Seguir
Capítulos
Compartilhar
Capa do romance •MINHA MULHER•

•MINHA MULHER•

Hanna Blunt fugiu por anos da violência do pai, Alaric. Ao retornar a Nova York com a mãe, ela teme reviver o passado sombrio. Contudo, um encontro inesperado muda tudo: após uma noite intensa com Declan Goode, irmão de sua amiga e líder de um clã mafioso, Hanna descobre que se envolveu com um homem perigoso. Agora, além de escapar das garras do pai, ela precisa lidar com a perseguição obsessiva do possessivo e sedutor Declan.
Capítulos
Compartilhar

Capítulo 3

HANNA • NARRANDO

Nossos corpos se alinham um no outro como se fosse um quebra cabeça as peças certas. Não tirava meus olhos dos seus, assim como o deles do meu, estávamos em ótima sintonia.

A música mudou para uma lenta sexual, ele aproveitou para passar suas mãos por meus braços, em seguida para meu pescoço, aproximando seu rosto do local sensível onde beijou de maneira cálida.

Minhas mãos correram para suas costas, comecei a acariciar, apertar, enquanto ele dava vários beijos em volta do meu pescoço. Sua barba fazia com facilidade minha pele arrepiar.

— Hanna, estava procu... — sair da bolha excitante, quando foi chamada pela Carla. — Oh! — sua boca emite esse som ao ver o homem que até então me segura pela cintura.

— Pensei que estivesse dançando comigo, Carla — digo e me desvencilhando das mãos do homem. — Quer dizer, pensei que estivesse aqui — me atrapalhei um pouco.

Carla segura o riso por minha vergonha pois agora devo estar vermelha, mas logo fica séria.

— Declan — diz nervosa. Ela pareceu lembrar de alguma coisa.

— Carla — mostra um sorriso. E que sorriso, pena que não parece ser bom.

— Está acompanhada? — pergunta o desconhecido.

— Vim com as meninas — sua voz sai um pouco falha.

Fico apenas observando, pelo jeito se conhecem. E parte de mim se incomoda com isso, mas que loucura mal o conheço.

— Só com elas? — ele arqueia a sobrancelha.

— Sim — sua voz está fanhosa, começava a me dar agonia. — E... Ele sabe — meia que sussurra a última parte. — Deixarei vocês acabarem de aproveitar a dança. Se cuide — sai como um raio da nossa frente.

A acompanho com os olhos para onde vai, minha curiosidade aumenta para saber o que acontece com minhas amigas.

— Qual seu nome?

Saiu de meus pensamentos com a voz da pessoa que está fazendo minha calcinha encharcar.

— É,é Hanna, meu nome é Hanna! — respondo atrapalha. Droga de nervosismo.

— Relaxe Hanna. Não tem porque ficar nervosa — diz calmamente.

— Declan. Certo? — digo, já que ele não disse seu nome.

— Sim. Vamos! precisa beber algo, aqui está ficando cheio demais.

Me leva em direção ao bar, segurando firme minha cintura enquanto caminhamos. Realmente o lugar está mais cheio que antes, a adrenalina que se passava em meu corpo enquanto dançávamos se foi.

Agora me sinto um pouco acanhada.

Subimos as escadas, o que agradeço mentalmente, a boate possui três andares.

— O de sempre para mim, e um Dry Martini — ordena para o barman das bebidas. Isso estranhamente me deixa excitada e me sinto irritada.

O barman rapidamente fez as bebidas, parecia nervoso. Na verdade, onde estamos ninguém se aproxima, e os que ocupavam próximo a nós rapidamente se dispersaram

Declan parecia ser muito autoritário.

No meu décimo terceiro drink, começava a me sentir um pouco zonza e animada.

— Preciso encontrar as meninas, elas devem estar me procurando — digo com voz arrastada.

— Irmãs? — investiga.

— Amigas, Carla é uma delas — respondo, ele me olha sério.

— Tem namorado? — pergunta.

— Porque? Se importa? — digo, efeito da bebida.

— Sim, me importo. Tenho planos para te foder, e não gosto de pegar mulheres comprometidas — responde, engulo em seco.

— Uma pena — faço beicinho. Ele respira fundo.

— Você não tem namorado — diz sem ter minha confirmação disso.

— O que faz pensar que não? — indago.

— Se tivesse não teria dançado comigo daquele jeito. E mesmo se tivesse, não mediria esforços para estar dentro de você — ele termina sua bebida e coloca o copo sobre o balcão. E me puxa, indo na direção do elevador.

— Irei vomitar se formos por isso, melhor pela escada — aviso.

— Não vai! — diz como se pudesse controlar isso.

Dentro do elevador agarrei o braço dele.

— Não gosto.. — digo, fecho os olhos.

Sinto sua mão em meu rosto em seguida a outra, abro meus olhos e o encaro. Ele me empurra para trás, sinto o metal gelado em minhas costas, ele me ergue um pouco fazendo assim minha vagina ficar rente à seu membro que se encontra duro.

Descaradamente ele pressiona seu sexo no meu criando um atrito que me fez suspirar, mordendo de leve meu pescoço, acabei gemendo, com isso ele aproveitou para abocanhar minha boca num beijo arrebatador, sua língua encostou a minha e fiz o mesmo, assim começou o duelo entre elas. Uma de suas mãos apertava meu seio esquerdo à medida que o beijo ia ficando mais tenso, ia esfregando com mais força nossos sexos. Pelo fato de estar de vestido, conseguia senti-lo.

O elevador começou a apitar e desgrudei meus lábios dos seus.

— Melhor me colocar no chão — sussurro.

Ele faz isso mas não se distancia de mim, tento controlar minha respiração o que parece ser impossível nesse momento, quando sinto sua mão ir ao encontro da minha vagina arregalo os olhos mas não tenho coragem de repreendê-lo, tocava por cima da calcinha pressionando de leve.

Declan se abaixou na minha frente e pegou em cada lado da minha calcinha e a desceu pelas minhas pernas, tentei impedi-lo mas parei quando recebi seu olhar nada paciente.

Quando conseguiu tirar minha calsinha, a abriu e cheirou bem próximo do meu rosto. Mesmo envergonhada rir.

— Cheirosa — diz com malícia. — Queria te foder aqui.

— Por que não faz isso… — sussurrei.

— Porque não quero que ninguém ouça seus gritos — diz introduzindo seus dedos em minha vagina, aproximou sua boca do meu ouvido e sussurrou. — Quero você completamente nua.

Acariciou minha vagina melada.

Apertando no botão do elevador a porta abriu. Haviam algumas pessoas paradas na frente, acredito que esperando para entrar.

Contudo ao nos verem, somente se afastaram abrindo passagem, ninguém perguntou pela demora.

A música ainda estava tocando ainda mais alto que antes, comecei a dançar. Declan apertou minha mão e me puxou para mais perto dele e fomos andando para saída da boate, colado atrás de mim enquanto dançava.

Um carro se aproximou ao sairmos da boate. Pelo jeito de Declan pertencia a ele.

— Quer que eu os leve, senhor?

Era o Derek, seu olhar foi indecifrável e eu nada disse, fiquei muda.

— Não, vá atrás da tua mulher.

Dispensou ele. Minha cabeça deu um nó ao ouvir ele falar isso.

Derek saiu, sem olhar para trás.

Antes de entrar no carro, Declan me encostou no mesmo e me beijou de um jeito maravilhosamente quente, me deixando mais excitada.

Ficamos nos beijando e quando começou a esquentar, ele sussurrou no meu ouvido para irmos para seu apartamento. Apenas concordei.

Disse que aproveitaria essa noite, e sexo fazia parte disso. Não tinha muita experiência com isso pois fiz apenas três vezes e foi com meu namorado e fazia algum tempo.

Fomos conversando normalmente, na verdade eu era a que mais falava, ele apenas concordava e às vezes dizia algo. Eu não sabia onde estava indo e mesmo um pouco bêbada, fiquei numa mistura de medo e excitação ao lembrar do episódio no elevador e antes de entrar no carro que me deixou molhada.

Pelo fato de estar sem nada por baixo do vestido, fiquei mexendo minhas pernas uma na outra de maneira discreta. Pelo menos pensei estar sendo.

Me assustei quando Declan freou o carro, meu corpo deu impulso para frente, sem conseguir dominar, meu corpo foi para o lado, minhas mãos foram parar diretamente no seu colo por cima do seu pênis duro.

O lugar onde ele parou a rua estava sem sinal algum de outro veículo. Rapidamente tirei minhas mãos de lá. E sorrir sem graça.

— Mas que porra!

Bate no volante. Fazendo eu me assustar.

Declan tirou o sinto e veio para cima de mim, atacando minha boca de forma mais tensa e maliciosa, me beijava e passava a mão por minha bunda, coxa e tentava tocar na minha virilha. Conforme foi me beijando fui ficando cada vez mais relaxada e ele então tocou minha buceta, que estava chorando totalmente ensopada.

Começou a esfregar seus dedos em minha vagina apenas por cima, meu vestido já se encontrava na minha cintura. Quanto mais ele esfregava seus dedos, mais excitada ficava. Até que ele colocou seus dedos entre meus lábios vaginais explorando mais fundo, e começou a masturbar meu grelinho de forma deliciosa me deixando ofegante, em compensação ele estava calmo mesmo com a respiração acelerada, e continuou ali até que ele mandou eu abrir as pernas para ele.

Quando o fiz sem vergonha alguma. Ele inseriu um dedo suavemente na minha buceta.

— Que bucetinha mais gostosa, é apertadinha e toda minha — sua voz era de puro tesão

Então ele inseriu mais um dedo e fez um vai e vem mais constante. E eu comecei a soltar uns gemidinhos baixos suaves, me incomodou um pouco quando ele colocou mais um dedo e começou a meter com força, e com a outra mão masturbava meu grelo totalmente durinho.

Pude perceber o volume em sua calça, então o beijei e acredito que por efeito da bebida comecei a acariciar seu membro extremamente duro por cima da calça jeans, fui abrindo seu zíper vagarosamente e fui tirando seu pau para fora.

Quando vi seu membro fiquei um pouco assustada, era grande e grosso com a cabeça levemente rosada. Comecei a mexer nele fazendo movimentos para cima e para baixo,ele começou a soltar gemidos.

— Vamos para o banco de trás — diz segurando minha nuca, beijando minha boca. Fazendo minha mão apertar seu pau com força.

Mesmo nervosa, não dava mais para desistir.

Continue assistindo!
A história está ficando intensa! Mude para o App para continuar
Desbloquear Todos os Episódios
Abrir o Site Oficial

Você pode gostar

Capa do romance A Esposa do Don: Minha Doce Vingança Arquitetada
8.2
Sofia Almeida sacrificou tudo por Heitor, até sua reputação, sem saber que ele planejou seu acidente e a perda de seu bebê. Após ser humilhada publicamente e descartada por ele e sua amante, o amor de Sofia torna-se um desejo de vingança. Para destruir o homem que roubou sua obra-prima e sua vida, ela decide contatar o único Dom que Heitor teme. Sofia envia uma mensagem desesperada ao rival de seu ex-noivo, iniciando uma aliança perigosa para obter sua retribuição.
Capa do romance A OBSESSÃO DO MAFIOSO
8.0
Após a morte do pai, a vida de uma jovem exemplar desmorona completamente. Expulsa de casa pela própria irmã invejosa, ela acredita estar finalmente livre, mas a realidade é um pesadelo. Nas sombras, um homem perigoso a monitorava, revelando-se um mafioso cruel e implacável. Agora, capturada por suas garras, ela se vê sem escapatória, forçada a enfrentar a possessividade de um homem terrível cujo amor se transformou em uma obsessão sombria e perigosa.
Capa do romance Cativa do Submndo
8.9
Lilith Ferretti Belladonna, a temida Rainha de Copas, exige o pagamento de uma dívida ancestral. Para salvar sua linhagem, a família La Notte entrega a primogênita, Eliza Angie, como quitação viva. Nesse cenário de máfia e poder, o contrato evolui para uma tensão obsessiva. Entre ordens e silêncios, a resistência de Eliza colide com o desejo sombrio de Lilith, que agora busca a entrega voluntária de sua cativa. Um romance sáfico dark onde a posse se torna a única lei.
Capa do romance De Esposa da Máfia a Rainha do Inimigo
9.6
Após quinze anos de sacrifícios pela máfia e uma luta contra a infertilidade, recebo a notícia da minha gravidez. Mas o triunfo vira cinzas quando descubro a traição de Marcos Varella, meu marido e Capo. Enquanto ele planeja me descartar por uma amante, seu maior rival, o implacável Dante Moreira, surge com provas da traição e uma proposta perigosa. Agora, unida ao inimigo, buscarei vingança contra o homem que traiu minha lealdade e meu amor.
Capa do romance Desejo sem Limites
9.1
Gael Variante é o temido subchefe da máfia mexicana em Durango e Sinaloa. Conhecido por sua frieza absoluta e mente estratégica, ele serve ao Pakhan Miguel Vitus enquanto enfrenta uma guerra contra o grupo russo Barisy. Contudo, sua precisão metódica é abalada por Anastacia, uma mulher capturada por erro. Ao cruzar o caminho dela, o destino do implacável mafioso é transformado, desafiando a lenda de que ele seria incapaz de sentir qualquer emoção humana.
Capa do romance FAZENDEIRO SOMBRIO " O DONO DO QUARTEL"
8.7
Alejandro Casillas domina o Texas com crueldade, escondendo sua face demoníaca sob a fachada de fazendeiro. Marcado pela dor e sem espaço para o amor, ele encontra Emma, uma jovem destemida que jurou jamais retornar ao passado sombrio que a feriu. Disposta a tudo para proteger quem ama, ela invade o inferno particular de Alejandro. Entre o desejo e o perigo, resta saber se ela se renderá ou fará o mafioso arder em uma obsessão avassaladora.