Capa do romance CONTOS PICANTES (Liberte o seu prazer)

CONTOS PICANTES (Liberte o seu prazer)

9.3 / 10.0
Explore uma coletânea de contos eróticos intensos, criados para despertar fantasias profundas e proporcionar momentos de puro relaxamento. Esta obra convida você a se libertar das tensões cotidianas e a mergulhar em narrativas envolventes que misturam romance e fantasia. Descubra o que realmente lhe traz satisfação enquanto explora seus desejos mais ocultos. Aproveite cada história com moderação e permita que sua mente alcance novos níveis de prazer.

CONTOS PICANTES (Liberte o seu prazer) Capítulo 1

                        DALILA ❤️‍🔥

Meu namorado é a minha perdição. Completo um ano com aquele nëgão lindo hoje, e desde que ele chegou aqui em casa, com aquele sorrisão safädo estampado no rosto, já sabia que a noite não ia terminar sem uma tränsa completa. Ele é alto, musculoso, daqueles que enche a porta de entrada, a pele negrä linda.

Ele nem disfarçava, me encarava com um desejo que dava pra sentir no ar, aquele olhar me deixou elétrica, molhada só de pensar no que estava por vir.

Liguei um sonzinho baixo, aquela playlist de quem ta pra na maldade, e servi um vinho tinto. A gente sentou no sofá, seu braço envolveu meus ombros, puxando-me para perto, e nossos lábios se encontraram.

Foi um daqueles beijos molhados, lentos e prazerosos que prometem muito mais. Senti a língua dele explorando minha boca. Minhas mãos se perderam em seu cabelo crespo, puxando-o suavemente para mais perto. As suas mãos desceram, pelo meu pescoço, meus ombros, até encontrar os seios. Através do tecido do vestido, ele os apertou, massageou, fez meus mamilos ficarem duros e sensíveis, implorando por mais atenção.

Com um gesto impaciente, ele puxou o vestido pra cima e o jogou no chão. A boca dele, macia e ao mesmo tempo voraz, encontrou meus mamilos num instante. Eu gemi, aquela boca era uma coisa divina. Ele não apenas chupou; lambeu, beijou, mordiscou com uma precisão devastadora. Meus gemidos ecoaram na sala, misturando-se à música, me entreguei àquela sensação, arqueando as costas para oferecer mais de mim a ele.

Minhas mãos, por sua vez, não ficaram paradas. Desci pelo seu torso musculoso, sentindo os abdomens definidos sob a camisa de linho, até encontrar o zíper da sua calça. Abri-o, deslizei a mão para dentro e encontrei o que já sabia que estaria lá: seu cacetë, imensamente duro e quente, pulsando em minha palma. Envolvi meus dedos em volta dele, começando uma masturbação lenta e firme.

Ele respondeu na mesma moeda. Seus dedos, grandes e habilidosos, encontraram minha calcinha já encharcada. Empurrou o tecido molhado para o lado e seu dedo médio encontrou meu clitóris inchado. Foi como tocar fogo em um pavio. Seus movimentos eram circulares, rápidos, depois lentos, uma dança de prazer que me levou direto ao abismo.

Ele me observava, absorvendo cada suspiro, cada tremor.

— Isso delíciä, gemë para mim. — ele sussurrou, próximo ao meu ouvido.

Ele deslizou dois dedos para dentro da minha bucet4, enchendo-me de uma vez, enquanto seu polegar mantinha a pressão constante no meu clitóris. Foi a combinação final, gritei seu nome, meu corpo estremeceu violentamente, e um orgasmo intenso inundou cada fibra do meu ser, deixando-me fraca e tremula contra seu peito.

Meu pretø, acariciou meu rosto, seus dedos se entrelaçando nos meus cabelos antes de puxar-me para perto. Então, sua boca encontrou a minha. Ele me beijou com força, e logo senti sua língua encontrar a minha, num movimento intenso que me fez perder o fôlego. Quando me afastei, mordi de leve o lábio dele e deixei sussurrando:

— Quero chup4r esse päu.— sussurrei, ainda ofegante.

— Vem delícia. — sua voz era suave. Ele se recostou no sofá, deslizei para o chão, entre suas pernas abertas. Queria saboreá-lo. Queria sentir aquele päu gigante em minha boca.

Olhando para cima, para seus olhos escuros que brilhavam com desejo. Peguei aquele cacetão com as duas mãos. Era enorme, grosso, lindo, com veias salientes. Comecei devagar, só com beijinhos na cabeça, lambidinhas de leve pra provocar. Ouvi ele suspirar fundo. Fui me aventurando, fazendo movimentos rápidos com a língua em volta da cabecinha rosa, que já liberava umas gotinhas de präzer. Desci, chupei suas bolas com cuidado enquanto continuava a punhetá-lo. Ele gemia meu nome, baixinho.

Finalmente, abri a boca e engoli aquele päu delicioso. Foi um esforço para acomodar toda aquela grossura, mas a excultura era tão deliciosa. Levei-o fundo, até sentir a cabeça bater na minha garganta. Fiquei assim por alguns segundos, me acostumando com a sensação de plenitude, olhando para seus olhos que se arregalavam de präzer. Então, comecei o vai e vem, usando a boca, a língua e as mãos, chupändo com um gosto e uma dedicação que vinham diretamente da alma. Ouvir seus gemidos roucos, sentir suas mãos se agarrando aos meus cabelos, era a maior das recompensas.

Mas eu tava com uma vontade maior ainda de sentar nele. Subi e montei no seu colo, ficando de joelhos, de frente para ele, adorava a sensação de controle e a vista privilegiada do seu rosto se contorcendo de prazer.

Ele se apoiou nas costas do sofá, me olhando com olhos escuros de tesão.

Com as mãos em seus ombros, guiei a ponta do seu päu para a entrada da minha bucetä, que escorria de tesão. Empurrei, devagar, muito devagar, sentindo cada centímetro daquele cacetë gigante me abrindo, me preenchendo de uma forma quase divina. Um gemido longo e profundo escapou dos meus lábios.

Comecei a cavalgar, primeiro lentamente, me acostumando, sentindo cada centímetro dele dentro de mim. Ele segurava meus quadris, ajudando no ritmo, seus olhos nunca deixando os meus. Aos poucos, a velocidade foi aumentando. Meus quadris encontraram um ritmo frenético, eu arfava, gritava, rebolava, sentindo seu päu quente lá no fundo, batendo no ponto exato. Gozëi de novo, um orgasmo que parecia arrancar minha alma do corpo, me contorcendo toda em cima dele.

Mas meu pretö não parou, na mesma posição, segurou meus quadris com força e continuou bombando, de baixo para cima. Era uma delícia, uma maravilha. O controle dele me levou a outro clímax, mais rápido e intenso, e eu gemi, me entregando completamente.

Exausta, deitei no sofá, na posição de franguinho. Ele veio por cima, entrando em mim de uma vez. Enquanto metia, uma das mãos dele segurava meus seios, apertando e acariciando. Ele começou a acelerar mais, o ritmo ficou selvagem.

— Vou gozär, amor. — ele gemeu no meu ouvido.

— Gozä dentro meu, preto. — supliquei, sem pensar duas vezes. — Quero sentir sua porr4 enchendo minha bucet4. — sussurrei, puxando seu rosto para o meu em um beijo molhado e desesperado.

Logo em seguida, senti a jorrada quente da porrä dele inundando minha xanä, lá no fundo. A sensação foi tão intensa, tão primitiva, que me deixou completamente doida. Um terceiro orgasmo, mais suave não menos profundo, me atingiu na mesma hora, me contrai toda em volta dele, prolongando a nossa conexão.

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