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Capa do romance Turista Descobrindo O Amor

Turista Descobrindo O Amor

Miguel cometeu um erro terrível ao vender Marina para Antonni, seu pior rival, sem saber que ela esperava um filho seu. Agora, ele corre contra o tempo para salvar a vida de ambos. Marina revive o trauma do sequestro, tornando-se prisioneira do inimigo do homem que amava. Entre perigos e a convivência forçada com Antonni, será que o vínculo entre Miguel e Marina resistirá? Eles conseguirão superar as mágoas e encontrar o amor em meio ao caos da máfia?
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Capítulo 2

“Meu pensamento te procura de forma incessante”

Marina Castro

Hoje no café da manhã, enquanto sou obrigada a conviver com Antonni, o mesmo me falou que Miguel está vivo e que ele sabia que ele viria até a mansão. Então, se você não quer ver o homem que você ama morrer na sua frente, é melhor se comportar e falar que o que você deseja de verdade é ficar comigo.

Quando vi Miguel e confirmei o fato dele estar vivo, queria me jogar em seus braços e ser amada por ele, mas sabia que se fizesse isso, nós dois morreríamos. Lágrimas desceram pelo meu rosto sem que pudesse controlar, por isso, antes que Miguel fizesse algo, me virei e beijei Antonni. Eu o beijei querendo afastar Miguel de uma vez por todas, pois não quero que ele corra risco por minha culpa.

Depois que Miguel vai embora completamente transtornado, Antonni me puxa para seus braços e gruda seu corpo ao meu. Vejo como ele está alterado. Ele puxa minha perna direita e coloca em volta do seu corpo, me fazendo sentir sua ereção. Eu arfo!

Ele beija meu pescoço e chega aos meus seios que estão estremecidos de desejo. Ele me joga contra a parede e por alguns segundos o meu corpo traidor esquece que estou nas mãos do inimigo. Quando ele fricciona sua excitação contra a minha eu gemo enlouquecida, mas a imagem de Miguel me encarando esta noite vem com força na minha mente e arrumando forças eu empurro Antonni e corro para o meu quarto.

Jogo o meu corpo contra a porta e seguro a maçaneta para impedir a entrada de Antonni, mas é inútil, pois ele é mais forte que eu e por isso, consegue abrir a porta.

Ele começa a tirar o cinto da calça e murmura: Você não pode me provocar desta forma e simplesmente correr em seguida.

- Por favor, Antonni. Eu não posso fazer nada com você – Falo me sentindo extremamente culpada e até sinto repulsa.

- Você não pode ou você não quer? – Ele questiona. Ele já está completamente nu e caminha na minha direção.

Engulo seco com a confiança 'enorme' dele.

- Não posso e não quero – Falo encarando seus olhos.

- Mas não é isso que seu corpo está demonstrado – Fala encarando meus olhos e descendo pelo meu corpo. Nos meus seios é possível ver o quanto estou excitada e sinto minha excitação escorrer pelas minhas pernas.

Ele se ajoelha na minha frente e suspende o meu vestido.

- Puta que pariu – Murmura e antes que ele fizesse mais alguma coisa, eu corro para o banheiro e fecho a porta. Não ouço seus passos do lado de fora, e penso que ele foi embora, por isso, abro a porta, mas para meu azar, ele estava esperando apenas isso para que pudesse empurrar a porta.

- Chega desse jogo de gato e rato. Você vai ser minha – Fala e me pega com apenas um dos braços e me coloca sobre o mármore frio. Ele me prende com um dos braços e suspendendo meu vestido enfia um dedo dentro de mim, e juro que tentei negar, mas o meu corpo está necessitado e acabo cedendo a Antonni.

Ele enfia sua ereção de forma implacável e toda vez que fecho os olhos ele faz com que eu os abra novamente e ordena que chame o nome dele, e sei que com isso, ele não quer que pense em Miguel.

- Gostosa do caralho! – Fala e arremete mais e mais enquanto grito seu nome...

Eu acordo sobressaltada e coloco a mão no meu coração e em seguida entre minhas pernas. Estou completamente molhada. Ouço uma tosse do outro lado do quarto e vejo Antonni sentado em uma das poltronas.

Seu olhar está faminto...

- Alguém andou tendo um sonho erótico... – Antonni fala. Vejo um sorriso idiota no seu rosto.

- Não era com você – Falo na defensiva.

- Era sim, você estava gritando meu nome. Ah, Antonni, Antonni, Antonni... Por isso entrei no seu quarto – Fala convencido.

- Me deixa em paz – falo e entro no banheiro e por não querer que ele venha atrás de mim, eu arrasto um móvel que tinha no banheiro para atrás da porta.

Eu me jogo debaixo da água gelada e choro baixinho com raiva do meu corpo por ser tão fraco.

Antonni Farango

Após me beijar para evitar a morte de Miguel, Marina praticamente correu para o quarto e eu decidir não ir atrás dela. Vou deixar que ela se acostume a minha presença e sei que vai chegar o momento que ela vai ceder e se entregará por livre e espontânea vontade.

Na manhã seguinte havia tomado café da manhã sozinho, pois as mulheres da mansão trabalharam a noite inteira com clientes e os jogos que acontecem na mansão, e Marina não apareceu até o momento.

Eu decido ir até seu quarto e ao me aproximar da porta escuto Marina gemer e gritar meu nome. Ela se movimenta na cama e chama meu nome. Eu sento numa poltrona perto da cama e já estou excitado ao ver como ela se move na cama e a forma que chama meu nome demonstra que ela está tendo um sonho delicioso.

Ela geme alto e acorda sobressaltada. Quando ela tira o lençol e ver sua excitação completamente molhada, eu fico louco de desejo. Marina me vê e eu estou faminto.

Ela nega de todas as formas que tenha sonhado comigo e sei que é uma grande mentira. Ela foge para o banheiro e ouço barulho dentro do mesmo. Eu coloco a mão na maçaneta, mas depois de pensar um pouco, desisto.

Eu não quero forçar Marina a fazer nada comigo, mas quero que ela venha até mim e suplique para que eu a foda completamente. Eu vou para o meu escritório e dou alguns telefonemas.

Vou organizar um jogo especialmente para Marina e sei que ela não vai aguentar muito tempo sem sexo, ela é fogo puro.

Soube disso desde a primeira vez que fitei seu rosto.

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