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Capa do romance Rainha dos quatro reinos

Rainha dos quatro reinos

No misterioso continente sul, Bella e Antony planejam uma união política entre Verão e Primavera. Enquanto isso, Cassian e Rosa buscam selar a paz entre Inverno e Outono. Contudo, traições e uma guerra civil iminente destroem a calmaria. Em meio ao caos e atentados, Bella e Cassian unem forças contra a ganância humana. Nessa jornada, revelações sombrias e um amor proibido surgem, testando lealdades enquanto o destino dos quatro reinos balança sob incertezas.
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Capítulo 1

Reino Verão

Estática no lugar ao vê a cena que se segue em minha frente. Gritos e sons de espadas se tocado em meio a luta bruta. Uma invasão, no palácio! Fico sem reação enquanto sou bruscamente levada para o esconderijo da realeza, pelo soldado.

"Encontrei a princesa."

Ouvi uma voz grave, e rouca os mesmo, tempo atrás de mim. Cometendo um deslize olhei para trás, percebendo homens vindo em nossa direção, porém não eram soldados, mas invasores que nós perseguia com sangue nos olhos.

O pavor me dominou, e consequentemente tropecei nos destroços do castelo, caindo.

" Princesa." disse o soldado me ajudando a levanta.

" Estou bem. "

" Seguia em frente, que vou ficar para os deter."

"Não vou sem você." pronuncie, nessa hora, sou puxada com força sendo colocada no ombro de um homem.

"Solte a princesa."

Escutei o soldado fala, mas longo depois só sons de espadas preenchia o ambiente.

"Me solte." digo tentado me livrar do invasor.

"Calada, princesa. Você é o nosso triunfo o rei fará tudo, que nós ordenasse para ter a sua herdeira de volta." comunicou triunfante pela sua conquista de me ter.

"Ele nunca fará isso, o reino vem em primeiro lugar para ele." digo a verdade.

"Se ele não fizer o que pedimos, você morreram na frente de todos."

Meu corpo tremeu com sua afirmação fria, as lágrimas já desciam sem parar.

"Ele está com a princesa."

Em meio ao choro senti uma voz distante falar, porém foi tudo rápido. Senti meu corpo sendo jogado para chão, todo os meus ossos latejam pela queda.

"Princesa corra o mais rápido que puder." avisou um soldado enquanto outro lutava com o invasor.

Corri o mais rápido que possível, mas parei, olhei para trás. Vendo o soldado sendo morto sem piedade. Ando desesperada, com meu corpo inteiro dolorido, ao vira o corredor atrapalhadamente, sinto meu corpo sendo puxado para dentro de uma sala bruscamente.

"Me solte." digo me debatendo.

"Se acalme princesa, sou eu Jake."

"Jake." pronuncie o abraçando.

"Estou com medo."

"Fique tranquila, a invasão já está no final. Irei novamente para a batalha, não sai daqui."

Concordei, ficado abaixada escondida, esperando o caos passar. Com as mãos nos ouvidos para não escutar o tormento que está na fora. Hora se passaram, e por mais que tentei ficar acordada não consegui, e me entreguei ao sono.

"Princesa. Sinto meu corpo sendo movimentando, com gentileza. Ao pouco vou abrindo os meus olhos, vendo Esmeralda."

"Esmeralda." digo rapidamente a abraçado, percebendo que estava em meu quarto.

"Se acalme está tudo bem, agora."

"Como bem? O que aconteceu?."

"Tudo volto em ordem, e o castelo já está em condição de antes."

"Como pode ser?"

"Todos os criados passaram a noite trabalhando, e a batalha foi só na parte sul e uma área pequena."

" Muito soldado morreu?"

"Pouco, não precisa se preocupar com isso, agora se levante o dejejum está quase pronto. Não pronuncie nada, fiz tudo monótono preocupada com meus súditos."

"Terá um dejejum, com nobres de outro reino. O rei comunicou que ninguém deve relata o que aconteceu ontem." comunicou Esmeralda ao abrir a porta.

Sai do quatro, caminhando para a sala, encontrado todo, sentado na mesa, assim que entrei recebi um olhar de repressão da minha mãe, por conta do atraso.  Eles agem como se nada tivesse acontecido, tudo ali era como eu havia previsto: meu pai estava sentado, conversando sobre negócios com o rei.

Acompanhei elas o dia inteiro pelo castelo, percebi que na parte da batalha minha mãe não levou a rainha. Deixei-la, na sala de lazer, e segui para o jardim, o dia tinha terminado e dando lugar para o anoitecer, o momento mais apropriado para respirar e para apreciar as lindas estrelas e a grande beleza da lua.

Esse lugar me traz uma sensação de liberdade, pelo fato de ter um ar puro, e por que quase ninguém vê aqui. Gosto de está assim sozinha, ando mais pela imensidão entre as diversas flores até chega em uma grande árvores, vendo os seus frutos da cor vermelha, que me faz deseja prova.

Com cuidado para que o vestido não se prenda nos galhos, sumir para o alto arraçando a fruta, e em cima mesmo saboreie. Mas uma movimentação na frente do castelo, me fez descer da árvore, mas no percurso acabei que escorreguei, fechei os olhos esperando a queda, porém sentir sendo segura no ar. Abro meus olhos vendo um rapaz que nunca vim na vida, mas percebo que ele é da realeza pelas suas veste.

"Deveria ter cuidado, não é apropriado uma donzela sumir em cima da árvore." disse colocando me no chão.

"Não me diga o que é apropriado para mim, milorde!" pronuncie seguindo para o castelo.

O deixado parado no lugar.

Segui para o palácio, diretamente para o meu o quarto, e após fecha a porta percebi a presença da minha mãe.

"Onde estava?" questionou.

"No jardim." respondi.

Não sabia o por que dela esta ali, se a muito tempo não vem em meu quarto.

"Irei direta ao assusto, o reino está em crise, e você terá que se casar com o príncipe herdeiro do reino Primavera." Pronunciou.

Parei o que estava fazendo, a encarrado, para vê se era realmente aquilo que meus ouvidos escutaram.

"O que disse?" questionei.

"Que vai se casar na data do seu aniversário. Ele é filho do rei e da rainha que estão hospedados em nosso castelo."

"Não irei me casar." digo determinada.

"Vai sim, não tem outra forma para salva o reino." disse se aproximando.

"Não vou!" comuniquei com a voz alterada.

"Não ouse levanta a voz para mim." disse desferido um, tapa em meu rosto.

"Como pode ter coragem?" perguntei com a mão no rosto, as lágrimas já desciam pela ardência. É inacreditável, que ela tinha feito isso. "Não pense em fazer nenhum absurdo." disse saindo.

Meu corpo treme de furar, não posso deixa que decida minha vida. Irei fugir, rapidamente peguei uma bolsa de moeda, com a mão na maçaneta da porta, o meu destino só despedia de mim.

Mas parei ao lembra o que aconteceu noite passada, meu casamento seria uma forma de manter todo salvo, dos outros reinos que poderão se aproveitar da condição financeira ruim. Para invadir e toma o reino pra si.

Porém não quero me sacrifica, estou sem rumo.

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