Capa do romance Sofia - procura-se uma mãe

Sofia - procura-se uma mãe

7.9 / 10.0
Criada em um ambiente estritamente masculino, a pequena Sofia Hall, de sete anos, nutre o profundo desejo de ter uma presença materna em sua vida. Determinada a realizar esse sonho, a doce menina decide agir por conta própria. Com o auxílio de seu tio dramático, Damon Hall, ela elabora e publica um anúncio inusitado no jornal local. Agora, essa busca por uma mãe promete transformar a rotina da família Hall de formas inesperadas e emocionantes.

Sofia - procura-se uma mãe Capítulo 1

Dove Giovanna

* Me chamo Daniel Hall, estou procurando alguém para ser a mãe da minha filha, as interessadas deve ter vinte á trinta anos, ser

responsável, gostar de criança, ser paciente e educada, quem tiver interesse ir até a empresa Hall'Dulce, procura por Nathalia. *

O artigo no jornal me chama atenção, quem em pleno séc vinte e um , coloco um artigo desse no jornal? Deve ser alguma brincadeira

para atrair os públicos.

Deixo o jornal de lado e vou me arrumar para mas um dia de trabalho, sou recepcionista em uma empresa de publicidade, moro

sozinha por opção e também por não possuí família, meus pais morreram quando eu era jovem, com apenas quinze anos, então

passei a mora com uma tia, irmã da minha mãe, fiquei com ela até completar meus dezoito anos, minha tia morreu por conta de um

câncer, então eu se mudei de Belo Horizonte, para o Nova York, desde então tenho vivido aqui, tenho um amigo, ele é meu vizinho, se

chama Bernardo, vive aqui em casa, nem parecer quê mora enfrente, por isso não me sinto tão sozinha, também tem a Izzy , a futura

namorada de Bernardo, eles vivem brigando, mas sei quê se gostam.

Deixa eu falar um pouquinho de mim, Me chamo Dove Giovanna, tenho vinte e quatro anos, sou formada em pedagogia, apesar de não

exercer a profissão, moro em um bairro simples de Nova York e trabalho na empresa Hall'Dulce.

— Bom dia lindinha! — Bernardo diz saindo do seu apartamento.

— Bom dia amores! — digo sorrindo.

— Já vai? Quer uma Corona?

— Ah sim, vai está de plantão hoje? — pergunto descendo as escadas com ele.

— Não! Vou sair às duas , passo para te pegar no trabalho, só vai precisar esperar um pouquinho! — fala.

— Tudo bem, obrigada pela a corona ! — desço no meu local de trabalho.

Arrumo as minhas coisas, ligo o computador e espero alguém parecer, afinal sou recepcionista, meu trabalho é atender as ligações e

informar as pessoas quê passam pelo balcão.

Chega o horário de almoço, espero por Lurdinha , a menina quê irá ficar em meu lugar enquanto eu tiver fora.

— Oi! Fico sabendo da novidade? — pergunta.

— Não! Qual ? — pergunto curiosa.

— O chefe está procurando uma esposa! — diz .

— Bom já estava na hora né? Quem sabe assim ele deixa de ser um ogro mal vestido! — brinco.

Ela ri e ocupa o lugar na recepção.

— Vai lá, antes quê seu horário acabe! — diz ainda rindo.

— Tô indo quer quê te traga algo ? — pergunto.

— Ah sim, me traz a especialidade da casa, hoje estou com preguiça de andar!

Assinto, saio da empresa e vou andando até o restaurante quê fica pertinho da empresa, para ser mas exata na rua de trás.

Entro no restaurante e peço bife a milanesa com fritas e uma Coca cola, estou almoçando quando de repente uma menina se senta na

minha mesa.

— Oi! — fala.

— Oi, Aham...acho quê você se confundiu de mesa docinho! — falo.

— Não confundi Não, papai mandou quê eu senta-se aqui! — fala.

— Ah! É quem é seu pai? — pergunto olhando em volta.

— Aquele Ali conversando com o tio Damon! — aponta para uma mesa atrás da gente aonde tem dois homens conversando, um deles

é o meu chefe.

Daniel Hall, CEO da empresa Hall'Dulce.

— Qual deles é o seu pai ? — pergunto curiosa, sei que o meu chefe tem uma filha, mas ela nunca foi vista com ele, então não tem

nenhuma foto da menina na mídia.

— Aquele ali quê está com o terno preto! — diz apontando para o meu chefe.

— Ele é o seu pai? — pergunto apenas para confirmar.

— Sim!

— Ok, mas porquê você está aqui? — pergunto.

— Papai disse quê eles estão tendo uma conversa séria e eu não poderia ouvir por eu ser criança, por isso mandou eu vim para cá

fica com você! — explicar calmante.

— Ah! É você não vai almoçar? — pergunto ao vê quê a mesma não trouxe nenhum prato .

— Sim! Posso pedir o mesmo quê a senhora? — pergunta.

— Claro , vou chamar o garçom para você! — digo.

— obrigada! — diz sorrindo.

peço o mesmo que estou comendo para ela, não demorar muito para sua comida chegar.

— Como se chama docinho? — pergunto.

— Sophie Charlotte Hall, antes quê pergunte, tenho sete anos! — diz .

— Uau! Quê nome lindo! Sou Dove Giovanna, é um prazer conhecê-la! — sorrio.

— Também é uma prazer conhecê-la Dove ! — diz .

Voltamos almoçar conversando sobre seus filmes e desenhos preferido, quando deu minha hora de volta, levantei e fui com Sophie

até a mesa do seu pai.

— Com licença senhor Hall, eu vim deixa a Sophie! — falo assim quê me aproximar da mesa.

Ele me olhar surpreso e depois olha para a filha.

— Poderia ficar com ela mas um pouquinho? Já estou terminando aqui! — pedi.

— Eu gostaria muito, mas eu tenho quê voltar ao trabalho senhor! — falo.

— Sou seu chefe senhorita Dove , peço quê aguarde mas alguns minutos, não terá problemas quê passa da hora do almoço! — diz .

— Mas tem outra pessoa em meu lugar aguardando para sair para almoçar, não posso deixá-la esperando!

— Então para quem é a quentinha? — olha para minhas mãos, estou levando o almoço de Lurdinha.

— Para a menina quê ficou na recepção! — sou sincera.

— Então pronto, irei pedir para uns dos meus seguranças levar para ela e você ficar aqui com a minha filha, problema resolvido! — fala

confiante.

— Mas eu não concordei com isso!

Ele erguer a sombrancelha.

— Não! Pensei quê tinha ouvido a senhorita dizer quê adoraria ficar mas um pouco com Sophie! — diz.

— Eu disse mas, eu ainda preciso trabalhar, não quero te problemas com Dona Lúcia depois, por conta do horário! — digo.

— Ah então é isso? Deixa quê com ela eu me resolvo! — diz firme.

— Então tá! Vamos nós sentar Sophie!

— Papai quero ir no parque , posso ir com a Dove! por favor! — Sophie pedi.

Ele me olhar em dúvida, na certa está pensando quê é uma boa ideia deixa sua filha com uma completa estranha.

— Se ela concorda em te levar...

— Vamos Dove, por favor! O papai deixo, prometo quê vou me comportar!

— Tudo bem acho, podemos ir no centro park! — falo.

— Os seguranças vão com vocês, quero a minha filha de volta em casa antes das duas, entendido senhorita Dove?

— Sim senhor! Vamos docinho! — falo pegando na mão de Sophie.

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