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Capa do romance DELÍRIOS ERÓTICOS

DELÍRIOS ERÓTICOS

Explore uma coletânea de contos modernos focada no prazer sem restrições e em desejos intensos. Esta obra apresenta narrativas de sexo ardente e tensão irresistível, desenhadas para envolver o leitor em um calor inevitável. Com histórias que incluem temas de incesto e situações pecaminosas, cada capítulo busca despertar fantasias profundas através de encontros explícitos e ousados. Prepare-se para uma experiência literária provocante e sem pudores.
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Capítulo 2

Pov: Lavínia

Guilherme tinha olhos dourados como o sol do meio-dia e a pele bronzeada, quase pecaminosa. Seu corpo parecia esculpido às pressas, cada curva pedindo toque. Os cabelos bagunçados e o piercing nos lábios já tentadores brilhavam com provocação.

Ele passava a língua ali devagar, como quem sabe o efeito que causa. E tudo o que eu pensava era: que gosto ele teria?

Mas, tinha um pequeno problema. Ele era meu irmão. Tínhamos uma mãe diferente, mesma idade e não moramos juntos. Isso devia me manter afastada, mas servia como gasolina para o meu desejo.

- Se continuar chupando esse pirulito desse jeito, me olhando com essa cara de safada, vou achar que tá querendo chupar outra coisa, Lavinia - a voz dele saiu rouca, carregada de malícia, e fez meu corpo inteiro arrepiar. Um sorriso escapou dos meus lábios.

Tirei o pirulito devagar, a língua lambendo a ponta, provocando de propósito.

- E se eu quiser mesmo?

Ele passou a língua naquele maldito piercing no lábio, e tudo o que eu conseguia pensar era: Onde mais ele teria um desses? E como seria sentir aquilo roçando em mim?

- Não brinca com o perigo, garota - ele avisou, mas os olhos dourados já escureciam de puro desejo.

Ele estava largado na poltrona, corpo de pecado. No sofá, o calor entre minhas pernas crescia. Levantei devagar, rebolando só pra vê-lo morder o lábio. Parei diante dele. Guilherme me olhou de baixo, faminto - a tensão era um incêndio prestes a explodir.

Ajoelhei entre suas pernas, mãos deslizando pelas coxas fortes. Ele prendeu a respiração.

- Eu quero te chupar, Gui - sussurrei, olhando direto nos olhos dele, enquanto minhas mãos subiam mais, decididas.

- Porra, garota... - a voz dele desceu uma oitava, rouca, carregada de tesão.

Minhas mãos deslizaram até o cós da bermuda, onde o volume já se destacava - e que volume. Puxei tudo de uma vez, e ele ergueu os quadris pra ajudar. O pau saltou, grosso, duro, veias pulsando, a cabeça vermelha brilhando, apontando pro umbigo. Minha boca se encheu de saliva - e não era só ela que queria senti-lo.

- Ele é tão lindo - murmurei, pegando ele com as duas mãos, sentindo o peso, a textura quente, firme.

Guilherme segurou meu queixo com firmeza, me obrigando a encará-lo.

- Então para de falar e prova logo que ele é gostoso - rosnou, os olhos dourados queimando de desejo.

- Seu pedido é uma ordem, Gui - sussurrei com um sorriso safado, antes de me abaixar e me entregar por completo.

Comecei devagar, passando a língua pela cabeça, sentindo o gosto quente e salgado. Lambi todo o pau, provocando. Uma mão na base, lento e molhado, enquanto a boca trabalhava no topo. Ele jogou a cabeça pra trás, gemendo rouco.

Seus dedos se enroscaram no meu cabelo, puxando forte - nada gentil, e eu adorei. Guiou minha cabeça, fodendo minha boca com ritmo, cada vez mais fundo.

- Puta que pariu, que boca gostosa do caralho! - ele gemeu, arfando, afundando ainda mais na minha garganta.

Arranhei as coxas dele, sentindo os músculos tensos. Ele socava fundo, o pau grosso rasgando minha garganta sem piedade. Doía, queimava... e eu queria mais. Era quase impossível engolir tudo, mas Guilherme não ligava pra limites - queria ver até onde eu ia. E eu ia mostrar.

De repente, me puxou pelos cabelos, inclinando minha cabeça pra trás, olhos cravados nos meus. A outra mão agarrou meu rosto com força.

- Sobe aqui, porra... Quero enfiar o pau nessa boceta - rosnou, com a voz pesada de tesão.

O jeito que ele falou me fez estremecer inteira, o gemido escapou sem controle. Me levantei tremendo de vontade, tirei a calcinha encharcada e ele a arrancou da minha mão, cheirando como um viciado, os olhos queimando em mim.

- Puta que pariu... que cheirinho de boceta molhada, gostosa do caralho - murmurou, antes de me puxar pela bunda com força, me colando contra ele.

Beijava minha barriga, minha cintura, enquanto a mão dele desceu direto pra minha buceta, os dedos deslizando fácil pela minha carne quente e melada.

- Porra, Lavínia... você tá escorrendo, caralho...

- É você, Gui... você me deixa assim... toda louca, toda puta pra você...

Mal terminei de falar, ele me puxou com força pro colo dele. Me ajeitei em cima daquele pau duro, segurando ele com a mão e encaixando na minha boceta devagar, sentando até sentir ele me preencher por inteiro. Arqueei as costas, gemendo alto.

- Puta merda, Gui... Que pau gostoso, que delícia!

Ele grunhiu, apertando minha bunda com força, a boca no meu pescoço, chupando, mordendo, marcando.

- Então rebola, putinha... mostra o quanto essa buceta me quer.

Eu obedeci, quicando nele com gosto. Ele agarrou meu seio e começou a chupar o mamilo com um sedento - e meu deus, aquilo era bom demais.

- Seu cu tá piscando pra mim, Lavínia... - ele disse com meu seio em seus lábios - Aaah vou te foder todinha.

- Sim... Por favor, Gui... - implorei, a voz falha de tanto tesão.

Ele se levantou comigo no colo como se eu não pesasse nada, os músculos tensionados, a respiração pesada. Me jogou no sofá, me virou de quatro com firmeza e sem aviso, desceu a mão na minha bunda com um tapa estalado que me fez gemer alto, o som ecoando pelo cômodo.

- Isso, porra... fica assim, toda oferecida pra mim - ele rosnou atrás de mim, enquanto a palma quente dele alisava o lugar onde bateu, só pra dar outro tapa logo em seguida, mais forte.

Meu corpo inteiro se arrepiou, a buceta latejando, escorrendo, implorando pra ser fodida.

- Gui, volta... eu quero-

A frase mal saiu e ele desceu outro tapa forte na minha bunda, me fazendo gemer alto e perder o fôlego. Em seguida, beijou o lugar que ardia, língua quente, como se compensasse a dor com prazer. Os dedos dele desceram direto pro meu clitóris, massageando com firmeza, devagar, me deixando insuportavelmente no limite.

- Cala essa boca... só quero ouvir você gemendo pra mim - rosnou, colado nas minhas costas.

Eu tremia, o corpo todo implorando por mais. Ele sabia que eu estava à beira do gozo e parecia se divertir com isso, esfregando a cabeça do pau no meu clitóris, molhado, pulsante, só provocando, fingindo que ia meter - e não metia.

- Vou te foder tão fundo, tão forte... que essa boceta nunca mais vai aceitar outro pau, entendeu? - sussurrou no meu ouvido, com a mão firme no meu pescoço, me mantendo exatamente onde ele queria.

E então ele me enfiou com tudo, de uma vez só. O pau dele entrou tão fundo, tão grosso, tão intenso, que eu gozei ali mesmo, gemendo como uma vadia no cio, agarrando as almofadas do sofá como se fosse meu último suspiro.

- Isso vadia, goza pra mim! - ele disse, metendo ainda mais rápido, em busca do seu próprio gozo. Apertando minha cintura e batendo na minha bunda.

- Goza pra mim, Gui. - gemi.

E ele urrou.

- Caralho... - se derramando inteirinho dentro de mim.

Ele saiu de dentro de mim e se jogou no sofá, o pau ainda pulsando.

- Nossa... Isso foi tão bom.

Ele olhou para mim.

- E eu ainda não acabei - disse me puxando para um beijo gostoso.

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