
O COWBOY
Capítulo 3
ANASTÁCIA MILANI
Não acreditei quando vi ele ali na minha frente era o maldito peão da noite anterior e eu sentir meu corpo tremer e fiquei sem ação ele estava um, tesão, mais e um horror e eu ainda gostei deste mal-educado cheirando a cavalos que ódio eu queria matá-la jogou as minhas malas no chão eu vou fazer da vida dele um inferno.
- Não aguento este lugar, tudo aqui cheira mal. Eu desci e dei de cara com eles na sala e ele me olhou de lado e balançou a cabeça segurando o chapéu ele saiu fazendo caretas e eu queria jogar meu salto na caneca dele se não fosse tão caro, eu olhei e tinha uma linda garota conversando com meu pai parecia um anjo falava calmamente e sorria demais e bem cafona eu rir e meu pai começou a falar sem parar.
- Menos pai pela manhã, odeio conversa e me deixa zonza seus gritos e ele fazia de propósito. — Apolo, Apolo? Ele gritou e o peão entrou de novo e aí eu olhei a calças, jeans grudada marcando seu pau, e a camiseta preta mostrando os músculos e a barba sem fazer ele entrou deixando sua marca na sala que ódio era gostoso demais. — Só o que faltava reunião com os empregados.
Eu balancei a cabeça e ele falava sem parar. A garota ria a ator que queria enfiar um pão na boca dela e ele me olhava de lado e mexia seu corpo para me provocar.
- Maite vai te ajudar com tudo que precisar e o Apolo vai te mostrar tudo no rancho. Eu gritei e me levantei— Não mesmo pai, não preciso de babá, sou grandinha e quer saber eu já estou voltando para Paris.
Ouvi risadinhas e meu pai gritou. — Senta aí garota, o que está pensando que é férias? Não mesmo eu te disse e um ano aqui ou fica sem dinheiro eu vou doar toda a sua herança, então princesinha seu castelo está confiscado e vai aprender tudo no rancho. Eles davam risadinhas e ela com cara de coitada que ódio fiquei dos dois, eu voltei e peguei uma maçã e disparei.
- Tá! Bom Senhor, mais depois quero a minha herança farei o que eu quiser e mais eu tenho as minhas regras e nada de babá e nem este animal andando atrás de mim.
Joguei a maçã nele e subi meu salto, bati no assoalho e eles ficaram rindo e falando de mim e claro eu sou o assunto mais interessante deste lugar.
Cheguei no quarto com raiva de mim e de tudo ali eu queria fazer compras em Paris e olha onde eu estava e meu pai dando assunto para estar gente esquisita, eu não vou aguentar este lugar e nem ele andando atrás de mim.
Bateram na porta:
Detesto tudo neste lugar o cheiro, o mato esta gente esquisita que não sabe nem falar e este calor inferno me moveu o, na cama e comecei a chorar eu queria morrer e bateram na porta ainda mais isto o que querem me enlouquecer?
— Vai embora eu quero ficar sozinha, cansei de ordens. Gritei e coloquei uma música no meu celular. — Gente chata! Gritei sem parar e queria me afogar no rio. — Peão desgraçado morra!
A porta se abriu e levei um susto eu ia gritar mais era a Maricota era uma senhora de uns 50 anos que cuidava de tudo aqui em casa e me criou e quando vim nas férias ela era muito bonita com os cabelos, louro na cintura e o nariz empinado e muito leal ao meu pai e o melhor era seus vestidinhos grudados no corpo de chita ela entrou e sorriu.
— Minha menina, não chore, é muito linda e vai borrar a maquiagem. Eu tive que rir dela e ela me puxou colocando a minha cabeça em seu colo. — Ele já viajou e você precisar ser boazinha e fazer as coisas certo e quanto mais rápido ele vê que você aceitou mais rápido você volta para sua casa e, porque não aproveita tudo aqui e se diverte um pouco.
— Cota eu odeio tudo aqui e ele só sabe gritar e dá ordens e, porque colocou aquele caipira para andar atrás de mim, eu não quero aprender a falar caipira, eu falo três línguas diferentes e eu quero um shopping.
— Vai para cidade com a menina Maite e aproveita que pode passear e depois vou fazer aquele ensopado que ocê adora.
Eu a beijei e peguei a minha bolsa Louis Vuitton eu desci e estavam lá na cozinha, ele enfiou um pedaço de bolo na boca com tudo e falava com a boca cheia que nojo eu fiz cara feia e a caipirinha me olhando abonado.
— Resolveu sair do Castelo. Ele falou com a boca cheia de bolo caindo para todo lado que nojo eu viro o rosto. — A princesinha do papai vai aonde?
- Vamos para cidade preciso comprar umas roupas para este lugar horrendo e não aguento este calor. Ele me olhou e fez careta e saiu e a caipira ficou olhando parada e a Cota riu. — E você vai logo, não tenho o dia todo.
Eu sabia precisar me acostumar com aquele lugar era tudo ruim, mais era meu e eu ia tentar aproveitar o máximo e o que sabia fazer de melhor era gastar partimos para cidade eu no banco traseiro e ele olhando pelo retrovisor e eu fazendo caretas eu quase morri quando ele colocou uma música country alto e ele cantava meu Deus eu queria morrer, comecei a mexer no celular e dava risada em minha, fotos eu não queria fazer amizades com esses caipiras e quando chegamos ele desceu e estica o corpo como um velho que horror aquela imagem, coloquei o meu tiffany.
Anastácia nos olhos e sair e a caipirinha me puxou pelo braço.
- Anastácia a loja e por aqui e depois podemos ir na Glória arrumar os cabelos.
Adorei a ideia, eu balancei a cabeça e entramos passei horas naquela loja cafona e acabei achando poucas coisas, mas era o que eu tinha para hoje e saímos para o salão ele sumiu deve ta enchendo a cara.
— Cadê o caipira, sumiu?
— Deve tá com a Dulce no bar. Ela falou e riu.
— Quem é Dulce, uma namoradinha dele?
— Uma das garotas dele, são tantas e ele não tem namorada e um mulherengo é melhor ficar longe.
— Ele não faz meu tipo, eu gosto de Ken, príncipe e ele é um sapo. Ela riu e entramos na loja. — Tem algum Ken por aqui?
— O que é Ken? Ela ficou confusa e riu.
— Mentira caipira e o namorado da Barbie ele é perfeito, chique pele clara e os cabelos claros e muito bonitos com o corpo sarado e com seu carro do ano.
- Só conheço um assim, ele é perfeito seus olhos escuros e os cabelos, louro. Ela suspirou e fechou os olhos.
— Tá apaixonada caipirinha? Eu rir.
— Ele nem me nota, mas é perfeito e muito safado.
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