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Capa do romance Um Amor Maduro

Um Amor Maduro

Conteúdo adulto. Sexo, violência e palavras pesadas. Luthor é um médico viúvo que há muito tempo não se interessa por ninguém desde a morte de sua esposa. Ele tenta se manter preso à memória dela. Mas anos depois, seu coração está aberto a novas experiências e ele começa a ver Ane, uma amiga de seus filhos, com outros olhos e acaba se apaixonando. O problema é que Ane tem vinte e oito anos e a diferença de idade o incomoda. Ele se acha velho demais para ela. Já Ane, não vê problema nenhum na diferença de idade entre ela e Luthor e sempre gostou dele secretamente. Sempre o achou o homem mais lindo e sexy de toda a cidade, mas respeitava seu luto. Agora que ele parece interessado, ela não quer perder a chance de tentar. Ela só espera contar com a sorte para que seu desejo se realize.
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Capítulo 2

Parte 2...

Mas isso não é uma traição de fato, era apenas desejo não realizado. Marise era uma ótima esposa, mas como amante não sabia definir.

O problema agora era Ane, que estava conseguindo deixá-lo louco com seu caminhar elegante e sensual ao mesmo tempo. E isso acontecia muito. E ela nem fazia isso de propósito, era natural dela. Sempre foi assim desde que ele passou a observar mais quando ela estava por perto.

Ela andava pela casa e ele tinha que fazer de conta que estava tudo bem para não passar vergonha ao ficar de p*u duro só de olhar pra ela. Era um sufoco. Apesar de ser bem mais velho do que ela, sempre se cuidou muito bem e sua saúde estava perfeita. Tinha todos os reflexos em dia, mesmo estando um pouco fora de forma com relação ao sexo. Essas coisas não se esquecem.

Especialmente quando ela ia usar a academia que tinha nos fundos da casa e a via passar com aquelas roupas coladas. E que corpo ela tinha. Tudo na medida certa para tirar seu sossego. Ele até tentava não ficar observando, mas é como se seus olhos fossem grudados nela. Até seu cheiro estava chamando mais sua atenção do que o normal.

Ane não era virgem, sabia disso porque já havia escutado uma conversa de Layla ao telefone com ela. Não foi por querer, mas acabou ouvindo uma parte e elas falavam sobre a nova transa de Ane. Era algum colega de trabalho dela.

Em seus vinte e oito anos ela já tinha transado mais do que ele com cinquenta e seis. Pelo menos no número de parceiros. Ele só tivera a esposa. Até pensava em ter uma amante, mas isso nunca chegou a acontecer realmente, ele não conseguia trair a esposa.

Quando Layla lhe disse o que havia acontecido na casa, ele logo ficou preocupado com a segurança de Ane e aceitou de imediato que ela ficasse com ele, enquanto as coisas eram organizadas na casa. Ficou preocupado e desconfiado que talvez tivesse a ver com o ex marido da mãe dela.

Ela já estava há quatro dias com ele e cada vez mais ficava interessado nela e não apenas por seu corpo que era delicioso de se ver, mas em seu jeitinho também. Principalmente suas risadas.

Ane era inteligente e divertida, além de educada e gentil, coisas que ele gostava muito. Ela era boa de conversa e sabia falar sobre muitos assuntos, não era travada ou fútil.

Ele trabalhava tanto que não parava para prestar atenção às amizades dos filhos, apesar de conhecer quase todos e muitos eram de longa data. 

Um dia ele observou enquanto Layla e Ane estavam na piscina conversando e mais três amigos chegaram.

Um deles ficou dando em cima de Ane e ele não gostou de ver aquilo, mesmo que ela não tivesse dado atenção às cantadas do rapaz. E ficou encucado por um bom tempo, tentando compreender porque ele se sentiu mal quando viu que o rapaz dava em cima dela. 

A partir daí se ligou que estava interessado nela, mas a questão da diferença de idade não o permitiu seguir adiante, até agora. Era uma barreira para ele, mas devido o aumento de seu interesse, já começava a recuar sobre esse pensamento.

Ele tinha um consultório no centro e outro menor em casa que atendia durante três dias na semana e também para emergências.

Trabalhar em casa era melhor do que ter que se deslocar até o centro todos os dias, mas agora com Ane em casa ele até achava melhor estar na clínica do centro para não ter tentação. Que era muita.

Agora ela estava na cozinha preparando o jantar. Só Deus sabe como ele gosta dessa sensação de ter alguém em casa. Fazia tempo que não sentia esse conforto caseiro. E ela estava preenchendo bem essa parte.

Depois que os meninos saíram ficou um pouco solitário morar naquela casa grande sem mais ninguém para fazer companhia. E era bom ter uma mulher com ele.

Ane era animada, usava a piscina, a academia, fazia comida para eles e estava sempre disposta a uma conversa. E ela era muito mais inteligente do que ele achava. Foi percebendo que era fácil ficar ao lado dela, rir e conversar sobre muitas coisas, porque ela acompanhava seu pensamento e até concordavam em muitas coisas que ele achava antes que não, justo pela diferença de idade.

Ficou um pouco receoso da filha achar ruim que ele tivesse um contato mais íntimo com a amiga, mas ao contrário disso, ela disse que estava tudo bem e que seria ótimo para os dois, pois ambos eram sozinhos.

Se sentia até um pouco envergonhado, mas não dava para continuar negando que ele queria muito ficar com Ane.

A encontrou debruçada sobre a panela no fogão. Usava uma calça jeans clarinha com uma blusa branca e ele se aproximou devagar. Ela se virou e sorriu para ele.

— Oi. Já vai ficar pronto o jantar - ela sorriu delicada.

— Vou tomar um banho antes - ele ficou um pouco envergonhado ao olhar para sua blusa e notar que estava sem sutiã. Seus olhos seguiram direto para seus seios altos.

” Deus meu, que tortura!"

Ele estava com problemas. Seria difícil esconder sua atração por ela se ficasse de andando por aí de p*u duro durante o jantar. Além da enorme vergonha que iria sentir. Sorriu de volta para ela com naturalidade e abriu o refrigerador para pegar algo gelado para acalmar seus nervos. Tinha que mudar o pensamento.

— Volto daqui a pouco.

Piscou o olho e saiu querendo demonstrar que estava tudo normal. Não estava. Seu corpo estava aceso por ela. Estava desejoso de um contato maior.

Durante o banho ficou imaginando as posições sexuais que poderia fazer com ela. Todas que nunca havia feito com Marise e outras que surgiram em sua mente de velho pervertido. E sorriu.

Até pensou em f**ê-la em cada canto da casa para fazer o que sempre quis e em cada móvel de seu consultório. Tinha altos pensamentos sobre ela embaixo dele.

Era assim que seu desejo por ela estava. No alto.

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