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Capa do romance Vendida para o mafioso dominador

Vendida para o mafioso dominador

Mattia Di Lauro, herdeiro de um império criminoso, assume os negócios após a prisão do pai. Ao cobrar uma dívida antiga, ele confronta um homem sem recursos que, em desespero, oferece a própria filha como pagamento. Emma tenta salvar o pai, mas acaba levada pelo mafioso implacável. Mesmo em perigo, ela mantém sua altivez diante do dominador. Entre o poder e a submissão, a convivência forçada testará se o coração de Mattia pode enfim conhecer o amor.
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Capítulo 2

— BORA RICCARDO! RESPONDA, POR QUE ESTÁ FALTANDO CINCO MIL NESSE CARALHO! — Balanço o caderno na sua frente, depois jogo na mesa. O desgraçado continua calado. Mas noto ele olhando para o Andrea, que por sua vez vira o rosto. Ah, eles estão escondendo algo de mim. Estico meu braço e pego no pescoço dele que me lança um olhar, o encaro, já puto! — Eu fiz uma pergunta, me explica por que está faltando dinheiro nessa porra? — Aperto seu pescoço, mas não tanto para ele poder falar. Porém, o filho da puta continua calado. O solto e ele leva a mão no peito para poder respirar. Me afasto. — Beleza. Tranquilo. — Faço sinal de positivo com as mãos. Numa questão de segundos vou até as caixas e pego um fuzil, carrego e miro bem na fuça do meu braço direito e levanta as mãos para o alto. Dou um passo para frente pro fuzil ficar bem pertinho dos cornos dele! — É a última vez que vou perguntar? Por que está faltando dinheiro?

— Quer saber! — Riccardo olha para o Andrea, depois volta a olhar pra mim. — Não vou pagar o pato por causa desse merda! Mattia quero que você saiba, que não sabia de nada! — Afirma.

— Fala logo nesse caralho! — o bico do fuzil na cara do meu braço direito para ele falar de uma vez.

— Beleza. — Ajeita o boné. E aponta para o Andrea. — A culpa de tá faltando dinheiro é dele. Pronto falei.

— COMO É QUE É? — Abaixo o fuzil e viro, encarando para o desgraçado do Andrea. Me aproximo até ele, os outros caras se afastam dele. Levanto o fuzil, agora miro para ele.

— Oh, chefia. Abaixa isso aí? — Olha para os moleques e depois olha para mim. — Não podemos desenrolar isso?

— Já estamos desenrolando Andrea. Agora me explica, por que está faltando dinheiro? Está me roubando nessa porra? — Continuo apontando o fuzil, só que estou mirando embaixo da sua cintura.

— C… Claro… — Gagueja, engole a saliva a seco. — É só… Senhor se acalmar…

— CALA A PORRA DA BOCA, SEU FILHO DA PUTA! — Bravejo, já puto! Ele fala algo, mas estou sem paciência nessa porra! Viro o fuzil e com a parte de trás, questão de segundos, bato com força na sua cara e depois na sua barriga e em seguida cai no chão sangrando pelo nariz.

— Caraca chefia… — No chão, o Andrea leva a mão no nariz quebrado, resmungando. Os outros tentam se meter. Olho para eles, com o fuzil nas mãos.

— Ei? Ninguém se mete! Isso é entre eles! O Andrea fez a merda, ele que resolva! — O Riccardo impede os outros de tentar ajudar. Olho para ele balançando a cabeça, concordando. Vou até o lado dele que continua resmungando. Com o fuzil bati mais uma vez na fuça dele e em seguida, coloquei o pé na sua cabeça forçando ficar com a cabeça no chão. Depois coloquei o fuzil no ombro.

— Agora que calou a porra da boca, quero saber por que está faltando cinco mil da minha grana? Só tem duas hipóteses: ou está me roubando ou está usando os meus produtos? Mas, acho que tu sabes qual é a regra? Oi, não estou te ouvindo? — Levo a mão na orelha e inclino para frente para ouvi-lo. E não ouço nada. — Você disse não? Oh Riccardo, qual é a regra? — Olho para ele, que dá um passo para frente.

— Proibido usar o produto sem pagar!

— Obrigado Riccardo! — Agradeci. Olhei para os outros. — VOCÊS OUVIRAM? É ESTRITAMENTE PROIBIDO USAR OS MEUS PRODUTOS SEM PAGAR! NÃO VOU REPETIR! — Todos acenaram com a cabeça que sim. — QUE BOM! E AÍ ANDREA, VOCÊ FEZ ISSO? — Ele murmura, me abaixo para ouvir e ele disse não. Volto a ficar em pé. — Então você me roubou seu desgraçado? — Tirei o pé em cima dele, abaixei mais uma vez, peguei pelos seu cabelos e o levantei.

— Ai, ai… Não fiz isso, não… Ai, ai… — Geme de dor. Imprimir os lábios, Cansado dessa enrolação. Seguro firme e dou uma joelhada no seu estômago que cospe sangue na minha frente.

— Porra Andrea! Quase me sujou, caralho! — Jogo no chão. Olho se caiu algum sangue na minha roupa da Prada. Me afastei e vi que está intacta. Ele se esforça para olhar para mim.

— Vou falar… Mas, por favor… Não me mata, Mattia… — Ele começa a chorar. Me aproximo, depois agachei e o fito.

— Posso pensar no assunto, mas preciso que me falem o que aconteceu? — Ele vira o rosto, fica pensando. — Mas no seu caso, acho melhor você falar, isso que acabou de acontecer é leve no que posso fazer se não me falar e tu sabe como eu perco a paciência fácil, né? — Sacudiu a cabeça, lágrimas caíram do seu rosto. O Andrea antes entrar para minha equipe, quando eu triturei e matei o último cara que quis me dar a perna. Além de bater muito nos cornos do filho da puta, guartejei ele todo. O desgraçado gritava de tanta dor! Ainda levei a cabeça do verme para os caras para ser um exemplo. Não é atoa que ele está com tanto medo de mim, sou pior que o diabo! — BORA ANDREA, FALA DE UMA VEZ! — Ordenei, ele olha para mim.

— Eu fiz isso… Por causa de uma mina… — Levantei na hora. Não estou acreditando?

— O quê? Você deu minhas drogas para uma puta? — Olho para ele puto.

— Não… Foi para o coroa dela. Ele é morador aqui perto… E estou interessado na mina, ela é virgem e ele garantiu eu ficar com a novinha…

— Deixa ver se entendi… — Me afastei e levei a mão na cabeça, comecei a coçar. Volto olhar para ele, ainda no chão com o nariz sangrando. — Você está me dizendo que fez isso por causa de uma buceta? — — Vou até ele, encarando, com os olhos cheios de ódio!

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