
Meu Melhor Desejo
Capítulo 2
Mark Fletcher
Esses eventos beneficentes, são até interessantes no início, mas depois que as pessoas começam a beber, e ficar me rondando, só esperando uma chance para me bajular, acaba se tornando insuportável. Então pra não perder o costume, eu já estou tirando meu time de campo.
- Sr, o seu carro já está pronto. - um dos valet's susurra no meu ouvido.
- Obrigado!
Discretamente, vou passando pelos convidados do evento, cumprimentando um ou outro, mas sem perder o foco, que é a saída. Quando consigo passar pela porta, sinto como se pudesse respirar de novo.
Eu não consigo entender o porquê das pessoas precisarem estar, constantemente, me cercando e tentando puxar o meu saco. Se eles soubessem o quanto isso me irrita, acho que não se aproximariam de mim de novo.
Descendo os últimos degraus da curta escada, encontro John já com a porta do carro aberta para que eu entre. Já dentro do carro, só dá tempo de John se acomodar atrás do volante para podermos dar o fora dali.
Me sentindo totalmente exausto, mais pela babaquice desses eventos, do que pelo resto do meu dia cheio de trabalho, pego meu celular, no intuito de conseguir arrumar algo que realmente me agrade nessa noite. Procurando pelas chamadas recentes, encontro um número que pode me proporcionar isso. Imediatamente ligo para a pessoa que me dará o que preciso.
- Preciso de uma acompanhante para hoje! - vou direto ao ponto, não sou mais um amador nessa questão, só preciso de uma única frase para ter o que preciso. - Uma garota nova? - fico curioso com a informação. - Ótimo, mande-a para mim. - finalizo a ligação, sabendo bem que não precisamos perder tempo com trivialidades como despedida. Dou uma olhada pelo retrovisor do carro, e John faz um sinal positivo com a cabeça. Ele sabe bem o que precisa fazer após me deixar no hotel, as mensagens com endereço e perfil das moças que ele busca para mim, são sempre enviadas ao telefone dele, então não preciso fazer mais nada, senão aguardar que ele volte com a minha companhia.
Minutos depois, chegamos ao hotel, apenas eu desembarco, John já tem outro destino definido. E quando estou na entrada do hotel, ele parte, e tudo o que penso, é em chegar até o meu quarto e tomar uma dose de wisky.
Sem dar atenção a quem quer que esteja na recepção, apenas aperto o botão do elevador, e o aguardo chegar.
Quando chego no quarto, a primeira coisa que consigo fazer é tirar o paletó e a gravata. Depois de lembrar do telefonema que fiz, lembro da informção sobre a moça ser nova, isso significa que não terei uma desinibida me acompanhando hoje. Rapidamente ligo na recepção e peço que me tragam garrafas de champanhe, creio que isso possa ajudar a moça a se "soltar" um pouco mais.
Quando finalizo meu wisky, ouço duas leves batidas na porta. Levanto para atender, já tendo plena certeza de que não se trata de John, ele há sabe bem como proceder nessas ocasiões, que por sinal são muito frequentes.
Abro a porta, e um funcionário do hotel entra empurrando um carrinho, contendo as garrafas de champanhe, um balde de gelo, e uma travessa grande contendo morangos.
Assim que deixa o carrinho na posição que eu indico, ele apenas assente, e se retira do quarto. Me aproximo do carrinho, e dou uma olhada. Pego um dos morangos e ponho na boca. Depois me encaminho para o banheiro, acho que me faria bem jogar um pouco de água fria no rosto.
Dou uma olhada no meu reflexo no espelho, e abro três dos botões da minha camisa, seguindo para abrir os botões que ficam no pulso. Fazendo duas dobras em cada uma das mangas, abro a torneira, e deixo a água fria percorrer por entre os meus dedos. Alguns segundos depois decido por fim, refrescar meu rosto, e com as mãos já estando bem frescas, corro com elas pela parte de trás do meu pescoço.
Depois de conseguir me sentir menos tenso, pego uma das toalhas numa prateleira acima da pia. Quando estou secando meu pescoço, noto que na prateleira, há um dos perfumes que ganhei de presente de uma das marcas com a qual a minha empresa fez parceria. Eu ainda não havia experimentado, então por curiosidade dou uma borrifada no ar para sentir a fragrância. Devo adimitir que o cheiro me agrada, dá uma sensação de frescor. Mas decido usar em um outro momento.
Quando saio do banheiro e apago a luz, ouço o barulho da porta se abrindo. Como eu não havia ligado as luzes quando cheguei, a única iluminação presente no quarto, são as fornecidas pelos edifícios vizinhos.
A meia luz, vejo uma silhueta feminina adentrar o quarto, com a chance de poder analisar um pouco a moça que entrou, mesmo com a baixa iluminação, eu recosto na parede e a observo por alguns segundos.
Ao observá-la olhar curiosamente o ambiente, decido fazer com que minha presença seja notada.
- Você pode ficar a vontade.
Noto que ela se assusta quando digo as palavras, e percebo que o jeito dela é bastante delicado.
Decido me aproximar, e vejo que ela parece ter uma beleza simples. Afim de tirar qualquer dúvida sobre o que estou vendo, me aproximo mais.
Notando o que a iluminação me permite, vejo que ela parece ter uma pele macia, pois a maquiagem que usa parece ser bem leve. Eu já estou acostumado a ter acompanhantes quase todas as noites, então sei bem o quanto elas costumam pesar as mãos nessas bobagens.
Mas essa garota parece ser diferente. Seu cabelo comprido, de um loiro escuro, não parece nem um pouco ser tingido, e muito menos se parece com um cabelo que não é dela. No impulso, eu toco uma mecha de seu cabelo, eles parecem muito macios.
Olhando para ela, trajando um vestido preto, que não demonstra nenhuma outra curva do seu corpo, a não ser as dos seios, percebo também que ele não é daqueles vestidos extremamente curtos que as garotas que me servem costumam usar. E com apenas sapatilhas delicadas nos pés, seu look finaliza com uma jaqueta jeans escura.
- Você é diferente do que eu esperava.
Ela até então não disse nada, apenas permitiu que eu a analisasse, mas vejo em seus olhos escuros, que ela parece assustada.
Pensar nessa hipótese, me deixa levemente excitado. Se ela é nova nesse ramo, com toda a certeza que dançará conforme a minha música. Não que as outras não façam isso, mas a primeira vez de uma garota, fazendo programa, é sempre a mais prazerosa.
Eu volto a me distanciar dela, e ela permanece parada no mesmo lugar. Há alguns passos dela, volto a analisá-la de cima a baixo.
- Acho que minha noite vai terminar melhor do que eu imaginava. - não consigo evitar o sorrisinho safado e o olhar de caçador que dirijo a ela.
Alison Pines
O jeito que ele anda, parece até que está desfilando para exibir toda a sua elegância.
Quando voltou a se afastar de mim, ele vai em direção a um dos sofás que tem seu recosto virado para a porta. Quando por fim se encosta nele, ele mantém as mãos nos bolsos, e cruza uma perna na frente da outra, e com os olhos me avaliando novamente, sua voz volta a se manifestar, mas dessa vez tem um tom sexy.
- Acho que minha noite vai terminar melhor do que eu imaginava!
Ouvir ele dizer essas palavras, me trás involuntariamente um frio na barriga. Então ouso a me pronunciar.
- Olha só Sr - levo mão a boca para pigarrear. - acho que houve um mal entendido.
Ele me olha curioso, e levanta uma das sobrancelhas.
- Sr? - ele pergunta, voltando a dar aquele sorrisinho de lado.
- Bom, desculpe, mas não sei como devo chamá-lo.
- Você pode me chamar como quiser. -ele volta a se aproximar de mim. - Dou a você esse benefício. - ele leva seus dedos próximo ao meu pescoço, apenas para colocar uma mecha do meu cabelo atrás do meu ombro.
Eu não sei porque, mas tenho a sensação de que ele está agindo como um sedutor, e mais impossível ainda, é explicar as sensações que estão surgindo em meu corpo com esse comportamento dele.
Obviamente ele é um homem lindo, sexy, e extremamente atraente, mas ainda assim não encaro isso como motivos suficientes para meu corpo não se retrair, e sair correndo dali.
Quando ele põe seu dedo no meu queixo, levantando meu rosto para encará-lo, encaro seus olhos, eles parecem arder como fogo.
Minha nossa senhora, o que eu ainda estou fazendo aqui, nesse quarto de hotel, com esse homem? Um total desconhecido, que eu posso jurar, que deve ser o homem mais sexy do mundo.
- Então...- eu volto a dar um passo atrás - eu havia dito para motorista que me trouxe, que houve um engano, e que devo ter colocado o endereço errado...
- Não vou mentir pra você, esse joguinho que está fazendo, está me deixando bastante excitado. - ele me encara com olhos famintos.
- Joguinho? - pergunto incrédula.
- Você realmente é diferente do que eu esperava, e ainda faz joguinhos para atrair ainda mais a minha atenção, isso é mesmo muito excitante. - ele volta a se aproximar.
Quando menos espero, ele põe a mão no meus rosto, passando os dedos por minha bochecha. Seu toque é quente, e inesperado.
Quando passa o polegar pelos meus lábios, não consigo evitar de fechar os olhos. Ele então, aproxima sua boca da minha orelha.
- E esse seu jeito inocente, está me deixando louco. - sussurra, fazendo minha pele se arrepiar.
Ele então beija meu pescoço, e eu sinto meu corpo todo esquentar apenas com um beijo.
Com a outra mão, ele afasta meu cabelo, para ter ainda mais acesso ao meu pescoço. Meu corpo volta a se arrepiar, e pensar na ideia de pedir que ele pare e me deixe ir embora, parece totalmente absurda.
Eu cheguei a transar com o Nate algumas vezes, mas nunca senti meu corpo arrepiar e acender desse jeito, com apenas um toque. Esse homem é um total desconhecido para mim, mas as sensações que está me fazendo sentir, são uma descoberta deliciosamente atraente.
Seus toques continuam delicados, são como se eu pudesse quebrar caso ele me tocasse com um pouco mais de firmeza.
Eu não consigo ter uma reação adequada para me portar diante desse estranho, é como se ele tivesse dominado toda a minha capacidade de ignorá-lo.
Quando seus lábios percorrem o caminho até a minha boca, ele primeiramente me dá um beijo terno, como um simples selar nos meus lábios. Mas conforme permanece ali, ele abre caminho para algo totalmente diferente.
Ele segura meu rosto com as duas mãos, e então adentra a minha boca com a sua língua. O que começa com um beijo comum, acaba se tornando um beijo exigente, e cheio de malícia.
A essa altura, já sinto que estou ficando na ponta dos pés, para evitar a todo custo que essa conexão entre nossas bocas, se rompa.
Nem consigo mais definir o que meu corpo sente. Parece que, ao mesmo tempo que milhares de borboletas voam em meu estômago, a região guardada pela minha calcinha, pega fogo.
Para conseguir o melhor apoio que posso, levo minhas mãos até os ombros dele, enquanto ele viaja com a mão pela minha nuca. A sensação de ter um toque como esse, me deixa mais ansiosa para saber onde mais ele pode explorar e me fazer sentir ainda mais ardente.
Quando ele interrompe nosso contato, eu me sinto devastada pela interrupção de tamanhas sensações. Parece até que estou perdida.
Pisco algumas vezes, tentando fazer meu corpo voltar a se estabilizar. Sem dizer uma palavra, ele se posiciona atrás de mim e retira minha bolsa do meu ombro, e parte para tirar minha jaqueta. Se afastando, ele coloca meus pertences em cima do sofá. Com a iluminação baixa, e meus olhos ainda tentando encarar aquela realidade, vejo ele de costas, virado para um desses carrinhos de hotel.
Ploc. É o som que eu escuto em seguida, e logo ele se volta para mim.
- Você bebê? - ele pergunta
- Sim. Mas hoje... - ele já vira com duas taças cheias. - eu não estou bebendo.
Ele me entrega uma das taças.
- Beba! - ordena.
Eu acanhada com toda aquela situação, dou um gole tímido da bebida, ele por sua vez, bebê todo o conteúdo da taça, num único gole. Volta a repousar a taça no carrinho, e parte para cima de mim de novo.
Eu com a taça em uma das mãos, e a outra sem saber o que fazer, sou surpreendida por outro beijo intenso por parte do estranho sedutor. Mas dessa vez, ele vai com uma mão na minha nuca, e a outra em volta da minha cintura. Quando ele sente que isso não é o suficiente, envolve seu braço pelas minhas costas, fazendo nossos corpos se encontrarem.
Só então percebo, que eu não sou a única que está pegando fogo naquele quarto. Quanto mais ele pressiona meu corpo contra o dele, mais consigo sentir, que apesar de eu não ter feito nada, seu desejo por mim se mantém firme.
Já que não tenho mais intenção alguma de tentar me livrar do estranho sedutor, cruzo meus braços por cima dos seus ombros. Essa parece ser a deixa para ele voltar a dar atenção ao meu pescoço, e da mesma forma que no primeiro toque, minha pele volta a se arrepiar, me fazendo arfar com o crescimento da minha excitação por esse homem. Isso parece deixá-lo mais sedento, porque o movimento que ele faz em seguida, me faz ansiar pelos momentos finais.
Ele pões as duas mãos na minha cintura e me puxa para o colo dele, no mesmo instante eu encaixo minhas pernas nele, e acabo deixando a taça cair da minha mão, virando apenas estilhaços de vidro no chão. Mas ele parece não se importar com isso, porque apenas segue pela suíte, a caminho do quarto.
Sem deixar de intercalar sua atenção entre minha boca e meu pescoço, entramos no quarto, no qual percebo uma cama enorme, perfeitamente arrumada.
Quando ele sobe de joelhos na cama, lentamente ele me deita nela, sem romper o contato entre nossos corpos. Ele agora se ajeita sobre mim, e sua ereção se sobrepõe a minha excitação. E com movimentos de compressa, não consigo mais segurar meus gemidos. Eles parecem até gatilhos para que ele não pare os movimentos, porque parece que ele aumenta o ritmos das pressões contra mim.
- Você tem a pele tão macia, que eu poderia beijá-la inteira. - ele diz contra a minha pele.
Com um dos braços como apoio, para não sobrepor todo seu peso sobre mim, o outro fica livre para que com a mão, ele possa explorar meu corpo. A sensação da sua mão me tocando, me deixa cada vez mais ansiosa, e agora é a minha vez de me pressionar contra ele. Quando ele percebe meus movimentos, para de me beijar e me olha nos olhos.
- Preciso de você nua, toda pra mim.
Apesar de seus olhos expressarem desejo, me desfazer de toda a minha roupa, não era algo que eu estava acostumada a fazer. Nunca fui de praticar esses atos, totalmente despida. Sempre achei que não havia atrativos suficientes no meu corpo, para deixar que ele ficasse exposto.
Mas quando ele se levanta, voltando a ficar de joelhos na cama, lentamente me puxa para sentar, e logo inicia o processo de tirar o meu vestido. Mas ele faz isso de forma calma, como se o tempo fosse algo que não nos faltava ali.
Quando ele retira meu vestido, me deixando apenas de calcinha, ele volta a me deitar, e eu com os braços cruzados em forma de X, tentando cobrir o que pudesse, ele pega nas minhas mãos, afastando meus braços, e deixando meus seios totalmente a mostra.
Parado ali, olhando atentamente para o meu corpo, e mordendo o lábio inferior, percebo o subir e descer do seu peito, indicando que sua respiração está irregular.
Logo ele leva suas mãos aos botões da camisa, abrindo um de cada vez, e ainda sem tirar os olhos de mim, ele retira a camisa e a joga de lado.
Quando volta a se sobrepor sobre mim, ele não toca nossos corpos. Apenas coloca uma de suas mãos ao lado da minha cabeça, e com a outra, volta a pegar minha mão, levando até seu peito nú.
- Eu quero que você me toque. - diz olhando fixamente em meus olhos.
Quando minhas mãos passeiam por todo o sue peitoral bem definido, ele fecha os olhos apreciando meu toque.
A cena a minha frente, é muito irreal pra mim, um homem lindo como esse, e diga-se de passagem, gostoso também, pedindo para que eu o toque, e apreciando o passear das minhas mãos pelo seu peito, só me faz perceber que minha calcinha já está extremamente molhada.
Quando ele joga a cabeça para trás, e subitamente volta a me olhar, seus olhos revelam que isso ainda não é nada comparado ao que ainda tem por vir.
Ele volta a beijar a minha pele, e levo minhas mãos até o seu cabelo. Eles são macios, e facilmente meus dedos deslizam por entre os fios.
- A sua pele é divina, e seu corpo, perfeito! - ele encerra os beijos e começa a deixar pequenas lambidas na altura do meu busto.
Conforme ele vai descendo, começo a sentir meu corpo com uma certa urgência. Ele chega até o meu seio direito, mas não o põe na boca como eu imaginei. Ele brinca no entorno no meu bico, lambendo a minha pele como quem lambe um sorvete.
Minhas mãos permanecem em seu cabelo, e minha boca agora proferem incessantes gemidos tímidos. E ele continua com sua língua a me explorar.
Com uma das mãos, ele percorre toda a extensão da minha coxa, até chegar a altura da minha calcinha. E com um dos dedos no limite dela, ele percorre o caminho até o centro do meu corpo, para só então, colocar a mão dentro dela. Quando alcança meu ponto mais sensível, meu gemidos deixam de ser tímidos, e logo ele avança com a boca no meu seio também.
A sensação que tenho agora, chega a ser dolorosa. Um misto de agonia, com urgência. Que faz com que minha pélvis, se movimente ainda mais em direção a sua mão.
Ele solta o meu seio, porém seus dedos, continuam a trabalhar dentro da minha calcinha.
Quando volta sua atenção para o meu rosto, os movimentos dele com os dedos, se tornam um pouco mais lentos, e quando penso que vai parar, ele volta a fazer mais rápido.
É uma tortura deliciosa. Eu não consigo desejar mais nada, além daqueles dedos em mim. Ele aproxima sua boca do meu ouvido, e eu mal consigo entender o que ele diz.
- Geme pra mim, geme no meu ouvido.
Quando encosta sua orelha próximo a minha boca, volta a intensificar os movimentos com os dedos. Inevitávelmente, dou a ele, exatamente o que pede.
Sem voltar a susurrar , ele simplesmente diz em alto e bom som.
- Agora, quero que você goze com os meus dedos em você.
Quando ele põe dois dedos dentro de mim, e continua com o polegar em meu ponto mais sensível, volta a me encarar com a cara de quem realmente quer ver a minha desgraça.
Sem conseguir controlar os sons que estou emitindo, meus gemidos se tornam mais intensos.
- Isso linda, goza sabendo que quem lhe proporcionou isso foi o Mark!
Meu corpo já não consegue mais suportar tanto prazer, aos poucos vou sentindo minhas pernas fraquejarem.
- Goza pra mim, goza!
Com essas últimas palavras, sinto como se meu corpo estivesse sendo eletrocutado, e minhas pernas tremerem feito vara verde.
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