
O COWBOY
Capítulo 2
ANASTÁCIA MILANI
Esperei o tal peão que ia me busca e nada do caipira aparecer me cansei, como sou péssima para esperar fui para cidade de táxi imagina era um carro velho com um velho barbudo dirigindo que ódio tive do meu pai eu ia fazer ele me pagar por me deixar esperando e quando entrei no bar da cidade eu olhei todo o lugar era rústico demais, com chifres de animais nas paredes velas artesanais e o cheiro forte da madeira e cavalos, odiei mas pelo que vi era o melhor da cidade então pedir uma bebida e o rapaz atrás do balcão me encarou.
- Bem cerveja princesa? Ele foi sarcástico e debochado. - Ou prefere um champanhe?
- Bourbon com gelo. Ele me encarou e deu uma risadinha e eu voltei a olhar o lugar e estava bem cheio para cidade. - Quanto tempo daqui ao rancho Vaquejada?
Ele me olhou e me encarou e olhou na pista, tinha muitas pessoas dançando e ele voltou a me encarar e respondeu bem rápido e saiu.
- Meia hora princesa.
Nossa a música era péssima tocava no fundo, country chattahooche, bati meus pés e sorri com o jeito que eles dançavam e sentir uma nostalgia no lugar e o lindo rapaz atrás do balcão voltou e sorriu para mim, foi o primeiro sorriso da noite e olhei as garotas cafona todas com umas botas ridículas e os cabelos mal, pintado eu balancei a cabeça eu não estava acreditando e olhei no final do balcão e vi a imagem de um Deus grego com um lindo sorriso no rosto e dava para ver que todas ali o deseja e ele adorando ser o centro das atenções e olhei de novo e ele estava me olhando.
- Caralho que delícia de caipira. Músculos definidos, corpo bronzeado, a barba escura por fazer olhos cativantes e um belo sorriso e os cabelos escuros com uma ondulação eu pirei na hora que vi e logo voltei a minha vida real ele era um caipira e isto eu não queria para minha vida. — Meus instintos, animal está aflorado. Eu falei e o rapaz riu e me deu outro uísque e riu. — Tem mais coisas para fazer neste lugar?
- Vejo que você não é daqui, mas temos festas todo fim de semana. Quando virei o uísque ele estava se sentando do meu lado forte e atrevido caipira olhei e senti o tesão e o cheiro dele me deixou tonta. - Vejo que vocês são bem atrevidos.
Ele se calou e pegou uma cerveja e virou de costas para o balcão e me olhava as pernas e seu olhar subiu e chegou nos meus seios e eu arrumei a alça do vestido e ele olhou de novo que caipira desgraçado estava me comendo com os olhos e além de tudo era tarado e eu gostando daquela olhada d de cada gesto e mais ele foi ousado e passou o dedo no meu dedo que estava no copo e deixou um copo de uísque e saiu me deixou molhadinha na hora que tesão sentir percorre meu sangue eu olhei e bebi o uísque, mais o caipira ia se arrepender de me olhar daquele jeito e sei bem provocar um peão mal-educado.
APOLO MASCARANHAS
Que potranca linda suas curvas eram perfeita e seus dedos pegando naquele copo já imaginei ela pegando no meu pau sentir tesão quando ela colocou a boca no copo e me deixou louco e eu tinha que sentir seu cheiro e vamos dizer era maravilhoso, pena que e muito fresca suas roupas e seus cabelos era de mulher riquinha mas o tesão que ela me deixou, foi nítido sentir meu pau ficar ereto sobre a calças, jeans eu olhei de novo e ela cruzou as pernas que delicia eu mordi os lábios e por mim eu foderia ela agora e sai para dançar com outra e de longe eu olhava e tomava conta daquela potranca.
Eu me virei e quando olhei ela já não estava mais e eu corri até o balcão e sem fôlego eu não podia perder aquela mulher e eu tinha que ver ela de novo.
- Cadê a garota que estava aqui, Gui? Ele me olhou e riu. - Aquela ali Apolo você vai ter que treinar muito no laço porque a potranca e selvagem, olha ela lá. Ele me mostra que ela já estava toda sorridente com Christopher e ria e me olhava de longe que safada e eu vi estar no cio seu cheiro me dizia o que ela gostava e seus olhos queimava ao me olhar. — Nunca erro uma laçada.
Quando olhei ela tinha sumido e claro deve ter ido com o Christopher ele era um galinha e um riquinho da cidade era o ‘playboy’ do Texano e eu o ‘cowboy’ ogro e sou feliz assim e quando eu ia saindo por surpresa eu bêbado e sabia que não ia embora sozinho e eu olhei na porta da caminhonete ela perfeita e linda morena, com seus olhos puxadinho e bem louquinha.
— Demorou garanhão! Ela já apertou a minha bunda e me beijou. — Está uma delícia bêbado.
— Vai me levar para casa minha potranca? Dulce já estava acostumada a me levar para casa e ela amava cavalgar no meu garanhão.
Ela riu e cheguei no rancho eu fui direto para casa fica atrás da casa grande, me joguei naquele quarto e o calor me matava e lembra daquela moleca com seu cheiro que me enlouquecia eu mal respiro quando Dulce tirou a minha roupa e ela fez todo o trabalho me jogou na cama e sentir ela me beijar e me sugar sua boca era macia e ela apertava com seus, dente sentir um, tesão que tomou conta de mim, mais a segurei com forças pela cintura e a coloquei de quatro na cama e ela gemeu gostava de ser tratada com violência e não esperei nada eu entrei dela e apertava sua bunda, abri a palma da mão e bati na sua bunda como eu batia na égua da fazenda e ela gemia e implorava por mais e eu socava tudo dentro dela e batia em sua bunda e ela pedia por mais e eu enfiei mais e meu dedo em cuzinho e ela gemeu safada adora que ficou molhadinha e sentir ela gozar e gritar mas não deixei de pensar na potranca que mardita gostosa. Eu chupo aquele grelinho.
— Quem você chupa seu safado?
— Larga de bobeira eu chupo a vaca.
Quando acordei a ressaca era demais e eu mal bebi um café na casa grande e quando cheguei na sala estava lá umas dez malas levei um susto então ela tinha vindo de mudanças só o que me faltava e eu ia subir e ouvir os gritos dela, no quarto e logo vi que ela era filha do Senhor Enrico estética demais cheguei Ao quarto e deixei as malas e ela falava estava com uma camisola rosa com brilhos e uns pelos, na barra eu rir parecia uma boneca de costas ela era magrinha e de si para pegar mais e quando subir ela falava ao celular.
- Nossa, até que fim, estava dormindo embaixo das árvores ou estava no chiqueiro? Ela falava de costas para mim. — Que lerdo vocês não servem para nada, são todos inúteis e da próxima traz as malas logo e cuidado são todas de marca.
— Que insuportável mimada. Eu falei baixinho e ela ouviu e virou. — O que disse seu peão analfabeto? E ela me olhou eu fiquei parado olhando as curvas dela de frente e vou te dizer e linda os seios durinhos bem amostra porque a camisola era sexy demais ela, e seus olhos claros me hipnotizou e vi ela clicando as mãos para a tampa os seios e eu rir era muito bonequinha. — Magrela histérica.
Eu saí e ela ficou brava gritando e eu rindo e sem ar era a garota de o tem a noite que mundo pequeno eu fiquei sem saber o que fazer e falar meu pai eu queria sair correndo e me joga no Rio e passou na hora.
- Mimadinha do caralho eu tenho vontade de dar uma surra nela para ter educação.
- Falando sozinho Apolo? Eu me assustei e sentir o abraço e a risada era a minha irmã linda morena, olhos negros e muito tímida.
— Maite, que susto, o que faz aqui?
- Enrico me chamou e aí vou para a cidade depois, poderia me levar? Nos abraçamos e entramos na casa e tomamos café com ele e falávamos dos planos dele para Mimadinha. - Vou esperar lá fora.
Ela era perfeita demais era toda pequena e eu fechei os olhos e vi cada parte dela em minha frente, maldita magrela que me provoca.
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