
Apenas Nossa
Capítulo 3
NICOLAS
Porque me senti tão triste, pelo fato daquela mulher ir embora assim? Ela me socou sem dó, tenho certeza que vai ficar roxo, mesmo assim eu queria ela, e nossa, que leite gostoso, eu simplesmente viciei, nunca havia provado um tão gostoso, sei que eu e meus irmãos somos esquisitos por gostar disso, gostar de sermos amamentados, mas essa é uma das coisas que temos em comum, e nenhum julga o outro por isso.
- Se uma mulher linda de olhos esverdeados e cabelos pretos, longos, com um cartão pessoal dos Lambertt nas mãos passar pela recepção, não a deixe sair - Nasser falou pelo telefone aos seguranças.
- Se essa garota acha que vai pegar nosso dinheiro, ela está muito enganada - Nathan falou nervoso também.
Não estamos nervosos pelo dinheiro em si, já demos isso de gorjeta algumas vezes e não vai nos fazer falta, mas é pela safadeza da mulher de combinar tudo conosco e na hora fazer isso, e também pelo fato, que eu pelo menos queria mais, eu queria mais do leite dela e mais dela também, pois a diaba nervosinha era linda, com um soco forte da porra, mas linda demais.
Será que ela fazia programa também? Me senti estranhamente furioso só de imaginar alguém, que não fosse eu e meus irmãos, tomando aquele leite gostoso e a tocando, então me deixou ainda mais perturbado, que merda era essa? Nem conheço a garota, e já não quero que mais ninguém a toque.
- Porra aquela doçura violenta, tem um gosto maravilhoso, porra eu não quero o dinheiro de volta, eu quero ter mais do leite dela, que inferno, porque é tão gostoso.- Nasser falou, pouco inquieto
- Gostoso é pouco, eu achei perfeito, deliciosamente perfeito - Nathan falou.
- Obrigado, por ficarem falando isso, eu não provei, caramba! - Nolan falou e deu um leve suspiro em frustração.
- Mas nós a teremos mais vezes, tenho certeza aquele leite gostoso será apenas nosso - Nathan falou sério.
- Bom, se ela fizer programa eu a quero, pagarei o tanto que for - falei, mas a ideia de ela fazer programas ainda me perturba.
- Eu também quero - Nasser falou me olhando.
- Eu disse primeiro, então ela vai ser minha, vou contratar ela por uns setenta anos - eu falei olhando Nasser.
- Eu que tive a ideia de contratar uma mulher para nos satisfazer, então eu tenho mais direito a ela que todos vocês, esqueçam se ela fizer, será apenas comigo - Nathan falou.
- Podemos dividi-la, já fizemos isso algumas vezes, não vejo problema em fazer isso agora, iríamos dividir o leite dela mesmo, dividir aquele corpo lindo vai ser a mesma coisa - Nolan falou.
- Nós quatro juntos com a mesma mulher, da última vez que fizemos isso, a menina chorou e nunca mais nos olhou - falei.
De fato, quando éramos adolescentes, fazíamos isso às vezes, escolhíamos uma menina do nosso gosto, dávamos alguns presentes para ela e nós quatro transávamos ao mesmo tempo com ela, começou como uma brincadeira nossa, mas tomamos gosto por isso, e quando já estávamos na universidade fizemos isso, mas as garotas já não aguentavam mais nossos tamanhos e nossa voracidade, a maioria reclamava, a última chegou a chorar e nos chamar de jegues, e nunca mais nos olhou, desde então nunca mais fizemos isso juntos.
- Senhor Nasser Lambertt, a mulher está aqui na recepção e está muito nervosa - O segurança falou pelo interfone.
- Segura ela aí, estamos descendo - Nasser falou.
Saímos da sala de Nathan, e os funcionários baixaram suas cabeças, não temos fama de sermos pacientes e muitos até nos temiam. Mas na verdade, nem contato com os funcionários tínhamos direito, não sei ao certo de onde vem essa fama nossa, o Nasser eu entendo, tem hora que até eu tenho medo dele, imagine os outros, mas eu sou tão fofo e sociável, eu pensava rindo de mim mesmo.
Ao descermos, quando a porta do elevador se abriu, já vimos aquela linda garota, brigando com os seguranças, a baixinha era uma mini furiosa mesmo e tão linda.
ANNA
- Eu não roubei nada nessa merda, me deixa ir embora -falei jogando tudo o que tinha na minha bolsa no chão.
Aqueles seguranças idiotas não me deixavam sair, estavam me tratando como se eu tivesse roubado algo, eu sei que sou pobre e provavelmente tenho cara de pobre, mas isso já era discriminação, eu sou honesta.
- Os quinze mil na sua conta sem você fazer o combinado caracteriza-se como roubo, abelhinha.- Eu dei um pulo ao ouvir a voz de um dos irmãos Lambertt, doidos. - Chega de escândalo e vamos conversar como pessoas civilizadas ok, abelhinha? - Nolan falou.
- Meu Deus, eu não roubei vocês, eu encontrei uma mulher doida no elevador que me deu o cartão, não sou eu quem está com o dinheiro de vocês!- Eu falei quase em surto, esses homens são malucos.
- Vem, mini furiosa, vamos subir e conversar - Nicolas falou e vi que o olho dele onde eu bati começou a ficar roxo.
- Vão a merda, meu Deus! - Nasser, o grandão tatuado, se lançou para cima de mim, ele era enorme e assustador, ele segurou minha cintura e me jogou em seu ombro. - Me solta seu maluco, me solta, alguém chama a polícia!- Eu gritei batendo em seu ombro e ele parecia ser de pedra, pois nem sequer se mexeu com meus socos, minha mão que começou a doer.
- Sim, chamaremos a polícia e quem vai sair presa é você, sua maluquinha - Nathan falou.
- Me solta Nasser, vou vomitar em você -falei fingindo que ia vomitar, ouvi a risada dele.
- Pode vomitar, sua peste raivosa - Nasser falou.
- Agora vou receber apelido de todos, só falta você Nathan, vai me xingar do que?- Falei nervosa.
- Gostosa, te apelidar de gostosa pra mim é perfeito - Nathan falou.
- Vou dar apelido para vocês também, maluco um, dois, três e quatro - Eu falei, ainda me debatendo. - Vou mijar em você Nasser - falei.
- Eu duvido...
Nasser me jogou no chão quando eu comecei mijar nele mesmo.
- Sua maluca! - Ele falou, e eu corri para longe deles, pulei pela mesa de recepção e corri até a outra lateral do prédio, eu sou muito boa correndo, sempre fui campeã de corrida na época de escola.
Ouvi os passos apressados deles e corri mais ainda e vi uma porta se abrindo, devia ser a entrada de prestadores de serviço, corri até ela, sai batendo em todo mundo.
Quando cheguei na rua, corri ainda mais, entrei no primeiro ônibus que vi saindo, e quando o ônibus passou pelos quatro, eu dei tchauzinho e Nasser sorriu ironicamente e meio sombrio, ao me mostrar a minha bolsa.
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