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Capa do romance Mulheres Livres

Mulheres Livres

Esta obra reúne contos e crônicas sobre mulheres que desafiam o patriarcado para assumir o controle total de suas trajetórias. Ignorando julgamentos alheios e pressões sociais, elas mergulham em novas aventuras e buscam realizar seus desejos mais autênticos. Através de relatos inspiradores, o livro apresenta lições valiosas e conselhos práticos para quem deseja liberdade. Mulheres Livres é um convite à independência e à experimentação sem amarras.
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Capítulo 2

Veronica sentia que já não estava em plenos poderes sobre suas ações, transava com Alex depois do trabalho e de manhã antes de sair com seu marido, mas seu desejo só aumentava, ela queria mais. Ela pensava o tempo todo na mesma coisa. Era o tempo todo em sexo, não só sexo, sexo selvagem, sexo proibido, sexo além da cama.

Seu pensamento já não se limitava em seu marido e seu amante, ela queria mais, sempre mais. Pessoas novas, lugares novos, homens, mulheres. Ela não se satisfazia apenas em uma transa casual em algum motel ou em casa, ela queria lugares inéditos.

Em uma tarde a tomar ar na varanda da sua casa. Seu vizinho que ela nunca tinha percebido antes, passou e ela não conseguia tirar os olhos. Pela primeira vez ela notara que tinha um vizinho solteiro e gostoso. Era inevitável, ela analisava cada centímetro do seu corpo com lascívia. Seus lábios umedeciam inconscientemente, e querendo ou não, seus olhos desciam até as partes íntimas dele, o que a fazia ficar inquieta. Ela passou a tomar ar todos os dias, só para ver aquele “deus grego” que a fazia sentir calor e ficar molhada de tesão que descarregava no marido de manhã e a noite no amante, mas não se sentia satisfeita, o tesão aumentava cada vez mais chegando ao ponto de pagar um boquete no ônibus para Alex, pois ela não controlava seus desejos insaciáveis.

Ele passava e não a olhava com os olhos e a vontade que ela queria, ele apenas a cumprimentava normalmente como a vizinha casada. Sua voz fazia Veronica deseja-lo ainda mais dentro dela. Ele morava sozinho, e passava sempre na frente da casa dela que planejava uma forma de fazê-lo deseja-la.

Em uma dessas tardes, ela não resistiu e chamou a atenção dele. O marido de Veronica demorava chegar, então ela se sentiu segura quanto a isso. Colocou uma mini blusa branca com decote cavado, sem sutiã para exibir seus mamilos expressivos de bicos enormes.

— Psiu! — chamou a atenção dele já mordendo os lábios.

— Tudo bem? — ele responde desconfortável.

— Tudo e você? — ela tentava disfarçar sua voz de luxúria.

— Joia. — ele todo sem jeito tentava terminar a conversa e passar direto.

— Se precisar de algum auxílio feminino em casa como lavar, passar, cozinhar. Estou à disposição. — ela ofereceu na maior cara dura escorando o pé direito na parede para ele notar suas coxas perfeitas e os braços sobre a mureta fazendo sua miniblusa erguer até quase aparecer os seios. Ele encarou-a surpreso dando um leve sorriso.

— Me passa seu número, se precisar te chamo. — ele era sempre direto e curto nas palavras. Talvez por ela ser casada tinha medo da confusão que arrumaria.

Ela passou o telefone sempre o encarando e umedecendo os lábios. Ela queria que ele percebesse que o auxílio que ela queria dar era na cama. Ele não parecia estar confortável, mas passou a ter contato direto com Verônica.

Depois desse dia, os dois passaram a conversar todos os dias e o vínculo entre eles ficou cada vez mais forte. Veronica só queria uma coisa. Ele a pegando com força, arrancando sua roupa e penetrando-a. Cada vez que conversava seu desejo aumentava, e ela já não conseguia esconder seu fogo para ele, sempre que ele falava algo, ela lambia os lábios e deixava transparecer seu desejo. Percebendo isso, ele ligou e perguntou se ela gostaria de sair com ele. A resposta era sim, desde o início. Ela fez um charminho, mas topou.

Combinaram o encontro em um motel, pois não queriam mais perder tempo. O que ela queria não precisava jantar ou conversar.

Mais um experimento para Verônica. Ela andou pela primeira vez na garupa de uma moto. A sensação de primeira vez deixou-a ainda mais excitada.

Quando ela montou na garupa, seu sangue esquentou sua excitação. Aquilo para ela foi uma adrenalina deliciosa, só a fez sentir livre e cheia de euforia. Antes de entrar no quarto os dois já estavam se agarrando com voracidade e entusiasmo. Ela ansiava por aquele corpo tatuado, másculo, deliciosamente moreno, não conseguia controlar sua fúria por sexo. Ele, por sua vez se sentia perdido de desejo naquela mulher incrivelmente tentadora.

Ele tinha um dragão tatuado ao longo de suas costas. Verônica sentiu-se inebriada com o que via e se jogou em frenesi. Arrancou sua calça ansiosamente. Quando deparou com seu membro.

Ah, o seu membro.

— Wow! — ela não conteve a surpresa.

Ela nunca tinha visto igual. Grosso, grande e gostoso. O verdadeiro GGG. Com a cabeça enorme e pulsando, estava tão ereto que dava para ver suas veias em todo seu comprimento. Ela não pensou duas vezes, abocanhou com todo seu desejo e chupava ferozmente fazendo-o soltar gemidos altos.

Ele quis retribuir todo o prazer que ela fazia o sentir. Jogou ela na cama e com os dentes, arrancou seu fio dental vermelho de rendinhas, seus lábios carnudos roçavam em sua virilha fazendo-a soltar gemidos. Ele não perdeu tempo, a chupou como um selvagem por sexo.

— Cuidado, vou gozar na sua boca. — Veronica anunciava gemendo.

— Pode gozar gostosa. Quero sentir o gosto do seu prazer. — Ele disse e continuou chupando e fazendo movimentos delirantes com a língua.

Ela já não se aguentava, ele subiu em direção a sua boca, passando a língua em cada parte do seu corpo parando nos seios e mordiscando seu bico grande e negro.

— Gata, você me deixa louco — sussurrou apertando-a contra seu corpo, fazendo-a sentir seu membro delicioso entre suas coxas.

— Então me fode com força. Quero sentir seu pau dentro de mim. — Verônica deixou acordar sua ninfo interior.

Naquele momento os dois se renderam ao prazer. Jony movia-se pra trás e pra frente entrando e saindo dela com prazer. Mudou várias vezes de posição e ela sempre querendo mais.

Quando ela pensou que ele já tinha terminado como acontecia com os outros, virou-se para ela que ergueu seu corpo e a sentou em cima do seu membro ainda duro. Ele a fez sentir tanto prazer que Veronica já não sabia se era orgasmo ou desvario. Os dois já ficaram suados e ofegantes inebriados e exaustos. Ele a chamou para a banheira de hidromassagem que já estava enchendo. Dentro da banheira Veronica sentiu o que realmente era prazer.

Ele a colocou de todas as formas possíveis, e agarrando seu cabelo a penetrou por trás, dentro da água a fazendo gritar de prazer. Jony não pediu licença e meteu seu pau grande e grosso no ânus de Verônica que sentiu a dor de ser arrombada uma dor lancinante que a fez repensar cada momento da sua vida. Ela nunca tinha dado o rabo antes, mas gritou feito uma cadela no cio. Ela achava que aquela dor a faria nunca mais trair seu marido e sossegar o fogo no rabo, mas ela mesma surpreendeu-se querendo mais daquele pau no seu traseiro. Ela simplesmente se deliciava na dor misturada com prazer.

A partir desse dia Veronica acumulava dois amantes deliciosos e seu marido que também não ficava para trás. Ela dava conta de todos. E ainda sobrava libido para mais dez homens compartilhar.

“O que está acontecendo comigo. Que loucura é essa? Porque esses sonhos e pensamentos depravados.” Verônica se questionava quando pensava que poderia ter um homem para cada dia da semana.

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