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Capa do romance MINHA ROSA - Série Casados com a Máfia

MINHA ROSA - Série Casados com a Máfia

Após sofrer abusos constantes de sua própria família, Rosa acaba desamparada nas ruas. Sua vida muda ao ser resgatada por Bruno, que se apaixona perdidamente por ela. Determinado a protegê-la, ele a acolhe no seio de seu lar, onde ela finalmente encontra o amor e se torna uma mulher resiliente. Enquanto Rosa floresce, o sentimento de Bruno cresce intensamente, levando-o a buscar formas de provar a sinceridade de sua paixão por ela.
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Capítulo 1

CASADOS COM A MÁFIA, é o livro onde tudo tem origem, pode começar por ele para mais detalhes sobre o casal, os livros têm fatos que se ligam, mas são independentes, espero que gostem, boa leitura.

PREFÁCIO

Sou um dos irmãos Wood meu nome e Bruno, mais conhecido como Sombra, pelas minhas habilidades, só serei visto se eu quiser, tenho 33 anos, 1,97 de altura, cabelos negros e olhos azuis, e nem toda minha força e habilidade me preparou para ser derrotado por uma pequena de 1, 57 de altura.

Quando pequenos, eu e meus irmãos, Ivan e Luiz, passamos por uma infância difícil, fomos sequestrados e traficados, por uma mulher chamada Elizabeth, Don Anthony e Aurora nos resgataram e acolheram, quanto a Elizabeth, a caçamos, é uma história de outro livro.(Casados com a Máfia).

Minha infância deixou cicatrizes, na pele e na alma, muitas delas não serão curadas, mas quando estou perto dá Rosa, sinto meus demônios controlados, só ela pode me trazer a paz que até já havia me esquecido que almejava.

Contarei a vocês como a conheci, e como nossa relação se desenrolou.

*FLASH BACK DE BRUNO*

Bruno fora convocado por Don Anthony, não gostava desse tipo de trabalho, mas também não gostava de pedófilos e pervertidos, a filha de um político, associado a organização, havia sido sequestrada, tirada de casa no meio dá noite.

Bruno e Luiz rastrearam os sequestradores, eram amadores, mas a menina havia se envolvido com um deles, assim a retiraram de casa.

Os irmãos Wood precisavam retirar Eloisa de lá e exterminar os homens, eles vinham roubando e estupr@ando meninas em toda a região, algumas foram vendidas ao mercado negro.

Encontraram o local com facilidade, Bruno observou por um tempo, o que chamavam de acampamento era uma casa velha, parecia estar acontecendo uma festa.

Eloisa dançava seminua em cima de uma mesa, não havia medo em seu olhar, ela estava se divertindo, Bruno e Luiz se olharam.

Luiz:-Ela não foi sequestrada?

Bruno:-Parece que não, temos mais alguma informação sobre isso ou podemos ir embora? Luiz ligou para o pai e informou a situação.

Don Anthony não gostou nada daquilo, o resgate não era um resgate, mas enviaria a filha ao governador e depois se entenderia com ele, e livraria a região dos homens.

Bruno resolveu olhar mais de perto, viu a moça que continuava dançando na mesa enquanto quatro homens a tocavam, quando estava dando a volta ouviu gritos, olhou pela janela e viu um homem arrastando uma menina para sala, ela tinha as roupas rasgadas e sangue na saia, a garota tentava lutar e chutar, foi arrastada pelos cabelos e jogada no chão, enquanto a filha do governador ria com os homens.

Bruno e Luiz entraram pela porta dos fundos, não se preocuparam em fazer silencio, era um bando de homens nojentos e sem nenhum treinamento, foram eliminados rapidamente.

A menina em cima dá mesa se ajoelhou ali mesmo com as mãos nos ouvidos quando os tiros começaram, quando viu que o barulho havia acabado, começou a gritar e chorar em cima do corpo de um dos homens.

Bruno se aproximou dá menina no chão, ela estava assustada, quando a tocou ela o mordeu, ele puxou o braço viu o sangue brotar, sentiu raiva, mas tentou se lembrar dá situação que ela acabará de passar, respirou fundo e a encarrou, os olhos que o encarraram de volta eram azuis e desafiadores, mesmo com tudo ela não baixou a cabeça, isso chamou atenção dele, e uma agitação estranha tomou conta do seu coração.

Bruno:-Qual é o seu nome?

A menina olhou ao redor como se procurasse algo, foi se afastando para parede tentando evitar o contato com Bruno.

Luiz:-Precisamos ir, não fomos muito silenciosos

Luiz agarrou a filha do governador e precisou a arrastar para fora.

Bruno tocou o braço dá menina que ainda estava no chão, agora os olhos azuis estavam arregalados ela teve um ataque de panico, ele a segurou e jogou sobre o ombro, não tinha tempo a perder, sentiu o corpo dela tremer.

Entraram no furgão, optaram por esse veículo, por ser uma viagem longa a filha do governador poderia descansar, nunca imaginaram que encontrariam a situação que encontraram.

Bruno se virou para Eloisa, precisaram amarrar a menina que chutava e gritava.

Bruno:-Cala a boca agora, quero saber o que aconteceu aqui.-Eloisa se calou, olhava a outra com raiva, xingando baixinho

Luiz:-Pelo que entendi, você atraiu sua amiga para uma cilada.

Eloisa:-Não somos amigas, nunca fomos, ela vive nas ruas, só me aproximei porque o amigo do Alec se interessou por ela.-Alec era o chefe dá pequena gangue e namorado de Eloisa

Bruno se virou, viu os olhos azuis lacrimejarem, ela segurava a roupa rasgada para não ficar exposta e evitava contato visual.

Bruno:-Tem um cobertor aí atrás, pode usar.-Eloisa puxou o cobertor, não dando chance a garota.

Eloisa voltou a falar e reclamar por matarem seu namorado, ela se vangloriava por ser filha do governador, e que o pai não gostaria dá forma como estava sendo tratada.

Precisaram fazer uma parada, Bruno aproveitou para esticar as pernas e conversar com o pai, Luiz soltou Eloisa, mas não deixou que saísse do carro, serviu lanche e água a elas, Eloisa ficou agressiva, tentava chutar a outra, que devido ao panico nem se mexia, ele colocou a outra menina no banco dá frente.

Luiz:-Qual o seu nome?-A menina olhava para baixo

"MEU NOME É ROSA"

Bruno ouviu essa frase quando chegava de volta ao carro, a voz era doce, encontrou a Rosa sentada no banco do passageiro, olhou para ela agora com calma, era uma menina linda, cabelos negros e compridos, traços delicados, a boca dela quase hipnotizou Bruno, nunca havia se sentido assim olhando uma mulher, ela era realmente linda, mas notou os olhos azuis desde o primeiro momento, pensou que o nome era apropriado a delicadeza dela.

A menina olhou para ele e só aí Bruno percebeu que já a observava por muito tempo, limpou a garganta e se aproximou.

Bruno:-Rosa não é?-Ela viu que ele a observava, não gostou dá sensação, ainda sentia as mãos de Alec em seu corpo, o que fazia seu estomago revirar, não conseguiu terminar o sanduíche.

Bruno retirou Eloisa a levou ao restaurante do outro lado dá rua para usar o banheiro, a menina tentou fugir dele.

Bruno:-Depois não reclame, não faremos outra parada apenas para que você possa se aliviar

Colocaram a menina para dormir com uma injeção, que levaram no caso de Eloisa estar em choque e se tornar agressiva, era uma medida para que a menina não se machucasse, mas foi usada porque não aguentavam mais os gritos, Rosa apenas olhava para eles, não sabia muito bem onde estava então não tentou fugir, nem teria forças naquele momento, Luiz arrumou os colchonetes para deixar mais confortável e colocaram Eloisa, Rosa se deitou também estava cansada, adormeceu rápido.

Bruno olhava para ela, não conseguia parar de olhar o rosto delicado, pegou uma camisa em sua bolsa e colocou em Rosa, ela estava tão cansada que não acordou.

Já próximo à cidade, pararam no local onde se encontraram antes dá missão, Bruno pegou seu carro, Luiz levaria a encomenda do Governador e Bruno levaria Rosa para um abrigo, precisaram improvisar.

No caminho, Rosa o olhava desconfiada, sentou no banco de trás e desviava o olhar sempre que encontrava o olhar dele.

Bruno pensou por todo o caminho, sempre achou os abrigos frios e impessoais.

Bruno:-Você tem família Rosa, ninguém que possa te ajudar?

Rosa:-Não, meus pais morreram, não tenho ninguém, você pode me deixar aqui mesmo

Bruno:-Onde você mora?

Rosa mordeu os lábios, não respondeu, olhava para as mãos nervosamente, sentiu o olhar de Bruno sobre ela, estava envergonhada.

Bruno:-Onde você mora Rosa?

Rosa:-Morava no abrigo, agora que passei tanto tempo longe não sei se me aceitarão de volta.

Bruno ligou para o irmão avisando de sua chegada na casa dos pais, Don Anthony e Aurora criaram os irmãos Wood, auxiliados por Alberto e Claudia, viveram na fazenda dá família era o local mais seguro para eles.

Rosa o olhava com desconfiança, queria descer do carro, depois de tudo que aconteceu não confiava nos homens, fora traída por alguém que disse ser sua amiga e se sentia sozinha abandonada, então cofiou sendo levada para uma armadilha onde foi abusada e quebrada.

Bruno parou na frente dá casa do pai, não conseguia pensar direito, travou as portas do carro, sabia que Rosa fugiria se não fosse assim.

Ele entrou na casa e Rosa ficou batendo nos vidros, o coração dá menina estava disparado, sentia medo.

Bruno conversou com o pai sobre a missão, após explicar que os homens estavam mortos falou sobre Rosa.

Don Anthony levantou uma sobrancelha e se virou para o filho, estranhou o interesse, havia visto Bruno com apenas uma mulher, camila, o final daquilo não havia sido bom.

Bruno:-Tenho um pedido-Anthony se espantou, em todos estes anos eles nunca haviam pedido nada, Don Anthony fez um sinal para que ele continuasse a falar. - Quero a Rosa.

* FIM DO FLASH BACK*

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