Capa do romance DELÍRIOS ERÓTICOS

DELÍRIOS ERÓTICOS

8.8 / 10.0
Explore uma coletânea de contos modernos focada no prazer sem restrições e em desejos intensos. Esta obra apresenta narrativas de sexo ardente e tensão irresistível, desenhadas para envolver o leitor em um calor inevitável. Com histórias que incluem temas de incesto e situações pecaminosas, cada capítulo busca despertar fantasias profundas através de encontros explícitos e ousados. Prepare-se para uma experiência literária provocante e sem pudores.

DELÍRIOS ERÓTICOS Capítulo 1

Pov: Miguel

O verão chegou com um bafo quente e preguiçoso. Eu já estava há uma semana sozinho na minha casa de campo, isolada nas colinas, cercada por vinhedos e o aroma constante de lavanda selvagem. Era meu refúgio - silêncio, vinho e noites longas.

Quando meu irmão ligou perguntando se podia passar alguns dias ali com a filha, aceitei sem hesitar. "Ela acabou de fazer vinte e um", disseram, como se quisessem garantir que não haveria nenhum problema. Eu ri. "Claro, tragam ela."

Mas, confesso que nem me lembrava dela.

O carro deles apareceu numa tarde dourada, o sol pendurado preguiçoso no céu. Eles desceram sorrindo, bronzeados, com aquele jeito leve de quem já está em férias. Mas quando ela saiu do banco de trás, o ar pareceu ficar mais denso.

Ela vestia um short curto, solto, e uma blusa leve de alcinhas. O cabelo caía em ondas negras pelas costas. E os olhos... olhos que me encararam por um segundo a mais do que o necessário.

Curiosa.

Afiada.

- Essa é a Júlia - disse a mãe, rindo. - Não é mais criança, hein?

Definitivamente não era.

As primeiras noites correram tranquilas. Conversas no terraço, jantares simples e vinho demais. Júlia costumava aparecer já tarde, depois de todos irem dormir, dizendo que não conseguia pregar o olho. Se sentava comigo na varanda, às vezes descalça, os pés jogados no sofá. Trocávamos palavras leves, mas havia algo por trás. Os silêncios eram longos. Os olhares mais ainda.

Na terceira noite, o vinho nos deixou mais soltos. Eu ria de alguma piada boba, e ela passou os dedos pela borda da taça, olhando para mim como se quisesse desmontar cada camada da minha calma.

- Você sempre olha assim pras visitas? - ela perguntou, a voz baixa.

- Só quando elas me provocam, - respondi sem pensar muito.

Ela mordeu o lábio. Um gesto que parecia treinado, mas genuíno.

- Talvez eu esteja provocando.

A tensão ficou sólida entre nós. Ela deixou a taça de lado e se inclinou pra frente, a poucos centímetros de mim. O perfume dela era suave, doce, algo como pêssego com um toque de algo mais... amargo. Excitante.

- E se eu não quiser dormir essa noite? murmurou.

Minha resposta ficou presa na garganta por um segundo. Mas meus olhos disseram tudo. Eu a agarrei pela nuca, meus dedos se enroscando nos fios. Meus lábios tomaram os dela com uma fome animalesca. Nada de ternura, nada de delicadeza - era pura necessidade bruta.

O gosto dela misturado com o vinho e aquela tensão maldita me deixou em transe. Lorena gemeu, e esse som safado foi tudo que eu precisei pra puxá-la pro meu colo, minha mão enfiando por baixo da blusa sem cerimônia, agarrando um dos peitos e apertando o mamilo entre os dedos como se quisesse arrancar mais daqueles gemidos obscenos.

Ela rebolava no meu colo como uma vadia feita pra isso. Me provocando, me deixando desesperado pra enterrar meu pau naquela boceta quente. Saí da boca dela, arrastei os beijos pro pescoço, puxei o cabelo com força, obrigando-a a inclinar a cabeça e me dar mais espaço. Chupei a pele, mordi, lambi, descendo sem pressa, rasgando o caminho até onde minha mão já invadia território - tirei a blusa de uma vez, sem paciência.

Os peitinhos dela, redondos e rosados, estavam ali, implorando pela minha boca.

- Já que cê não quer dormir, vadia... vou te fazer gozar até implorar pra parar - sussurrei, antes de afundar a boca num dos seios.

Lambi, mordi, trinquei o mamilo com os dentes. Lorena gemeu alto, agarrando meu cabelo como se precisasse se segurar pra não desabar. Os sons dela eram puro delírio, como se o mundo lá fora não existisse, como se os pais ali do lado fossem apenas um detalhe insignificante.

- Isso... geme pro titio, sua putinha nojenta...

Não perdi tempo com romantismo barato. Me levantei da cadeira com ela nos braços, os gemidos ainda ecoando no meu ouvido. Caminhei até a cozinha com ela agarrada em mim, e a joguei no balcão de mármore como se fosse nada além de um brinquedo feito pra isso.

Segurei o rosto dela com força, os dedos afundando na pele delicada sem o menor cuidado se eu deixasse marcas, foda-se.

- Tira essa porra desse short agora. - rosnei, a voz carregada de desejo e comando.

Ela sorriu.

Aquele maldito sorriso de puta atrevida, o tipo de olhar que implora por um tapa na cara - e eu não perdi tempo. Estalei a mão no rosto dela, o som seco ecoando junto com um gemido abafado e safado. Agarrei o rosto de novo, puxando com força, colando nossos lábios num beijo bruto, cheio de saliva, luxúria e domínio.

- Gosta assim, né, sua vadiazinha?

Ela arfou, balançando a cabeça num sim desesperado, os olhos brilhando de tesão. Lorena arrancou o short com uma pressa quase desesperada, e eu me ajoelhei entre as pernas dela como um animal faminto. Joguei uma perna sobre meu ombro e mergulhei de cara naquela buceta encharcada. O cheiro forte de fêmea me deixou maluco, o gosto doce e quente grudou na minha língua como uma droga.

Eu a chupei com vontade, com fúria, com a urgência de quem precisava daquilo mais que oxigênio. Júlia se agarrou no meu cabelo, puxando como se quisesse me colar ali, como se me quisesse afogado no meio das coxas. E eu fui. Me enterrei fundo, sugando, lambendo, fodendo com a língua.

Uma mão agarrou a bunda dela, apertando com força, afundando os dedos na carne macia. A outra subiu até o peito, puxando o mamilo, brincando com ele enquanto ela gemia como uma vadiazinha desesperada por mais.

Ela se desfez toda pra mim, se contorcendo de um jeito pornográfico, escorrendo tesão pelas coxas. Eu não perdi tempo. Arranquei ela da bancada, virei de costas, puxei o cabelo com força e enfiei meu pau pra fora. Sem cerimônia, sem aviso, cravei naquela boceta encharcada de uma vez.

Ela gritou - um grito sujo, desesperado, não de dor, mas de quem quer mais, muito mais. E eu dei. Me enterrei fundo nela até sentir o útero beijar a cabeça do meu pau. Quente, apertada, molhada pra caralho.

Segurei firme a cintura dela, os dedos afundando na carne, puxei o cabelo até forçar a coluna a se curvar pra trás. Me inclinei, beijei o pescoço suado, mordi a orelha, rosnando como um animal enquanto metia com violência.

Ela berrava pra mim - não era gemido, era grito de fêmea no cio, implorando pra ser fodida até não aguentar mais. E eu obedeci, sem parar, sem aliviar, socando fundo, cada estocada mais selvagem que a anterior.

Minha mão desceu até o clitóris inchado dela, agarrando aquela porra sensível entre os dedos e esfregando sem piedade. Apertei, torci, estimulei como se quisesse arrancar mais um orgasmo à força. E quando senti aquela boceta apertando meu pau, tremendo em espasmos, eu socava ainda mais fundo, mais rápido, mais bruto.

- Goza pra mim de novo, sua puta desgraçada! - rosnei, a voz carregada de tesão e domínio.

Ela se desmontou inteira, o corpo se sacudindo todo enquanto gozava como uma vadia possuída, gritando meu nome. E eu fui junto - enfiei até o talo, urrando como um animal, me derramando dentro dela com força, sentindo cada contração da boceta me sugando.

Enquanto a porra jorrava, virei o rosto dela e tomei sua boca num beijo sujo, possessivo, com gosto de saliva, suor e pecado. Depois a empurrei de leve, dando um tapa de desprezo naquele rostinho bonito.

Saí de dentro com um estalo molhado. A porra escorreu pela buceta aberta, pingando no chão da cozinha. A vontade de mandar ela lamber aquilo me corroía, mas segurei - por enquanto.

- Sobe pro quarto. Vou te arrebentar lá em cima agora.

Lorena arfou, bagunçou os cabelos, lançou aquele sorriso maldito e subiu as escadas devagar, rebolando como a vadiazinha que era. A bunda empinada, provocando.

Eu ia me acabar nela até ela implorar pra parar.

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