Capa do romance Mulheres Livres

Mulheres Livres

9.8 / 10.0
Esta obra reúne contos e crônicas sobre mulheres que desafiam o patriarcado para assumir o controle total de suas trajetórias. Ignorando julgamentos alheios e pressões sociais, elas mergulham em novas aventuras e buscam realizar seus desejos mais autênticos. Através de relatos inspiradores, o livro apresenta lições valiosas e conselhos práticos para quem deseja liberdade. Mulheres Livres é um convite à independência e à experimentação sem amarras.

Mulheres Livres Capítulo 1

Com quatro anos de casada, Verônica estava bem e acreditava ser uma mulher feliz, mas no fundo, ela olhava seu marido dormir ao seu lado e se perguntava se era tudo o que ela realmente desejava se na vida existiam limites.

Veronica começou a trabalhar numa empresa como recepcionista, esse foi seu primeiro emprego na carteira em toda sua vida. Sentia-se realizada e se considerava uma mulher de sorte. Marido, trabalho, faculdade, era tudo o que sonhava.

Uma mulher atraente dona de um corpo escultural, morena clara de olhos castanhos expressivos e cabelos longos e lisos chamava a atenção dos homens que faziam parte daquela empresa, ou na rua mesmo. Verônica era a mulher que todo homem desejava ter.

No trabalho Verônica conheceu Alexandro, o office-boy. Eles se viam todos os dias, muitas vezes por dia. Ele não escondia a tensão sexual que tinha ao se aproximar de Verônica, mas por ser casado vivia só elogiando-a.

Alexandro era casado, tinha um filho, era um homem comum, mas seu corpo chamava atenção por ter músculos maiores que a camisa regata que usava. Verônica o olhava, mas não deixava parecer que ela se encantava por Alex. Sempre disfarçando os dois trocavam olhares discretos, porém intensos e cheios de luxúria. De repente estavam sentados um do lado do outro no ônibus da empresa, sim, eles moravam próximos. O perigo era maior e isso incendiava o desejo dos dois.

Alexandro começou a dar suas investidas, mesmo sendo casado ele sentia um imenso desejo de ter Verônica em seus braços. Fazê-la gemer de prazer e saciar seu tesão acumulado por ela.

— Vê, vamos nos encontrar em outro lugar? — Dizia Alex cheio de luxúria.

— Não. Somos apenas amigos, e somos casados.

Ela não conseguia evitar seus pensamentos insanos, não conseguia parar de imaginar aquele homem másculo, gostoso a jogando na cama e fazendo-a pedir arrego, mas disfarçava, fazia-se difícil. Não por ser casada, mas por saber fazer joguinhos que a excitava ainda mais.

No ônibus da empresa, Alex começou a sentar do lado de Verônica todos os dias. Ele queria de qualquer jeito que ela aceitasse sair com ele, então jogava todo seu charme.

— Deixa eu te fazer feliz — Sussurrava ele no cantinho do ouvido de Verônica a fazendo arrepiar dos pés a cabeça.

— Para Alex! Não faça isso comigo, senão não irei aguentar. — Ela dizia já excitada. Não demonstrava, mas virava seu rosto para a janela do ônibus dando um leve sorriso prazeroso.

— Eu quero te fazer gozar, quero penetrar em sua xoxotinha quente com força — dizia e aproximava as mãos na parte interna da coxa dela.

Nesse momento ela já estava quente, molhada e de pernas bambas, seu coração acelerado de tal forma que não conseguia conter sua respiração ofegante. Durante todo o trajeto ele acariciou sua xoxotinha enquanto sussurrava em seu ouvido palavras picantes a deixando sem reação e cheia de tesão.

Na empresa Alex chegou à recepção para pegar um documento e Veronica estava sozinha, então era só os dois e mais ninguém.

Ele a chamou em um local onde não tinha câmera e a empurrou na parede entrelaçando os dedos em seus cabelos lisos e sedosos, e lhe abocanhou em um beijo longo, molhado e quente.

Veronica, não sabia se afastava ou se entregava naquele beijo devasso. Ela sentiu um calafrio em suas virilhas que subiu em forma de calor e a deixou com as bochechas vermelhas. Seus beijos foram interrompidos com o toque do telefone. Maldito telefone que tocava em pleno horário de almoço.

A partir daí, Veronica ficou pensando naquele beijo todos os dias o tempo inteiro. Chegava em casa e descarregava todo o tesão em seu marido que chegou a perguntar que bicho tinha picado sua mulher. Ela só pediu que aproveitasse em silêncio. Quando via Alex, suas pernas ficavam amolecidas e seu coração disparava.

Mais uma vez quando ele sentou-se ao seu lado, ela não conseguiu resistir suas carícias, deixou que ele o apalpasse e se entregando completamente abrindo suas pernas dando passagem para a mão boba. Enquanto passava a mão sobre o membro dele, sentindo-o duro e pronto para usar.

— Ai que delícia. Quero chupá-lo — Dizia Verônica em seu ouvido.

— Deixo fazer o que quiser quando quiser — Ele respondeu mordiscando o lóbulo da sua orelha.

— Que delícia sua bocetinha está quentinha.

Ela se excitava de forma exponencial, como nunca antes. O calor era tanto que depois precisava lavar o rosto para se recompor para disfarçar aos colegas de trabalho, inclusive seu chefe que vivia seguindo-a querendo atiça-la, mas mantinha o controle pelas regras da empresa.

Era tarde, estava quase na hora da saída, todos já tinham ido embora e Alex tinha terminado suas entregas. Ele chegou à recepção e cochichou no ouvido de Veronica.

— Te espero no banheiro.

O banheiro era bem em frente a recepção. Ela titubeou, mas não resistiu a tentação. Veronica entrou em um dilema e uma confusão mental tomou conta de si.

'Será que vou? Ou melhor, não?'

Nesse caso, sua excitação e seu desejo por Alex e por provar outro pau falaram mais alto. Ela saiu sorrateiramente da recepção e abriu o banheiro, ele estava lá a sua espera, com o membro ereto já em sua mão. Agarrou-a pela cintura e puxou contra seu corpo. Beijou-a profundamente deixando sem reação, fazendo-a sentir seu membro duro contra seu corpo. Alex beijava seu pescoço e mordiscava a sua orelha.

Veronica tentou fugir, mas Alex meteu a mão em sua calça e calcinha a deixando trêmula e totalmente sem opção de escolha. Sem motivo para fugir, pois ela ansiava por aquele momento, e naquele lugar onde o perigo de ser vista era grande, ela se excitava ainda mais. Ele se abaixou na sua frente.

"Por favor! Não” Ao mesmo tempo "Por favor, continue”. Pensava ela.

Veronica não sabia o que dizer ou como reagir.

Ele abaixou sua calcinha e com a língua começou a lamber sua boceta quente e molhada. Antes que ela se mexesse, ele abocanhou seus lábios e começou um movimento de sucção e com sua língua a penetrava fazendo movimentos circulares.

Veronica gemia, ela não conhecia essa sensação de prazer extremo. Suas pernas ficaram bambas, ela acabou se entregando totalmente.

Alex a chupava com força, e se deliciava de prazer na xota molhadinha de Veronica, ele a olhava nos olhos com um olhar selvagem.

"Quero te comer todinha"

Ele foi subindo lambendo e mordiscando todo seu corpo, e quando chegou à sua boca, a respiração estava ofegante. Segurou seu queixo com uma mão e com a outra virou seu corpo, a fazendo sentir seu membro ereto em seu bumbum.

Alex pegou no cabelo de Veronica a penetrou por trás, puxando selvagemente. Veronica queria gritar, mas não podia porque estava na empresa. Ela então mordia seus lábios e gemia, sentindo aquele membro grande e gostoso a penetrando com força como um animal no cio. Com a boca de Alex em seu ouvido sussurrando.

— Você é muito gostosa. Que delícia.

Sua respiração estava ofegante, até que não aguentava de tanto tesão, ele começou a fazer movimentos fortes e rápidos. Os dois gemiam baixo tentando conter os ânimos. Alex dava alguns tapinhas no bumbum, Veronica não segurou seu tesão e soltou um gemido mais alto. Ele a virou, segurou-a pelos cabelos e a empurrou para baixo fazendo Verônica se ajoelhar á sua frente.

— Agora chupa. — ele falou com autoridade.

Meteu o pau na boca dela preenchendo cada canto das suas bochechas. Alex gemia baixo apertando seu maxilar. Verônica sentiu que ele estava prestes a gozar e tirou sua boca.

— Chupa. Você não disse que queria me chupar? — Alex segurou com força sua cabeça empurrando-a para seu pau.

Verônica nunca tinha sido gozada na boca. Ela tentou resistir, mas Alex era forte. Fazia todo o movimento de entra e sai até soltar seu líquido quente na garganta de Verônica quase a fazendo engasgar. Ela achou que vomitaria ou teria nojo, mas a sensação de prazer nos olhos do macho à sua frente e surpreendentemente gostou de sentir o gosto, a textura, o calor. Suspirou profundamente passando as costas das mãos nos cantos dos lábios.

Alex sorriu e se vestiu olhando para Verônica, ela correspondeu o sorriso sem-vergonha.

Esse foi só o primeiro deslize de muitos que Verônica teria acidentalmente… Ou não.

Continue Lendo

Mulheres Livres de Conteúdos

Ch. 1 Ch. 2 Ch. 3
Ch. 4
Ch. 5
Ch. 6
Ch. 7
Ch. 8
Ch. 9
Ch. 10
Ch. 11
all

Você pode gostar

Romances Recém-Lançados

Capa do romance Amor antes do pôr do sol
9.2
Após três anos, ela retorna e acaba nos braços de Chi Yan. Ele não a reconhece, mas fica obcecado pela mulher que conheceu naquela noite. Ao questioná-lo sobre o antigo noivado, ele a rejeita friamente, alegando que os votos foram apenas para confortá-la durante um tratamento. Decidida a esquecê-lo, ela tenta partir, mas Chi Yan se desespera. Ajoelhado, ele implora que ela fique, mas ela o ignora, lembrando que agora é apenas sua irmã.
Capa do romance Confusões do Amor
9.1
Mica tinha a vida perfeita até que o luto transformou seu mundo em caos. Após perder seu melhor amigo, Mickael, a jovem mergulha no desespero, mas uma viagem inesperada muda seu destino. Lançada em um perigoso jogo de vingança, ela precisa sobreviver a um homem desconhecido que a arrastou para a violência. Entre traumas e ameaças à sua família, Mica luta para recuperar a vontade de viver. Em meio ao perigo, será que um novo amor pode florescer e trazer sentido à sua jornada?
Capa do romance Conquistada pelo Alfa
8.2
Andrew, um Alfa Lúpus e príncipe relutante, rejeita um casamento arranjado para investigar o paradeiro do herdeiro legítimo do trono. Em sua fuga, ele conhece Allyssa, uma jovem rebelde que acreditava ser descendente de bruxas. O encontro revela uma conexão avassaladora: ela é a lendária Ômega Lunar. Preso entre o dever de encontrar o Príncipe Perdido e o laço predestinado, Andrew enfrenta o dilema de seguir sua missão ou lutar por esse amor proibido.
Capa do romance Entre Cubículos e Corações: Um Romance Corporativo
7.9
Ana é uma analista de marketing ambiciosa cuja rotina muda ao conhecer Ricardo, o novo diretor de operações. No ambiente corporativo, reuniões e prazos tornam-se o cenário de uma paixão inesperada. O casal enfrenta os dilemas de um romance no escritório, lidando com segredos e amizades postas à prova. Entre as pressões do trabalho e reviravoltas emocionais, eles buscam a felicidade, provando que o amor pode surgir em meio aos cubículos e desafios profissionais.
Capa do romance Mil Vezes Você
9.4
Allegra Bianchi quase se perdeu em um romance tóxico com um influenciador na Itália. Buscando cura, ela foge para Paris para recomeçar entre telas e cafés. Na Cidade Luz, seu caminho cruza com o de Lucca Moreau, um violinista enigmático que também carrega as marcas de um passado difícil. Enquanto exploram ruas históricas e redescobrem a liberdade, esses dois corações feridos buscam reconstrução. Uma história sensível sobre amizade, arte e a coragem de se ouvir novamente.
Capa do romance Noivado Rompido, Fuga para Berlim
9.7
Viajei a Londres para celebrar meu noivado, mas flagrei meu namorado com sua amiga Bianca. Após ser abandonada no jantar, decidi fugir para Berlim. Gabriel me perseguiu e tentou me sequestrar usando substâncias dopantes. No momento em que minhas forças sumiram, Henrique Medeiros, o poderoso tio de Bianca e meu novo professor, me amparou. Ele confrontou meu ex, reivindicando-me para si e impedindo que eu fosse levada contra minha vontade para o Brasil.
Capítulos
Leia agora
Compartilhar