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Capa do romance A REJEIÇÃO AO CEO

A REJEIÇÃO AO CEO

Após ser demitida, busco refúgio na casa da minha mãe em minha cidade natal. Sem nada a perder, decido me entregar ao desejo e seduzir o filho da costureira local. Na adolescência, eu o desprezava por sua origem humilde, mas agora ele se tornou um homem irresistível e incrivelmente forte. O que começou como uma diversão passageira com o rapaz que eu humilhava revela uma realidade chocante: aquele pobretão esconde um segredo poderoso e uma fortuna.
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Capítulo 1

Um mês antes

O paraíso atrás da porta entreaberta!

        O dia amanheceu, o sol brilha fortemente lá fora Amanda, acorda e ao abrir os olhos e olhar pela janela, vê como o dia está lindo! Apesar disso levantou desanimada reclamando:

— É senhor dia, do que adianta você estar lindo se meu dia vai ser chato como os de todos esses dias que estou aqui na casa de mamãe! 

Que droga, porque dei mole de perder meu emprego, agora nem pro meu sustento, tenho! 

Tendo que depender da moradia da mamãe, que não para de se queixar da falta de dinheiro!  

Nossa, ai meu Deus, eu estou fazendo o mesmo! Ufa, senhor, me livre de ficar rabugenta como ela. Pra piorar ela quer que eu a acompanhe até à casa da costureira, meus deus não vejo essa mulher desde os meus dezoito anos quando fui embora fazer minha faculdade, e isso já tem dez anos. 

Uau! Como o tempo passou assim tão rápido! Nossa, eu nem percebi, já estou com…aí, nem vou falar quantos anos estou, que vergonha chegar a essa idade e não ter conseguido nem uma marido, nem pobre, muito menos  rico!  Mas  como poderia ser diferente, se sou o que sou.

“Ser pobre na minha família já é normal. Já que minha bisavó era pobre,  minha avó era pobre, minha mãe é pobre, eu sou mais pobre ainda, já que estou aqui dependendo do favor de mamãe!”

Que lástima ninguém merece ter pessoas tão pobres na família, e ser  tão pobre também. 

Mas voltando a falar da costureira, não tem como não lembrar daquele filho dela, nossa ele era bem gostoso naquela época, será que já se casou?

Afinal ele é dois anos mais velho que eu!

        Depois de tomar uma ducha fria pois mamãe não tem chuveiro elétrico porque segundo ela, gasta muito e faz mal pra sua pressão arterial, me vestir e desci para tomar meu café puro já que nem pro leite temos —nossa que decadência!

        Falou Amanda, enquanto fechava a geladeira batendo a porta com raiva,  sem perceber que a mãe estava atrás dela, que já fala:

—Ótimo, estraga mesmo, estou mesmo precisando de uma nova, então vá em frente se pode me dá outra! — A mãe fala sentando-se no lugar que a filha já tinha escolhido e colocado a xícara, ao ver a ousadia da mãe, Amanda, bufou, e senta-se no outro lugar, enquanto a mãe fala  mastigando um pedaço do pão:

—Amanda, tome logo esse café, eu marquei de está na costureira às nove!

         Amanda, olha, e responde no mesmo instante:

— Eu já estou pronta, mas mamãe eu acho melhor você ir sozinha, eu estou sem saco pra ficar ouvindo as fofocas que vocês fazem enquanto experimentam a roupa, 

—Nada disso eu já falei que você está aqui em casa e ela quer lhe ver!

Amanda suspirou e terminou seu café assim como sua mãe e logo saíram.

       Ao chegarem na casa da costureira que Amanda nem lembrava o nome!  Logo ficou entediada, pois como ela falou, assim que entraram e se cumprimentaram, as duas mulheres mais velhas,  já começaram a falar de fulano, ciclano e beltrano!

Amanda às olhou e logo se afastou dizendo baixinho:

—Nossa, coitada das mulheres de quem as duas estão falando,  não tenho saco e nem paciência para ficar ouvindo essas coisas parecem que não tem o que fazer eu nunca gostei de, disse me disse! Ainda mais eu que sou uma mulher que sempre dei motivos pra falarem de mim!  Já que sempre gostei de trepar com todos os homens, gostosos que atravessaram meu caminho. Como já dizia minha avó que era safadinha como eu!

 “Pra que guarda, já que na hora que estivermos debaixo da terra,  as minhocas vão comer e nem vamos sentir nada! — Amanda rir lembrando das palavras da avó materna, então…

Ela sai explorando a casa da costureira, falando e rindo consigo mesma! Logo se deparei com um corredor com quatros portas, caminhou e logo viu que uma das portas estava entreaberta, curiosa resolveu espiar. 

—Ó meu Deus! — Falou se abanando e falando:

—Papai me abane!

Ela se espantou, com o que viu dentro do quarto! 

—Minha nossa o quê é isso! Papai do céu! Como pode ter um…desse tamanho, isso não é só uma refeição!

Como eu gostaria de cavalgar nele agora mesmo! 

Não querendo que o bem dotado me visse dei um passo pra trás e já ia saindo, quando ele abriu os olhos, pegou no seu pau, colocou pra fora da cueca box,  eu babei quando vi aquilo tudo pra fora, pois era muito lindo que cabeça rosada, minha nossa, eu quero chupa-lo agora, parecendo que leu meus pensamentos, o bem dotado olhou na direção da porta e iniciou uma punheta me atiçando ainda mais, onde meu grelo piscou, me dando sinal  que queria ser tocado. Mas resolvi não dar confiança então quando ia saindo ele falou:

—  Tem certeza que não quer vir aqui me ajudar? 

Ele está doente de tão duro, preciso de você! Então vai ficar só olhando ou vai vir participar da nossa brincadeira? 

 —Sem pensar, obedecendo meu desejo, entrei e tranquei a porta, meus seios já estavam dando sinal de desejo, ele continuava se tocando, me aproximei e falei:

— Eu sou…eu sei quem você é! Minha mãe falou que você estava na cidade, eu sempre te desejei e ao te ver fiquei assim, vem me mostrar o que você sabe fazer. 

Minha boca estava babando só pensando em subir naquele pau grande e grosso, me aproximei devagar apreciando-o se tocar, parecia que fazia isso sempre pois mostrou ser experiente, seus olhos entreabertos e  seus movimentos, estava me deixando ainda mais excitada, só em ver seus gestos ainda passando aquela língua nos lábios, enlouqueci, subi na cama, levei minha mão naquele pau duro, nossa realmente estava muito duro, peguei com vontade depois de dar aquela apertadinha de praxe, fazendo-o gemer com a minha pegada, iniciei uma punheta e logo levei a boca e comecei a chupa-lo, logo ouvi os gemidos baixo pois sabia que não estávamos sós na casa. 

Ele pegou nos meus cabelos me ajudando a ir mais rápido, depois começou a descer a mão e colocou  dentro da minha calcinha, começando a tocar meu clitóris, meu deus que delícia! 

Quando já estava chegando ao orgasmo, ele desceu beijando cada centímetro no meu corpo, sem parar de trocar meu clitóris, fazendo meu corpo se arrepiar. 

Ele me chupava com tanta vontade, levando-me à loucura!  Fazendo eu gozar na sua boca, depois  tirou minhas roupas e me beijou, na boca, onde senti meu próprio gosto, me beijando ele levou a mão na minha bucetar novamente, depois se posicionou e de uma vez, penetrou-me sem aviso, iniciando estocadas frenéticas. Minha bucetar o apartava, eu pedia mais e mais, sentia  aquele pau grande bater no meu útero. Mas era tão bom! Estava tão gostoso, já trepei com muitos homens mais esse nossa. 

Cheguei á mais um orgasmo! Cheguei até achar que morreria de tão forte que ele metia, ele então falou  entre gemidos: 

— Ah, caralho, vou gozar! Você toma Pílula?

—Ao ouvi-lo, só deu tempo de eu gemer que sim, e ouvi ele falar: 

—Puta que pariu que bucetar gostosa você tem! Bem que eu sabia desde garoto eu queria te fuder, agora quero o outro lado, então, aguenta mais uma rodada?

—Não, tá louco, nossas mães estão aí! Mais tarde, te espero no meu quarto, a janela vai estar aberta — falei me levantando e me vestindo, em seguida saí do quarto terminando de me ajeitar, entrei no banheiro e depois de lavar o rosto e me recompor, segui para sala onde mamãe logo que me viu, já foi falando:

— Olha ela aí, vamos meu bem, onde você estava?

— Ah, mamãe, estava no banheiro, nossa estou com uma prisão de ventre que mesmo me dando vontade não consegui fazer nada!

— Então, vamos, que eu tenho um remedinho que já, já, vai resolver — disse mamãe se levantando e seguindo para a parta.

Amanda ria por dentro já que foi tão fácil enganar a mãe! Quem diria que a vinda na casa da costureira na qual não queria, iria dar no que deu, que segundo ela. Se deu bem!

Caminhando ao lado da mãe de volta para casa ela suspira pensando —Uau! Tirei o estresse que estava me matando, e já estou ansiosa pra chegar logo mais, onde vou dá sem dó pra aquele bem dotado.

Amanda seguiu para casa ao lado da mãe que nem desconfiou de nada.

Logo que chegaram a mãe lhe deu o remédio, ela pegou e seguiu para a cozinha dizendo que iria tomar, mas é claro que não! 

Passou o dia lembrando da trepada que deu e sonhando com a próxima.

A noite chegou, logo depois do jantar disse a mãe que estava com sono e que iria se recolher mais cedo, ao entrar no seu quarto trancou a porta e já tirou a roupa ficando só de lingerie preta, pois gostava de ver os homens com desejos no olhos e lambendo-a enquanto tirava suas últimas peças. 

Não demorou, ouviu um assobio e, ao olhar pela janela, viu o bem dotado que com um sinal dela, subiu pela baixa sacada, onde foi fácil pra ele sendo um homem alto e forte onde escalou sem dificuldade! 

Depois que chegou lá em cima e entrou, ao olhá-la sorriu pois ela estava do jeito que ele gosta, então falou:

—Se eu soubesse que você já estaria assim, tinha vindo nú! 

Ela então agarrando-o falou:

—Para de falar,  faça o que veio fazer, e quero que se empenhe mais dessa vez. 

Ao ouvi-la, ele levantou as sobrancelhas olhando-a espantado, pois ele socou tanto nela que seu pau ficou dolorido, mas se ela quer mais, então, que  aguente, porque dessa vez vai fuder-la sem piedade. 

Logo que iniciaram o beijo, seu pau ficou duro, ela vendo-o, começou a se esfregar na sua ereção sem parar, ele sentiu seu pau baba, pegou nos braços e a jogou na cama e rápido tirou as roupas, e assim que se aproximou já virou-a de bruços pois na bucetar ele já meteu, agora quer se esbaldar no seu c*u.

Lambendo seu pescoço foi descendo pela sua costas até chegar na bunda, e com o dente tirou a calcinha e lambeu seu c*u,  até ficar molhadinho então se posicionou e a penetrou fazendo-a soltar um gemido de dor, ele  então, parou e esperou ela se acalmar e se acostumar com seu dotado pau, depois começou a estocar até que ela já relaxada, começou a rebolar levantando-o a loucura, e o fazendo gemer. 

Até que chegou ao êxtase ejaculando dentro dela. 

A noite foi uma criança, pois transaram, mais três vezes, até pegarem no sono de exaustão .  

E assim foi durante uma semana ele passou a ir dormir com ela todas as noites, também transaram, todas as noites, até que ele sumiu do nada.

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