Capa do romance Traída Pelo Noivo, Amada Pelo Príncipe

Traída Pelo Noivo, Amada Pelo Príncipe

8.7 / 10.0
Traída Pelo Noivo, Amada Pelo Príncipe é um romance billionaire sobre Maria, que após ser humilhada publicamente, busca justiça. Ao ler livros online grátis, descubra como ela conquista o coração de um príncipe e vira o jogo nesta emocionante web novel de transformação e destino.
Resumo de Traída Pelo Noivo, Amada Pelo Príncipe
Traída publicamente pelo noivo, Pedro, que a trocou pela prima invejosa, Maria vê sua vida desmoronar sob insultos. No entanto, a humilhação vira triunfo quando ela ressurge no baile real ao lado do Príncipe Carlos. Enquanto Ana e Pedro enfrentam a ruína financeira, punições físicas e o banimento da corte por suas mentiras, Maria encontra o verdadeiro amor e respeito. Entre armadilhas desmascaradas e um destino glorioso, ela celebra a justiça e a chegada de um herdeiro real.
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Traída Pelo Noivo, Amada Pelo Príncipe Capítulo 1

Eu era Maria, uma influenciadora culinária de sucesso, com Pedro, meu noivo, ao meu lado, e uma vida cheia de sabores e texturas.

Minha prima Ana, musa fitness e obcecada por controle, sempre foi o oposto, mas nossa amizade, superficial como era, enganava a todos.

Pedro, um empresário de tecnologia que prezava a imagem acima de tudo, começou a enxergar minha paixão pela comida como gula e minha autenticidade como falta de ambição, tudo por influência de Ana.

A reviravolta veio brutal e pública: Pedro me trocou por Ana, sua prima, a mulher que ele agora chamava de seu verdadeiro amor, e o anúncio foi orquestrado para me humilhar ao máximo.

O noivado foi cancelado, e lembro-me de ter recebido a notícia com uma calma assustadora.

"Maria, eu vim para ser claro, não podemos mais nos casar", ele disse, frio e cortante, sem rodeios.

"Eu percebi que a pessoa que eu realmente amo é a Ana, vamos nos casar."

Cada palavra era uma facada, não em mim, mas em meus pais, que viram seu acordo de família, sua união de status e negócios, desmoronar.

A oferta de Pedro para que eu continuasse vivendo sob sua proteção, "como uma amiga da família", era um insulto camuflado, uma forma de me manter perto como um troféu de sua magnanimidade.

Ana, com seus olhos de corça e falsa piedade, ainda conseguiu me dizer: "Prima, aceite, é uma boa oferta, Pedro é um bom homem."

Anos de "conselhos" disfarçados de preocupação fraternal de Ana vieram à tona.

"Coma o que gosta, um docinho a mais não vai fazer mal", ela sussurrava, enquanto secretamente construía sua imagem de perfeição.

A raiva que Maria reprimiu por tanto tempo finalmente explodiu quando ela viu seus pertences espalhados e um vaso de cristal quebrado na sala.

"O que está acontecendo aqui?", Maria gritou, "Parem com isso agora!"

Ana, descendo a escada com um sorriso vitorioso, ainda teve a audácia de dizer que Pedro havia permitido que ela ficasse com tudo, já que "você não vai mais precisar, não é?".

Ela ainda provocou: "Se você concordar em ser a concubina dele depois que nos casarmos, talvez ele te devolva algumas dessas suas coisas velhas."

Minha resposta foi um tapa, um som que ecoou na sala silenciosa.

"Você viveu na minha casa, comeu da minha comida, usou minhas roupas, e é assim que você me paga? Roubando o que é meu, o que minha mãe preparou para mim com tanto amor?"

Pedro, cego pela atuação de Ana, me empurrou para o chão, chamando-me de "gorda louca" por tocar em sua noiva.

"Eu quero tudo o que é meu de volta, cada peça, cada joia, cada livro, agora!", ordenei.

"E você!", eu disse, apontando para ela, "Não se esqueça de quem você é, você é apenas a filha de um parente distante, que foi acolhida por minha família por pena, você vive sob o meu teto, não tem direito a nada aqui."

A última provocação de Ana veio na noite anterior ao casamento dela com Pedro, no jardim: "Depois que eu me tornar a Sra. Patterson, você terá que me tratar com mais respeito, quem sabe, um dia, você ainda vai se ajoelhar na minha frente para me pedir um favor."

Eu sorri, mas por dentro, o ódio estava fervendo.

O dia do casamento de Ana e Pedro chegou, e com ele, um outro evento, muito mais exclusivo e importante: o baile anual de caridade da família real.

Naquele salão opulento, iluminado por lustres de cristal, sentada em uma posição de honra ao lado do Príncipe Carlos, eu vi Ana e Pedro.

Seu olhar encontrou o meu do outro lado do salão, e um pequeno sorriso brincou nos meus lábios.

Quando a rainha chegou, todos se curvaram, mas Ana, paralisada, apenas sussurrou, "Não pode ser… É a gordinha…".

A sogra de Ana, furiosa, forçou sua cabeça ao chão, uma humilhação pública e dolorosa.

"Ajoelhem-se!", um dos guardas ordenou, forçando Ana e Pedro a se ajoelharem diante da rainha antes de serem expulsos.

Minha indiferença os atingiu mais do que qualquer raiva.

Ana tentou manipular a rainha com mentiras descaradas, se fazendo de vítima e me pintando como a vilã que perseguiu Pedro e tentou destruir seu amor.

Mas a rainha, sabiamente, me chamou ao pavilhão, revelando que tudo havia sido uma armadilha perfeita para Ana, uma chance para ela repetir suas mentiras.

Quando Ana viu minha presença, o sangue fugiu de seu rosto.

"Agora," disse a rainha, "Repita tudo o que você me disse lá fora, mas desta vez, olhe para sua prima enquanto fala."

Ana estava sem fala, enquanto Maria, com um sorriso divertido, zombou: "O que foi? O gato comeu sua língua?"

Maria revelou que Ana se beneficiou da família e mentiu sobre sua herança.

A rainha anunciou a punição por calúnia: açoitamento público e exílio, revelando a farsa de Ana.

Pedro invadiu, tentando defender Ana, chamando Maria de mentirosa.

Maria desafiou Pedro a reembolsar sua família pelos gastos de Ana, apresentando os livros de contas com provas.

Quando o contador leu os registros, o queixo de Pedro caiu, as somas eram astronômicas.

Humilhado, Pedro assinou o cheque gigante.

A rainha ofereceu uma alternativa: Pedro receberia 20 chibatadas no lugar de Ana, uma pena cruel que deixaria marcas permanentes.

Ana, na esperança de se salvar, o abraçou e o elogiou, selando seu destino.

Pedro aceitou, e seus gritos ecoaram pelo pavilhão, a mãe dele passou de horror a ódio por Ana.

A punição de Ana foi ter as palmas das mãos açoitadas dez vezes, uma humilhação para lembrá-la de nunca mais roubar ou mentir.

Longe do caos, Maria estava com o Príncipe Carlos, que a salvou da dor e lhe deu uma nova vida de amor e felicidade.

Pedro, cego por sua arrogância e desesperado, tentou convencer Maria a fugir com ele, alegando que Ana confessou suas manipulações.

Mas Maria percebeu que nunca o amou de verdade, e sim a ideia de estar noiva dele.

Ela encontrou o verdadeiro amor em Carlos, um amor baseado em confiança e respeito.

Maria o deixou, um homem patético, delirante, perdido em suas fantasias, e correu para seus aposentos.

Mas um cheiro doce e enjoativo a fez desmaiar, e a última coisa que Maria viu foi o sorriso triunfante e louco de Pedro.

No salão principal, a ausência de Maria foi notada, e Ana, com lágrimas falsas, revelou a armadilha de Pedro.

Ana guiou a multidão para o pavilhão leste, esperando flagrar Maria desonrando o príncipe.

Com um sorriso sádico, Ana abriu a porta do pavilhão, puxou o lençol da cama.

Mas para seu horror, a mulher na cama não era Maria, era a filha do primeiro-ministro, deitada com Pedro.

A filha do primeiro-ministro, furiosa, esbofeteou Ana e exigiu saber onde estava a "gorda".

Maria entrou de braços dados com Carlos, sorrindo "Procurando por mim, prima?".

Ana desabou no chão, percebendo a magnitude de seu erro.

A filha do primeiro-ministro a chutou e exigiu que ela se ajoelhasse para a futura princesa.

A família de Pedro foi banida da corte, seus negócios ruíram.

Pedro foi deserdado e jogado nas ruas, e sua arrogância o levou a um hospital psiquiátrico, delirando sobre príncipes.

Ana, destituída de seu nome de casada, foi forçada a retornar aos pais biológicos.

Eles a venderam a um bordel de luxo para pagar suas dívidas, e sua vida terminou em tragédia anônima.

Com seus inimigos finalmente fora de seu caminho, Maria pôde desfrutar de sua nova vida.

Maria e Carlos viviam no palácio, onde ele a mimava com carinho e ela o mimava com sua culinária.

A saúde de Carlos melhorou sob os cuidados de Maria, e a alegria que ela trouxe foi seu melhor remédio.

Ele planejou o casamento mais grandioso que o reino já vira.

Maria, com um sorriso, revelou a Carlos: "Nós vamos ter um bebê."

Carlos a levantou, girando-a, chorando de alegria, enquanto fogos de artifício iluminavam o céu noturno.

Abraçados sob o céu estrelado, eles olharam para o futuro, um futuro de amor, risadas e boa comida.

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Traída Pelo Noivo, Amada Pelo Príncipe de Conteúdos

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