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Capa do romance Reconquistando meu CEO

Reconquistando meu CEO

Uma médica bondosa vive limitada por suas convicções religiosas, enquanto seu companheiro, um CEO imponente, oculta desejos profundos para protegê-la. A estabilidade do casal é abalada quando o divórcio de uma amiga próxima gera uma crise inesperada na relação. Em meio ao caos, eles descobrem que alguém do círculo íntimo, antes visto como um aliado fiel, é na verdade um vilão manipulador agindo contra a felicidade de ambos.
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Capítulo 2

amigo não vão me influenciar a nada, a carne é fraca apenas se você não ama a que come.

— Oque me garante que você...- Solto um suspiro abaixando a minha cabeça, sentindo meu peito ficar então um pouco mais leve — Me desculpa eu estou cansada, passei parte da tarde ouvindo a Alana reclamando em áudios sobre o divorcio por mensagens e... olha pra você, tão forte bonito e viril, tão grande que poderia trabalhar como segurança de seus seguranças.

— E olha pra você, magra de bunda durinha igual a um pêssego e farta que colocaria qualquer homem aos seus pés. - Ele diz dando um sorriso — É só você estalar os dedos que tem qualquer cara que seu coração doce desejar, assim como tem a mim.

— Eu não sou tão bonita assim. - Digo levantando o rosto e dando um passo para trás e afastando as mãos de seu corpo.

— Ah! Você é. - ele diz com clareza enquanto me olhava nos olhos. — Eu não vou ser uma vítima dos meus hormônios como o Élton foi, porque eu só quero você. E a única bunda que eu anseio ver todas as quintas feiras é a sua.

Com aquela declaração, me veio um desejo tímido, nossos momentos íntimos eram raros e também curtos. Por isso eu queria saber dele se teríamos como prolongar um pouco mais.

— Então...- viro meu rosto deixando uma mecha cobrir um pouco —Tem como durarmos...mais de trinta segundos? Você é atlético, forte, não é comum que tenha uma ejaculação tão rápida.

 — Nossa, e você quer que dure quanto?

— Não sei, talvez ao menos cinco minutos no máximo sabe? Não cronometrado mas que fosse mais duradouro.

— Eu vou fingir que não ouvi isso. - ele diz virando-se de costas para mim e ia andando — Porém vou procurar melhorar a minha duração de ereção. Tem mais alguma coisa que a minha rainha queira de mim? Seu humilde servo espera por mais uma ordem..

— Sim, tem sim! Eu quero que você meu servo e querido marido passe mais tempo comigo.

— Oh, mais tempo com você?

— Sim.

— Está me punindo por que? —Ele diz colocando as mãos na cintura me encarando.

— Daniel! Eu tô falando sério.

— Adoraria minha querida, se é o que você quer -ele diz se virando enquanto jogava-se no sofá. — E eu vou conseguir durar sim mais que trinta segundos. Você vai ter um touro de trinta minutos.

— Eu nunca vi isso. - Digo caminhando querendo tirar aqueles sapatos que machucavam meus pés. —E não tome nenhuma substancia que vá te deixar broxa depois. Eu fui clara?. - digo entrando em nosso quarto.

— Olha pra mim, mulher. A substância química que eu preciso é de você nua na cama me pedindo por mais.

— Então ande, venha para cama comigo agora.

Eu disse estalando os dedos enquanto caminhava para o quarto, começando a me despir no meio do caminho.

Estávamos nós dois deitados na cama. Ele com a cabeça repousada em seu travesseiro com a mão posta em meu quadril, apenas nos olhávamos - era isso que ele queria dizer sobre passarmos mais tempo, juntos? - me questionei. Por instante era bom, um homem tão bonito, mas tão frio, meu marido que eu estava a tanto tempo parecia um enigma para mim. Ele afirmava que não tinha nenhuma outra mulher, mas ele era tão estranho para mim. Eu o amava, porém, nossa relação nunca teve nada impulsiva, nada fora do ''normal'' ou padrão. Talvez a minha exigência tivesse nos levado a esse rumo, eu nunca permiti sexo oral, ou qualquer mudança de posição além de papai-e-mamãe e quando ele ergueu minhas pernas um dia fazendo um frango assado reclamei, me senti envergonhada e imunda.

Eu sempre fui assim, criada por uma família evangélica que me fazia seguir regras, estilo de vestir ''adequado'' me fez criar alguns tabus como não me masturbar ou masturba-lo, ele sempre respeitava isso e me tratava como uma princesa na cama - Literalmente-quando uma vez sugeriu usarmos nossas bocas para algo mais além de beijar recusei, o acusando de loucura. Uma leve fobia de germes me fez pensar que sexo oral era totalmente inadequado e errado. Mas ele respeitava minhas formas de pensar inadequada e também não se colocava sobre mim seus fetiches ou regras, e para falar a verdade eu nem sabia se ele tinha algum fetiche.

— Você quer sair agora a noite? - Questiona ele.

— Não.- respondo fazendo um leve bico - Eu não quero acabar esbarrando no Élton com a ''namorada'' nova sabe? Ah, a Alana é minha amiga.

— É, eu consigo te entender. - ele desce a mão sorrateiramente pondo sobre minhas nádegas, dando um aperto que aos poucos aprofundava os dedos em minha carne por cima do tecido de minha saia. – Mas, já que nós dois estamos aqui.... podíamos fazer algumas coisas para apimentarmos nossa relação.

—Eu sei de algo bom, como orar, Por que não oramos juntos? - Questiono pegando a mão dele pondo sobre meu ombro, ele abre um sorriso neutro nos lábios enquanto me observa de forma maldosa.

— Ah, você não vai querer rezar comigo.

— Não entendi, por qual motivo não iria?

— Você quer saber oque peço a Deus quando rezo?- Ele questiona enquanto o olho e respondo movendo a cabeça afirmando. - ''Querido Deus, obrigado por me dar uma mulher incrivelmente gostosa qual eu sou louco por ela, e eu desejo que ela se solte comigo. Amém''

—Eu não entendi, eu não sou tão puritana assim. .Eu sou? - Questiono me sentando de joelhos na cama enquanto ele fazia o mesmo, abrindo mais a camisa – Não sou solta suficiente na cama?

— Meu amor, se você se soltasse um pouquinho mais, e deixasse com que eu chupasse essa linda parte íntima sua... Olha, seriamos um casal bem mais feliz. - ele diz pondo as mãos sobre as minhas.- Já somos casados a tanto tempo, eu sei que acabamos entrando em uma rotina. e quero sair dela. Olha esse divorcio do Élton também está mexendo comigo e eu não quero perder a mulher que amo.

— Eu também não quero te perder meu amor. - Digo me aproximando um pouco dele envolvendo os braços em seu pescoço - Eu te amo Dan. Eu te amo, e posso sim deixar de ser puritana por nós dois.

— ótimo! Então vamos fazer um acordo? O que acha.- ele diz ignorando minhas palavras de amor e tirando os braços envolta de meu pescoço. -Vamos a partir de agora tentar surpreender um ao outro, não vamos forçar, mas vamos tentar fazer coisas que não esperamos que o outro faça. Tem interesse na ideia?

— Me parece um bom acordo, eu aceito - digo abrindo um sorriso o dando um selinho gentil, e com essa proposta me veio uma ideia em minha cabeça, qual já imaginava que talvez ele iria gostar —- e quer saber, vou mostrar agora que posso ser soltinha.

— Ah é?- Ele se demonstrava ansioso após minhas palavras, com um sorriso maldoso, sinto meu rosto arder e queimar, Me levanto e o empurro onde acaba deitando-se sobre o travesseiro, pondo as mãos abaixo da cabeça. – Vamos nessa gatinha, me surpreenda.

— Tá. – a sensação da vergonha deixava meu rosto ardendo, mas engoli e crei coragem para fazer o que já havia visto em algum filme ou vídeo, Naquele momento eu me levanto e começo a tentar algum número sensual, movimentando os quadris em movimento de ‘’S’’ como se fosse uma serpente, . levo a mão para frente onde dou um rosnado como de um ''tigre''., porém saiu com falha.

— Raawr! — Grunhi

— Oque é isso, uma gatinha? – Sua gargalhada ecoa no quarto, mas sua alegria era bastante visível.

— Era pra ser uma tigresa, uma tigresa bem selvagem.. - digo movendo o quadril para o lado e nesse balançar ao dar um passo para trás meu pé enganchava no lençol levando-me ao chão em uma queda. Sentada, literalmente cai de bunda.

— Ai! A minha bunda.

— Nat! - ele diz descendo da cama rapidamente onde me ajuda a me levantar, e fico passando a mão na bunda.- você está bem? Machucou?

— Eu não acredito que quando tento fazer um strip-tease caio de bunda no chão.- digo querendo afundar meu rosto em meio aos travesseiros, mas o olhava juntando as sobrancelhas.

— Você não fez isso antes ou fez? Não se preocupe, eu gostei - ele questiona então me encolho bastante envergonhada, e puxa e me abraça, Conseguindo me confortarem seus braços torneados. - Estava linda, calma...

A dor era tolerável, mas causei um pouco de drama para poder então ter um momento duradouro com meu marido,. Por isso o jeito foi ter que me deitar na cama, ele por sua vez levanta minha saia e começa a passar um gel de massagem em minhas nádegas, movendo suas mãos grossas para cima e para baixo, fecho os olhos relaxando. era um gel de hortelã que causava uma leve refrescância na pele, o que me deixava bem relaxada.

— Não era assim que eu planejava passar a noite. - digo escondendo o rosto com meus cabelos. Enquanto na televisão assistíamos uma série de comédia romântica na televisão.

— Olha é uma forma bem gostosa para terminar essa ocasião, se você me permitir.. - ele diz e aperta levemente minha bunda , viro meu rosto o olhando por de trás de meu ombro.

— Está gostando disso, seu safado? — Perguntei tentando não rir.

—Sim, isso foi um belo incentivo para que eu possa durar mais que míseros 30 segundos.. - ele retruca. - Eu realmente gostei, é a primeira vez que você tenta fazer algo assim para mim.

— Na verdade, eu nunca fiz isso, nem sei como é. - digo empinando mais o bumbum e relaxando com um suspiro.

—Longe de mim querer incentivar esse tipo de comportamento para minha bela esposa religiosa e puritana, Mas, caso tenha interesse, existem muitos tutoriais de dança na internet, e se quiser pratica-los sobre meu pau, terei o prazer de ser sua ferramenta de estudo e prática.

— É mesmo? — Pergunto sentindo a malícia em suas palavras.

— Não brinco dizendo essas coisas — Ele bate forte em minha bunda, o estalo ecoa tão forte no quarto que parecia ter batido em algo elástico. Suspirei sem saber o que dizer.

— Então vou ter prazer em praticar na sua frente.

— Observarei com cuidado para que chegue na performance perfeita.

Encerramos aquele momento de malícia, quando ele me puxava então para perto de si e em meus lábios deferia um beijo, que era o ato mais ardente e apaixonado de meses, mas não passou disso, apenas fiquei acariciando sua nuca, roçando meus dedos com seus cabelos lisos passando pelos meus dedos e minhas unhas o arranhando.

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