
Contos eróticos - Que horas te pego
Capítulo 3
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Estava ajoelhada sobre os pés da cama, sentindo o veludo do tapete sob minhas pernas nuas. A guia de couro preto apertava levemente meu pescoço, um presente (ou uma marca?) do Mestre na nossa última sessão. A lingerie era um conjunto de renda vermelha, tão fina que mal cobria meus mamilos endurecidos. O sutiã em triângulo deixava os seios quase expostos, enquanto a calcinha fio-dental era minúscula e já estava úmida de antecipação.
Meu mestre estava sentado à minha frente, completamente nu, as costas apoiadas na cabeceira, as pernas abertas. Seu corpo era uma obra de arte - definido, forte, com tatuagens que contavam histórias que eu mal podia imaginar. Seu pau ainda estava mole, repousando sobre a coxa, mas os olhos escuros que me observavam já ardiam de desejo.
- Aproxime-se. - ordenou, balançando a corrente da minha guia entre os dedos.
Engoli seco e avancei de quatro, sentindo o chão duro sob meus joelhos. A guia puxou meu pescoço para frente quando ele enroscou a corrente na mão, trazendo meu rosto a centímetros da sua virilha. Estendeu a mão e envolveu seus dedos em meus cabelos, puxando-me para perto com firmeza.
- Mostra pra que serve essa boquinha. Chupa meu pau.
Inclinei-me para frente e envolvi meus lábios em volta da ponta macia, saboreando o leve sabor salgado da pele dele. Com a língua, tracei círculos lentos, sentindo-o crescer na minha boca a cada segundo. Ele soltou um suspiro rouco, os dedos apertando meu cabelo.
- Isso... assim mesmo, putinha.
Não tinha pressa. Queria sentir cada centímetro endurecer sob minha língua, queria ouvir cada gemido que pudesse arrancar dele.
Assim que ficou completamente duro, grosso e pulsante, afundei minha boca nele, engolindo até sentir a cabeça bater no fundo da minha garganta. Ele rosnou, os quadris se levantando levemente para se enterrar mais fundo. Sua mão se enterrou no meu cabelo e empurrou minha cabeça para baixo com força, fazendo-me engolir seus 20cm de uma vez. Meus olhos lacrimejaram quando a cabeça bateu na minha garganta, mas ele não aliviou, apenas puxou a guia ainda mais, mantendo-me presa nele.
- Porra... essa boquinha foi feita pra isso.
Quando finalmente me puxou para cima, um fio de saliva conectava meus lábios à sua ponta vermelha. Não tive tempo de recuperar o fôlego antes que me empurrasse de novo, dessa vez começando um ritmo brutal:
Abaixava minha cabeça com a guia, às vezes com a mão no cabelo, girava seus quadris para se enterrar mais fundo, segurava por 5 segundos enquanto eu engasgava, liberava por 2 segundos só para repetir.
Minhas mãos se agarravam às coxas dele enquanto movia a cabeça para cima e para baixo, alternando entre sucções profundas e movimentos rápidos da língua naquela veia saltada que me deixava louca. A saliva escorria pelos lados, molhando meu queixo e pingando no colchão.
Ele não resistiu por muito tempo.
- Tá pronta pra tomar seu leitinho? - sua voz estava rouca, os testículos tensos contra meu queixo. - Vou gozar. Abre essa garganta.
Só consegui fazer um aceno fraco, minha garganta estava tão inchada que mal podia engolir.
Ele soltou um rugido quando explodiu, puxando a guia para trás para me forçar a manter contato visual enquanto o primeiro jato quente explodiu direto na minha garganta. Gemeu meu nome, os dedos se enterrando no meu couro cabeludo enquanto continuava a bombear, enchendo minha boca até quase engasgar.
Quando finalmente acabou, puxou meu cabelo para trás, forçando-me a olhar para ele enquanto o último fio de porra escorria do meu lábio.
- Engole tudo, vadia.
Obedeci, limpando os lábios com a língua.
Seus lábios encontraram os meus, um beijo profundo e devorador. Suas mãos grandes percorreram meu torso, apertando meus seios com força suficiente para me fazer gemer contra sua boca.
Sem quebrar o beijo, me empurrou contra o colchão, seus dedos entrelaçando-se nos meus pulsos e prendendo-os acima da minha cabeça. Senti o material macio, mas inescapável, das ataduras de seda envolvendo minha pele, primeiro um pulso, depois o outro, amarrados com nós firmes à cabeceira da cama.
Seus olhos escuros encontraram os meus, cheios de promessas de prazer e tortura. Começou a rasgar minha lingerie como se fosse papel. Meus pulsos e tornozelos estavam amarrados aos cantos da cama com cordas de seda, apertadas o suficiente para deixar marcas, mas não para machucar.
O Mestre se inclinou sobre mim, seus lábios percorrendo meu pescoço enquanto suas mãos exploravam meu corpo.
- Tenho uma surpresa pra você, minha vadia. - murmurou, antes de levar a boca ao meu seio e chupar meu mamilo com força.
Arquei as costas, um gemido escapando dos meus lábios enquanto sua língua circulava a ponta dura, alternando entre mordidas suaves e sucções que faziam o prazer se espalhar pelo meu corpo. Sua mão desceu, os dedos encontrando meu clitóris já inchado, e começou a dedilhar com uma precisão que me deixou tremendo.
- Já está tão molhada... - observou, os olhos escuros brilhando de satisfação.
Mas então, parou, se afastou, sentando-se na poltrona no canto do quarto, as pernas abertas, observando-me com um sorriso.
- Pode entrar - disse, a voz calma.
A porta do quarto se abriu, e meu coração parou.
Um homem completamente nu entrou, ele era alto, musculoso, pele negra como ébano e um porte que dominava o espaço. Mas o que mais me chamou a atenção foi o tamanho do pau dele. Mesmo ainda mole, era... imenso.
Meu instinto foi puxar as cordas, tentar me cobrir, mas o Mestre apenas riu baixinho.
- Não seja tímida.
O estranho se aproximou da cama, seus olhos percorrendo meu corpo. Sem dizer uma palavra, subiu sobre mim, suas mãos grandes agarrando meus seios enquanto sua boca se fechava em volta do meu mamilo.
Ele chupou com uma força que me fez gritar, sua língua larga e pesada massageando a ponta sensível enquanto seus dedos apertavam minha outra mama. Desceu pela minha barriga, deixando um rastro de beijos molhados até chegar entre minhas pernas.
Abriu minhas coxas com as mãos, empurrando-as para os lados antes de mergulhar a língua na minha buceta.
- Ahhh... nossa!
Sua língua era tão grande, que quando enfiou dentro, parecia que uma rola estava sendo empurrada para dentro de mim. Ele não apenas lambia, invadia, movendo-se para dentro e para fora, profundamente, enquanto seus lábios sugavam meu clitóris.
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