
A Submissa 2
Capítulo 3
Anna 💔
Anos depois
Sonhos e uma mistura de realidade e desespero e cada vez que eu dormia era para sonhar. E cada vez os sonhos estavam mais frequentes então eu permanecia dormindo o tempo todo. Sinto seus braços nos meus e a boca me tocar eu respiro meio sorrindo.
— Katie? Katie?
— Mamãe? Por favor, acorde mamãe.
Eu ouvia longe a doce voz e a felicidade volta ao meu corpo que adormecia eu parecia uma morta viva as lágrimas correndo no rosto. — Mamãe precisa comer mamãe por favor.
— Katie? Querida.
— Não mamãe sou eu a Bella. Por favor, precisa para com esses remédios de dormir.
— Bella! Eu olho e ela abre o sorriso tão meigo ela exala ingenuidade. Se parece comigo na idade dela eu era pura inocência até conhecer ele o demônio Mancini. — Acreditei que não veria hoje.
— Não ia deixa-la sozinha nessa ilha. E assim você lembra que tem mais filhos. O que acha?
— Bella? O que ouve?
Perder um filho é a maior prova pela qual um ser humano pode passar na vida. E continuar a ter fé em Deus depois disto, é ter a esperança de que um dia estará novamente ao lado desse anjo amado que Deus emprestou para enriquecer a nossa vida. E não sei como superar a perda. Não consigo seguir sem chorar e sofrer pela perda da minha pequena Katie.
— Luna ligou três vezes e sabe como ela e revoltada. Ela senta na beirada da cama e sorri e eu olho e vejo o quanto ela se parecia comigo. — Vou à capital poderia ir comigo.
— Querida sabe que não posso sair daqui.
Depois de tudo que aconteceu eu me mantinha ali a espera da minha katie. Sempre vi em meus sonhos que era ali que ela ia aparecer vi a cor dos seus olhos. As ondas de seus cabelos negros e o sorriso dele. Que mistura saiu a minha pequena Kaite.
— Já se passou anos e ela não voltou. Sabe estive pensando que poderíamos falar com tio Chris e conseguir um detetive.
— Mais um, Bella? Christopher pagou até um delegado e não conseguimos nada.
Eu me calei e fiquei olhando o mar pela janela a casa já não era a mesma sem vida. As flores do jardim morreram todas assim como eu morria lentamente. Olho para as minhas mãos e vi o quanto estavam destruídas e me levanto tão rápido que quase caio ao chão estava magra demais.
— Cuidado mamãe. Não quer saber do papai?
Eu tento, disfarça e amarro os cabelos longo e sem vida. E olho em seus olhos, claro azuis como o mar. Ela sempre me trazia notícias dele. Não estamos separados apenas vivo aqui na ilha do amor e ele se mantêm na ilha aonde ele tem o hotel cassino. Que hoje está quase falido. Por fechar o clube da BDSM.
— Se quer tanto falar dele. Então diga Bella.
— Ele anda bebendo cada vez mais. Chora todas as noites. Ela me abraça e arruma a alça da minha camisola. — Se afasta do papai não trará a Katie de volta. Ela falava sem parar. — Por que não dê uma oportunidade a vocês e tente.
— Querida eu amo seu pai, eu apenas não vou viver na cidade eu preciso ficar aqui. O telefone dela tocava sem para a modernidade veio junto com o crescimento dos meus filhos. — Vou preparar o jantar.
Ouço a voz dela e vejo que ela estava brava gritando ao celular. Fica na porta da cozinha me olhando e faz gestos com os lábios.
— Luna... Ela mexe os lábios e aponta. — Vejo que você que falar com a mamãe está com saudades, minha “ribelle”
— Odeio quando me chama assim. Mas não quero falar com ela e apenas para dizer algo.
— Luna mamãe precisa de todos juntos e poderíamos tentar.
— Não tem como tentar essa louca quase matou o meu pai. E sem esquecer que matou o peludo ou se esqueceu? Você é como ela sonsa demais.
— Foi um acidente a morte do peludo.
Elas falavam e eu me via de volta ao passado ainda me lembro aquele fim de tarde chuvosa, não posso lembra daquilo eu não aguento mais sofrer. Eu ouço o barulho do disparo da arma. Eu me sento as mãos suando e vejo que estou tendo outra crise. E o pequeno peludo esticado todo ensanguentado no chão.
— Por favor Bella. Ela me olha eu estava branca e quase desmaiando.
— Calma Luna. Mamãe por favor respire.
Eu tentava, respira e ouvia a voz da Luna tão distante e vejo o quanto eu os afastei de mim. Ela grita do outro lado.
— Chega desse teatro. Deveria ser mãe pelo menos uma vez na vida e ir atrás da sua filha. Já que ama somente ela. Esqueceu os outros. Eu tento entender o porquê de tanto ódio e passo as mãos uma na outra, suavam e tremiam. — Bella chega.
— Calma era somente as crises, dei o remédio. Luna o que ouve?
— Meu amigo me ligou a tarde e disse que me viu em um inferninho na capital. Elas falavam e eu ouvia a voz da minha Luna era cheia de rancor e orgulho isso ela puxou do pai. Mimada demais por ele sempre esteve contra tudo e todos. — Mas eu disse a ele que estou morando em Paris a muitos anos.
— Mas o que isso tem a ver mana? Elas falavam e eu respirava melhor. — Me explicar o porquê disso.
— Ele disse que a garota era a minha cópia. Cabelos negros ondulados e olhos marcantes esverdeados e com o queixo arredondado. Elas riram. — Eu sei que é quase impossível, mas deveriam ir pessoalmente à capital e ver isso.
— E como tenta algo quase impossível, mana. Mas irei com a mamãe pessoalmente assim a tiro desse lugar. Vejo que riam e falavam como amigas Bella e tão bela com seus olhos azuis eram marcantes. — Mas você vem para o natal?
— Está louca! Ela grita espantada. — Para ficar vendo a louca chora e o papai bêbado eu estou fora maninha.
— Nós te amamos “ribella” e não esqueça que somos uma família.
— Eu te amo Luna. Eu grito meia voz fraca.
— Chega de mentiras, Bella. Não existe amor nessa família que hoje está somente os cacos. Diz para todos que eu odeio todos Mancini.
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