Seguir
Capítulos
Compartilhar
Capa do romance O retorno da lenda esquecida

O retorno da lenda esquecida

Kayce era um mestre marcial e médico brilhante até perder sua memória e prestígio. Humilhado pela família da esposa como um genro inútil, ele viveu como um pária social. Contudo, suas habilidades extraordinárias começam a despertar. Ao recuperar seu passado, ele deixa de ser um alvo de piadas para se tornar um gigante global imparável. Agora, Kayce busca vingança contra quem o traiu, protegendo sua amada enquanto retoma seu lugar de direito no topo.
Capítulos
Compartilhar

Capítulo 2

A vida de Kayce começou com o abandono, deixado à porta de um orfanato ainda envolto em mantas de bebê.

Quando completou seis anos, um estranho sem nome apareceu e o levou como aprendiz.

A partir daquele dia, o homem vinha e ia como uma sombra, ensinando Kayce as antigas artes marciais e os segredos da cura.

Aos doze anos, Kayce deixou o orfanato e começou a vagar de lugar em lugar pelo país.

Quando completou quinze anos, começou a viajar para outros países.

Ano após ano, ele batalhou incansavelmente para subir, construindo um império a partir do nada e da ambição, reunindo riqueza e influência que se estendiam por todos os cantos do mundo. Para a maioria, ele era um sussurro, uma lenda, conhecido apenas como o Coroado, um título de respeito.

Mas o destino deu uma reviravolta cruel há dois anos. Traído por aqueles em quem confiava, Kayce sofreu ferimentos devastadores e fugiu de volta para sua terra natal, buscando a ajuda de seu mentor. Em vez disso, encontrou assassinos à espreita. Uma bala na cabeça o lançou de um penhasco.

Milagrosamente, ele se agarrou à vida, mas acordou sem uma única memória.

Ele vagou pela vida como uma sombra por dois longos anos, suportando desprezo e zombaria de todos os lados.

Esta noite, as peças faltantes finalmente se encaixaram.

Ele nunca havia sido um perdido esquecido — ele já esteve no topo, um verdadeiro predador no topo da cadeia alimentar.

Kayce sentou-se na cama e acendeu um cigarro.

"Kayce, você está acordado?" Uma voz suave se infiltrou pela pequena abertura da porta, carregando um toque de ansiedade.

Leila Morris, a irmã mais nova de Rosalyn, entrou. Seu rosto, embora deslumbrante, carregava uma tristeza frágil, seus olhos opacos e vazios.

Havia traços sutis de Rosalyn na aparência de Leila, embora as feições mais suaves de Leila ainda tivessem a inocência da juventude, faltando a maturidade mais refinada de Rosalyn.

Leila viveu com a visão debilitada durante a maior parte de sua vida. Nos últimos dois anos, ela ficou completamente cega e passava a maior parte dos dias recolhida em seu quarto.

No entanto, toda vez que Kayce era injustiçado, ela era a primeira a oferecer conforto. Qualquer pequeno mimo que recebia, sempre compartilhava com ele.

Com um sorriso suave, Kayce perguntou gentilmente: "O que te deu a dica de que eu estava acordado?"

Leila avançou levemente, seu sorriso brincalhão. "Fácil. Segui o cheiro do seu cigarro."

Sentando-se na cadeira ao lado da cama dele, ela se inclinou, o rosto cheio de preocupação. "Você está machucado seriamente?"

"Nada que eu não possa aguentar," Kayce respondeu suavemente.

Leila inflou as bochechas irritada. "Kevin é um idiota! Por que ele te machucaria tanto?"

Um sorriso divertido apareceu lentamente no rosto de Kayce. "Na verdade, ele me fez um favor."

"Sério?" Leila inclinou a cabeça curiosamente.

Kayce acariciou suavemente a cabeça dela. "Espere só mais um pouco, Leila. Eu vou trazer sua visão de volta — prometo."

Com um sorriso radiante, Leila disse: "Eu sei que você vai. Um dia você terá dinheiro suficiente para me curar completamente!"

Nesse momento, seu telefone tocou estridentemente.

Ela mal colocou o telefone no ouvido antes que uma voz alta gritasse furiosamente: "Leila! Diga àquele vagabundo inútil para se arrastar até aqui imediatamente — sua irmã está com problemas!"

A voz furiosa era de Sebastião, que desligou antes que Leila pudesse responder.

Sem perder um segundo, Kayce levantou-se e disse: "Não saia desta casa nem vá perto da cozinha. Ligue imediatamente se algo acontecer."

Ele saiu correndo pela porta antes que ela pudesse responder.

Sabendo que a barraca de churrasco era um ímã para bêbados noturnos, Kayce ficou preocupado com a segurança de Rosalyn. Ele chamou um táxi e se apressou em direção à Rua do Charme.

Os postes de luz passavam rapidamente enquanto Kayce se sentava quieto no banco de trás, seus olhos se estreitaram em reflexão.

Apesar do tratamento duro que ele havia suportado na casa dos Morris no ano passado, ele ainda havia encontrado algo que desejava desde a infância — um lar.

Mais do que isso, ele havia encontrado Rosalyn.

Depois de anos conquistando mercados e construindo impérios, com tudo que ele poderia desejar, ninguém jamais tocou seu coração como ela fez.

Agora que a encontrou, não havia chance de ele deixar ir facilmente.

Por enquanto, ele mantinha seu passado para si mesmo, disposto a permanecer como o genro indesejado, ganhar seu coração e encontrar paz enquanto se curava.

Quando o momento fosse certo, ele enfrentaria as sombras por trás da traição de dois anos atrás.

Cerca de quinze minutos depois, Kayce chegou à barraca de churrasco para encontrar tudo estranhamente pacífico.

Ele franziu a testa suspeitosamente. "Onde está o problema que você mencionou?"

Sem nem olhar para cima da grelha fumegante, Sebastião resmungou: "Corta a conversa fiada. Se eu não tivesse inventado algo, você ainda estaria dormindo como um bebê. Quem mais vai ajudar por aqui esta noite?"

Com um sorriso desamparado, Kayce só pôde balançar a cabeça.

Normalmente, ele passava cada noite limpando e servindo até depois da meia-noite.

Se ele não tivesse sido nocauteado mais cedo, já estaria com as mãos na massa.

Jenessa acenou displicentemente em direção a uma grande bacia transbordando de pratos sujos. "Esses pratos não vão se limpar sozinhos. Vamos, precisamos deles logo."

Nenhuma pessoa se incomodou em perguntar o quanto ele estava machucado, mas Kayce já estava acostumado com eles não se importarem.

Pegando um banquinho baixo, ele se acomodou junto à parede e começou a esfregar os pratos. De vez em quando, ele lançava um olhar para Rosalyn, ocupada contabilizando pedidos e lidando com as contas.

Ela se movia graciosamente entre as mesas em jeans apertados, os saltos batendo ritmicamente — elegante, sofisticada e cativante.

Kayce já havia encontrado inúmeras mulheres deslumbrantes no exterior, mas nenhuma jamais conseguiu deixar uma marca duradoura em seu coração como Rosalyn fazia sem esforço.

Mas no segundo que Rosalyn se virou em sua direção, ele rapidamente desviou o olhar.

Parando na frente dele, Rosalyn perguntou: "Dói muito?"

Depois que Kevin nocauteou Kayce mais cedo, Rosalyn havia desesperadamente querido levá-lo ao hospital.

Jenessa, no entanto, lutou duramente contra a ideia, ameaçando causar uma cena, deixando Rosalyn sem escolha a não ser recuar.

Kayce a tranquilizou calorosamente: "Não é nada sério. Sou mais forte do que pareço."

Naquele simples momento, seu coração estava profundamente contente.

A preocupação de Rosalyn importava mais do que a falta de cuidado de todos os outros.

Bem naquele momento, Kevin entrou na barraca de churrasco com um grupo de homens de aparência chamativa, liderados por um homem robusto e careca.

Kevin apresentou: "Conheçam meu novo amigo, Mateus. Ele é alguém com influência por toda a Rua do Charme."

Com um sorriso presunçoso, Mateus disse: "Se houver algum problema, é só falar."

Sem qualquer vergonha, seu olhar percorreu Rosalyn, ardendo de desejo.

Rosalyn franziu levemente a testa e virou a cabeça.

Sebastião deu uma risadinha. "Kevin, acomode seus amigos. Peçam o que quiserem — é por nossa conta."

Kevin arrastou duas mesas juntas e acenou para seus "amigos" se sentarem.

Embora Rosalyn claramente não gostasse de Mateus, ela decidiu não ofender abertamente os convidados que Kevin havia convidado.

Aproximando-se cautelosamente com um cardápio, ela perguntou educadamente: "Os senhores já decidiram o que pedir?"

"Venha se juntar a nós para um brinde, linda," Mateus disse audaciosamente, agarrando Rosalyn pela cintura, sua mão ousadamente colocada sobre suas costas.

"Tire suas mãos de mim!" Rosalyn gritou furiosamente, batendo nele com o cardápio antes de instintivamente recuar.

Perto dali, Kayce congelou no meio do movimento enquanto cortava vegetais, olhos cintilando perigosamente.

O cenário imaginário de Sebastião havia se tornado assustadoramente real — o problema estava realmente ali.

Um frio cortante se estabeleceu nos olhos de Mateus. "É melhor você pensar muito bem."

Sem hesitação, os homens ao seu redor empurraram suas cadeiras e se aproximaram de Rosalyn.

Correndo para ajudar, Sebastião e Jenessa mal deram alguns passos antes que os capangas de Mateus bloqueassem o caminho.

Kevin interveio desajeitadamente com uma risada nervosa. "Vamos lá, Mateus. Vamos acalmar as coisas um pouco..."

Com um tapa feroz, Mateus acertou Kevin com força no rosto. "Você realmente acha que suas palavras importam? Se você não me tivesse convidado para jantar, eu nem teria olhado para você."

Lançando um olhar frio para Leila, Mateus disse: "Venha aqui e beba comigo. Caso contrário, vou destruir a barraca da sua família."

Congelado de choque, Kevin segurou a bochecha, com medo de dizer uma única palavra.

Rosalyn tremia de raiva. "É melhor vocês irem embora agora, ou vou chamar a polícia!"

"A polícia?" Mateus zombou.

Sebastião forçou um sorriso. "Por favor, deixe Rosalyn em paz. Você e seus amigos são bem-vindos para comer aqui sempre, sem cobrança."

"Caiam fora!" Mateus zombou desdenhosamente, alcançando agressivamente mais uma vez em direção a Rosalyn.

Você pode gostar

Capa do romance Casar com CEO até que a morte nos separe
8.9
Continuação de Casar com CEO arrependimento não mata mais tortura,Tesla e Carlos estava vivendo um lindo romance, após anos de sofrimento, finalmente parecia que tudo estava bem, um amor que surgiu ao meio de muitos desacordos. Será que existe o felizes para sempre, ou até que a morte nós separe. Carlos vai mostrar para Tesla o que ele sempre desejou fazer com ela, Tesla vai se interessar por BDSM... ********************* -Saudades dessa cama Ele falava e Tesla se aproximou, sentido ao banheiro, mas Carlos segurou seu braço e a puxou para perto dele. -Estou com saudades da nossa cama, mas com você em cima dela. Tesla estava com o rosto bem próximo ao de Carlos, ele olhava fixo para ela, Carlos deu um sorriso perverso. Acariciando o pescoço de Tesla com os lábios Carlos foi descendo e beijando o corpo de Tesla em formato de coração. Sentindo aquela pele macia de sua amada, Carlos não conseguia resistir, tocar Tesla o deixava cheio de vontades. Carlos tirou o robe que Tesla usava fazendo carinho e beijando seu corpo, Carlos chegou à parte intima e quente de Tesla. -As vezes eu gostaria de ser um peixe bem pequeno para navegar para dentro de você. Falou Carlos animado -Tem horas que você fala cada coisa que me deixa desconcertada. -Eu vou te deixar desconcertada de uma maneira que você vai adorar. Claro que Tesla entendeu o recado, sua pele estava arrepiada, seus peitos duros desejando ser tomada por Carlos. Carlos que não se aguentava de vontade penetrou em Tesla, na primeira colocada Tesla gemeu. -Você se faz de difícil, mas quer tanto quanto eu. Falou Carlos no ouvido de Tesla Carlos virou Tesla com tudo, lhe deu um tapa na bunda, Carlos encaixava exatamente em Tesla, a harmonia que havia entre eles era perfeita, as estocadas de Carlos ganhava força, Tesla tremia de prazer, a vontade era tão grande que ela não conseguiu se segurar por muito tempo, seu desejo escorria pelo membro de Carlos fazendo com que ele desse bombadas cada vez mais rápidas, chegando ao clímax Carlos se deitou ofegante.
Capa do romance Descanse em Paz, Mãe
9.2
Após encontrar sua mãe, a pesquisadora Helena, brutalmente assassinada em um laboratório revirado, um filho descobre que o trabalho de uma vida dela desapareceu. Ao buscar apoio, ele se depara com a frieza de sua esposa, Bruna, que demonstra mais interesse no projeto sumido do que na tragédia. Isolado e desconfiado das intenções dela e de seu assistente, ele ignora ordens para silenciar e aciona a polícia, iniciando uma busca implacável por justiça e verdade.
Capa do romance Entre Corvos e Lobos
9.2
Bruno, o herói conhecido como Corvo, sente-se vazio e sem propósito em Renascença. Apesar do sucesso empresarial e das lutas contra o crime, a solidão o consome. Ele esconde um segredo perigoso: sua paixão por Pierre, o maior vilão da cidade. Esse amor proibido desafia as convenções sociais e a moralidade do justiceiro, que revela não ser tão bondoso assim. Em um jogo de luz e sombras, o destino tenta unir dois rivais destinados a caminhos opostos.
Capa do romance Homens Da Máfia
8.5
Mergulhe em um universo de segredos e adrenalina onde o perigo da máfia encontra a força de paixões avassaladoras. Homens poderosos e determinados, verdadeiros alfas do crime, veem seus destinos transformados ao cruzarem com mulheres extraordinárias. Através de romances ardentes e intensos, o poder do amor genuíno desafia a autoridade desses mafiosos, provando que até os corações mais implacáveis podem ser dominados. Prepare-se para uma leitura quente e envolvente.
Capa do romance MEU DELEGADO
8.2
Valentina Torres Encolho as pernas abraçando os joelhos, apoio minhas costas contra o azulejo frio da parede. Fecho os olhos sentindo a ardência das lágrimas que descem por meu rosto. Só peço que pare, por favor. Mais, socos na porta me fazem pular assustada, amedrontada. - Por favor, por favor, pare Spencer - imploro. - Vadia desgraçada. Abre essa porta Cindy. - Socos, e mais socos. Sinto algo pingando, abaixo a cabeça e vejo as gotas de sangue manchando o chão de vermelho. Deslizo a mão limpando minha boca, e a vejo suja com as evidências de mais uma maldita noite. - Spencer, por favor - suplico, em meio às lágrimas. - Eu vou te matar, sua puta - grita alto. Com um último pontapé a porta se abre. Alucinado e fora de controle, ele entra no banheiro vindo diretamente em mim. Seus dedos enrolam em meus cabelos e os puxam me levantando do chão. Posso ver em seus olhos a fúria cega, e tenho certeza de que hoje será meu fim. Grito por socorro, enquanto sou arrastada como um animal nosso quarto. Os vizinhos não se intrometem em brigas de casais, não importa para eles se serei morta. Debato-me tentando fugir de suas mãos, mas é inútil. Além do mais fugir para onde? Não tenho ninguém, e ele nunca me deixaria partir com vida. Sou suspensa no ar, e jogada na cama. Seu grande corpo por cima do meu, me segurando presa entre ele e o colchão. Usando as pernas como reforço, abre as minhas pernas rasgando em seguida minha calcinha. Suplico encarando dentro dos olhos verdes, e o sorriso que nasce nos seus lábios ao enfiar seu pau, me traz a realidade de que ele é um monstro frio e sem coração. Suas mãos seguram meu pescoço com força, e a cada arremetida na minha boceta seus dedos apertam mais forte, me sufocando. Desisto de lutar, simplesmente aceito o destino. - Gosta assim, não é? Admite. Eu vi você olhando para o homem que coleta o lixo. Quer ser fodida igual uma piranha. - Uma mão solta o pescoço, e desce em direção ao rosto me esbofeteando. Deus, por favor, acabe com isso. Acabe com isso, por favor. Sem ar, sufocando aos poucos, pouco a pouco vou perdendo a consciência. Quando saio na rua, ando sempre de cabeça baixa, ele que escolhe minhas roupas, só posso sair em sua companhia, sair é quase um milagre. Quando o conheci na faculdade, gentil, amoroso, bondoso, não fazia ideia do tipo de pessoa que ele se tornaria. Às vezes acho que o amor me cegou para enxergar os sinais. Ciúmes, discussões, suas mãos quando seguravam firme meu braço, mas sempre em seguida um pedido de desculpas com flores, e lágrimas. E como uma tola apaixonada, aceitei seu pedido de casamento. Sempre fui sozinha criada em lares adotivos e ter alguém cuidando de mim desse jeito era algo maravilhoso, não podia perdê-lo. Os primeiros dias de recém- casados foram inesquecíveis. Mas quando engravidei tudo mudou. Do dia para noite meu príncipe encantado se tornou meu carrasco. Em sua primeira crise me espancou a ponto de perder o bebê. Sangrando e com fortes dores abdominais fui levada para a emergência e como uma boa esposa devotada, contei aos médicos como tinha caído da escada arrumando o sótão. Depois daquele dia as coisas só pioraram. Violência sexual, agressão física, humilhação verbal. Perdida em pensamentos, sou pega de surpresa quando Spencer gira meu corpo me colocando de bruços e monta por cima da minha bunda. Mordo os lábios a ponto de sangrá-los. Algo duro é enrolado em meu pescoço e sou montada como se fosse uma égua. Minha visão vai ficando turva, embaçada. É o meu fim. Fecho os olhos sentindo alívio, porém uma voz ao fundo sussurra no meu ouvido que mereço mais, que não posso acabar assim. Reúno forças que não sabia que tinha, e decido lutar pela minha vida. O ar fugindo dos pulmões dificultando respirar, me contorço. Distraído com seu ato de violência, não percebe quando estico o braço até criado mudo e pego a caneta. Tento mover o abdômen e com um momento de coragem enfio no seu joelho. Gritando, Spencer solta a cinta que prendia meu pescoço e rola para o lado levando as mãos até o ferimento. Respirando fundo, pulo da cama. - Eu vou te matar, Cindy. Em pé, nua e sangrando. Procuro a arma que ele esconde em um compartimento secreto atrás do nosso retrato de casamento. Por vezes fingi estar dormindo e o vi mexendo. Talvez estivesse só esperando o momento certo para descarregá-la em mim. Levanto a arma em punho e miro em sua direção. Olhos que antes tinham fúria, agora tem medo. Está com medo de mim, querido? - Você não tem coragem de fazer isso. É só uma puta interesseira. Se me matar, minha família vai acabar com você. Engatilho a arma.
Capa do romance Noivado Desfeito, Coração Partido
8.3
Maria, a Folha de Lótus, vê seu sonho de ser Rainha da Vila Rica ruir quando Sofia interrompe seu noivado com João Carlos, clamando ser mãe do filho dele. Após humilhar Sofia, o imperador rebaixa Maria e ordena que seus capangas a agridam. No auge da dor, Maria nota que Sofia possui uma marca de nascença igual à sua. Traída e sacrificada por quem amava, ela abandona a passividade. A Folha de Lótus morre para que uma mulher pronta para a guerra renasça.