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Capa do romance Apenas Nossa

Apenas Nossa

Os irmãos Lambertt compartilham um desejo peculiar e buscam a parceira ideal para realizar suas fantasias. Anna acaba cruzando o caminho deles por puro acaso, tornando-se o alvo imediato da obsessão dessa dupla. Presa em uma situação inesperada, ela se vê diante de um dilema intenso: encontrar uma maneira de escapar do controle dos poderosos irmãos ou se entregar à tentação. Será que ela realmente deseja fugir desse destino traçado pelo azar?
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Capítulo 2

NASSER

Olhei para aquela garota com espanto, nossa ela era muito linda, puta que pariu, linda demais. Ela socou o Nicolas sem dó, ele gemeu de dor, ela pulou da mesa e nos olhou como se fôssemos algum tipo de criminosos.

- Qual o seu problema, garota? Pensei que tínhamos acertado tudo ontem, não gostou do salário, quer que paguemos mais do que os quinze mil, por mês? - Nathan perguntou olhando para ela.

- Desculpa se fui muito apressado, eu sou assim, ansioso, desculpa Anna, mas seu leite é o mais delicioso que já provei, pagamos o que quiser, só me deixe prová-la mais. - Nicolas falou com a mão no olho e se aproximou dela, que foi para trás e pegou uma escultura de madeira que estava na mesinha de centro perto do sofá.

- Não se aproxime de mim - ela falou, ameaçando tacar o objeto em Nicolas, que foi para trás.

- Qual é a sua garota?- Eu me aproximei dela e tomei o objeto de suas mãos facilmente, ela era uma pequena garota e muito fraca pelo visto... - Porra, garota... - Não conclui meu pensamento, ela chutou minhas bolas e eu me curvei de dor.

- Me deixem sair - ela gritou desesperada, puxando a porta para dentro, mas a porta abre para fora, Nathan foi até a porta e trancou, colocando a chave no bolso, ela se apavorou mais.

-Não vai sair até conversarmos, sua maluca, porque combinou tudo comigo ontem e agora está agindo como louca? – Nathan falou.

- Eu não combinei nada com vocês, seus malucos, me deixem sair.

- Fala o seu preço, quanto quer para deixar a gente tomar seu leite sempre que quisermos - Nathan falou, e ela olhava para nós como se fôssemos realmente loucos.

- Como sabem que eu tenho leite?- Ela perguntou extremamente surpresa.

- Você nos falou, contatamos você através do site, trocamos mensagens por mais de uma hora, não sei se era você ou o seu cafetão, mas já está tudo acertado...

- Eu não sou puta para ter cafetão, seu escroto! - Ela gritou, interrompendo Nathan. -Eu nunca falei com nenhum de vocês, e me deixem sair agora! - Ela agora nos ameaçava com a sua bolsa.

NOLAN

- Oi Anna, não sei se prestou atenção, mas eu sou o Nolan e quero conversar com você com calma, pode ser? - Eu falei calmamente, me aproximando dessa garota que de tão perfeita chegava a ser quase surreal, porra, como uma garota linda dessas estava inscrita num site daqueles, essa pequena abelhinha, tão fofinha, mas que sabe como ferroar doído, Nicolas que o diga, ainda estava com a mão no olho pelo soco dessa abelhinha linda.

- Senhor Nolan, me deixa sair?- Ela pediu em choque, a garota estava assustada.

- Vamos te deixar sair, só vamos conversar um pouco antes, pode ser?- Eu falei, me aproximando um pouco mais dela.

- Se nenhum de vocês encostar em mim, tudo bem e que seja rápido.- Ela falou.

- Sente-se Anna - Hesitante, ela sentou no sofá. - Pega um café para ela Nathan - Eu falei, e Nathan pegou na mesma hora e entregou à ela, que pegou ainda hesitante.

- É o seguinte garota, nós te pagamos quinze mil ontem, depositamos na conta que nos deu, só vai sair daqui, quando nos devolver o dinheiro, ou vai cumprir com o contrato, irá nos dar seu leite sempre que quisermos, entendeu?- Nasser falou e a menina arregalou os olhos.

- Porra Nasser, seja mais carinhoso menina está assustada.- Eu falei para o bruto do meu irmão.

- Assustada com nosso dinheiro na conta, acha que vai dar o golpe em nós, garota? - Nasser falou.

- Eu não sei desse dinheiro, eu nunca cheguei a ter dois mil na minha conta, quem dirá quinze mil. - Ela falou.

- Não quero saber, ou os quinze mil, ou deixa a gente tomar seu leite. Qual vai ser, doçura? - Nasser falou duramente.

ANNA

Meu Deus, quinze mil, onde vou arrumar esse dinheiro, como vou sair daqui, porque quatro homens bilionários pagariam para serem amamentados? Meu Deus, onde eu fui me meter, e agora?

- Mandei meu motorista levar esse cartão, que está com você, ontem no endereço que pediu, para que pudesse entrar aqui sem empecilhos, e agora está se fazendo de desentendida porquê?- Nathan falou, e eu engoli seco. Céus, aquela mulher maluca!

Ela pegou o dinheiro desses malucos e agora eu que me foda para me livrar disso, o que vou fazer?

- Tudo bem...- Pensei por um instante. - Podem tomar meu leite.... Mas abram essa porta, ou vou gritar o tempo todo.

O que estava com a chave no bolso o Nathan, abriu a porta e já se sentou ao meu lado.

- Como dissemos ontem, faremos aqui no escritório porque estamos ansiosos, mas nas próximas vezes, será numa de nossas propriedades, e quando assinar o contrato, queremos total sigilo e teremos apenas contato quando quisermos seu leite, tomaremos e você poderá ir. - Nathan falou.

E ele falou esses absurdos como se fosse normal, eu hein, eu não tenho nada com isso, e agora tenho que deixar quatro homens gigantes mamarem em mim.

- Tira a blusinha, vai ser o melhor - o tatuado falou e eu pulei para o lado, quase me sentando no colo de Nathan, esse Nasser era assustador.

- Não vou tirar a roupa - Nathan segurou minha cintura, se inclinou e cheirou meu pescoço, subiu minha blusinha e Nasser tomou um seio meu na boca vorazmente, parecia desesperado por isso, sugou com vontade.

Como isso era esquisito! Nathan tomou meu outro seio e eu corei, envergonhada daquela situação, dois homens cruzados nos meus seios, sugando com vontade, eu estava dura, paralisada, Nathan apertou a minha cintura enquanto sugava o meu seio, retirei as mãos dele de mim.

- Preciso ir ao banheiro - eu falei, e eles me soltaram.

- Esse é o leite mais delicioso que provei na vida - Nathan falou e eu fiquei ainda mais vermelha. - Tão linda - ele falou me olhando nos olhos.

- O banheiro é ali, vai logo que eu quero mais - Nasser falou e eu me levantei, os outros dois estavam perto da mesa nos olhando atentamente.

Então eu corri para a porta, abri ela e sai em disparada, esses malucos não vão encostar em mim nunca mais, eles que se resolvam com aquela doida, todos me olharam curiosos ao me ver correr tanto, quando a porta do elevador se abriu e eu entrei, vi os quatro parados na porta.

- Não adianta correr, nós vamos te achar - Nasser falou, e eu mostrei o dedo do meio para eles antes das portas do elevador se fecharem.

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