminhava. — Dona dos chicotes mais prazerosos e tenho certeza de que você vai gozar e chora com essa mulher, ela é a dona das trevas e vai fazer você se ajoelhar. Então todos de joelhos para receber a linda mulher “Madame Colette”.

Eu caminho pelo corredor escuro, e apenas uma luz em cima do meu corpo, todos olhavam, arrastando os meus chicotes pelo clube e quando eu olho todos de joelhos e os em cima do palco, dois submissos, um macho e uma fêmea de joelhos a minha espera. Os meus cadelinhos já estavam prontos me esperando quando a luz veio em cima de mim e eu passei pela plateia com o chicote nas mãos e eu balancei os meus chicotes batendo em cada mesa que eu passava, levantei o rosto, a minha máscara cobrindo todo o meu rosto, assim ninguém ia saber quem sou eu… Apenas a Madame Colette existia para todos aqueles que estavam ali, mas dentro do meu peito a dominação e a submissão da família passavam por aquele pequeno clube escuro e eu caminhei em cima do palco, de costas, olhei para cada um dos meus submissos e apenas com gestos os dois subiram lambendo as minhas botas. Quando eu estava ali em cima, passava milhões de coisas na minha cabeça. Tudo que eu passei no passado, tudo que eu fiz para chegar até aqui. E cada uma daquelas coisas me doía dentro da alma, mas a falta do homem que me tirava o ar era o que mais me doía. Eu ainda fechei os meus olhos, balancei os chicotes com a mão direita e a esquerda e bati no corpo dos meus submissos enquanto eles lambiam minhas botas. E ele subiu lambendo no meio da minha virilha e eu coloquei a minha bota em cima das costas dele e eu ainda de costas sem olhar para a plateia. E ele lambeu toda a minha virilha e eu puxei os cabelos dele, eu olhando dentro dos olhos dele e disse:

— Não dei permissão…, mas já que chegou, faça-me gozar. Quando eu me virei, puxando os cabelos dele e esfregando a minha abertura em seu rosto e ele lambia como um cachorro, que eu olhei para cima, que eu olhei no enorme reservado, eu não acreditei. O coração quase explodiu. Ele conseguiu me achar e naquele momento eu voltei no passado.

Ele me fez lembrar de tudo que eu queria esquecer, o maldito presidente.

“Meu amor, você veio rápido.”

“Eu só vim aqui para te dizer que você não serve para limpar o chão que eu piso. Você é uma vagabunda ordinária.” Ele me empurra. “Você é como todas as outras. E eu confiei em você, Luna.” Porra… Eu acreditei que você me amava. Acreditei que você era somente minha. E você dormiu com a metade da Paris.”

“Salvatore” Por favor meu amor…”

“Como você se atreve a olhar para mim e me chamar de meu amor?”

“O que você está falando? O que deu em você meu amor, eu te amo.” Ele me jogou ao chão e ainda cuspiu. “Não me deixe…. Você não pode fazer isso comigo.”

“Eu não quero mais saber de você. Eu não quero ouvir o seu nome. Não quero falar com você. Não me procure nunca mais. Você entendeu, Luna?”“ Me ouve, eu preciso dizer a você meu amor…”

“Vagabunda.”

“Ainda tentando segurá-lo, eu precisava dizer tudo a ele e que dentro do meu ventre tinha um pedacinho de nós dois e sinto a mão em meu rosto. E eu ainda passei a mão por cima e queimou. Por favor, não me deixe, eu quero que saiba… Ele não me deixou terminar, aperto o meu rosto na parede.”

“Eu vou me casar. E eu passei aqui só para te dizer que acabou. Não me procure mais.”

Quando eu virei lá estava ele na ali na minha frente com o mesmo sorriso de deboche, com a mesma cara, balancei a cabeça e sabia que a noite ia ser longa. Mas se ele veio aqui, para me ter, estava muito enganado. Peguei a cabeça do meu submisso, esfreguei na minha abertura e olhei bem para ele, esfregando e ele lambendo. Era isso que ele queria ver, então ele estava vendo. Peguei a minha bunda, abri bem na cara do meu submisso e fiz ele lamber todinha a abertura, enquanto a minha submissa lambia os meus mamilos. E eu batia nela com a chibata, entre batidas no rosto do meu submisso. E ele ficou muito bravo. O ciumento possessivo o grande presidente vinha atrás de uma prostituta.

— Eu deslizei dois dedos dentro da minha abertura molhada e quente e enfio na boca do meu cadelinho e ainda olho para ele.

— Lambe meu escravo…

Era isso... Ele estava muito enganado. Fechei meus olhos

novamente e voltei ao passado, vendo-o na minha frente, debochando e rindo de

mim.

“Você não serve nem para limpar o chão que eu piso. Então

você nunca será a minha esposa. Você não serve para isso. Sabe por que, Luna?

Porque você me traiu. Você entregou o que eu tinha de mais importante. Eu disse

para você que era a única que sabia disso. Eu não quero mais ouvir a sua voz e

nem falar com você.”

“Então você saia da minha vida para sempre. É isso que eu

quero. Eu não preciso de você, assim como você também não precisa de mim. Somos

livres e desimpedidos para vivermos do jeito que quisermos.

“Você entendeu, senador de merda? Foi aí que ele virou a mão

no meu rosto. Nunca mais me tocará senador.” Passei a mão no ventre e engoli a

dor sozinha até hoje…

Notas da autora: Olá meus amores aqui já temos o nosso livro 3 da saga a Submissa vem comigo desvendar esse livro e prometo para vocês que esse livro será em apenas um mês ao máximo.

Obrigado a todos que estão comigo e especial a minha amiga Carol Chaves e a Viviane Silva…

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SUBMISSA III de Conteúdos

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