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Capa do romance Vendida ao mafioso

Vendida ao mafioso

Katherine sempre desfrutou de uma realidade privilegiada, cercada de afeto e tratada como uma verdadeira princesa por todos ao seu redor. No entanto, sua existência perfeita sofre um golpe devastador e irreversível quando o próprio pai decide comercializá-la. Agora, ela se vê forçada a enfrentar um destino sombrio nos braços de um perigoso mafioso, deixando para trás a doçura de sua antiga vida para encarar um mundo de crimes e incertezas.
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Capítulo 3

DEIXEM O VOTO?.

Pedro Alves

Acordei com uma cabeleira no meu rosto.

Eu: Kathe -falo tirando o cabelo dela do meu rosto-

Kathe: Hum -falou se virando pra mim- que foi?

Eu: Acorda, a gente tem que levantar -falei e ela abriu os olhos-

A gente tava um de frente pro outro, minha mão na cintura dela e ela me abraçando.

Kathe: É bom dia -falou levantando- 

Eu: Bom dia dorminhoca -fui pra o banheiro-

Kathe: Vai comer aqui comigo né? 

Eu: Sei lá -falei escovando os dentes-

Kathe: Come aqui e a gente vai lá pra onde você mora, você amostra o caminho -falei mexendo no celular-

Pedro: A, se sua família não se importar eu como aqui -falei saindo do banheiro-

Kathe: Vou me arrumar e a gente desce -entrou no banheiro-

Coloquei uma calça e uma blusa e descemos.

Kathe: Bom dia gente linda, bom dia tia -falou e sentou-

Eu: Bom dia família da Kathe -sentei do lado dela-

Xxx: Bom dia, quem é ele filha? -meu pai perguntou comendo-

Xxx: Deve ser mais um que ela pega -Lúcia encarou ela-

Kathe: PAI - falou firme- ele é um amigo meu, eu vi ele na praia e a casa dele é longe ai ele dormiu aqui -falou me servindo-

Xxx: Se é amigo da minha filha é meu amigo também, qual seu nome?

Eu: Pedro senhor -falei com vergonha-

Lúcia: Aqui seu café Pedrinho -colocou na minha frente e eu agradeci -

Kathe: Pai hoje eu vou pra casa do Pedro com ele ta -ele me olhou-

Xxx: Vai? -olhei pra ela-

Diego: E a escola filha?

Kathe: Amanhã eu faço o dever pai

Terminamos de comer.

Kathe: Pedro, eu vou ir buscar minha bolsa espera ai -assenti e ela subiu-

Diego: Olha Pedro, você aparenta ser uma boa pessoa, espero que não magoe minha filha.

Eu: Sua filha é uma menina muito legal, merece ser feliz -afirmou se sentando-

Kathe: Vamo Pedro? -desceu com a bolsa-

Eu: Bora -saímos-

Fomos de carro, ele a mostrou o caminho ao motorista e enfim chegamos a Rocinha.

Eu: Kathe, tem certeza que quer ir?

Kathe: Tenho! -falou autoritária-

Eu: Uai moça -rimos-

Kathe: Alfredo quando eu precisar eu te ligo, pode ir -ele assentiu e saiu- 

Katherine Borges

Quando a gente ia entrar um cara barrou a gente com o fuzil.

Xxx: Quem é ela Pedro? -perguntou um cara loirinho dos olhos claros-

Pedro: Essa aqui é uma amiga, ela ta me acompanhando -falou e me abraçou de lado-

Xxx: É envolvida? -falou pegando a arma-

Eu: Ai moço por favor não me mata, eu sou muito nova, não posso morre virgem, eu moro nos apartamento da praia eu juro -falei quase chorando-

Xxx: Calma garota -ele e Pedro começaram a rir-

Pedro: Minha fia, cê ta bem? -Pedro falou rindo com o cara-

Eu: Hahaha -ri irônica-

Xxx: Podem subir -deu espaço e subimos-

Eu: Obrigado senhor Deus -sussurrei juntando as mãos- eu sempre soube que o senhor me ama -Pedro e o cara começaram a rir de novo-

Pedro: Kathe -me parou- calma minha fia -pegou na minha mão- cê não vai morrer não 

O cara não parava de rir.

Eu: Ta -fomos subindo-

Aqui era lindo, bem diferente do que eu imaginava, tinha crianças brincando, senhoras conversando, mais tinha caras armados, as pessoas aqui pareciam ser felizes, ou eram, eu vi que era totalmente diferente do que passava na televisão, aqui era bonito, as pessoas eram felizes de verdade e expressavam isso nos sorrisos.

Eu: Aqui é lindo -falei com os olhos brilhando- bem diferente do que se passa na tv

Jota: A tv mostra coisas que são reais, mais nem sempre coisas que acontece -o cara alto falou- aqui não tem muita maldade, só com as pessoas ruins

Pedro: Você ainda tem muito que conhecer aqui baixinha -falou e bagunçou meu cabelo-

Eu: Açaí -falei correndo para a barraquinha do moço-

Xxx: Que menina doida -os dois vieram atrás de mim-

Eu: Oi moço bom dia  -falei ofegante-

Xxx: Bom dia bela menina -falou me olhando-

Xxx: Da 3 açaí ai tio, no capricho - falou-

Eu: Ai obrigada -falei abraçando Jota - é quer dizer, valeu

Jota: Me chame de Jota

Eu: Prazer Katherine, me chame de Kathe -estende a mão e ele apertou-

Pedro: Jota e os bagulho da minha mãe? O enterro pode ser aqui? -ele mudou a expressão-

Jota: Olha menor, você não é envolvido, mais nós quebra esse galho pra tu, tua mãe considerava geral aqui e sempre ajudava a gente mesmo, escolhe o dia e a hora ta -Pedro assentiu-

Eu: Gente então, se eu comesse o de vocês o que vocês fariam comigo? -perguntei sorrindo-

Jota: Metia uma bala na tua testa -falou sério-

Pedro: Fazia tu compra outro pra mim -falou rindo-

Eu: Moço o senhor me da mais dois enquanto eu enrolo eles? -sussurrei e o cara assentiu-

Jota: Tio cadê nosso açaí - perguntou propositalmente-

Xxx: Tô terminando de fazer é que esse vai ser caprichado -Falou rindo-

Jota: A Kathe comeu né? -perguntou de propósito-

Pedro: I vai morrer -Jota pegou a arma-

Meu olho começou a encher de lágrima-

Eu: Não por favor, eu vou em bora e nunca mais volto, ai Deus -me ajoelhei-

Pedro: Levanta dai Kathe, meu Deus que vergonha - disse cobrindo o rosto-

Eu: Por favor Jota não me mata por favor -implorei quase chorando-

Jota: Tu conhece essa daí Pedro? -Pedro negou- nem eu vamo vazar -pegaram o açaí e foram saindo-

Eu: Seus palhaços -me levantei e o moço ficou rindo-

Jota: te conheço? -perguntou-

Eu: Aiai

Fomos subindo o morro no calor mesmo, chegamos na antiga casa do Pedro e ele começou a chorar vendo as coisas da mãe.

Eu: Pedro... Calma -abracei ele-

Pedro: Ela era inocente Kathe -falou chorando-

Do nada começou um barulho de foguete e vários tiros.

Xxx: Fica com ela Pedro -o cara saiu correndo com a arma-

Eu: Que é isso? -perguntei já com medo-

Pedro: Ta tendo invasão, vem -me puxou-

Eu: Aonde vamos? Vamos morrer? -falei correndo-

Pedro: Kathe -parou- sem perguntas ok? -apenas assenti e corri com ele-

Entramos em um tipo de cofre enorme e ficamos lá, eu estava muito apavorada.

Pedro: Toma -me entregou água-

Eu: Obrigado -bebi um pouco e dei a ele-

Pedro: Olha, fica tranquila ta -assenti e fiquei abraçada com ele-

DEIXEM O VOTO?.

Beijinhos Da Giih?.

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