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Capa do romance Vendida ao mafioso

Vendida ao mafioso

Katherine sempre desfrutou de uma realidade privilegiada, cercada de afeto e tratada como uma verdadeira princesa por todos ao seu redor. No entanto, sua existência perfeita sofre um golpe devastador e irreversível quando o próprio pai decide comercializá-la. Agora, ela se vê forçada a enfrentar um destino sombrio nos braços de um perigoso mafioso, deixando para trás a doçura de sua antiga vida para encarar um mundo de crimes e incertezas.
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Capítulo 2

DEIXEM O VOTO?.

Pedro Alves

Depois da proposta que o Jota me deu eu pensei bastante, mais vou falar com a minha mãe primeiro.

Eu: Mã...Mãe mãe -me apavorei com a cena que vi- levanta daí mãe, não morre não -falei chorando e coloquei ela no sofá-

Eu fazia de tudo, mexia ela, gritava por ela e minha mãe não acordava, ela estava com sangue, mataram a minha mãe, na nossa própria casa.

Sai de casa com o corpo da minha mãe em mãos e me deparo com o dono do morro e o sub.

Jota: O que aconteceu garoto? -perguntou-

Eu: A minha mãe , quando eu entrei em casa ela ela já estava assim -falei gaguejando-

Jota: Calma, calma - disse calmo-

Hugo: Chama um carro porra -o sub do morro gritou-

Cabeça: Vamo -falou um cara dentro de um carro-

Levamos ela pro postinho do morro mesmo, já faz uma hora que ela ta lá dentro e ninguém da notícia.

Cabeça: Calma moleque, calma -falou me abraçando-

Hugo: Foi alguém do morro rival Jota -sussurrou pro Jota e eu escutei-

Eu: Eu vou! -Jota me olhou confuso- eu vou aceitar o que você me ofereceu, vou me vingar de quem fez isso com a minha mãe -saí do hospital sem escutar a resposta dele e fui pra casa-

Peguei as minhas roupas, eram poucas mais eu tinha, peguei as coisas da minha mãe, coloquei na mochila e fui pro hospital.

Katherine Borges

Fiquei um bom tempo chorando até que acabei dormindo. Acordei no meio da noite e resolvi da uma passeada pela praia, o Rj é lindo a noite, pelo menos a praia.

Eu: Olá - vi o Pedro de costa-

Pedro: Oi -os olhos dele estava inchados e profundos-

Eu: O que aconteceu? -falei me sentando do lado dele-

Pedro: Mataram a minha mãe -falou e começou a chorar-

Eu: Vem cá -me encostei em uma pedra enorme e coloquei a cabeça dele no meu colo- quer contar como foi? -ele assentiu e começou a falar-

Pedro: Eu não sei quem matou ela, ela era uma mulher do bem poxa -falou secando as lágrimas-

Eu: Meu pai ta com câncer -falei baixo observando o mar-

Pedro: Que pesado né, minha mãe morre e seu pai tem câncer

Eu: Você vai dormir aqui hoje? -perguntei inocentemente-

Pedro: Nem eu sei se vou dormir, quem dirás aonde -falou sincero-

Eu: Olha -dei uma pausa- Tem a minha casa, você pode dormir lá... Eu sei que você é um bom menino... Pelo menos é o que parece -falei olhando ele-

Pedro: Sério? -assenti- mas é que sei lá...Não ficaria estranho?

Eu: Não -falei óbvia-

Pedro: Já que você implora tanto pela minha ótima companhia eu vou -fez graça e eu ri-

Eu: Vamos que é exatamente -olhei no meu relógio- uma e quarenta e quatro da manhã -falei limpando a minha bunda-

Pedro: Vamo princesa -riu e me abraçou- obrigado pela conversa

Eu: De nada, minha ótima companhia -joguei o cabelo pra trás e ele riu- ajuda qualquer um

Pedro: Só pra deixar claro -jogou o cabelo pra trás me imitando- a ótima companhia é a minha

Fomos conversando pra casa.

Eu: Vem entra -abre a porta e dei espaço pra ele entrar-

Pedro: Licença novamente -fez graça e entrou-

Lúcia: Menina aonde você tava - apareceu e Pedro deu um pulo-

Pedro: Ai meu Deus não me leva agora senhor -falou imitando um pastor- eu não posso morrer com fome Deus -eu e a Lúcia começamos a rir

Lúcia: Calma menino -tocou nele e ele se assustou- eu sou a empregada-

Pedro: Ufa senhor, obrigado Deus -falou e a gente deu risada- Oi senhora

Lúcia: Senhora? Ta me chamando de velha? -Correu atrás da gente com o pano de prato-

Eu: Corre Pedro corre -falei rindo e entramos no meu quarto-

Pedro: Meu Deus que foi isso -falou ofegante e rindo-

Lúcia: Cês querem comer alguma coisa? -falou entrando no quarto-

Eu: Eu quero Lú e o Pedro também

Pedro: Não quero não -negou mais eu sabia que ele queria-

Eu: Lúcia trás por favor -ela assentiu e saiu- então, aqui é meu quarto -falei me sentando-

Pedro: Minha casa inteira em um quarto só! Uau -sentou no chão-

Eu: Olha, eu posso ser mimadinha e tals, mais pode sentar no sofá ta, ele não morde não -falei e ele sentou-

Pedro: Você já foi no morro? -falou se sentando-

Eu: Nunca fui, tenho curiosidade de ir mais tenho medo -falei pegando o celular- passa seu insta

Pedro: Eu não tenho -falou desconfortável-

Eu: Me desculpa mesmo -ele assentiu e Lúcia chegou com a comida-

Lúcia: Toma aqui seus morto fome -colocou a comida na mesa- se precisarem de algo não me chamem, estarei no meu sono da beleza -mexeu no cabelo e eu e o Pedro rimos-

Pedro: Valeu dona - falou e ela encarou ele-

Lúcia: É Lúcia menino -falou e ele riu-

Pedro: É Pedro menina -imitou ela e eu comecei a rir-

Lúcia: Esses adolescentes de hoje em dia viu -falou e saiu do quarto-

Comemos juntos.

Eu: Pedro, se quiser toma banho o banheiro ali -apontei pro banheiro-

Pedro: Ta vou lá -foi e eu comecei a arrumar a cama-

Ele tomou banho e eu fui no banheiro falar com ele.

Eu: Ô Pedro você -parei e comecei e olhei o abdômen dele-

Pedro: Oi? -acenou -

Pedro: É é, você vai dormir na minha cama comigo tá? -falei e ele assentiu-

Katherine, do céu como é que você entra no banheiro assim do nada?

Ele saiu do banheiro e sentou na cama.

Pedro: Então a princesa quer dormir com o plebeu?

Eu: Cala a boca e deita -ele deitou-

Ficamos conversando coisas aleatórias até que caímos no sono.

DEIXEM O VOTO?.

Beijinhos Da Giih?.

972

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