
INFINITO AMOR - LIVRO 02
Capítulo 3
Capítulo 03
Neal Sullyvan
Depois que chegamos ao aeroporto embarcamos em um helicóptero até a ilha de Bora Bora onde um outro transporte nos levou até o nosso destino final. Mesmo com toda a ajuda do transporte, ainda tivemos que fazer uma boa caminhada até chegarmos ao bangalô.
Reservei por trinta dias um dos bangalôs, ele é espaçoso o suficiente para nos dá a privacidade que queremos e também manter nossa equipe de segurança, por perto. O que é muito essencial e indispensável.
— Neal, esse lugar é o paraíso! — Exclama Linda, assim que ver onde vamos passar nossos 30 dias de lua de mel.
— É o que merecemos, meu amor. Precisamos descansar e ficar bem longe de toda a loucura dos últimos dias, de toda aquela loucura que está lá em casa. Vem, preciso te mostrar todo o lugar.
Vou mostrando cada cantinho do que será nossa casa por esses dias, aproveitando também a paz que esse lugar me traz.
— Aqui é a sala, — abro o tampão da mesa de vidro com fundo vazado e logo vemos os peixinhos nadando lá em baixo, parecendo estarmos em um filme da Disney.
— Uau! — Exclama ela, admirada com os peixes coloridos e a água transparente.
— Aqui é nossa cama, — digo ao abrir a porta do quarto, uma vista sem comparação que vale cada centavo aqui investido. — Aqui temos a escada que dar acesso para o paraíso. Banho de mar direto da varanda. — Digo abraçado a ela, beijando seu pescoço. — Podemos sentar no deque, com uma taça de vinho na mão, no caso, eu com o vinho, você com uma taça de suco, e assim podemos ver o pôr do sol no horizonte.
— É em um desses momentos que a gente pensa "oh vidão, acaba não!", — diz Linda e juntos começamos a rir.
— Nosso primeiro passeio em família. Hoje eles estão na barriga da mamãe, o próximo passeio eles vão está conosco, curtindo cada lugar lindo que iremos conhecer — digo com as mãos em sua barriga.
— E eles vão amar, meu anjo. Aliás, eles já estão amando.
Depois de desfazermos nossas malas vamos até o restaurante Bloody Mary's, para fazer nossa refeição.
Esse é mais do que um lugar para comer, o Bloody Mary's é uma experiência. O chão é de areia da praia, o assento é um banquinho de madeira, o teto é de sapê e o ambiente é cheio de plantas. Os frutos do mar ficam à mostra logo na entrada e um funcionário explica em inglês todo o cardápio, para que possamos entender o que de fato vamos comer.
Temos que nos controlar para não comer todas as comidas deliciosas que tem no restaurante. Estamos bem dos enjoos, mas isso não significa que ele não possa voltar, então precisamos nos cuidar e mantermos atentos a qualquer sintoma.
Ficamos um bom tempo no restaurante, bebericando, comendo petiscos e ouvindo músicas locais e quando damos por satisfeitos, voltamos caminhando de mãos dadas para a nossa "casa" temporária.
— Está cansada baby? — Pergunto quando entramos no nosso bangalô.
— Nenhum pouco. O que meu lindo marido tem em mente?
— Prefere que eu te diga ou que eu te mostre?
— Prefiro que me mostre. — Responde ela mordendo o lábio inferior, me olhando por entre os cílios.
Pegando ela no colo, caminho em direção ao nosso quarto. No fim do corredor há uma porta dupla, abro-a com uma mão, ainda segurando Linda com a outra. Quando entramos, coloco-a no chão e a pressiono contra a porta, cobrindo seus lábios com um beijo ávido. Flashes da nossa primeira vez passam pela minha mente.
Minhas mãos estão por toda parte do seu corpo, tocando toda a sua pele sensível, macia e perfeita.
— Neal, eu preciso... — Linda sussurra, mas sua voz some quando minhas mãos sobem por baixo do tecido fino do seu vestido, descobrindo que ela está sem nada por baixo.
Safada!
— Porra! Você me deixa louco. — Fecho meus olhos para tentar manter meu controle e não apressar as coisas.
O calor que irradia do seu corpo é suficiente para incendiar um
vilarejo. Nós dois estamos quentes e ofegantes. Gemo baixinho, inclinando minha cabeça para a frente roçando meu rosto entre seus seios, ao mesmo tempo em que puxo para baixo as alças do seu vestido, expondo a sua pele macia e beijando seu seio direito, circulando a língua sobre sua pele sensível.
Ela me empurra até as minhas pernas tocarem a cama e eu caio sentado sobre o colchão. Então, ela dá alguns passos para trás e começa a mover os quadris e deslizar as mãos pelo meu corpo, numa dança sensual só pra mim, ao som de Beyonce - Crazy in Love.
Meus olhos escurecem de desejo enquanto observo cada movimento, conforme ela vira-se de costas e serpenteia lentamente o corpo, puxando a barra do vestido para cima, desnudando as pernas e o bumbum.
No momento em que vejo sua pele nua, deixo escapar uma série de palavrões abafados, dando um ar lascivo ao ambiente. Ela olha por cima do ombro, mordendo o seu delicioso lábio o que me deixa louco de desejo, vendo-a segurando o seu vestido na altura da cintura enquanto rebola ao ritmo da música.
— Está gostando do que vê marido? — Pergunta ela, sorrindo fazendo carinha de sapeca.
— Cacete! Claro que sim. E é tudo meu! — Digo possessivo. — Vem, eu quero tudo isso para mim. — Falo, com a voz rouca. Mas claro que minha linda esposa não vai facilitar minha vida. Ela ainda não terminou de me provocar, então balançando a cabeça, ela pisca para mim e continua a sua provocação.
Ela continua com aquela doce tortura de levantar o vestido um pouquinho de cada lado, no ritmo da música. Depois de me provocar bastante, ela decide tirá-lo inteiro, segurando-o em uma das mãos com o braço esticado e, sem olhar pra mim, ela o deixa cair.
— Agora chega, esposa. Não vou pedir de novo. — Falo com meu controle indo para o espaço. Ela está adorando me ver assim no limite do meu desejo.
— Só um minuto marido. — diz ela de costas pra mim, inclinada para tirar as sandálias.
— Porra, mulher!
Me ajoelho no carpete atrás dela e espalmo minhas mãos na sua bunda, abrindo-a e passando a língua no pequeno orifício que ainda não reivindiquei.
Ela apoia as mãos nos joelhos enquanto eu lambo sua seiva, que começa a escorrer, passo a língua onde ela mais gosta de me sentir e volto para minha mais nova obsessão.
— Hoje eu vou te comer por trás, baby. É o único lugar onde o meu pau ainda não entrou, e está mais do que na hora. — Digo.
Seu corpo estremece e sei que ela está com um pouco de medo que possa doer.
— Anjo! Ainda estou um pouco em dúvida quanto a esse novo passo, mas eu quero muito.
Afasto ainda mais suas nádegas e a toco com a língua. Sei que a sensação pra ela deve ser estranha, porém ao mesmo tempo, é única e estimulante. Ter sua entrega desse jeito pra mim, torna nossa união mais
profunda, da maneira mais sensual possível. Ela gosta quando a pego com força e quando falo sacanagem comandando nossos momentos.
— Você vai gostar baby, e vai me deixar meter o meu pau em você aqui. — Toco, frisando o que quero. — Eu quero te comer por trás. — Digo, tocando-a, fazendo ela gemer em meus braços.
Começo a falar palavras obscenas que sempre têm o efeito de a levar às alturas, fazendo-a se perder numa névoa de luxúria desenfreada. Minha língua complementa as palavras e a transporta para uma posição de total submissão.
— Tudo o que você quiser, anjo. Sou toda sua, pra sempre sua. — Diz Linda suspirando de prazer. Suas palavras me deixando louco.
Ergo seu corpo e beijo sua boca. Ela suga a minha língua, me dando e recebendo tudo o que sou e quero, e um pouco mais.
A levo para a cama e a deito devagar, cobrindo seu corpo com beijos e mordidinhas, desenhando pequenos círculos com minha língua habilidosa, até deixar ela tonta a ponto de não conseguir pensar direito.
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