
Sedução do Véu Imortal
Capítulo 3
Eu estava completamente à mercê daquele homem cruel, e a única coisa que me restava era rezar para que ele tivesse piedade.
Lá fora se escutava a voz de meu irmãozinho me chamando " Deby ! Deby! onde você se meteu, eu sei que está aí.
De repente, o silêncio sombrio do sótão foi interrompido por uma voz familiar vinda do lado de fora. Era a voz do meu irmãozinho, me chamando desesperadamente.
"Deby! Deby! Onde você se meteu, eu sei que está aí!"
Meu coração disparou ao ouvir seu chamado, uma centelha de esperança se acendendo em meu peito. Talvez, se ele me encontrasse, pudesse me ajudar a sair daquela situação terrível.
Olhei para o homem à minha frente, implorando com os olhos que ele me deixasse ir. "Por favor, você tem que me deixar sair. Meu irmão está me procurando."
Mas o homem apenas me encarou com uma expressão indiferente, como se o chamado do meu irmão não significasse nada para ele.
"Seu irmão?" Ele soltou uma risada seca. "Você realmente acha que ele pode fazer algo contra mim?"
Meu coração afundou ao perceber sua determinação em me manter ali. Ele não parecia intimidado com a possibilidade de meu irmão me encontrar.
"Por favor," eu implorei mais uma vez, sentindo as lágrimas escorrerem pelo meu rosto. "Ele é só uma criança, ele não vai entender o que está acontecendo. Deixe-me ir com ele, eu juro que não vou contar nada a ninguém."
Mas o homem apenas balançou a cabeça, seus olhos negros brilhando com uma crueldade que me gelava o sangue.
"Seu irmão não vai me deter," ele disse, a voz baixa e ameaçadora. "E você não vai a lugar algum."
Eu me senti completamente impotente, vendo minha última esperança se esvair. Meu irmãozinho continuava me chamando, sua voz cada vez mais desesperada, e eu não podia fazer nada para ajudá-lo.
Estava presa naquele sótão sombrio, à mercê daquele homem cruel, sem nenhuma chance de escapar. Meu coração se afundava em desespero, enquanto a voz do meu irmão ecoava lá fora, me chamando em vão.
Ao ouvir a voz do meu irmãozinho me chamando desesperadamente, meu coração se apertou ainda mais. Ele era tão pequeno, tão inocente, e eu não podia fazer nada para protegê-lo.
"Por favor," eu implorei mais uma vez, as lágrimas escorrendo livremente pelo meu rosto. "Ele é só uma criança, ele não entende o que está acontecendo. Você não pode fazer isso com ele também."
Mas o homem apenas me encarava com frieza, seus olhos negros brilhando com uma crueldade que me gelava o sangue.
"Ele é apenas um obstáculo a ser removido," ele disse, a voz baixa e ameaçadora. "Não me importo com a idade dele."
Senti um nó se formar em minha garganta, o desespero me consumindo por dentro. Meu irmãozinho inocente estava ali fora, me chamando, e eu não podia fazer nada para protegê-lo.
"Não, por favor!" Eu implorei, me debatendo em vão. "Ele não tem nada a ver com isso, deixe-o ir embora. Eu faço qualquer coisa, mas não machuque meu irmão."
Mas o homem apenas balançou a cabeça, seu rosto impassível.
"Já é tarde demais para negociações," ele disse, dando um passo em minha direção. "Você sabe demais, e eu não posso arriscar."
Meu coração batia descompassado, e eu podia sentir o pânico se apoderar de mim. Meu irmãozinho continuava me chamando, sua voz cada vez mais desesperada, e eu não podia fazer nada para salvá-lo.
Estava completamente à mercê daquele homem cruel, sem esperança de escapar. E agora, não apenas a minha vida, mas também a do meu irmãozinho inocente, estava em suas mãos.
Eu me senti impotente, desesperada, enquanto a voz do meu irmão ecoava no ar, me implorando para que eu respondesse.
Ao ouvir a voz do meu irmãozinho me chamando desesperadamente, meu coração se apertou ainda mais. Ele era tão pequeno, tão inocente, e eu não podia fazer nada para protegê-lo.
"Por favor," eu implorei mais uma vez, as lágrimas escorrendo livremente pelo meu rosto. "Ele é só uma criança, ele não entende o que está acontecendo. Você não pode fazer isso com ele também."
Mas o homem apenas me encarava com frieza, seus olhos negros brilhando com uma crueldade que me gelava o sangue.
"Ele é apenas um obstáculo a ser removido," ele disse, a voz baixa e ameaçadora. "Não me importo com a idade dele."
Senti um nó se formar em minha garganta, o desespero me consumindo por dentro. Meu irmãozinho inocente estava ali fora, me chamando, e eu não podia fazer nada para protegê-lo.
"Não, por favor!" Eu implorei, me debatendo em vão. "Ele não tem nada a ver com isso, deixe-o ir embora. Eu faço qualquer coisa, mas não machuque meu irmão."
Mas o homem apenas balançou a cabeça, seu rosto impassível.
"Já é tarde demais para negociações," ele disse, dando um passo em minha direção. "Você sabe demais, e eu não posso arriscar."
Meu coração batia descompassado, e eu podia sentir o pânico se apoderar de mim. Meu irmãozinho continuava me chamando, sua voz cada vez mais desesperada, e eu não podia fazer nada para salvá-lo.
Estava completamente à mercê daquele homem cruel, sem esperança de escapar. E agora, não apenas a minha vida, mas também a do meu irmãozinho inocente, estava em suas mãos.
Eu me senti impotente, desesperada, enquanto a voz do meu irmão ecoava no ar, me implorando para que eu respondesse. Eu não podia deixá-lo sofrer as consequências da minha curiosidade. Tinha que encontrar um jeito de protegê-lo, mesmo que custasse a minha própria vida.
De repente, antes que eu pudesse reagir, o homem cruel avançou em minha direção e tapou minha boca com força, impedindo que eu gritasse.
Eu me debati em vão, sentindo o pânico se apoderar de mim. Meu irmãozinho continuava me chamando lá fora, sua voz cada vez mais angustiada, e eu não podia fazer nada para respondê-lo.
Então, um cheiro estranho e nauseante começou a se espalhar pelo sótão, invadindo minhas narinas. Minha cabeça começou a rodar, e eu senti meus sentidos se turvando.
"Não..." Eu tentei gritar, mas as palavras ficaram abafadas pela mão do homem sobre minha boca.
Meu corpo ficava cada vez mais pesado, e meus olhos começaram a se fechar involuntariamente. Eu sabia o que aquilo significava, mas não tinha forças para lutar.
O cheiro intenso e sufocante parecia se infiltrar em cada célula do meu corpo, me deixando cada vez mais desorientada e sonolenta. Minha mente se debatia, tentando desesperadamente se manter lúcida, mas era inútil.
Aos poucos, a voz do meu irmãozinho foi ficando distante, até que tudo se dissolveu em um borrão escuro. Eu me sentia caindo em um abismo sem fim, à mercê daquele homem cruel que me mantinha sob seu domínio.
Minha última imagem antes de perder a consciência foi o rosto impassível daquele homem, seus olhos negros me encarando com uma crueldade que me gelava o sangue. E então, tudo se tornou escuridão.
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