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Capa do romance Sádica em dose dupla-submissão

Sádica em dose dupla-submissão

Laura Benelli encontra prazer no sadismo, explorando o BDSM para se autodescobrir. Suas experiências íntimas tornam-se aventuras intensas, mas tudo se complica quando ela se envolve romanticamente com um CEO bilionário e um advogado prestigiado. Ao brincar com as emoções de ambos, Laura enfrenta consequências amargas. A situação foge do controle quando a verdade surge, transformando a paixão em uma obsessão perigosa que ameaça sua segurança e paz.
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Capítulo 2

Então o acompanhei até o escritório, um lugar bem organizado, parece até uma empresa ou talvez seja.

Entro após o Brayan, uma sala bem espaçosa e confortável, ele se dirige até a sua mesa e eu sento em uma poltrona preta e marcia.

— Então, Sra. Laura, uma sadomasoquista procurando masoquistas, pelo visto está louca pra se divertir, certo? — indagou indiscretamente.

— Sim, quero dar dor, quero humilhar e quero prazer — afirmei fixada nos olhos do Brayan.

Confesso! O Cara é gostoso, ele é um negro gostoso, os cabelos cacheados com um corte bem social e seus olhos pretos, seus lábios são carnudos, seu corpo atlético dentro de uma camiseta apertada, aparentemente parece até ser um macho alfa Dominador, estou curiosa para saber o que ele é.

— Então, estou de frente com um submisso? — perguntei.

— Sim, você está, confesso que estou excitado só de pensar em você me humilhar.

— Mas o que te faz pensar que estou querendo te humilhar, ou até mesmo transar com você? — perguntei.

— Talvez os seus olhos fixando nos meus lábios, e a sua mente me levando no quarto erótico e me maltratando — afirmou com clareza. — Desculpe, talvez eu me precipitei.

Me levanto lentamente da poltrona, suspendo a minha mão esquerda alguns centímetros acima do rosto dele e pauso.

— Me dê um motivo para eu não descer a minha mão na sua cara — retruquei.

— Tenta, e eu posso simplesmente te processar, pois não estou consentido com o ato, mas eu posso consentir — sugeriu ele olhando para mim.

— Como? — perguntei ao mesmo tempo que meu corpo desejava buscar o prazer fazendo ele sentir a minha mão na cara.

— Simplesmente assinando um contrato de consentimentos — disse tirando um contrato do bolso da calça e pondo em cima da mesa. — Então?

— Porque devo assinar? — perguntei.

— Porque isso aqui não é bagunça, no mundo do masoquismo existem regras, existem limites e consentimento de ambas partes.

Abaixo a minha mão e pego o contrato para ler as cláusulas.

Assinado hoje, 27 de Junho de 2022(“O Início da

Vigência”)

ENTRE

Sr.

----------------------------------------------------------------- ("a

Dominadora”)

Srta. ------------------------------------------------------------------

(“O Submisso”)

AS PARTES CONCORDAM COM OS TERMOS ABAIXO

1 - Os termos a seguir são parte de um contrato vinculante

entre a dominadora e o submisso.

TERMOS FUNDAMENTAIS

2- Manter o respeito e o consenso entre ambas partes.

3- O submisso autoriza o uso da humilhação e a provação de dores desde que não passe dos limites a ponto de machucar ou ferir o submisso.

4- O submisso autoriza o uso de objetos como algemas, cordas, chocolates entre outros.

5- Em caso de dor ou violência ao extremo, a dominante deve parar imediatamente com a ação.

6- Em caso de quebra de contrato o indivíduo deverá pagar uma multa equivalente a 1.500.000.

— Agora que você assinou, vem comigo, quero te mostrar uma coisa — disse se levantando e caminhando em direção a porta.

— Ok, vamos! — aceitei.

Pegamos um elevador até o 15° andar, a porta se abre e dirigimos para um novo escritório, sei lá , ele põe a digital em um leitor ao lado da porta e a mesma se abre lentamente, logo um clarão vermelho reluz para fora da sala, ele entra e pede para eu entrar.

Uma enorme suíte de jogos eróticos perfeita, uma cama de casal montada com barras e cintos de retenção, mesa para castidade ao lado da cama um enorme armário preto com pequenos detalhes vermelhos, logo eu vou até o armário e abro as enormes portas.

E aqui estão diversos acessórios como cinto de castidade, algemas de couro com pelúcia, vendas para os olhos, estimulador de sensações, bracelete sado, chicotes com franjas, mordaças com prendedor, uma enorme variedade de chicotes e algemas que eu jamais pude imaginar. Olha esse cinto de castidade peniano, ao lado um balanço erótico, nossa, que lugar perfeito, confesso que estou até me sentindo em um paraíso ao subir uma sensação de uma mulher realizada, eu sempre via vídeos e pesquisava no Google, e agora estou vendo tudo isso na minha frente.

— Caraca, que perfeito! — afirmei com um sorriso no rosto. — Amei isso aqui.

— Você nunca entrou em um quarto de jogos? — perguntou.

— Não, eu estava comprando algumas coisas, mas depois do meu último relacionamento eu não sabia o que eu era — expliquei desviando o olhar para o chão.

- Como assim? O que houve com o seu relacionamento? — indagou.

— É uma longa história, você não vai querer me ouvir — disse tentando querer ouvir.

— Espera, temos a noite toda aqui, se quiser pode contar, vou amar te ouvir.

— Ta!

Com o passar do tempo eu fui descobrindo a sexualidade e conforme eu descobria eu ia despertando a curiosidade em ver pessoas sendo torturadas na hora do ato sexual, eu via vídeos e etc. Na minha concepção todo mundo gostava disso e não seria um problema fazer isso em um relacionamento caso eu me envolvesse, mas eu estava enganada, logo em 2019 eu conheci um rapaz, ele era incrível e eu sempre tratei ele com autoridade, sempre queria está acima dele, entretanto de certa forma ele não me deixava por nada até quando chegou o dia da nossa primeira relação sexual, confesso que a forma que ele se redimia para mim, causava desejos fortes de fazer loucuras com ele vendo ele se humilhando, então fomos para o meu quarto, estávamos nos beijando loucamente, ele estava tão excitado e louco para meter naquele momento que ao pedir para que fechasse os olhos ele fechou, então eu peguei uma venda preta, coloquei nos seus olhos e pedir para deitar e pergunte:

— Você confia em mim?

— Sim, eu confio — afirmou.

Então eu continuei amarrando seus braços e pernas na cama e coloquei uma gaiola de castidade em seu pênis preso com um cadeado, então ele viu seu penes ser constrangido ainda quando estava no estado flácido e não receber o preenchimento devido com sangue que bloqueia a ereção, eu sentir o seu incómodo e em seguida tirei a venda dos seus olhos, ele perguntou:

— Laura, o que você está fazendo? — perguntou assustado.

— Você me pertence — respondi.

Desabotoei meu sutiã, virei de costa para ele e lentamente fui tirando a minha calcinha preta e literalmente fina, então viro para ele, subi em cima dele completamente pelada e o chupo todo o seu corpo, logo começo a sentir o quanto ele queria se livrar dali para me atacar como um animal feroz atrás da sua refeição saborosa, ele me olhava com um olhar implorando para sair, e quanto mais ele implorava, mais me excitava, então fui perto da boca dele aproximando a minha vargina da mesma e pergunto:

— Você quer sair?

— Sim, por favor! Me tira daqui — disse suplicando. — Eu faço o que você quiser, mas me tira daqui.

— Então me chupa, me chupa até eu gozar e eu te liberto.

E assim ele fez, me chupou como chupava um manga doce se lambuzando todo em meu lubrificante que descia frequentemente ao ver ele sendo completamente controlado por mim e sentido dor, eu gemia, urrava, gritava mandado ele continuar e ele continuava e então eu tive um orgasmo intenso que expelir um fluido claro bem parecido xixi sem parar no rosto dele e ao finalizar, usei a frase.

— Gostoso!

— Tá, agora me solta por favor? — Implorou novamente.

Então eu-o soltei e não foi como eu esperei que fosse, ele surtou, eu não reconhecia aquela pessoa tão doce, gentil e calma, ele simplesmente odiou.

— Que porra foi essa, Laura? — retrucou furioso enquanto se vestia.

— Que foi, Pietro? Você não gostou? — perguntei.

— Não, Laura, não gostei, você foi ridícula, eu não sou o seu brinquedo sexual, você não pode sair por aí amarrando as pessoas e gozando na cara delas — abespinhou-se — Acabou, não chega mais perto de mim, você é louca.

— Não, espera!

Ele não quis nem ouvir, simplesmente saiu muito irritado e foi embora e nunca mais me mandou mensagem, desapareceu como o vento, depois disso eu me senti culpada,e sentir uma pessoa deplorável, não sabia os meus limites, sendo assim eu parei de continuar, fui pesquisar e pesquisar.

— Enfim, foi isso — concluir.

— Olha, o que você fez, embora você estava se divertindo, você foi um tanto egoísta, você não respeitou as escolhas dele e deveria ter conversado com ele antes, muitas pessoas na sociedade ver você como uma psicopata para algumas pessoas alguém que tem a personalidade Sádica é uma pessoa cruel sem remorsos e etc, em vista disso é natural que ele se sinta assim, além do mais nem todo mundo curte sadomasoquismo, então, é complicado, mas precisa estabelecer esse limite, e deixar claro antes de se relacionar alguém para evitar esse tipo de transtorno — explicou ele.

— Então, eu tenho que estabelecer um limite? — perguntei pegando um par de algemas. — Ajoelha!

— O que você está fazendo — indagou!

Surpreendo com um tapa no rosto controlando a minha força em meio termo.

— Senhorita, a partir de hoje você deve me tratar como "Senhorita, Laura Benelli"!? — disse exigindo com um tom de superioridade. — Agora ajoelha!?

— Sim, srta, Laura.

Por seguinte, ele se ajoelhou aos meus pés.

— Eu sou a sua dona, beija os meus pés e adore-os — ordenei.

E assim ele desce lentamente para beijá-los, estou calçada com um sapato de salto alto do tipo agulha.

Suspendo o pé direito enquanto ele beija meu pé esquerdo, eu cravo a agulha do sapato em suas costas e sinto a respiração forte de prazer vindo dele.

— Fala que você é meu?! — ordeno novamente pressionando mais forte o sapato sobre a suas costas — Fala, anda, fala seu merda!?

— Eu… Eu sou… sou — diz gaguejando tentando se concentrar na fala enquanto a dor toma e eu o interrompo. — Eu não tô ouvindo, fala mais alto?!

— Eu sou seu, eu sou seu!? — afirmou.

Retiro o pé das costas dele "Anda, levanta"!

Ele voltou a ficar de joelho, coloquei uma coleira, prendo as algemas com uma correia sobre a coleira e ordenei a ficar de pé, em seguida deitar sobre a mesa.

Retiro o casaco que estou vestida e a calça moletom ficando só de sutiã e calcinha, acendo um cigarro e enquanto o submisso se deita sobre a mesa de frente eu dou uma tragada no cigarro e solto a fumaça sobre o seu rosto, jogo as cinzas sobre o seu tórax e ele se espreme de dor fechando os olhos gemendo profundamente com a respiração.

— Vai para cama, anda!? — ordenei..

O submisso se levanta, dirige-se a cama, retiro a cueca do mesmo deixando pelado e prático um oral apertando suas bolas cravando as unhas.

O prazer e a dor toma conta do quarto e incendeia-nos sobre a cama, em seguida coloco o preservativo, refiro a calcinha e começo a cavalgada no pênis do submisso sem parar.

— Abre a boca — falei. — Anda !?

Ele obedece e eu esfrego a calcinha na cara do mesmo, e depois enfio na sua boca.

me vejo em outra dimensão enquanto cavalgo nesse pênis ereto e firme, descubro a magia de dar e receber prazer através da dor, e juntos gememos alto através de um prazer incontrolável, famintos por sexo a gente goza juntos.

Ao ver o sorriso dele de satisfação me deixou contente e realizada, estou de fato entrando em uma nova dimensão de vida, aprendendo coisas novas. Deito ao lado do Brayan e respiro fundo.

— Você gostou? — perguntou.

— Eu amei, você é incrível!? — afirmei.

— Tá, mas você já pode me soltar — retrucou.

— Puta merda, desculpa.

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