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Capa do romance Ao seu lado

Ao seu lado

Ava amadureceu cedo após perder a mãe e lidar com o vício do pai em jogos, que destruiu o patrimônio da família. Mesmo com dois empregos, ela não consegue quitar as dívidas acumuladas. Quando seu irmão se envolve em sérios problemas, surge uma chance desesperada: um magnata traído pela noiva oferece ajuda. Contudo, o preço é alto. Para salvar sua família e pagar o que deve, Ava é forçada a aceitar um casamento de conveniência com o bilionário.
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Capítulo 2

"Concentre-se não nas nuvens carregadas de chuva, mas no arco íris que vem em seguida"

Capítulo 02

Para mim a pior parte é a indiferença do meu pai, sinto-me cansada, exausta, tento fazer tudo, todo o possível e impossível,as vezes penso que vou perder as forças, mas preciso sacudir a poeira e levantar novamente, olho para eliot que parece realmente  preocupado.

— -Você precisa ajudar-me!

— -Sim, eu sei. O que quer que eu faça?

— -Eu preciso trabalhar, olha o papai, ele não pode fazer mais nada para irritar o tio tom, amanhã resolveremos a questão sobre a escola.

--Ok, desculpa-me..

--Eliot, está na hora de crescer, precisamos sair dessa é o que a mamãe iria querer.

ele acenti com a cabeça.

Subo tomo um banho rápido, pois já estou atrasada, pego a minha bolsa, habilitação saio para pegar a moto com o meu amigo Louis.

O caminho inteiro penso na minha mãe, em como a nossa família era feliz e unida, e reparo que começou alguns chuviscos logo começou um temporal.

droga esqueci-me da capa de chuva, desço do ônibus em frente a casa do lou, o mesmo já me esperava na varanda.

— -Oi, já abasteci para você.

— -o que eu faria sem você? muito obrigado!

— -Aconteceu algo com o seu rosto? Está vermelho.

Passo a mão no meu Rosto lembrando do tapa que o meu pai me deu

— -Está tudo bem, preciso ir antes que me demitam!

— -Cuidado com esse temporal, espere um pouco.

Ele entra em casa e alguns minutos depois volta com uma capa de chuva, me ajuda a colocá-la

-- se cuida pequena.

Eu sorri e fui em direção a pizzaria, o seu Romeu é um senhor ransinza e rabugento,  que odeia atrasos.

Assim que chego o ouço chamar-me, e já começo a desculpar-me.

--Eu sinto muito, não vou me atrasar novamente.

— -Visto que isso nunca aconteceu antes, vou relevar dessa vez, que não se repita senhorita.

Sinto-o olhar-me fixamente

— -Licença—Vou até o banheiro e vejo a marca da mão no meu Rosto por ser muito branca ficou incrivelmente vermelho.

Deixo algumas lágrimas caírem por alguns segundos, lavo o meu rosto, respiro fundo e crio coragem para sair do banheiro, já tinha entregas a fazer, pego o pedido ajeito no baú da moto, subo na mesma e vou até o endereço.

Um enorme prédio, vou até à portaria.

— -Boa noite!

— -Olá, Boa noite! Pedido do 213. — -Sorri

— -Só um minuto, irei chamar.

— -Obrigado.

Espero alguns minutos e vejo dona Ana uma senhora que é freguesa a anos da pizzaria descendo as escadas com dificuldades por conta de sua muleta.

— -Boa noite!- o seu sorriso simpático e o seu olhar meigo.

— -Boa noite! Dona Ana, seu pedido.

— -Obrigado minha querida, desculpa pela demora, o elevador quebrou.

--Quando for assim é só liberar que eu subo para senhora não precisar descer essas escadas.

Ela sorriu, me olhando nos olhos

— -Tudo bem?

— -Você é tão gentil.—entrega o dinheiro

— -Não me custa nada -Sorri —Precisa de ajuda para subir?

— -Não minha jovem, eu consigo.

— -Então até a próxima—Aceno para ela que prontamente acena de volta

a chuva estava mil vezes pior, tanto que não conseguia ver direito, paro um pouco em baixo de uma cobertura para esperar a chuva passar, quando vejo um homem alto caminhando no meio da rua com uma garrafa na mão.

Um carro quase o atropela, vou correndo em direção a ele e vejo que ele está altamente alcoolizado.

--Senhor,  precisa sair da rua.

--Se mete na sua vida!!--Seu tom de voz alto e rude não me intimida.

--Vai acabar sendo atropelado desse jeito!

--E o que te importa! -- Ele continua andando em direção a uma ponte

Vou atrás dele tentando o convencer a sair da rua,  quando ele se debruça sobre a ponte eu o puxo o que nos faz cair no chão, ele se senta encostado na ponte.

--Senhor, o que houve.

--Minha noiva me traiu, com meu irmão.

--Uma traição não vale a sua vida!

Obviamente a bebida está piorando a situação.

Vejo lágrimas surgindo em seu rosto, misturando com a água da chuva, ele respira fundo.

--sei o que precisa.

--você nem me conhece !

--Mesmo assim, sei do que precisa.

--e do que preciso?

--Gritar!

--Que?

--Grita!

ele deu um grito alto!

--As vezes nossas emoções nos sufocam, gritar ajuda!

--Obrigado, como devo te chamar?

--Ava!

--Obrigado ava.

--Olha um táxi!

Quando quando vejo um táxi e o chamo.

Quando o taxi para eu empurro o homem para dentro, não podia ficar mais tempo ali nem deixa-lo sozinho, o que poderia acontecer a ele?

--Sabe onde mora?

--Estou no goodcenter hotepassar, quando vejo um homem alto caminhando no meio da rua com uma garrafa na mão.

Um carro quase o atropela, vou correndo em direção a ele e vejo que ele está altamente alcoolizado.

--Senhor,  precisa sair da rua.

--Se mete na sua vida!!--Seu tom de voz alto e rude não me intimida.

--Vai acabar sendo atropelado desse jeito!

--E o que te importa! -- Ele continua andando em direção a uma ponte

Vou atrás dele tentando o convencer a sair da rua,  quando ele se debruça sobre a ponte eu o puxo o que nos faz cair no chão, ele se senta encostado na ponte.

--Senhor, o que houve.

--Minha noiva me traiu, com meu irmão.

--Uma traição não vale a sua vida!

Obviamente a bebida está piorando a situação.

Vejo lágrimas surgindo em seu rosto, misturando com a água da chuva, ele respira fundo.

--sei o que precisa.

--você nem me conhece !

--Mesmo assim, sei do que precisa.

--e do que preciso?

--Gritar!

--Que?

--Grita!

ele deu um grito alto!

--As vezes nossas emoções nos sufocam, gritar ajuda!

--Obrigado, como devo te chamar?

--Ava!

--Obrigado ava.

--Olha um táxi!

Quando quando vejo um táxi e o chamo.

Quando o taxi para eu empurro o homem para dentro, não podia ficar mais tempo ali nem deixa-lo sozinho, o que poderia acontecer a ele?

--Sabe onde mora?

-- no condomínio goodcenter!

--Quanto fica a corrida Senhor? --Pergunto ao taxista

-- 35!

Eu esvaziou meus bolsos e tenho exatamente 35.

--ok, leve-o em segurança por favor.

O motorista sai com o táxi

l!

--Quanto fica a corrida Senhor? --Pergunto ao taxista

-- 35!

Eu esvaziou meus bolsos e tenho exatamente 35.

--ok, leve-o em segurança por favor.

O motorista sai com o táxi.

Observo algo no chão é a carteira daquele homem, o táxi já estava longe de mais para chama-lo, coloco a carteira no bolso e saio da chuva, pego a moto e volto para pizzaria.

--Demorou!

--Aconteceu...--ele interrompe-me

--Pode ir para casa, as ruas estão alagadas, várias árvores caindo pela cidade, suspendemos as entregas.

--Ok, irei em bora o senhor pode descontar os 35 do meu pagamento?

Ele olhar-me por um instante e acenti

--Vá com cuidado.

Ele era rabugento porém sei que gosta de mim, ele sempre me ajuda, entende e mesmo que não fale sei que deixa uma garrafa de água para mim beber no canto da geladeira.

Vou de moto até a casa do Louis deixo a moto em sua garagem com a cópia da chave, que ficava dentro de um jarro perto da mesma.

Eram 21:00 ainda, peguei o ônibus e fui para casa.

Vejo que meu pai dormiu no sofá, desligo a televisão e recolho as latas da cerveja novamente espalhadas, e algumas garrafas, subo até o meu quarto, tiro as minhas roupas e tomo um banho, lembro da carteira do desconhecido, quando a abro tenho uma enorme surpresa, muitas notas de dinheiro, cartões com as senhas escritas em um papel atrás os cartões eram de um homem chamado Dereck D Menezes.

Ouço a porta abrindo

--O que é  isso? --Vejo eliot em pé na porta

--entra e fecha a porta!

Ele a tranca e vem próximo de mim

--Assaltou um banco?

--Claro que não! Eu ajudei um homem e ele deixou a carteira cair.

--Quem anda com tanto dinheiro assim? Era tudo que nós precisávamos!

--Óbvio que não Eliot! Nós vamos devolver esse dinheiro não é nosso!

--Mas...

--Não tem mais, é o certo a se fazer.

Olho para um cartão de visitas de uma empresa.

Pesquiso no Google e vejo que é uma multinacional criada por Liam e Charles Danford, Essa empresa é a maior empresa de Eletrônicos do país.

--Eu vou dormir, boa noite irmã.

--Boa noite eli, que isso fique entre nós!

--Ok.

--Amanhã vou tentar conversar com a diretora da sua escola.

--Eu prometo que vou mudar.

--Não prometa, faça ok!

Ele me olha como um cão sem dono, e eu não aguento, o abraço e aperto suas bochechas

--Te amo pirralho.

--Te amo.

Eliot vai para o seu quarto, escondo a carteira na minha gaveta de meias, longe do meu pai, preciso devolve-lá o mais rápido possível.

Mensagem do jasper

Jasper: Boa noite, desculpe o horário ava, amanhã não precisa abrir o café, pode tirar o dia de folga.

Ava: Ok, qual seria o motivo?

Jasper: Seu aniversário.

Ava: Ah, verdade

Jasper:Boa noite,  acho que precisa descansar.

Ava:Boa noite.

Como pude esquecer meu próprio aniversário? Tantas coisas na cabeça.

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