
ADMINISTRAÇÃO DO HOMEM E DE SEU SEMELHANTE
Capítulo 2
Com o passar do tempo o homem foi adquirindo formas para se relacionar, mas com a convivência pessoal foi danificando a integridade no relacionamento humano, e com isso foi tornando um ser extremamente difícil, perdendo todas as características benéficas, do fraterno, do amigo, em síntese o ser precisa descobrir sua identidade do seu ser.
Para conseguir necessita se ambientar em várias características primordiais.
O homem deve ver a crítica como um provérbio de reeducação no seu interior, usar desta artimanha apenas para construir o ser do seu ser, ou seja, realizar a crítica nos momentos da melhora na conduta de você para com seu semelhante.
O elogio é essencial no convívio humano, a necessidade deste faz parte da boa amizade, do bom relacionamento. Cada semelhante deve desflorar momentos de elogio para o outro, pois o ego faz parte do íntimo humano.
A confiança deve se resgatar no ambiente que vivemos, pois a solidão é um mal terrível que aflige a população, e isto só acontece porque não confiamos mais no nosso semelhante, preferimos confiar, nos relacionar com um animal irracional e esquecemos daquele que está ao nosso lado. Devemos reconstruir este fator, pois a todo o momento precisamos de alguém ao nosso lado, o convívio fraterno faz parte do nosso ser vivente.
A todo o momento que dirigimos palavras de amor nos acalmamos, e buscamos no nosso íntimo a felicidade e a paz, fatores que integram constantemente estas quatro letras de vogais e consoantes “AMOR”.
Se o homem buscasse no seu interior e transmitisse para seu semelhante à prática destas quatro letras, o mundo hoje seria diferente, não haveria guerras, não haveria desavenças, haveria simplesmente felicidade, o ambiente seria igual a pétalas de rosas espalhadas pelo chão, colorindo e alegrando a vida.
A vida se tornava luz, brilhante e clara, o homem se relacionava a todo o momento com a paz, buscando no seu interior a beleza que reflete o ser vivente em nosso meio, onde podemos comparar o homem como o verde da mata, o límpido das águas, o som dos pássaros, a brisa do mar, o orvalho do ar, a felicidade do homem com a fé que ainda poucos podem construir castelos de ilusões.
A marca registrada do ser é o reconhecimento do seu próximo é saber buscar da ilusão a vitória, é acreditar no amigo, é respeitar o erro e dizer sim para a honestidade, saber escutar com simpatia, pois engrandece o homem e torna-se nobre em todos os seus desafios.
O respeitar o erro não é dizer aceitar, mas é dar uma segunda chance para corrigir-se.
Aceitar o amigo não é dizer sim a tudo, mas orientar e saber escutar a ideia que ambos tem a dizer.
A honestidade supera todos os desafios.
A simpatia enobrece o homem.
A vontade dignifica o ser de seu ser.
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