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Capa do romance Um Amor Inesperado para o CEO - Série Mulheres Poderosas

Um Amor Inesperado para o CEO - Série Mulheres Poderosas

Ao assumir o Hospital Smith, o CEO José Carlos tenta esquecer um antigo amor proibido. Sua rotina muda ao conhecer Marion, uma paciente com câncer raro, e sua irmã Lillian. Percebendo a conexão entre o médico e a policial, Marion cria uma lista de desejos para garantir o futuro de Lillian após sua partida. Ela entrega a missão a Júnior, dando início a um romance intenso e inebriante que desafia o destino enquanto ele cumpre as promessas da lista.
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Capítulo 3

- Ele voltou a ter febre pela manhã, coletamos amostras do sangue.

Júnior tirou o papel do envelope e o analisou, Benjamin apresentara uma piora significativa, havia uma infecção persistente no sangue, os rins já estavam em estado crítico.

- Estão mantendo a diálise? – Ele virou o rosto para enfermeira.

- Sim, Doutor. – A mulher manteve os olhos longe, envergonhada.

- Ótimo. Vamos entrar com antibiótico agora. – Júnior pensou por um tempo, e voltou a falar. - Melhor ainda, transfiram o paciente para a UTI.

- Sim, Doutor.

Júnior deixou os exames na mão da enfermeira, se aproximou do quarto, Ana Claudia encarava o filho que dormia. Em pé na ponta da cama ela fungava baixinho, as lagrimas pingando no colchão e coberta do filho.

- Ele está partindo, Doutor? - Ela virou o rosto para ele.

- Venha comigo Ana, as meninas vão cuidar do Bem agora, acho que temos uns minutos.

Júnior levou a mulher até a capela naquele mesmo andar. Não era grande como a que Fernando se casou com Luiza, mesmo assim era um santuário naquele lugar de sofrimento. Ele se sentou com a mulher ao seu lado. Ambos em um silêncio doloroso. Por fim, ele juntou as mãos e fez como Luiza, pedindo para quem quer que seja guia-lo naquele momento. Tinha de dar a notícia para a mãe e já se preparava para ser o apoio dela ali.

- Eu rezei tanto. - Ela disse entre as lágrimas. - Dia após dia entro aqui e peço, e peço e peço.

- Não á mal em pedir, Ana. - Era tudo o que podia falar. - Seja forte, comunique ao pai dele para vir, hoje pela noite vamos sedá-lo e entrar com os antibióticos para conter a infecção. Amanhã vou me reunir com a equipe e analisar se o Ben terá condições para continuar com os tratamentos, ou se deveríamos deixa-lo confortável de agora em diante.

Ana chorou como criança, e no fim, quando não tinha mais lágrimas, se levantou e voltou para junto do filho.

Ben já estava acordado em uma conversa com uma das enfermeiras do plantão, a febre persistia em continuar. Júnior se aproximou dele.

- Como está se sentindo, Ben?

- Com frio, - O menino engoliu com dificuldade. - Mas a dor passou depois que fui medicado.

- Que bom. Vamos tratar a infecção. Me diz uma coisa Ben, o que você mais tem vontade nesse mundo?

- Assistir um jogo no Mac. Meu pai prometeu me levar e nunca teve tempo. - Ben sorriu, as covinhas apareceram para afundar o peito de Júnior. - Se eu me curar, vou ser jogador.

Ana lançou um olhar a Júnior, ele bateu na perna do menino, não era um desejo como ir à Disney, ou viajar. O menino só queria ir ao estádio da cidade e assistir uma partida do time da cidade. Era hora de entrar em contato com o pessoal do projeto.

O dia passou rápido, Júnior se alimentou na sala, enquanto trabalhava. Por fim, pegou o telefone e ligou para Luiza.

- Oi, Júnior.

- Lu, como vai?

- Estou bem, indo para uma conferência com a Cecilia.

- Estamos perdendo um paciente. - Ele ouviu quando Luiza puxou o ar. Nunca era uma notícia fácil de dar. - Está em tratamento paliativo, os rins estão parando e hoje apresentou uma infecção no sangue. Fiz a pergunta á ele.

- E aí?

- Ele quer assistir um jogo em um estádio daqui. Disse que será jogador.

- Ah Júnior, lamento muito. Eu já levei meu irmão ao Mac, realmente é um pedido simples, mas bonito. Todo menino daí, sonha em jogar pelo menos uma vez ali. - Luiza tinha pesar na voz. - Eu vou informar o pessoal, amanhã mesmo entramos em contato com a mãe dele.

- Obrigada, Lu.

Júnior encerrou a ligação, encarou o retrato dele com a família Olivar Smith. Até uns anos atrás eram somente Felix e Fernando. Agora, estavam crescendo tanto que a foto estava cheia, de rostos pequenos e sorridentes.

A tarde chegou e Júnior se lembrou do pedido de Mari, vestiu o jaleco e tomou o elevador, estava tão distraído que não percebeu que ao fazer a curva, uma pessoa também a fez. Dando de frente com ele, chocando corpo contra corpo.

Lillian praticamente se chocou com o peito de Júnior, sentiu as mãos dele segurando firme em sua cintura impedindo a queda, ao olhar para cima viu os olhos azuis que lhe tiravam a concentração em seu turno.

O cabelo castanho deu uma leve bagunçada enquanto ele a mantinha presa em si. O cheiro dela era cítrico e doce.

Ela engoliu em seco, o peito acelerado e os olhos presos nele.

- Me. Desculpa, eu.

- Eu não percebi que estava vindo. - Ele mantinha o aperto no corpo dela.

Júnior tirou uma mão somente para ajeitar uma mecha do cabelo dela, eram macios e deslizaram pelos dedos dele, leves. Os pensamentos vagaram para algum momento envolvendo algemas, e olhos cobertos.

Lillian se soltou do aperto dele, endireitou a postura, os olhos perderam o brilho enquanto assumia a policial dentro de si.

- Tenha uma boa noite, Doutor. - Desviou os olhos para o corredor. - Até amanhã.

- Sabe que não é o certo. - Ele disse, decepcionado pela quebra do encanto tão repentino e pela falta de agradecimento dela.

- Eu sei, mas preciso mesmo ir. Ela só tem a mim, e o dinheiro da minha mãe não dá para quase nada.

- Entendo. - Ele concordou. - Nesse caso, posso fingir que não te vi.

Lillian o encarou, concordou com um aceno e partiu, caminhando rápido até demais.

Entrou no carro contrariada, não queria sentir nada, era feliz servindo ao estado e cuidando da irmã. Quando queria sexo, recorria à Marcelo. Sua amizade cafajeste e colorida. Por falar nele.

- Marcelo. - Lillian apertou o celular na mão gelada. - Vou passar na sua casa, preciso relaxar.

- Sorte sua que estava indo tomar banho agora.

- Me espera.

No caminho para o batalhão, Lilian comprou camisinhas, já que o infeliz sempre dava a desculpa da mente cansada. Rumou para a casa do amigo sentindo-se estranhamente molhada.

- Mas que porra. - Pensou alto. - Parece que nunca vi um par de olhos azuis, e um corpo bonito. Merda!

Marcelo aguardava, encostado em seu portão, com uma mão na arma em sua cintura e outra na fechadura. Deu passagem para a amiga, duro só de imaginar a brutalidade dela na cama.

Ao entrar, fechou a porta e prensou o membro na bunda de Lillian.

- Está sentindo falta do meu pau? - Ele sussurrou, safado.

- Hum. - Ela gemeu. - Não sei.

- Toma um banho comigo?

Lillian tirou a roupa no caminho até o banheiro, não ia contar sobre a situação da irmã, não queria chorar as mágoas. Queria gozar e tirar aquela impressão da mente.

Marcelo tomou a boca dela com a sua, sentiu a língua quente de Lillian, logo separou as bocas e com a mão enterrada nos cabelos dela, a forçou a se ajoelhar. Lillian o abocanhou, engolindo todo o membro, sugando, repetiu os movimentos, enquanto Marcelo gemia enlouquecido. De todas as fodas, Lillian era a melhor.

Ele estava por um fio quando ela se levantou e saiu do banheiro. Usou a toalha dele, mas não chegou a entrar no quarto quando fora envolvida pelos braços tatuados do amigo, amante.

Marcelo a colocou debruçada na cama, deitou-se em baixo e passou a língua pela vagina molhada e desejosa. Ao ouvir os gemidos de Lillian, enfiou dois dedos em sua abertura, quente e molhada.

Lillian começava a rebolar quando ele parou, se posicionou atrás dela, passou o pau pela intimidade molhada.

- Camisinha. - Ela gemeu.

- Porra, Lilli.

- Agora Caralho! Está ali. - Ela apontou para a penteadeira.

Muito a contragosto ele colocou, estava tão duro que colocaria uma sacola, se ela mandasse.

Ao se aproximar desferiu um tapa forte na bunda redonda. Lillian jogou a cabeça para trás. Adorava sentir dor seguida do prazer de ser penetrada. Então, empinou a bunda ainda mais.

Marcelo com aquela visão se tocou e sem avisos a penetrou, não na vagina, onde Lillian gostava.

Sentiu o orifício apertado lhe envolver o pau e enfiou mais ainda. Viu que Lillian começou a se tocar, então estocou com força. Os gemidos dela se misturavam aos gemidos roucos dele. A bunda redonda estava vermelha pelas batidas, quando Lillian estava totalmente entregue ele tirou o pau e enfiou na vagina dela. Não demorou muito para Lillian o apertar, logo ele sentiu a abertura dela o apertar e relaxar.

Marcelo sabia que não precisava de gentilezas com Lillian então socou, provocando o som do choque dos dois corpos, até se derramar nela com uma estocada forte e a cabeça jogada para trás.

- Puta. Que. Pariu. Lillian. O que foi isso?

Marcelo saiu de dentro dela, ia se livrar da camisinha, quando voltou Lillian já se vestia.

- Sexo Marcelo. - Ela o encarou, um sorrisinho safado nos lábios. - Sexo bruto.

- Depois dessa, eu tenho que me lembrar de me segurar para não machucar as mulheres.

- Simples. - Ela deu de ombros. - Goza como um virgem.

Depois de devidamente arrumados rumaram para o batalhão. Ali, Lillian deixava a garota de lado, e tornava a implacável, Soldado Nascimento.

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