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Capa do romance Reconquistando meu CEO

Reconquistando meu CEO

Uma médica bondosa vive limitada por suas convicções religiosas, enquanto seu companheiro, um CEO imponente, oculta desejos profundos para protegê-la. A estabilidade do casal é abalada quando o divórcio de uma amiga próxima gera uma crise inesperada na relação. Em meio ao caos, eles descobrem que alguém do círculo íntimo, antes visto como um aliado fiel, é na verdade um vilão manipulador agindo contra a felicidade de ambos.
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Capítulo 3

Mesmo após aquele beijo quente, que despertava dentro de mim o desejo por ele, eu não tive coragem para fazermos amor naquela noite. Uma das coisas ruins de se estar casada e por conta de religião, não era todas as vezes por minha vontade, Na verdade eu apenas fingia estar interessada e dizer que queria, Ele não gostava disso, sempre tentava me excitar, pois uma vez que eu fiz igual vi a minha mãe fazer com meu pai usando uma frase como, ''Venha e faça sua vontade'' ele passou cerca de uma semana sem falar comigo além de ''bom dia, tarde e durma bem'', E quando voltamos a nos falar, ele olhou em meus olhos e me disse com toda frieza do mundo: ''Só vamos fazer quando você realmente estiver afim, não quero que se sinta obrigada a nada''. Como eu já disse antes, fui criada num lar onde mamãe sempre dizia que a mulher deveria obediência ao homem, onde papai era o ''macho alfa dominante''. Eu estava acostumada e por muito tempo cometi o erro de pensar assim também, Foi uma das coisas mais fora de suas expectativas que eu fiz, foi dar início a minha carreira, ter começado faculdade de medicina sem a aprovação — Onde papai tentou várias vezes me tirar, mas ao ver que minhas notas eram boas ele desistiu e ter feito sexo antes de me casar, mas cai entre nós. O Dan tinha um sorriso que me fazia pensar em cometer pecado.

Recordo-me da minha primeira vez perfeitamente. Aviamos tido um jantar agradável em um restaurante francês na zona sul de São Paulo, O clima não havia sido a nosso favor, estava chovendo bastante forte então o convidei para vir comigo para minha casa, foi como convidar o lobo para comer a ovelha indefesa. Ele não me agarrou, nem se quer tentou me seduzir, eu mesma que toquei no assunto, já estávamos namorando a oito meses, e nada havia acontecido. E ainda nem havíamos tocado no assunto. Ao entrarmos ele com a sua doce mania se sentou ao sofá, e eu me perguntava se era o certo a fazer, eu me sentia bem. Aproximei-me lentamente dele e me sentei ao seu lado, pondo as mãos sobre meus joelhos, eu usava uma saia longa e um blusa frouxa preta - nada elegante ou sensual.- e ele cruzou as pernas me olhando. ''Oque foi?'' ele questionou''. ''É que... estamos sozinhos em meu apartamento, está chovendo. e...'' Ele segurou meu rosto e me beijou, como nunca tinha me beijado antes, me pondo deitada no sofá e seu corpo quente sobre o meu, suas mãos ousadamente vinham tocando minhas coxas e apertando minha carne com firmeza. era a primeira vez que eu sentia um toque como aquele. Antes de Dan eu havia tido três namorados, todos da igreja e nada tão sério. Ele havia sido meu primeiro namorado desviado, e me desviou para rumo ao prazer naquela noite. Em meio aquele beijo ele desceu seus lábios pelo meu rosto, queixo até meu pescoço onde murmurei ''Eu nunca fiz isso''. e ele , subindo a mão por de baixo de meu vestido disse ''Oque, sexo no sofá?'' e deu um leve riso.

— Dan, eu nunca transei. - Respondi com a face ardendo em vergonha, ele parou de me tocar e ficou me olhando nos olhos com u ar mais gentil, foi sentando-se no sofá ao seu lado enquanto eu fechava bem as pernas.

— Você...tem vinte anos. - ele diz como se eu ja devesse ter feito, parecia estar surpreso enquanto acariciava meu ombro gentilmente — Então...realmente nunca?

— Nunca. - Falei com meus cabelos cobrindo um pouco meu rosto.

— Eu...só namorei três rapazes, todos eles da igreja, eles sim tentavam todo tempo e eu nunca quis, e já até fui traída. bom, por isso eu... me guardei até hoje para... Alguém que eu sinta que é importante, e que eu confie bastante para isso.

Claro que ele achou estranho, quando nos conhecemos foi em um evento, um daqueles eventos chiques onde só tem pessoas deprimidas, e eu estava com Alana, era casada com Élton ainda, recém casados e me lembro que ele já me olhava de longe, Eles eram amigos e Élton o conhecia e me lembro de ter falado bem, me recordo dele ter sussurrado algo no meu ouvido sobre querer me saborear para deixar a noite ainda mais animada. Respirei profundamente e juntei bem os dentes os rangendo um pouco.

— Olha...- Ele diz pondo a mão sobre a minha coxa — Está certo então, se você não quer, eu entendo e respeito sua vontade. Só, me deixa ficar perto de você... tudo bem?

— Hum!..- toco os joelhos e mordo meu lábio inferior tentando me acalmar — Se você me respeita, e me entende... Mas, me deseja. Qual a razão de nunca ter tentado avançar comigo?

— É que eu não sou um tarado, sabe? E também tem.... - Ele diz juntando as mãos — Alana me disse o seguinte quando começamos a namorar. ''Não tenta levar ela pra cama assim direto, ela gosta de fazer sexo só quando já se tem intimidade''

— Não, sério? Ela disse mesmo isso? - Questionei e ele afirmou com a cabeça.

—Disse mas, eu também queria ser mais intimo seu, pra quando a hora certa chegasse nós dois fizéssemos amor, e que... fosse bom, quando um confiasse ao outro, eu até achei bonito essa ideia de criar um elo com alguém antes de ir pra cama. Eu nunca havia feito isso. - Ele diz me olhando com carinho nos olhos e sinto meu rosto arder um tanto.

— desse modo você costuma levar as suas companheiras logo para o pecado sem mesmo conhecer elas direito?

— Eu tinha o costume de fazer isso, Mas o pecado eu encontrei quando bati meus olhos em você entrando naquele evento, parecendo perdida. eu só queria te conhecer, te dar carinho e também um certo nível de prazer. - Ele diz enquanto apertava minha coxa, mas quando olhei ele retirou, enquanto ainda me olhava. — Mas por você espero o tempo que precisar.

— Então eu acho que...- me viro pondo a mão em minha coxa levantando minha saia lentamente para mostrar minha coxa. — você não vai mais precisar esperar..

— Eu sou lento, isso foi um convite ou foi - Me aproximei dele, com meu coração acelerado, eu estava com tanto medo de o perder que me entreguei não só por amor, por medo de nunca mais o ver, o beijei na tentativa de um beijo mais ousado acabava passando a lingua em seus dentes que tinham um sabor da carne que havíamos comido a pouco tempo, ele cesso o beijo e parecia um pouco assustado. — Parece um convite, ninguém havia ainda lambido meus dentes.

— desculpa eu nunca beijei de língua antes. Eu te machuquei? Estou disposta aprender se quiser me ensinar - Digo passando a mão sobre a boca e ele solta um leve riso, se levantando e estendendo a mão para mim.

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