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Capa do romance DELÍRIOS ERÓTICOS

DELÍRIOS ERÓTICOS

Explore uma coletânea de contos modernos focada no prazer sem restrições e em desejos intensos. Esta obra apresenta narrativas de sexo ardente e tensão irresistível, desenhadas para envolver o leitor em um calor inevitável. Com histórias que incluem temas de incesto e situações pecaminosas, cada capítulo busca despertar fantasias profundas através de encontros explícitos e ousados. Prepare-se para uma experiência literária provocante e sem pudores.
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Capítulo 3

Pov: Laura

A sala estava silenciosa, tão quieta que eu conseguia ouvir o som da minha própria respiração. O sol poente pintava tudo com tons dourados, e as sombras dançavam pelas paredes, criando uma atmosfera quase íntima.

Eu devia ter ido embora junto com os outros alunos, mas fiquei. Não porque precisava revisar nada, mas porque ele ainda estava ali.

O professor Gabriel.

Ele estava sentado à mesa, concentrado nos trabalhos à sua frente, os óculos deslizando um pouco pelo nariz. De vez em quando, ajustava-os com um movimento distraído dos dedos. Eu observava tudo - a forma como ele mordia levemente o lábio quando encontrava algo errado, a tensão em sua mandíbula, os músculos do antebraço se movendo conforme ele escrevia.

Tudo nele exalava controle.

E talvez fosse exatamente isso que me deixava tão inquieta e excitada.

Levantei-me lentamente, sentindo o coração acelerar um pouco com a simples decisão de me aproximar. Meu corpo parecia agir antes mesmo que minha mente pudesse ponderar sobre certo ou errado.

- Preciso entender uma coisa, professor.

Minha voz soou mais firme do que eu esperava. Gabriel levantou os olhos, encontrando os meus, e algo quente percorreu minha espinha.

- O que seria?

Dei mais um passo, apoiando-me na mesa dele. Perto o suficiente para sentir o calor que emanava do seu corpo.

- O motivo da minha nota baixa. - Cruzei os braços, inclinando a cabeça. - Você disse que meu trabalho estava bem escrito, mas faltava algo...

Ele suspirou, tirando os óculos e massageando a têmpora.

– Seu argumento estava bem estruturado, mas você não finalizou a conclusão. Eu avisei que isso seria descontado.

Inclinei a cabeça, cruzando os braços.

- Entendi. Então, sou boa... mas nunca boa o suficiente?

Gabriel arqueou uma sobrancelha, percebendo a insinuação nas minha palavras, ele sempre percebe, mas disfarçar muito bem mantendo a compostura.

- Não foi o que eu disse.

- Não foi o que disse, mas foi o que pareceu, - retruquei com um sorriso brincando nos meus lábios. - Talvez eu precise de... uma perspectiva diferente. Algo mais próximo.

Encostei no canto da mesa dele, o olhar fixo no dele. Gabriel se afastou ligeiramente, tentando ignorar a maneira como eu inclinava o meu corpo, aproximando-se.

- Talvez você encontre fora da sala o que procura.

- Mas eu já encontrei o que procuro, e está dentro dessa sala.

- Laura, percebe o que você está insinuando?

- Cada palavra - pronunciei passada a mão pelo seu abdômen por cima da camisa.

Gabriel logo se afastou mais um pouco.

- Laura, isso não é apropriado - disse ele, com a voz firme, mas não ríspida.

Havia um nervosismo palpável no ar, uma tensão que parecia crescer a cada segundo.

- Por quê? Estamos só nós dois aqui, - respondi, abaixando o tom de voz, quase num sussurro. - E eu estou falando sério sobre melhorar.

- Laura... - Ele tentou se levantar, mas me inclinei para frente, bloqueando o movimento.

- Você nunca sentiu curiosidade, professor? - perguntei

Em uma provocação direta. Enquanto brincava com a alça da minha blusa, meus dedos deslizavam distraidamente enquanto o encarava.

Gabriel respirou fundo, dava para ver ele tentando manter o controle da situação. Ele era conhecido por sua paciência, mas naquele momento eu estava testando seus limites. E ele estava ao máximo se controlado.

- Essa conversa termina aqui. Você é minha aluna, e existem limites que não devem ser cruzados.

Recuei um pouco, mas com sorriso ainda no meu rosto. Eu sabia que havia causado impacto, mesmo que Gabriel não admitisse.

- Desculpa professor, e que estou com sentimentos reprimidos que está tirando o meu sono.

- E o que uma coisa tem a ver com a outra Laura?

- Isso é simples Gabriel.

Me aproximei sussurrando, e passado a língua nos meus lábios.

- Estou com vontade de transar com você professor.

Não sei o que me deu, para admitir isso em sua frente, mas a minha vontade está em um nível que já não consigo segurar.

Ele se afastou com o rosto espantado.

- Isso é errado, você não deveria pensar em algo assim. - pronunciou ofegante com a afirmação, direta .

- Já pedi a conta de quantas vezes sai da sua sala de aula para o banheiro me masturbar pensando em você que me deixa toda molhada quando ousou a sua voz grossa. - pronunciei me aproximando ficando cara a cara.

- Você não sabe o que está falando.

- Mas eu sei o que eu quero.

Sem conseguir me controlar, o beijei, demorou um pouco para ele relaxar, e quando aconteceu ele me puxou para mais perto. E em um movimento brusco me colocou sentada na mesa, sua mãos passeavam pelo seu corpo até chegar na minha intimidade.

- Está molhada desse jeito por mim. - Perguntou com a voz rouca pelo tensão.

- Quero ser fodida em cima da mesa, é uma das minhas inúmeras fantasias que desejo realizar com você professor. - sussurrei apertando seu pau já duro.

Gabriel se afastou só o suficiente para abrir a feche da calça e remover o pau, que já pulsava então se aproximou de novo, afastando minha calcinha para o lado antes de meter. Ele segurou uma das minhas pernas contra o seu quadril.

- Que bucetinha apertada, Laura. - disse em um gemido se movendo dentro de mim.

- E todinha sua, professor.

Ele me empurrou quanta a mesa, me fazendo deita, a mão apertando meu pescoço de um jeito tão gostoso. Ele metia com força.

- Ah Laura... se você soubesse o quanto eu queria te foder!

- Então fode... gostoso! - gemi de volta.

Ele se inclinou sobre mim, me beijando com força enquanto metia tão fundo que podia senti-lo socando o colo do útero. Eu já estava quase gozando, quando ele se afastou e começou a apertar meu clitóris.

- Ah, eu vou gozar! - urrei, já me estremecendo toda.

- Isso, Laura... Goza no meu pau todinho.

Ele meteu mais fundo e mais rápido, mas parou e saiu de mim, me puxando.

- Vou gozar na sua boca, ajoelha.

Eu prontamente me pus aos seus pés, engolindo aquele pau gostoso até o talo. E ele fudeu minha boca sem dó, até gozar e me encher com aquela porra quente que eu sonhei tanto em provar.

- Gostosa - disse me olhando.

Eu me levantei, limpei a boca e ajeitei minha roupa, e sorri.

- Te vejo amanhã, professor...

Disse deixando um beijo rápido nos seus lábios e correndo para a saída.

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