
INFINITO AMOR - LIVRO 02
Capítulo 2
Capítulo 02
Neal Sullyvan
De volta a pista de dança, dançamos mais duas músicas quando a sargento (organizadora) vem nos informar que é hora das fotos, o que acaba durando quase uma hora, em seguida vamos cortar o bolo, escolhendo apenas dividir o mesmo pedaço, assim como dividiremos nossas vidas. Juntos.
— Hummm, — digo beijando a boca de Linda, que tem gosto de bolo e chantilly o que acaba nos deixando sujos e limpo seu rosto com o dedo, sorrindo quando ela faz o mesmo por mim.
— Já podemos ir agora? — Pergunto. — Já cortamos o bolo, já dançamos com todo mundo, agora estar na nossa hora. Já cansei de dividir você com tanta gente.
— Vou só trocar essa roupa e falar com nossos pais.
— Vou falar com o Bennett. Ver se não demora, senhora Sullyvan!
— Vou tentar ser rápida, Sr. Sullyvan. — Deixando mais um beijo em seus lábios, vou até onde o Bennett está para poder falar com ele.
— Tudo pronto, Bennett?
— Sim, senhor.
— Ótimo. Prepare-se, pois já vamos sair.
Fico um pouco conversando com o Erick e logo entro na casa de Sam a procura da minha esposa.
Encontrando-a descendo as escadas já pronta, linda como sempre. Ela abraça o pai e a mãe e me aproximo deles.
— Hora de irmos. — Digo ao passar o braço em sua cintura, puxando-a possessivamente para o meu lado.
— Então vamos. Pai, mãe, sua benção.
— Que Deus vos proteja.
Com um aperto de mão de Sam e um abraço de Ava, nos despedimos deles e saímos. Segurando a mão de Linda, seguimos para onde o Bennett nos aguarda já com a porta do carro aberta, contudo antes de chegarmos no carro, Linda para e olha para trás.
— Hora do buquê.
Rapidamente várias mulheres frenéticas e histéricas se aglomeram em um canto pisando umas nas outras, tudo no desespero para ver qual delas conseguem pegar o buquê e quem sabe logo se casar. Quando Linda faz a contagem e o joga, eu fico só olhando. E é muito engraçado ver o quanto as pessoas se estapeiam por causa de uma superstição. Mas, quem consegue pegar o buquê é minha irmã, o que não gostei nem um pouco.
Vá que essa superstição seja verdade.
Linda ver que estou quase indo até Bia e tirando aquele buquê de suas mãos, e sorrindo ela chega bem perto de mim, sussurrando em meu ouvido.
— Hora de irmos, marido!
Só em lembrar para onde estamos indo e ouvir a voz dela sussurrada em meu ouvido, chamando-me de marido, faz o meu corpo se despertar e logo esqueço o que estava me irritando.
— Então não vamos perder mais tempo, esposa. — Respondo segurando sua mão e a conduzindo até o carro onde Bennett nos espera com a porta aberta.
Linda entra, e fecho a porta, dando a volta para me acomodar em meu lugar. Bennett e May fazem o mesmo e logo estamos seguindo em direção ao aeroporto.
Tenho uma surpresa para Linda. Ela não sabe, mas essa última semana fechei negócio com uma empresa de aviação e agora a Sullyvan Construction tem seu próprio jatinho.
Quando chegamos ao aeroporto, Bennett nos conduz diretamente para onde o jato espera por nós. Linda olha para tudo como se procurasse o porquê de estarmos ali e não no portão principal. Quando ela ver o jato e nele está em letras destacadas o nome da Sullyvan Construction, ela fica de boca aberta.
— A Construtora tem um jato particular?
— Nós, temos um jato particular.
— Desde quando?
— Fechei negócio essa semana. Pronta para inaugurar? Estou curioso para saber como ele é por dentro. Me falaram que ele é muito confortável e que inclusive tem um quarto.
— Um quarto!?
— Sim. — Confirmo e pisco para ela.
Bennett estaciona bem próximo as escadas onde vejo o piloto o copiloto e a comissária de bordo. Toda a contratação foi feita por Weller e Bennett. Mais sei exatamente quem é quem pelas fichas de cada um que eu li.
Desço do carro e dou volta para ajudar Linda a sair.
Ao pé da escada pego-a no colo para subir com ela, afinal, somos recém casados e é tradição carregar a esposa no colo ao entrar pela primeira vez onde passará sua noite de núpcias.
— Neal, seu braço! — Reclama Linda, tentando descer.
— Não está doendo, não se preocupe e fiquei aí quietinha.
Subimos as escadas e logo na entrada encontro a nossa equipe a nossa espera.
— Bem vindo a bordo, Sr. e Sra. Sullyvan. — Falam todos eles de uma só vez.
— Linda, esse é Stenio, ele é o nosso piloto, Ruly, o copiloto, e Claire a nossa comissária de bordo.
— Prazer em conhecê-la, Sra. Sullyvan. — Todos cumprimentam ela.
Linda cumprimenta a cada um apertando suas mãos, sorrindo como sempre faz, conquistando a todos que estão a sua volta.
— Bem vindos a bordo, queiram tomar seus lugares, pois logo estaremos decolando.
— Obrigado Stenio. — Digo, conduzindo Linda até a poltrona.
— Vou deixá-los aos cuidados da Claire, com licença Sr, Sra. — Fala Stenio se retirando com Ruly, indo para a
cabine do jatinho.
— O que está achando baby?
— É muito lindo Neal. Mas porque um jato?
— Vamos precisar nos locomover muito para visitar as obras em outros lugares, e esse será o jeito mais
rápido baby. Também adquiri um helicóptero para viagens mais curtas. Não podemos perder tempo e esses
transportes fará com que possamos nos locomover com mais tranquilidade, rapidez e segurança.
A comissária de bordo logo nos serve bebidas. Bennett e May também estão vindo conosco, mais como bons profissionais que são, mantem-se afastados e chega nos dá a sensação de que estamos a sós.
Uma outra equipe veio nos acompanhando até o aeroporto para nos dar segurança e também para levar o nosso carro de volta para casa.
O Jato começa a taxiar e Stenio nos informa pra colocarmos os cintos.
— Senhoras e senhores, queiram por favor colocar seus cintos. Estamos taxiando, entrando na fila para decolagem. Nossa rota de voo, será de 7. 697,15 km. Tempo estimado de, nove horas e trinta e três minutos até nosso destino.
— Destino esse que será? — pergunta Linda e eu apenas sorrio para ela.
— Fala Neal, pra onde estamos indo?
— Polinésia Francesa. Estamos indo descansar, curtir as belezas naturais de Bora Bora.
— Você já conhece?
— Não. Quero conhecer com você. Quero te dar o mundo.
Depois de decolarmos e já estarmos em uma atura recomendada para que possamos andar pelo jato, deixo a comissária Claire servindo a May e o Bennett, e levo minha amada esposa para conhecer o nosso cantinho onde passaremos nossa primeira noite. Nas alturas.
— Vem baby, você precisa descansar para quando chegarmos ao nosso destino você não está tão cansada.
— Marido, você tem certeza que vai dispensar essa cama?
— Só estou cuidando de você baby. Sei que está cansada, podemos esperar até nosso destino.
— Temos nove horas de voo, podemos descansar por umas horas e usar algumas dessas nove horas, para batizarmos o quarto, o que você acha?
— Tem certeza? Não está cansada?
— Não para fazer amor com meu marido. Mas parece que ele não está a fim.
— Não confunda meus cuidados com você e nossos filhos, com falta de desejo. Porque isso esposa, é algo impossível. Eu te desejo a todo momento. Agora deixa eu tirar essa sua roupa, pois você está com muito pano.
Beijando sua boca vou tateando com minhas mãos pelo seu corpo, e começo a tirar sua roupa. Linda faz o mesmo por mim. Começando por minha gravata.
— Você marido, hoje não sei como, mais você conseguiu ficar ainda mais lindo.
— Digo o mesmo para você esposa.
Não demora e todas as nossas roupas estão ao chão. Pego Linda em meu colo e ainda com nossas bocas coladas a deito na cama, com todo carinho e cuidado. Vou distribuindo beijos por seu corpo lindo. Sua barriguinha que já começa a aparecer e eu demoro um pouco ali, fazendo carinho em nossos pontinhos que crescem a cada dia, fortes e saudáveis.
— Papai ama vocês meus amores. Vocês e a mamãe são minha vida. — Digo beijando lentamente a sua barriga.
— E você é a nossa, meu anjo. — Responde Linda alisando meus cabelos enquanto beijo e faço carinho em sua barriga.
Subo beijando seu corpo até chegar aos seus seios os quais estão ficando ainda maiores e mais sensíveis.
— Oh, Neal! — Ela geme conforme vai ficando mais excitada.
Volto descendo beijos e deixo minha mão trabalhando em seu seio enquanto vou distribuindo beijos por suas coxas e chegando até sua boceta macia, quente e encharcada.
Passo minha língua de leve, enquanto Linda vai se abrindo toda para mim. Isso baby.
— Oh, marido. Eu quero você.
— Estou aqui esposa. — Respondo enfiando dois dedos dentro dela enquanto mordisco e chupo o seu
clitóris fazendo-a arquear o corpo sobre cama. Faço pressão em seu clitóris e intensifico os movimentos com meus dedos.
— Goza pra mim esposa. Me deixa sentir seu gosto.
— Neal!!
Chamando por meu nome ela se desfaz, me dando tudo que eu peço. Eu amo quando ela goza chamando por mim.
Ainda com ela mole sem ter se recuperado, eu me posiciono na sua entrada e sem nenhum aviso prévio eu entro dentro dela. Sua umidade me conduz para dentro com facilidade, ainda sinto seus músculos interiores se contraindo e me apertando.
— Maridooo,
Beijo sua boca e começo a me mexer devagar, apenas sentindo, curtindo a sensação de estar por inteiro dentro dela. Tão quentinha, tão apertadinha, tão gostosa que me faz fechar os olhos e me sentir no paraíso.
— Neal, eu quero mais rápido. Por favor marido.
Começo a aumentar meus movimentos, a cada arremetida vou ainda mais rápido, fundo, firme e duro. Desço minha boca para seu seio que estava implorando por minha atenção e logo sinto o seu interior mais uma vez começar a me apertar.
— Oh, Deus! — Geme ela.
— Quer mais rápido? — pergunto afastando minha boca do seu seio.
— Quero marido. Com força.
Também já estou perto e não quero que nossa tripulação nos ouça. Beijo sua boca e como o pedido da minha esposa é uma ordem, aumento o ritmo das estocadas fazendo-a flutuar na cama. Gemendo na boca um do outro nos libertarmos nos entregando ao prazer, ao amor, a cumplicidade e a conexão a qual alcançamos a cada vez que fazemos amor.
Linda está de olhos fechados e ofegante em baixo de mim. Seu corpo ainda convulsiona, seus músculos ainda me ordenham. Vou distribuindo beijos por suas pálpebras, nariz, boca, queixo... enquanto ela tremula os olhos sem força para abri-los. Mais com um lindo sorriso em seus lábios.
— Como está se sentindo esposa?
— Muito bem comida.
Sorrio para seu jeito de falar e vou saindo de dentro dela aos poucos.
— Fico feliz em ouvir isso. Agora durma baby, quando estiver perto de pousarmos eu te acordo para
tomarmos um banho.
Puxando-a para mim, beijo seus cabelos e a seguro em meus braços adormecendo junto com ela depois de um dia glorioso, contudo também cansativo, e uma rodada de sexo gostoso nas alturas.
***
Acordo me sentindo bem descansado e minha amada esposa está ainda em sono profundo com a cabeça encostada em meu peito. Olho a hora e vejo que está na hora de acorda-la ou não dará tempo tomar um banho.
— Baby, acorde esposa. Falta pouco tempo para chegarmos e precisamos tomar um banho.
Ela se espreguiça e aos poucos vai abrindo os olhos e aquele sorriso pelo qual me apaixonei.
****
Depois de tomarmos nosso banho e nos arrumarmos, já estamos sentados só aguardando o Stenio pousar. Da janela do avião dá para ver a maravilha que é essa ilha.
— Uau! — Exclama Linda, ao observar do alto, toda a cidade lá em baixo.
—Trinta dias, só nós dois, sem ninguém para atrapalhar. Trinta dias de amor.
— Olha que vou me acostumar, hein!
— Acho que eu também vou.
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