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Capa do romance Submissa Comprada pelo CEO II

Submissa Comprada pelo CEO II

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Capítulo 3

Este livro contém cenas de sexo explícito, práticas BDSM,

linguagem adulta e pode ser considerado ofensivo para alguns

leitores. Se você se sentir desconfortável, por favor, pare de ler, não

insista em algo que não lhe faz bem. Gatilho emocional.

continuação:

— Quem é você? — Sou o Bernardo Cassiles.

Ele é tão perfeito os olhos azuis com os cabelos negros, e quando disse todo dono de si deu um sorriso deixando duas covinhas aparecer. — Eu estava saindo de um coquetel, quando você atravessou a rua e eu tentei parar, mas a chuva não deixou. Quero te pedir desculpa. Parecia apreensivo e eu com dor olhando ele morde os lábios. — Eu não sei como vou fazer para poder te recompensar por tudo que eu te fiz. Você quer que eu avise alguém? Procuramos o celular, nas suas coisas, mas nós não achamos. Enquanto ele falava eu pensava no Glay e a uma hora dessa ele sabia que eu tinha fugido. — Como vamos avisar sua família?

— Não, por favor. Se você quer fazer algo por mim, não deixe eles avisarem minha família. Diga que... Que vim estudar aqui, e não quero preocupar a minha família. Mas não avise minha família, por favor.

Implorei para que ele não avisasse. Ele segurou minha mão e apertava, eu sinto um desespero bater em meu corpo. Se eles avisarem ele vai me achar.

— Calma, fica tranquila. Eu não deixarei que eles avisem sua família. Pode deixar, eu cuidarei disso. E você, durma, você precisa descansar.

— Sinto muita dor no meu corpo, e minhas pernas parecem que pesam uma tonelada.

— Sim, você quebrou a perna, quebrou duas costelas.

— Ah, e o que mais? Algo estava estranho, ele não me olha nos olhos.

— Minhas desculpas. Ele gaguejou. — Você perdeu o bebê.

Quando ele disse bebê, eu olhei para ele novamente, balancei a cabeça, fechei os olhos, respirei fundo sem entender. Que bebê? O que ele estava dizendo?

— Como assim, bebê? Você está ficando louco?

— Sim, você estava grávida. Três semanas, e ele não resistiu. Mil desculpas eu não tive culpa. Ele estava desesperado.

“Gravida” ficou batendo na minha cabeça? Três semanas, como? Impossível. Eu estar grávida de três semanas e tomei a injeção no castelo. Não, não pode ser?

Comecei a chorar e ele me segura e observo o desespero dele.

— Calma, fica tranquila, eu chamarei o médico.

Fiquei pensando no que ele disse e fecho os olhos e começo a chora. Meu coração disparou.

— Que bom que você acordou e agora está fora de perigo, pequena garota.

— O meu corpo todo dói, e não consigo me mover.

— Calma, você ficará bem. Só precisa se cuidar um pouco mais e faremos uns novos exames e vamos fazer de tudo para você se recuperar e não ficar nenhuma sequela.

— Eu pago todas as despesas. E trarei os documentos dela.

Olho para ele sem entender o que ele ia fazer. Respiro fundo e crio coragem.

— Mas, doutor, o que ele me disse é verdade. O que ele disse sobre o bebê?

— Sim, infelizmente não conseguimos salvar a vida do seu filho. Você estava grávida de três semanas, mas ele não aguentou o baque.

— Não, doutor, não pode ser. Eu não podia estar grávida.

Fechei os meus olhos, respirei fundo, tentando lembrar quando foi a última vez que tomei. E já fazia mais de um mês que eu estava. Já estava indo para três meses que eu estava em Portugal. E nem sequer me prevenir. Ele tinha razão.

— Sim, doutor, é possível.

— Infelizmente, não consegui salvar.

—Me perdoa por isso.

Fiquei ali por dias em choque, pensando em minha vida, pensando nele. A lágrima correr em meus olhos, mas eu não conseguia me mover, eu não conseguia abrir os olhos, eu não conseguia sequer falar uma palavra. O meu coração estava explodindo, uma tristeza tão grande no peito, e eu queria permanecer dormindo. E todas às vezes que eu acordava, eles me davam mais uma injeção e eu adormeci. E eu fiquei assim por dia.

A perda do bebê me deixou abalada demais. Eu não consigo acreditar que ia ser mãe e como seria?

Matteo Glay

Não conseguir para de procurá-la e nem pensar na minha Melinda. Foram dias sem saber nada dela, eu ia para o escritório e voltava lutando contra os meus sentimentos e deixei tudo de lado, eu não conseguia pensar. O moleque ficou apenas dois dias preso e logo saiu e eu voltei a seguir sem ela.

— E o que vai fazer com as garotas?

— Resolva isso, eu não quero saber de nada e nem estou com cabeça para isso. George? Abaixei a cabeça, eu já não aguentava mais viver sem ela.

— Nada dos informantes?

— Nada e o moleque foi solto, mas anda pela cidade e vai à faculdade normal.

— Mande vigiá-lo e melhor contrata uma mulher para fingir ser amiguinha dele e assim saber todos os passos dele.

— Já fiz isso senhor…

Foram os piores meses da minha vida antes de bebedeira, brigas, discussões, humilhações, isso estava me destruído sem a Melinda, ela entrou na minha vida de um jeito que eu não esperava que ia fazer tanto sucesso assim. Achei que seria somente só mais uma mulher em minha vida. Mas ela me mostrou que nem todas as mulheres são como, ela. Me trouxe a paz, ela me deu vontade de ter uma família de verdade. E o meu coração é dela assim como o meu corpo. Ele se foi e eu viro o uísque sofrendo e fecho os olhos pensando em nós.

Abocanhei um seio entre os meus dentes e lambia, soprava, sugava enquanto ela gemia mais alto e rebolava mais forte, quando tentou se tocar, dei um tapa em sua bunda e prendi os seus braços para trás. 

— O que mandei você fazer? Melinda… Gozar… 

Segurei firme em sua cintura e afastei sua calcinha para o lado, sua boceta estava tão molhada que encharcou as minhas coxas… passei a cabeça do meu pau em toda sua extensão, pressionando o clitóris e ela estremeceu inteira no meu colo. — Puta que pariu, assim? Tomei os seus lábios nos meus e disse sem me afastar. — Mais…. Levantei-me, com ela em meu colo e a coloquei deitada de costas no sofá, ainda nos beijando. A cada movimento com a língua ela gemia mais alto. Nos beijamos no que pareceu ser uma eternidade e, quando vi que o seu corpo parou de pulsar, ordenei. — Abra as pernas. — Ela obedeceu de pronto, abrindo-se ao máximo para mim. E a minha boca a sugou lambendo o grilinho e puxando para a minha boca comer todo o seu gozo. Ela gritou e me apertou os braços forte e eu rebolei no sofá. E ouço vozes longe e quando respiro fundo saindo daquele momento de êxtase eu me assusto.

— O que está fazendo sol?

— Não pode fazer isso conosco, eu não vou volta para o castelo e digo mais nenhuma de nos vamos.

— Como se atreve a me desafiar? Aperto seus lábios que meus dedos chegam a doer e a empurro. — Vá e não volte a me enfrentar.

Ela parou na porta e me encerrou e quando eu me viro lá estavam todas uma mais linda que a outra. Eu sabia que eu estava errado.

— Vocês também?

— Só queremos ficar ao seu lado senhor… Flor diz com respeito e não autoridade. — Queremos cuidar e sabemos que precisa de nós.

Ela tinha razão, mesmo que não rolasse nada, eu precisava de companhia. Eu a abracei, era diferente das outras. E me abraça forte, eu precisava de um abraço, andei em meia bebedeira e loucura sem ela.

Eu sabia que tinha que cuidar delas e eu não posso deixá-las sozinhas.

— Então fiquem… Mas não espere muito de mim, preciso desse tempo.

— Vamos cuidar de você senhor… 

Eu sabia que estava errado, mas também precisava ser o senhor delas. Viro o uísque e o guardião chega gritando.

— Precisa ver isso!

Corri com ele até o escritório e eu sabia que era ela a minha Melinda… E quando entro sem forças.

— Veja!

Eu seguro nas mãos o envelope e quando arranco do envelope eu me sento ali olhando esse papel.

Eu seguro nas mãos o envelope e quando arranco do envelope eu me sento ali olhando esse papel. — Um dos investigadores trouxe.

— Isso e um acidente. Eu fico olhando. — O que tem haver com ela?

— Ela sofreu um acidente na rua do ouvidor. Ele acha que é ela, mas não tem nada que diga que seja ela.

— Como é isso?

— No hospital era outra pessoa e não a Melinda... Mas uma imagem meia embaçada parecer ela.

Pego a foto e as pernas ficam mole e a cabeça girava eu vi a minha Melinda ali era ela sim. Eu abro o sorriso e ali nasce uma esperança de nós.

— E a Melinda! Eu sorri. — Vamos achá-la eu dou a minha vida por isso.

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