Capa do romance Contos eróticos - Que horas te pego

Contos eróticos - Que horas te pego

8.2 / 10.0
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Resumo de Contos eróticos - Que horas te pego
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Contos eróticos - Que horas te pego Capítulo 1

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Minha esposa tem uma sobrinha de 18 anos que é uma tentação. A Lara sempre foi sapeca, e desde novinha adorava ficar no meu colo. Com o tempo, fui me afastando porque a garota estava ficando com um corpo de mulher, daqueles que não passam despercebidos: curvas acentuadas, uns peitos fartos e um sorriso que sabia o que estava fazendo.

Ela sempre dava um jeito de se jogar em mim quando eu chegava, um abraço que durava mais do que devia, e juro que ela se esfregava de propósito. Um dia, estava tirando um cochilo no sofá e ela veio e se deitou em cima de mim, me acordando com o peso do corpo dela e o calor que atravessava as roupas. Foi aí que alguma coisa clicou na minha cabeça, e comecei a olhar pra ela de um jeito que não devia.

Num sábado que minha esposa estava trabalhando, encontrei a Lara lavando o quintal. A cena era de deixar qualquer homem maluco: ela estava só com uma camiseta, justa, e uma calcinha, que dava pra ver quase tudo quando ela se abaixava. O sol batia nela, e eu fiquei ali, parado, observando aquele corpo se movendo.

- Tio, me ajuda a passar o sabão no chão? - ela pediu, com uma voz doce que sabia que não era tão inocente assim.

A sapeca se abaixou para pegar o sabão, e a camiseta molhada colou nos seus seios, deixando os biquinhos durinhos marcados. Não aguentei. Peguei a mangueira e joguei um jato de água nela, de brincadeira.

- Ai! Para, tio! - ela gritou, rindo.

A água deixou a camiseta totalmente transparente. Eu consegui ver perfeitamente, os seios redondos, a cintura fina, a calcinha encharcada. E o meu corpo reagiu na hora.

Ela olhou direto para o volume no meu short e mordeu o lábio.

- Tio, você tá excitado? - perguntou, sem rodeios.

- Porrä, Lara. Tua calcinhä, esses peitos molhados...

Em vez de se afastar, ela veio pra cima de mim, me puxou pelo braço e me deu um beijo que tirou meu fôlego. A língua dela entrou na minha boca com uma urgência que me deixou tonto. Aceitei, é claro, retribuí com a mesma força. Minhas mãos foram direto para os seios dela, apertando através do tecido molhado. Em segundos, a camiseta e a calcinha estavam no chão. Meu short seguiu o mesmo caminho.

Levei a mão até a bucetä dela e senti a quentura e a umidade. Enfiei um dedo e ela suspirou fundo, os olhos se fechando de prazer.

- Tio, sempre tive vontade de dar pra você - confessou, ofegante, enquanto se ajoelhava e levava a boca até o meu päu.

A boca quente dela me envolvendo foi uma das sensações mais gostosas da minha vida. Ela chupou com uma mistura de inexperiência e vontade que me deixou louco. Depois de um tempo, ela se levantou.

- Tô louca pra te sentir dentro de mim.

A peguei no colo e levei ela direto para o meu quarto. Deitei ela na cama, a sapeca já se abriu toda, as pernas bem abertas, me convidando.

- Vem, tio. Hoje sou toda sua.

Quando disse aquilo, não perdi tempo. Desci o rosto e enfiei a língua de uma vez naquele buraco quente. Ela gemeu alto, como se nunca tivesse sentido nada igual na vida.

- Que delícia, tio. Ninguém nunca me chüpou tão gostoso assim. - sussurrou, com a voz já falhando.

Ouvir isso foi como tomar um soco no ego e no tësão ao mesmo tempo. Fui com tudo, minha língua era uma loucura na bucetä dela, passando por todo o clitórïs, enrolando, chupändo, lambendo de cima a baixo. Não parei por aí. Enfiei dois dedos nela, sentindo por dentro como estava quente e apertada. Ela gritou quando eles entraram, e os quadris subiram no instinto, querendo mais, esfregando a xotä toda na minha boca. Eu chupavä aquele clitórïs com força enquanto meus dedos bombavam dentro dela, num vai e vem molhado e barulhento.

- Tio, vou gozär... - avisou, e a respiração estava acelerada.

Eu acelerei, coloquei mais pressão com a língua no ponto certo e enfiei os dedos mais fundo. A sapëca começou a tremer toda, as pernas ficaram duras, e eu sabia que tava no limite. A bucetä dela pulsava nos meus dedos, não tirei a boca dali nem pra respirar, querendo sentir ela explodir completamente.

E não deu outra, ela gøzou na minha boca tremendo de verdade, um tremor brüto que sacudiu o corpo todo dela, senti aquele choque gostoso na língua, engolindo tudo enquanto ela ainda se espasmava.

Depois subi rapidão e me encaixei entre as pernas dela, que ainda estavam bambas do orgasmo. Enfiei meu päu naquela bucetä encharcada num só movimento, fundo, até o talo. A sapëca gritou, um gemido abafado, já comecei a metër com um ritmo feroz, querendo sentir ela perder o controle de novo.

- Mete fortë, tio! - pediu, com os olhos vidrados em mim.

E foi o que fiz, comecei a meter com força, e a bucetä dela era um paraíso, molhada, quente e apertada. Ela gëmia a cada investida, via o präzer estampado no rosto dela.

- Você é uma putinhä safäda, sabia? - disse, no ouvido dela. - A partir de hoje, você é minha.

- Sou, tio, sou toda sua!

Em pouco tempo ela estava gemëndo sem parar, com os olhos revirando. Dali a poucos minutos, gøzou de novo, ainda mais forte que da primeira vez, com a bucetä apertando o meu päu numa sequência de contrações deliciosas.

Puxei seu rosto para o meu e cravei um beijo de línguä bem molhado e profundo. Nossa boca se encontrou com uma urgência animal, a língua dela se enrolou na minha com um gemido abafado, suas mãos agarrando meu cabelo com força.

Quando nos separamos para respirar, ofegantes, deitei de costas, todo suado, e puxei ela pelo quadril.

- Agora sobe, quero ver você cävalgar no meu cacetë - pedi, dando um tapa de leve na bund4 dela.

Com uma olhadinha safäda e confiante, a säpeca se ajoelhou sobre mim, apoiando as mãos no meu peito. Com uma das mãos, desceu, segurou meu päu que estava latejando e encharcado, e posicionou a cabecinha bem na entrada da sua bucetä, que ainda pingava dos orgasmos.

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