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Capa do romance Mulheres Livres

Mulheres Livres

Esta obra reúne contos e crônicas sobre mulheres que desafiam o patriarcado para assumir o controle total de suas trajetórias. Ignorando julgamentos alheios e pressões sociais, elas mergulham em novas aventuras e buscam realizar seus desejos mais autênticos. Através de relatos inspiradores, o livro apresenta lições valiosas e conselhos práticos para quem deseja liberdade. Mulheres Livres é um convite à independência e à experimentação sem amarras.
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Capítulo 3

Verônica começou a se incomodar com seus desejos ocultos e sua sede de sexo que nunca era saciada.

Sua cabeça estava um turbilhão de pensamentos, e suas atitudes começaram a envolver as pessoas de sua família. Ela passou a ter medo que seu marido descobrisse tudo. Ele jamais a perdoaria. Ela mentia para seu marido dizendo que iria fazer hora extra e saia com Alexandro e enquanto ele trabalhava ela saia com o Jony. Mas não deixava de devorar seu marido na primeira oportunidade.

Veronica gostava de Alexandro porque ele era cheiroso e carinhoso, de Jony porque tinha um pau GG com veias saltadas e ela não resistia sempre que pensava no “cogumelo” seu grelo pulsava e umedecia sua calcinha.

Por alguns fatos ocorridos Verônica mudou de emprego e lá ela conheceu mais alguns crushes. Entre eles uma mulher, a Danielle, uma amiga companheira e carinhosa que até então não passava de uma amizade.

Danielle era lésbica assumida, mas não demonstrou interesse em Verônica logo de cara até porque ela era casada, porém Daniella passou a observar as características de Verônica e se interessou por ela. Não queria demonstrar, não queria estragar o casamento "perfeito" de Verônica.

Em uma tarde de trabalho Verônica foi ao banheiro, em seguida Danielle também foi. Verônica retocava a maquiagem com seu jeito sensual deslizava o batom vermelho de um lado a outro, era muito vaidosa e isso excitava Danielle. Verônica parou na metade com os lábios entreabertos e olhou sua amiga através do espelho.

— Que foi, amiga? — perguntou sem perceber a tensão sexual que se instalava rapidamente.

Danielle se aproximou devagar de Verônica, colocou seus cabelos para trás ainda a encarando pelo espelho.

— Você é tão perfeita. — falou com a voz contida já perto do pescoço da amiga.

Mesmo não entendendo o que estava acontecendo, Verônica sentiu sua boceta pulsar. “O que está acontecendo. Virei lésbica agora?” Mais um pensamento perturbou Verônica naquele momento.

— Imagina. Gentileza sua. — Verônica respondeu virando-se de frente para a amiga que não deu espaço. Agarrou a cintura de Verônica e com e outra mão entrelaçou os seus cabelos asfixiando Verônica em um beijo diferente e inusitado sem que ela esperasse.

No início Verônica se espantou com a atitude da garota e voltou às pressas para o trabalho. Mas aquilo não saia de sua cabeça, sempre que se aproximava de Dany lhe faltava a voz. Perdia totalmente o raciocínio perto dela. Aquele beijo ardente, aquela pegada feminina e cheia de lascívia.

Verônica então decidiu entrar de cabeça nessa aventura, começaram a se encontrar no banheiro até que Verônica a convidou para ir até sua casa. Numa desculpa que Dany era cabeleireira pediu-a que aplicasse uma progressiva em seus cabelos. Dany aceitou sem hesitar. Ela também estava louca para chupar Verônica por completo e não perderia a oportunidade. Talvez essa não fosse uma atitude cautelosa de Verônica, afinal era sua casa com o seu marido, qualquer passo em falso faria seu mundo desaba. Mas isso não era obstáculo para Verônica e sim motivo para ela se estimular. Não aconteceu como planejado, pois no dia o marido de Verônica não quis ir trabalhar, já que a amiga lésbica estaria na casa deles. Ele provavelmente estava desconfiando de algo. O que fez Verônica ficar um pouco aflita, mas não desistiu dos planos.

Quando Dany começou a mexer no cabelo de Verônica, seu coração acelerou de forma que a mesma não se conteve, virou seu rosto e se enroscaram nos braços uma da outra, com os corpos em chamas. Só a metade do cabelo finalizado.

Dany esfregava a boceta de Verônica ainda por cima da calça e ela queria resistir, mas era louca por prazer, aquilo a deixou ofegante e delirando de desejo. Enquanto Dany desabotoava sua calça, Verônica sussurrava.

— Por favor, pare!

— Você quer mesmo que eu pare? — as palavras de Dany fazia Veronica estremecer e sentir mais desejo por toda aquela situação proibida.

— Não. Não pare! — Dizia Verônica com a voz embargada. Ela sussurrava e sua boceta pulsava de tesão. Afinal, o que ela queria muito era ter a boca macia e molhada de Dany em sua bucetinha, mais do que nunca. Ela precisava daquilo, era novo e ela gostava de novidades.

Quando Dany a jogou na cama com os botões da calça abertos, o marido de Verônica bateu na porta.

— Está tudo bem aí amor? Está muito silêncio.

— Tudo bem sim amor, já estamos saindo. — a voz de Verônica saiu entrecortada pela respiração ofegante. Ele abriu a porta e viu Verônica levantar-se da cama, ofegante e com as bochechas vermelhas. O cabelo feito pela metade.

Os olhos do marido ficaram fixos e expressivos, parados como uma estátua. Mas não disse absolutamente nada, simplesmente virou as costas e saiu.

Dany foi embora e deixou Verônica com suas bochechas vermelhas, mesmo o marido desconfiando do que teria acontecido ele não quis causar conflito e ainda levou Dany até seu ponto de partida. Ao voltar ficou no carro por algum tempo. Verônica viu que estava demorando entrar, olhou pela fresta da janela e viu seu marido desabando em lágrimas. Ele nunca tinha chorado tanto em sua vida, nem no dia em que Verônica passou a noite fora de casa.

A culpa corroeu o coração de Verônica. Uma mulher resolvida com um marido carinhoso e companheiro não tinham do que reclamar. O púnico ponto era seus desejos insanos e ocultos.

No dia seguinte Verônica chamou Dany no bate-papo. Mesmo cheia de culpa, o instinto selvagem dela não a deixava responder por si.

— Dany, não consigo me esquecer de ontem, eu quero muito você.

— Verônica, você tem certeza?

— Sim Dany. Eu te quero muito, quero sentir sua boca em minha boceta. Já estou molhada só de pensar.

— Hum! Que delícia. — Dany acabou ficando excitada. — Assim você me deixa louca de tesão.

— Sim, eu quero te deixar louca, eu quero você comigo, quero sentir o seu corpo, acariciar seus seios deliciosos, quero chupar sua bucetinha molhada, estou louca de desejo.

— Que delícia, eu também quero tê-la comigo e apagar esse seu fogo, matar suas curiosidades e te enlouquecer de tesão, quero te fazer gozar.

Nessa hora Verônica inconscientemente já estava com a mão dentro de sua calcinha, e deslizava o dedo rapidamente de um lado para o outro, enquanto Dany a dizia coisas deliciosas. Ela não estava tendo consciência dos limites, tudo o que pensava simplesmente fazia.

— Quero chupar sua bucetinha molhada, te jogar na cama, te acariciar todinha.

Verônica não se aguentava de tesão e soltou alguns gemidos, já estava para gozar.

— Abra suas pernas. Deixa eu me lambuzar todinha. — Dany escreveu levando Verônica ao delírio.

Verônica não se segurou e deu um gemido alto seguido do ápice do prazer que se elevou as alturas e gritava enquanto descia. Foi mais uma experiência chocante para Verônica.

Verônica e Dany não se encontraram mais, pois Verônica saiu do emprego e o marido não a deixava sair com Dany, ele ficou desconfiado. Mas Verônica não parou por aí, ela queria mais. Ela não estava em consciência lúcida e não respondia por seus atos libidinosos.

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