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Capa do romance Meu Melhor Desejo

Meu Melhor Desejo

Um encontro totalmente acidental transforma o destino de Mark Fletcher. Ao conhecer a delicada Alison por engano, ele mergulha em uma fixação inesperada que altera sua rotina. O que começa como um desejo ardente logo evolui para um vício profundo, tornando-o obcecado por cada instante ao lado dela. Agora, Mark precisa entender como essa luxúria avassaladora pôde se converter em um sentimento puro, capaz de conquistar seu coração de forma definitiva.
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Capítulo 3

Mark Fletcher

 Após vê-la de forma tão entregue ao prazer, e sua respiração ficar irregular, eu só consigo observá-la. Quando ela nota que eu a observo, o rubor em rosto fica visível, e minha excitação fica ainda mais intensa.

Geralmente as garotas que me servem, são mais atiradas e ousadas. Mas essa é diferente, o seu jeito retraído, delicado e inocente, só me deixam com ainda mais tesão.

Quando ela não consegue mais olhar pra mim, devida a sua vergonha, eu volto a beijar o seu pescoço. Ela pode até estar bem satisfeita, mas eu ainda não estou. Preciso de mais do que apenas o rostinho dela corado pelo prazer. Preciso estar dentro dela, e saciar minha excitação, que ela só fez aumentar.

Voltando a correr minha mão pelo seu corpo, suas mãos vão direto para minhas costas. E com os deslizes carinhosos que ela faz, sinto como se essa não fosse apenas mais uma foda, com uma garota de programa comum. Apesar de eu saber, que essas mulheres estão acostumadas a lidar de jeitos diferentes, com cada homem, o jeito como essa se comporta comigo, me faz perceber, que eu precisava de mais. Sentir seus toques, tem sido mais prazeroso, do que ouvir seus gemidos em uma foda selvagem.

Começo a ficar impaciente em ter correr todo o processo até conseguir penetrá-la, então me levanto, voltando a ficar de joelhos, começo a abrir meu cinto, pra em seguida abrir minha calça. Percebo que de onde estou, não alcançaria a mesinha ao lado da cama, então me vejo obrigado a sair do meio de suas pernas. Ela me olha curiosa. Mas assim que levanto e abro a gaveta da mesinha, tirando uma camisinha de lá, seu rosto volta a ser de um vermelho intenso, mas ela não deixa de observar cada um dos meus movimentos. Coloco a camisinha, entre os dentes, afim de ter as mãos livres, para me livrar de vez do que ainda visto. Nesse momento ela desvia o olhar e, puta merda, como ela consegue fazer esse jeitinho tão inocente, e ainda parecer tão genuíno tal comportamento?

Eu fui informado que ela era nova entre as garotas de Miss Fei, mas achei que teria algum tipo de treinamento para atender ao clientes. Mas parece que essa não teve tempo ainda, o que me agrada muito. Pegar uma menina totalmente crua nesse tipo de serviço, é algo que eu não imaginava que adoraria tanto.

Quando volto a subir a na cama, me posiciono novamente entre suas pernas, ela ainda não me olha, então ponho meus dedos em seu queixo, afim de que ela volte a me olhar. Quando seus olhos encontram de novo os meus, meu sorriso ladino fica inevitável. Me aproximo de seu rosto, mas não beijo sua boca. Corro com meu nariz por sua bochecha, e vou seguindo até sua orelha, depois faço o caminho de volta.

Olhando para ela, que mantém os olhos fechados, se deliciando com com minha apreciação por sua pele, decido acabar com isso. Porque essa é a minha vez de aproveitar.

Volto a pegar uma de suas mãos, e deslizar pelo meu peito, o que faz com que ela abra os olhos e encare meu rosto. Mas agora mantenho minha mão sobre a sua, e lentamente vou descendo aquela mão macia pelo meu abdômen, até chegar exatamente onde eu queria. Com sua mão no meu pau, eu a vejo ficar mais uma vez vermelha, e ela engolir em seco.

Caralho, que tesão que isso me dá, e meu pau chega a latejar. Então envolvo sua mão por ele, e olhando fixamente em seus olhos, pressiono sua mão em torno dele.

- Tá vendo o que você fez comigo? Tá sentindo a vontade que eu tô de fuder você? - digo descaradamente.

Seus olhos se arregalam, e logo ela os fecha.

- Eu quero que você olhe pra mim. - ordeno, e ela volta a abri-los. - Quero que veja como você deixa louco.

Com seus olhos em mim, eu início um movimento de sobe e desce de sua mão no meu pau. Agora é a minha vez de gemer baixinho. Continuo os movimentos, até sentir a cabeça do meu pau molhar com meu pré-gozo. Ponho sua mão na ponta dele, pra que ela também sinta. 

- Tá sentindo minha excitação por você? - pergunto. E ela faz um leve sim com a cabeça. - Agora quero que você continue. - ordeno, tirando minha mão da dela.

Os movimentos dela são tímidos, mas me proporcionam um prazer indescritível. Mas preciso de mais, então enquanto sua mão desliza lentamente pelo meu pau, sinto a necessidade de movimentar minha pélvis, fazendo o ritmo acelerar um pouco.

O tesão que estou sentindo com isso, fica totalmente evidente no meu rosto, e quase não consigo manter o contato visual com ela.

- Suas mãos são ótimas para isso também. - declaro.

Institivamente, sinto a necessidade de ver sua mão fazendo aquele trabalho. Quando olho para baixo, paro o meu movimento pélvico, e aprecio apenas o movimento da sua mão.

Sua mão delicada, com as unhas pintadas de um rosa suave, em volta do meu pau, em movimentos lentos, me fazem perceber que não posso mais esperar.

Volto a encostar nossos lábios, emitindo um breve e abafado "ahhh". Então dou uma chupada em seu lábio inferior e me levanto. Pego a camisinha que eu havia deixado ao lado dela na cama, a coloco novamente entre os dentes, e volto a me ajoelhar na cama.

Minhas mãos correm por sua cintura, logo encontrando sua calcinha. Eu a seguro com uma mão de cada lado, deslizando pelas coxas dela. Quando a deixo livre de qualquer coisa que me impediria de ter total acesso, rasgo a embalagem da camisinha.

Sem deixar de observá-la um só segundo, noto que ela também me observa. Cada movimento meu é analisado por seus olhos, que também estão ansiosos.

Quando desliso a camisinha por meu pau, noto que ela parece me olhar preocupada, mas ao mesmo tempo parece surpresa. E eu não consigo deixar de provoca-lá, ao notar sua respiração irregular.

- Ele é todinho pra você! - lhe lanço um sorriso safado, e um olhar devasso.

Volto a me sobrepor nela, lhe dando um beijo intenso e muito selvagem. Com uma das mãos, acaricio sua coxa, voltando ao ponto que mais lhe agrada. Refaço todas as carícias em seu ponto sensível, mas dessa vez não permito que ela obtenha o desejado.

- Dessa vez você vai gozar no meu pau, enquanto eu te fodo bem gostoso. - não resisto em lhe deixar ainda mais ansiosa. - E do jeito que você está molhada, não creio que vá demorar muito, então terei que ser mau com você. - solto um risinho em seus lábios

Pegando pela base do meu pau, eu o encaixo em sua entrada, e suas mãos que estavam em meus cabelos agora, o agarra levemente, o que me deixa ansioso por penetrá-la.

Quando lentamente entro em sua cavidade, sua expressão de prazer, me deixa louco. Aos poucos vou me movimentando dentro dela, e sentir o quão apertada ela é em volta do meu pau, meu tesão se torna uma espécie de fúria sexual.

- Caralho! Como você pode ser tão apertadinha assim?

Ela aperta cada vez mais suas mãos em meu cabelo, e seus gemidos passam a arrepiar o meu corpo. Já não conseguindo ser tão paciente, meu ritmo se intensifica, me fazendo ter certeza que eu não vou aguentar por muito tempo. A cada estocada, seus gemidos ficam mais agudos, e meu tesão aumentando. Ao olhar para ela, sentindo ainda seus dedos firmes em meus cabelo, minha boca percorre novamente seu pescoço, e meu ritmo aumenta ainda mais.

Volto a pegar uma de suas mãos, e colocar em meu peito. Sinto que a necessidade de seu toque ali, se torna cada vez mais presente. Percebendo que gosto de seu toque ali, ela trás a outra mão, mas não passa muito tempo ali, logo ela sobe até o meu pescoço, e seu toque ali, me deixa confortável.

Com meus movimentos de vai e vem incessantes, começo a sentir uma leve contração em torno do meu pau, e com suas mãos em minhas costas, sinto ela levemente cravar as unhas em mim. Isso só me dá uma certeza, ela está quase gozando, mas eu havia dito que seria mal. Paro abruptamente meu ritmo, e eu a vejo me encarar.

- Acho que você ainda pode esperar um pouco. Não é? - sorrio safado.

A expressão dela é de quem não quer esperar mais por isso.

- Por...por favor...- ela diz baixinho.

Caralho, ela realmente está me pedindo?

- Por favor o quê? - não consigo resistir em vê-la pedir, e volto lentamente a penetrá-la.

- Por favor... - volta a susurrar fechando os olhos.

Como é gostoso vê-la assim, corada e implorando. Minha vontade mesmo, é só de fodê-la e apreciar sua satisfação. Mas a minha também é importante, e é assim que ela está me satisfazendo.

- Diga pra mim! O que você quer? - pergunto com a minha mão em sua cintura, e me pressionando contra ela. - você só precisa me dizer, e eu lhe darei.

Ainda com os movimentos lentos, espero ansiosamente por sua resposta, e a encarando com uma sensação de desejo crescendo ainda mais.

- Por favo... Me...

- Diga! - susurro em seu ouvido.

- Me deixe gozar, por favor...

Aí não teve jeito. Meu corpo entrou em combustão. O jeito que ela implorou por isso, com receio e vergonha, fez meu lado selvagem entrar em ação.

Eu acelerei o ritmo, e suas unhas pressionavam ainda mais minha pele. Quando sua cavidade voltou a fazer pressão em meu pau, acelerei ainda mais. Ela não era a única que estava sentindo o ecstasy chegar, e isso não me deixou parar mais.

- Olhe para mim. - ordeno- Quero que me olhe quando você chegar ao tão esperado prazer.

Parece que minhas palavras foram o gatilho para  ela mal conseguir ficar com os olhos abertos. Suas penas tremiam, e sua cavidade pressionava freneticamente a minha ereção. Já o gemido dela com tamanho prazer, foi o meu estopim para não conseguir mais segurar meu gozo.

- Ahhh. - exclamo, já não conseguindo segurar nem sequer as palavras. - Caralho! - susurro encostando minha testa na dela.

Não conseguindo mais manter meu peso sobre meus braços, deito ao lado dela na cama, e neste momento, ambos estamos ofegantes.

-Puta merda! Que foda foi essa? - digo encarando o teto. 

Depois de sentir que meu corpo já se encontra estabilizado, decido partir para um banho. Me levanto, e caminho em direção ao banheiro. 

 Após regular a temperatura da água, entro debaixo do chuveiro, começando por molhar o cabelo. A sensação da água correndo meu corpo é renovadora. Mas quando a água passa a banhar minhas costas, sinto um leve ardor. Passando a mão pelo local, lembro exatamente o que ocasionou isso. Rindo timidamente sozinho no banho, passo também a lembrar de como toda essa foda teve um, "sabor" diferente. Nunca foi assim com nenhuma outra. Sempre bastou que elas olhassem pra mim, para realmente começarem a fazer seu trabalho, e eu a desfrutar do que me era ofertado, sendo assim, apenas transava e depois as despachava.

Mas como tudo está sendo bem diferente com essa garota, volto a ficar empolgado em voltar para aquela cama, e desfrutar de tudo aquilo novamente. Essa ideia, já me deixa excitado de novo, afinal de contas, tudo que é bom, merece bis.

Saio do banho, seco meus cabelos, mas não dou a mesma importância ao corpo. Logo enrolo a toalha na cintura, e anseio por voltar para a cama.

Quando saio do banheiro, encontro a cama vazia. Olhando vagamente pelo quarto a sua procura, eu não a encontro. Saio do quarto para procurá-la na sala, e a mesma não se encontra lá também.

Fico pensativo. Geralmente as moças permanecem por aqui, até que eu mesmo diga que não precisarei mais dos serviços delas. Mas essa se foi antes mesmo que eu lhe dissesse qualquer coisa.

Não tendo outra opção, eu apenas me seco e visto uma bermuda. O jeito agora, é ir para cama e dormir, até porquê, meu dia será igualmente ocupado amanhã. Então tenho que prezar o fato de poder descansar um pouco mais essa noite.

Quando deito na cama, não tinha noção que precisava tanto desse descanso, em questão de minutos, pego no sono.

Alison Pines

 Depois de me sentir totalmente sem condições de mover qualquer parte do meu corpo, minha respiração irregular, deixa bem claro o porquê.

Quando o estranho misterioso se levanta e segue em direção ao banheiro, eu crio coragem para me levantar. Pegando um dos lençóis da cama, o enrolo em volta do corpo e corro até a sala.

Pegando minha bolsa que ele havia deixado em cima do sofá, procuro avidamente pelo meu celular. 

Meu comportamento parece até estranho, me sinto nervosa, é como se tivesse fazendo algo errado ao procurar o celular na minha própria bolsa.

Acabo deixando a bolsa cair no chão, mas para minha sorte, há um belo tapete para abafar qualquer que fosse o barulho. Apesar desse infortúnio ter feito as coisas da minha bolsa caírem espalhadas pelo chão, ficou bem mais fácil pegar de uma vez o celular. Mas ainda me resta ter que recolher as coisas do chão. Por sorte não carreguei muita coisa comigo hoje. Apenas o documento, cartão, e alguma maquiagem bem básica.

Quando ligo a tela do celular, vejo que já são 01: 47 da manhã.

- Puta merda! - digo baixo. - preciso ir embora.

Corro de volta ao quarto, e rapidamente ponho de volta minha calcinha e meu vestido. Com a bolsa já carregada com tudo o que havia caído, coloco-a no ombro e me apresso a colocar minhas sapatilhas.

Quando ouço que ele já desligou o chuveiro, corro silenciosamente até a porta de saída. Para minha sorte, aquele motorista mal encarado não está no corredor, então passo como um foguete até o elevador, e logo aperto o botão para o térreo.

Após as portas se fecharem, a sensação de alívio fica evidente. Não que a essa altura eu tivesse medo do tal homem misterioso, mas não queria ter que encará-lo outra vez, depois de tudo o que aconteceu naquele quarto.

Quando as portas se abrem no térreo, procuro sair de lá o mais serena possível. Caminho em direção a saída, sem ao menos olhar em volta.

Para minha surpresa, quando passo da porta de saída, encontro com o motorista fumando um cigarro. Tento evitá-lo, mas isso não era algo que ele também quisesse.

- Me acompanhe, por favor. - ele diz depois de jogar fora o cigarro que não terminara de fumar.

- Olha só moço, eu preciso mesmo ir embora.

- Tudo bem! Mas eu preciso acompanhá-la.

- Oh, não precisa se incomodar, eu posso pegar um táxi, ou um Uber. - digo tentando parecer educada dispensando sua carona, mas a verdade era que eu não queria que ele fosse até a minha casa. Até porque creio que fosse mais seguro para mim, se ele não soubesse.

- Você agora vai querer atrapalhar o meu trabalho? - ele diz sério, e eu rapidamente balanço a cabeça em negativa.- Ótimo, você fez seu trabalho, agora eu faço o meu.

- Meu trabalho...? - ele se vira sem me dar mais palavra alguma.

Sigo ele até o carro, e ele ainda se dá ao trabalho de abrir a porta para que eu entre. Depois de fechar a porta e se encaminhar para seu devido lugar, ele apenas dirige.

- Onde deixo você agora? - pergunta.

Eu fico perdida, não posso deixar que ele me leve até minha casa, e me arriscar a voltar para frente da boate que ele me pegou, seria um extremo. Então logo penso que, ele não precisa realmente me deixar em casa, mas se me deixasse o mais próximo possível, pra mim já seria ótimo.

Lhe informo meu bairro, mas à duas ruas de diferença da minha casa. Como eu já conheço bem o meu bairro, posso chegar em casa em segurança a partir daí.

Quando ele me deixa no local indicado, eu espero que ele desapareça na rua para poder voltar duas ruas.

Chegando ao meu quarto, depois de ter que entrar e subir sem fazer qualquer barulho que acordasse meus pais, eu sinto meu corpo desabar na cama. Minha intenção era chegar, tomar um banho, para depois seguir para esse passo. Mas mal consigo manter meus olhos abertos, então apenas deito, e já pego no sono.

Sou acordada na manhã seguinte pela minha mãe.

- Filha, porque ainda está deitada? Esqueceu do seu compromisso com a Amber e a Julie?

- Caramba! - digo disparando para fora da cama, correndo direto para o banheiro.

- É, acho que você vai precisar mesmo de um banho, está usando a mesma que saiu ontem. - ela me analisa da porta do banheiro.- A propósito, que horas você chegou ontem? Não vi você chegar.

- Hã, eu não sei dizer mãe, mas não foi muito tarde.

- Certo. Então se apresse com esse banho, senão chegará atrasada. - ela diz por fim, me deixando sozinha no banheiro.

Quando estou pronta, desço correndo as escadas, e quando estou com a mão na maçaneta da porta, meu pai me interrompe.

- Ei! Ali! Você está pensando em sair sem comer nada?

- Paizinho, se eu sentar para comer, chegarei mega atrasada.

- Mas você precisa comer alguma coisa.

Rapidamente corro até a cozinha e pego uma maçã.

- Agora já estou comendo algo. - dou uma mordida na maçã. - até mais tarde pai.

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