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Capa do romance Relatos eróticos 3

Relatos eróticos 3

Explore o terceiro volume desta coletânea dedicada a narrativas intensas e provocativas. Se você busca contos que mergulham profundamente no desejo, este é o lugar ideal para sua leitura. A obra reúne uma seleção exclusiva de histórias focadas em fetiches pervertidos e cenários de teor mórbido. Prepare-se para encontrar relatos de sexo explícito e tramas ousadas, desenvolvidas especialmente para quem aprecia o ápice do gênero erótico nacional.
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Capítulo 2

Ele segurou nos meus ombros e começou a me massagear, eu estava tensa com seu toque, mas logo comecei a relaxar.

— Eu sempre te achei bonita, mas depois de te ver saindo do mar naquele dia, eu tive certeza disso. — Ele disse com a voz mansa bem próximo a minha orelha, o que me faz ficar toda arrepiada, enquanto ele descia as suas mãos gentilmente por meus braços e começava a acariciar o meu corpo.

— Você é tão linda, e maravilhosa, não devia se esconder assim. — Disse beijando o meu pescoço e abrindo a minha canga. Senti a canga caindo no chão e exibindo o meu corpo apenas de calcinha e sutiã. Ouvi ele gemer assim que me viu semi nua e ele colou o seu corpo em mim, me fazendo sentir seu pau duro feito pedra contra a minha bunda. Eu já estava molhada, completamente molhada, gemi e me arrepiei com seu corpo no meu, estava me entregando quando lembrei da minha irmã. A essa altura ele já estava segurando e apertando os meus seios, massageado os meus mamilos por cima do sutiã.

— Você é namorado da minha irmã... Para! — Falei me virando de frente pra ele, foi difí­cil, mas o afastei de mim, sem olhá-lo nos olhos.

— O que tem? Eu sei que você me deseja. — Disse ele se aproximando de novo, insistente, já colocando a mão na minha buceta sobre a calcinha e me acariciando, apertando a minha buceta, sentindo minha umidade, ele riu satisfeito.

— Eu percebo o jeito que você me olha... Eu sei que você se tocou quando me viu fodendo a sua irmã lá no quarto... E eu fodi ela pensando em você, querendo você, cunhadinha. — Ele disse puxando a minha calcinha pro lado e deslizando os seus dedos entre os lábios da minha buceta molhada, ele pousou seus dedos no meu grelinho, apertou suave e começou a massagear em movimentos circulares, era tão gostoso, o meu corpo estremecia e eu gemia baixinho e manhosa com o prazer que ele me proporcionava.

— Foi assim que você se tocou? É assim que você se toca pensando em mim? — Ele dizia baixinho, sussurrando com a voz rouca e sexy, que me instigava. Ele deslizou seus dedos até a entradinha da minha buceta e tentou me penetrar, mas parou quando eu gemi de dor.

— Como você é apertadinha, cunhada... Que delí­cia!

Eu disse pra ele que era virgem ou pelo menos tentei dizer e eu percebi que ele ficou doido ao saber disso, ainda mais excitado. Quando dei por mim ele já estava chupando meus seios, sugando meus mamilos um por um, delicadamente, mas com fome, com voracidade. Ele lambia, chupava, mordiscava, me deixando completamente marcada e arrepiada, enquanto intensificava a sua massagem em meu grelo. Eu já gemia alto e me contorcia contra o seu corpo. Até que senti espasmos intensos por todo meu corpo, gemi alto de prazer e gozei perdendo o equilí­brio nas pernas e quase caindo no chão. Tinha sido o melhor orgasmo da minha vida.

Ele beijava todo o meu corpo delicadamente, explorando o meu pescoço com seus lábios e o meu corpo com suas mãos grandes e firmes. Ele apertava a minha bunda com força, me dava tapas dizendo que sempre me desejou e que depois que me viu na praia passou a me desejar mais ainda, e que estava doido pela minha bunda. Ele apertava os meus seios, brincava com os meus mamilos que estavam durinhos. Ele me usava enquanto eu me refazia do orgasmo. Senti sua mão sobre a minha e ele a colocou sobre o seu pau, que estava pra fora e apontando pro teto de tão duro. Eu estremeci com o toque e olhei para aquele caralho com tanta fome, matando a minha curiosidade. Segurei firme naquele caralho duro, grande e grosso, quente em minhas mãos. Seu pau era lindo, moreno com a cabeça rosada tão grande que parecia um cogumelo. Seu pau devia ter uns 18cm e era coberto de veias, macio, quente, viril. Sem jeito comecei a masturba-lo, não sabia exatamente como fazer mas me esforçava pra dar prazer aquele homem que eu tanto queria. Via seu pré gozo babando a cabeçona do seu mastro e passava os meus dedos ali espalhando sua gala pelo corpo do seu mastro, o deixando todo babado.

— Isso, cunhadinha... Você tá indo muito bem, mas vem cá, vem. — Ele disse acariciando o meu rosto e forçando levemente a minha cabeça para baixo, contra o seu mastro.

Eu me ajoelhei na sua frente e abocanhei o seu mastro. A cabeça do seu mastro preenchia toda a minha boca, e eu chupava, sugava, esfregada a minha lí­ngua na uretra, serpenteava cabeça do seu mastro com a minha lí­ngua quente e molhada. Ele gemia, se contorcia de prazer e me incentivava sempre dizendo que eu estava indo bem, que minha boca era gostosa e eu chupava gostoso. Ele segurava a minha cabeça e forçava ainda mais contra o seu mastro, me fazendo engolir seu mastro até onde eu conseguia até me engasgar quando a cabeçona cutucava a minha garganta.

Logo eu estava pegando o jeito e o chupava com vontade, fazendo um vai e vem hora rápido e hora devagar. Ele pegou minha mão e colocou sobre suas bolas, eu entendi e comecei a massagear, apertar com cuidado. Senti seu pau crescer e inchar na minha boca, pulsando contra os meus lábios e senti um lí­quido quente e salgado invadir minha boca, enquanto meu cunhado urrava de prazer, gozando. Tentei cuspir sua porra, mas meu cunhado segurou meu rosto, tampando minha boca e me fez engolir, com nojo.

Me levou pro seu quarto, trancou a porta e me jogou na cama. Tirou a minha calcinha e o meu sutiã, e tirou sua bermuda e sua cueca, ficando nu na minha frente. Eu ri de vergonha enquanto observava o seu corpo perfeito e gostoso. Ele abriu as minhas pernas e caiu de boca na minha buceta, me chupando como se tivesse fome e pressa, mas com delicadeza. A sua lí­ngua estimulava o meu sexo levemente, delicadamente e gentil, mas com firmeza.

Ele rodeava o seu dedo na entradinha da minha buceta e as vezes ameaçava me penetrar.

— Eu quero te foder aqui no meu quarto, na minha cama, pra eu sempre lembrar de você, cunhadinha... Quero sentir a sua bucetinha apertadinha no seu pau... Agora! — Ele disse deitando o seu corpo grande sobre o meu, segurando o seu pau e se masturbando. Ele encostou os seus lábios nos meus e me beijou vagarosamente, a sua lí­ngua massageava a minha, explorava toda a minha boca e eu tentava acompanhar ainda sem jeito. Nervosa e excitada por está beijando pela primeira vez e por está prestes a ser deflorada. Nesse exato momento senti a cabeçona do seu pau na entrada da minha buceta, meu cunhado começou a forçar e eu sentia a cabeça do seu pau invadindo a minha buceta molhada. Algumas vezes o seu pau deslizou pra fora da minha buceta, mas o meu cunhado não desistiu e tentou novamente, forçando o seu pau na minha bucetinha apertada, ele gemia contra a minha boca e eu gemia de dor na boca dele.

Senti a cabeça do seu pau entrar na minha buceta e meu cunhado gemeu, urrou de prazer que eu achei que ele estivesse gozando. Eu gemia de dor, sentia a cabeça grande do seu pau me rasgando, estourando o meu cabacinho e queria parar e desistir, mas meu cunhado me prendia com seu corpo e forçava o seu pau na minha buceta, fazendo seu caralho todo me invadir. Ele parou quando já estava todo dentro de mim, olhou em meus olhos e me parabenizou por ter perdido a virgindade. Então ele começou a fazer um vai e vem devagar, eu gemia de dor sentindo o seu caralho grande e grosso dentro de mim. Sentia um desconforto quando o seu cacete entrava e saí­a de minha buceta, mesmo sendo devagar. Meu cunhado gemia, urrava, de forma diferente de quando tava fodendo a minha irmã. Ele beijava o meu pescoço, me mordida, chupava a minha pele com tanta força que eu tinha que empurrá-lo pra ele parar.

— Ah... Que bucetinha apertada você tem, cunhadinha... É tão gostosa... Ah... — Ele disse acelerando seus movimentos, dando estocadas mais fortes em minha buceta. Eu sentia um misto de prazer e dor que me fazia gemer feito um cadela no cio, alto, sem pudor e com dor. Ele se motivava com meus gemidos e bombava com forçava na minha buceta, socando o seu pau dentro de mim cada vez mais forte, mais rápido, mais agressivo. Ele segurava em meu pescoço e me xingava, dizia que eu ia ser a putinha dele, que ele ia me foder sempre, que eu ia viciar no caralho dele e batia no meu rosto. Aquilo me deixava louca e quando dei por mim eu estava gozando com o pau dele enterrado na minha buceta, me contorcendo em baixo do corpo dele. Ele parou enquanto eu gozava e minha buceta se contraí­a desesperadamente no seu pau, ele gemia e eu sabia que ele tava perto de gozar. Ele tirou o seu pau quase todo de dentro de mim e enfiou tudo de uma vez bem fundo na minha buceta, com força, me fazendo gritar, nesse exato momento ele tirou seu pau novamente, com muita pressa, urrando alto de prazer e gozou, sujando a minha barriga com a sua porra quente e melada. Seu corpo tremia e ele gemia até sair a última gota de porra, e então caiu desfalecido ao meu lado.

Eu estava ardida, sentindo como se tivessem feito um buraco em mim, me recuperando daquela foda, quando ouvi a voz da minha irmã procurando o seu namorado. Eu e Rafael na mesma hora nos olhamos assustados, eu peguei as minhas roupas í­ntimas, saí­ do seu quarto desesperada e corri para o meu. Foi por pouco que minha irmã não nos pegou. Naquele dia fomos embora e minha irmã não desconfiou de nada. Tive que passar bastante maquiagem no pescoço e tapar bem llos meus seios, pois o meu cunhado me deixou toda marcada com chupões e mordidas. Depois desse dia meu cunhado passou a ir menos lá em casa, estava com a consciência pesada e se sentindo culpado, confesso que eu também. Mas depois voltamos a nos ver e ele me comeu várias vezes sem a minha irmã saber de nada.

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