
A Submissa 2
Capítulo 2
Anna 💔
As crianças corriam pelo jardim e brincava com o pequeno peludo e olho e vejo que ia chover. O céu já estava escuro e olhando para o mar eu me lembro do amor da minha vida. Mancini foi para cidade e não voltou. Os trovões traziam a dor e o desespero ao me lembra que a perda machucar e aperta o peito e faz sangrar. Olho novamente o mar e veio a minha cabeça o desespero do sequestro do Mancini e fecho os olhos:
— Mancini meu amor. Por favor, fale comigo. Ele não respirava com força estava fraco e magro. Os machucados visíveis em sua pele e quando olho as costas sangravam eu vejo aquele sangue em minhas mãos. Meu Deus! E tanto sangue que jorrava em meu vestido branco e o sangue do amor da minha vida.
Balanço a cabeça ao ver que a chuva caia e rápido. Eu respiro.
— Luna olha seus irmãos vou ligar para o papai.
Às vezes o coração pensa mais do que a cabeça e estranho eu estava apreensiva com medo sentido que ia acontecer algo de ruim. Há muito tempo eu não me sentia assim o corpo tremia e eu não conseguia respirar. Ter um filho é um ato de amor e de coragem inigualável. O amor que se sente por um filho é um amor incondicional. E não tem explicação.
— Rosa estou sentindo algo que não sei explicar. Um aperto no peito uma vontade de chora.
— Calma querida e apenas visões que anda tendo. Ela me abraça. — Os inimigos do Mancini estão presos. Olha como vocês estão felizes.
Por mais que eu tentasse ficar tranquila aquelas visões me perturbavam mostrava coisas que eu sentia. Não consigo explicar e algo maior que a minha vida.
— Onde você está Mancini?
— Anna, meu amor chegando na sala. A voz estava longe e eu não conseguia sentir ele. — Mas eu não te vejo. Ele respirou forte. — Onde você está Anna?
— Eu vou te castigar eu juro e não terei clemência. Mancini?
— Não fazemos mais isso Anjo. Ele foi dramaticamente. — Corrente, chicotes e proibido na família Mancini.
— Tenho outra forma de lhe castiga Mancini safado.
— Eu vou adora ser castigado com suas calcinhas e assim posso termina o que comecei na noite passada.
— Já sinto seu cheiro Mancini estou molhada. Eu sinto seus braços no meu corpo e sua respiração quente em meu cangote e ele aperta meu corpo no dele e nos dois olhando a pequena festa das gêmeas.
— Anna? Eu me viro e olho seus olhos, esverdeado tão lindo. — Cadê as crianças?
— Ali meu amor. Olhamos juntos e todos corriam gritando a minha voz falha. —Veja nossos filhos. Luna nossa princesa, o pequeno Alfonso astronauta e nossas bonequinhas Bella e katie.
— Cadê a Katie? Mancini grita correndo para todo lado. — Katie? Meu bebê. Katie?
Tento me manter calma quando procuro em todos os lados e corro pelo jardim e no meio das flores eu debatia ao desespero e as lágrimas já correndo.
— Katie? Katie? Eu corria tanto as pernas bambas eu caio no meio do jardim. — Rosa por favor cadê a Katie?
— Anna calma. Ela estava aqui agora calma.
— Alfonso eu quero a minha filha eu querooooo… Eu gritava desesperadamente e chorando ao ver que a minha pequena não estava. — A minha filha eu quero a minha filha…. Katie? Katie minha pequena.
— Calma Anna está assustando as crianças. Ele gritava e a minha cabeça girava o desespero tomou conta de mim eu gritava como uma louca. — Chega Anna.
— Me solta Mancini. E culpa sua eu disse que deveria mata todos os inimigos e poupa nossos filhos dessa tragédia. E agora?
— Calma olha as crianças. Solta essa arma Anna.
— Não posso viver assim. Por que eu tenho que sofrer? Chorando.
— Por favor meu amor. Me dê a arma e vamos achar a pequena.
Em tamanho desespero o corpo e alma chora juntos o desespero em saber que eu perdi. Em um único momento de distração algo deu errado e ela se foi. Eu já não sentia o cheiro e choro da minha pequena garota travessa.
— Eu vou matar todos. Eu aponto a arma e disparo o barulho estronda a família cai em choro. — Mancini?
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