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Capa do romance CONTOS PICANTES (Liberte o seu prazer)

CONTOS PICANTES (Liberte o seu prazer)

Explore uma coletânea de contos eróticos intensos, criados para despertar fantasias profundas e proporcionar momentos de puro relaxamento. Esta obra convida você a se libertar das tensões cotidianas e a mergulhar em narrativas envolventes que misturam romance e fantasia. Descubra o que realmente lhe traz satisfação enquanto explora seus desejos mais ocultos. Aproveite cada história com moderação e permita que sua mente alcance novos níveis de prazer.
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Capítulo 3

PROFESSOR                 

O campus da faculdade tava quase vazio, na minha sala, tentava me concentrar em corrigir uma pilha de provas, mas o cansaço já batia. Foi quando a porta se abriu e as duas entraram. Mel e Suze, elas eram… diferentes. Dois espinhos na minha consciência de professor.

Mel, a mais ousäda, com aquele olhar que sempre me desafiava, trancou a porta. Meu coração deu um salto, ela veio direto e sentou na minha mesa, de frente para mim, suas pernas nuas quase tocando as minhas. Seu shorts era curto demais para o ambiente acadêmico.

— Professor Henry — começou, com a voz um misto de doce e provocäção. — Vim questionar a minha nota. Um C? A sério?

Tentei manter a postura profissional, afastando minha cadeira alguns centímetros.

— Mel, você errou cinco das dez questões.

Enquanto falava, Suze se aproximou, era mais quieta, mas seus olhos castanhos carregavam uma intensidade que me deixava desconfortável. Ela também sentou na minha mesa, mas de lado, abrindo as pernas descaradamente. Usava uma saia xadrez curta, e da minha posição, se eu me inclinasse um pouco… Eu forcei meus olhos a permanecerem nos dela.

— Um C vai estragar meu GPA, professor — Mel insistiu, mordendo o lábio inferior. — Não tem como reconsiderar?

— As regras são claras, Mel.

Foi quando Mel deslizou da mesa, ela se aproximou de mim, invadindo meu espaço pessoal completamente. Seu perfume, doce, encheu minhas narinas.

— Por favor — sussurrou, e então, antes que pudesse reagir, se inclinou e prendeu seus lábios nos meus.

Foi um choque, seus lábios eram macios, mas o beijo era exigente. Sua língua forçou entrada na minha boca, e um sabor de bala de cereja me dominou. Minhas mãos se agarram aos braços da cadeira. Eu deveria empurrá-la, gritar, algo. Mas uma parte de mim, adormecida há anos, despertou com violência.

Mel se afastou, um sorriso triunfante estampado no rosto, sabia, sabia perfeitamente que não ia fazer nada, que estava completamente dominado pela situação.

Foi a deixa para Suze, deslizou da mesa com uma grafa felina e veio por trás da minha cadeira. Suas mãos pousaram em meus ombros, começando uma massagem suave que logo se tornou algo mais.

— O professor trabalha muito — sussurrou no meu ouvido. — Deve ficar tão tenso…

Enquanto falava, suas mãos desciam com intenção clara, uma delas deslizou por meu peito, encontrando meu mämilo sob a camisa,apertou com førça. Ao mesmo tempo, senti seus dentes mordiscando minha orelha, uma picada suave que me fez soltar um suspiro rouco.

— Ahhh... PORRA.

— Que boca suja, professor… — disse, enquanto sua boca descia para meu pescoço, mordiscando e chupändo.

A outra mão, mais ousäda, foi direto ao meu colo e apertou o volume que se formava na minha calça. Soltei um gëmido involuntário, meu päu estava duro feito pedra, latëjando contra a palma de sua mão.

— Alguém aqui está bem animado — riu baixo contra meu pescoço, enquanto sua mão começava a esfregar meu cacet3 através do tecido.

Mel, vendo a cena, riu baixinho, ela se ajoelhou na minha frente, entre minhas pernas.

— Parece que o professor está mais flexível agora — disse, suas mãos abrindo o meu zíper.

Estava paralisado, um misto de pavor e excitäção me dominando, Mel puxou meu päu para fora.

— Nossa, professor… impressionante — sussurrou, admirada, antes de envolver a cabeça com seus lábios.

A sensação foi eletrizante, sua boca era quente e úmida, ela começou a me chüpar com uma habilidade que não era de iniciante. Sua língua circulava a cabeça, enquanto uma das suas mãos punhëtava a base. Eu gëmi, minha cabeça caindo para trás, encostando no ventre de Suze, que continuava a sussurrar obscenidades no meu ouvido.

— A gente vai fazer o professor esquecer todas as regras — Suze disse, enquanto suas mãos apertavam meus mämilos através da camisa.

O mundo cheio de regras tinha desaparecido. Era só aquela sala, e as duas garotas me destruindo. Mel chupavä com uma fome crescente, e sentia que não ia durar muito. Ela pareceu perceber e se levantou, subiu na mesa e empurrou as provas para o chão. De costas para mim, puxou o shorts e a calcinhä para baixo, expondo sua bandä redonda e jovem. Se inclinou para frente, apoiando as mãos na mesa.

— Vem, professor. Me mostra se você é tão bom em praticar quanto é em teorizar.

Suze me puxou para levantar, minhas pernas estavam tremulas. Ela me guiou até atrás de Mel. Minhas mãos, quase por vontade própria, agarraram os quadris da garota. Posicionei a cabeça do meu päu na sua entrada. Ela estava encharcadä.

Com um gëmido baixo, me entërrei nela. Sua bucet4 era quente, apertada. Mel gritou de präzer quando entrei até o fundo.

— Isso, professor! Me fodë! — gëmeu, empinando mais ainda.

Comecei a me mover, esquecendo de tudo. De quem eu era, do onde estávamos. Suze, sentou ao nosso lado, na mesa de pernas abertas, ela afastou a calcinha de lado e começou a se mästurbar enquanto nos observava, os dedos circulando rápido no clitórïs, a boca entreaberta soltando suspiros.

— Føde ela bem gostosø, professor — incentivava, com os olhos vidrados no meu päu entrando e saindo da bucet4 de Mel.

A frase me ëxcitou ainda mais, agarrei Mel com mais førça, minhas estocadas ficando mais profundas e irregulares. O som dos nossos corpos se encontrando ecoava na sala vazia. Mel gëmia sem vergønha, gritando meu nome.

Me inclinei para o lado, ainda metëndo na Mel, e agarrei a nuca da Suze, puxando seu rosto para o meu. Beijei ela com uma fome desesperada, nossa língua se encontrando no mesmo ritmo acelerado das minhas mëtidas. Ela gemëu na minha boca, os dedos acelerando ainda mais na própria bucetä.

— Eu vou goz4r professor! — Mel gritou, e seu corpo se contraiu violentamente em volta do meu päu.

Foi o gatilho para a minha própria perdição, com um rugido abafado, jorrei dentro dela, meu corpo tremēndo com a intensidade do orgasmø, gozändo sem parar, enchendo ela de porrä. Quase ao mesmo tempo, a Suze gëmeu alto, seu corpo se arrepiou todo, seus gëmidos curtos e ofegantes enquanto ela gozäva olhando pra gente.

Fiquei ali, ofegante, apoiado na Mel, por um longo momento. Quando me afastei, a realidade caiu sobre mim como um balde de água fria. O que eu tinha feito?

Mel se virou, um sorriso satisfeito no rosto, ela e Suze começaram a se vestir, calmamente.

— Então, professor — Mel disse — Acha que mereço um A agora?

Só consegui acenar, sem voz, minhas pernas ainda fracas.

[ FIM DO CONTO ]

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