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Capa do romance Te amo, te odeio.

Te amo, te odeio.

Após sofrer uma grande desilusão, Olívia encontra uma paixão avassaladora à primeira vista. O alvo de seu desejo é Agnelo, um homem gélido que desacredita totalmente do amor. No entanto, um encontro inesperado e intenso dentro de um carro muda tudo. Agora, a atração física mútua torna-se impossível de ignorar, deixando ambos obcecados pela ideia de repetir aquele momento de prazer, enquanto lidam com sentimentos conflitantes e uma tensão constante.
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Capítulo 3

Agnelo

Depois de quatro meses viajando pela Europa curtindo a vida e gastando dinheiro atoa, procurando das melhores mulheres aos melhores vinhos, retorno ao meu lar, a Inglaterra, a pedido do meu amigo Julian, ele informou-me do nascimento de sua filhinha e eu quis prestigiar dessa alegria com ele. Nunca vi um homem tão feliz naquela maternidade igual hoje cedo quando vi meu amigo, ele estava emocionado e sorrindo atoa, não é para menos, ele tem tudo que qualquer homem de bem poderia querer, uma bela mulher, fiel e agora uma família. Sinto não ser um homem de bem.

Dirigindo a noite pela estrada, após sair de um bar no qual tomei alguns copinhos de whisky, vejo o painel do carro acender informando a falta de gasolina, por sorte avisto um posto de gasolina próximo, mas no momento em que eu parei o carro, meus olhos avistaram uma certa pessoa, não fazia do meu feitio lembrar de mulher nenhuma, mas aquela eu sabia que já tinha pegado, estava sozinha ali no meio do nada, procurei ao redor para ver se tinha um carro ou alguém esperando mas não tinha nada. Quando aproximei o olhar, lembrei-me imediatamente, Olívia, era ela sim, a amiga de Eloíse.

Quando me aproximei dela, a moça começou a andar rápido para o outro lado da rua, estava agindo estranho, meu trabalho sempre me deu um faro especial para tudo. Talvez ela tivesse em perigo, eu não tinha motivo nenhum para ajudá-la, era um safado mas não um monstro.

Quando chamei-a, ela pareceu mais nervosa do que nunca, estar tão perto olhando aquele rosto, me trouxe as lembranças do dia em que ela se jogou para mim dentro do meu carro e que eu fodi a boceta pequena e deliciosa dela. Mas o que? Desde quando eu lembrava das minhas transas passadas? Porra.

Insisti para que ela aceitasse minha ajuda, eu não podia deixá-la ali a mercê de qualquer coisa, era uma mulher linda e jovem andando sozinha em uma avenida deserta. Talvez fosse mais do que isso, fosse a vontade de experimentá-la novamente, ela fora tão boa que ali naquele momento eu só conseguia pensar em toma-la novamente.

Agora a contragosto dentro do meu carro, observo-a inquieta, exatamente igual aquele dia. Porra eu sou mesmo uma safado filho da puta, só consigo pensar em como ela é gostosa, sua saia acima dos joelhos deixam a mostra sua bela coxa, meu pau está totalmente duro dentro da calça, faço de tudo para que ela não note, não ainda. Mas sem pensar em nada, faço uma breve pergunta que tenho certeza, irá fazê-la lembrar-se também.

"Você se lembra da última vez que esteve dentro desse carro?" Indago e olho para ela que de repente fica petrificada e com o rosto vermelho.

"C-claro." Ela responde e da um sorriso sem graça, olho novamente para suas coxas e ela as aperta uma na outra.

"Ainda não entendo o que deu em você aquele dia " Falo calmamente.

"Eu estava com vontade de transar com você, muita... Então aproveitei o momento a sós. Simples!" Ela solta rapidamente e eu sinto meu pau se contrair.

"Eu quero transar com você agora, quero aproveitar o momento a sós, é simples... Você topa?" Entrego o jogo e então ela me olha surpresa.

"O que?!" Ela pergunta com os olhos arregalados.

"Você não quer?" Pergunto um pouco chateado com o pensamento de ela não me querer.

"Olha... Aquele dia, eu prometi que não iria procurá-lo mais e..." Ela diz mas eu a interrompo.

"Você não procurou mesmo, me senti usado." Brinco. "Entretanto, fui eu quem te achei agora, e sou eu quem quer, não me diga que não quer fazer de novo?" Porra, não entendo o que deu em mim, já estou insistindo e nunca fui disso.

"Merda, Agnelo!" Ela exclama. "Eu quero, mas..." Ela parece perdida em suas palavras.

"É só uma rapidinha... Depois nunca mais nos vemos de novo, se lembra dessas frases?" Seus olhos se tornam em fúria.

"Sabe o que você me faz pensar? Que todos os homens são assim, idiotas como você, aquilo foi um erro, tá certo? Eu posso até não me arrepender muito, mas foi errado, eu não deveria, porém eu quis e eu faço o que eu quiser!" Ela esbreveja e cruza os braços.

Após alguns minutos de silêncio, eu não sei mais o que dizer, não sou de insistir para ficar com nenhuma mulher, nunca fui, mas essa Olívia, o que ela tem? Que inferno! Ela é tão bonita e deliciosa! Mal posso me lembrar de estar dentro dela aquele dia que tudo em mim vira OLÍVIA! Em quatro meses eu não pensei nela, mas agora, vendo-a de novo, eu a quero.

"Ali está o meu carro, muito obrigada por ter me trago até aqui." Ela me dá um sorriso e sai do carro rapidamente assim que eu paro, levando em suas mãos o galão com a gasolina.

"Espera!" Grito saindo do carro.

"O que foi?" Ela pergunta.

"Deixe-me te ajudar, você sabe como se coloca gasolina comprada assim no galão?" Indago.

"Não!" Ela responde revirando os olhos e então eu tomo a frente.

Pego o que é preciso para abastecer o carro dela, uma mangueira fina e então coloco a gasolina para ela. Após terminar vejo ela me olhar com surpresa.

"Nunca imaginei que fosse assim, para mim era somente derramar lá dentro." Ela fala.

"Ainda bem que te encontrei não é?" Falo e lhe dou um sorriso. Que porra, não sou de sorrir.

"Tudo bem Agnelo, eu sei que você quer transar comigo, e eu também quero. Então vamos deixar de enrolação?" Ela solta deixando-me até um pouco surpreso.

Mas sem perca de tempo eu caminho até ela e tomo seus lábios. Lembro-me agora de que eu não havia a beijado ainda... Seus lábios são macios e sedosos, eu a beijo com volúpia enquanto minhas mãos passeiam pelo seu corpo modelado e pequeno, quero muito tirar toda a roupa dela e vela nua pela primeira vez, mas agora não será possível, quero muito entrar dentro dela e sentir sua carne interna, macia e molhada apertar meu pau dolorido.

Seu beijo é tão gostoso que eu posso ficar a noite inteira beijando-a, desço com meus lábios pelo seu pescoço e sinto seu cheiro único e distinto encher minhas narinas, de sua garganta saem gemidos baixos mas que logo eu farei questão que sejam gritos estrangulados. Com suas mãos ela arranca minha camisa junto com meu terno, ela abre meu cinto e tira meu pau para fora da calça, começando a masturba-lo.

"Caralho!" Gemo sentindo sua mão pequena fazendo movimentos mágicos.

Com minha mão eu tiro sua blusa e beijo seus seios médios mas perfeitos para caber dentro da minha boca, abocanhou seus mamilos durinhos e brinco com as mãos, sem conseguir mais me segurar, com o pau babando de tesão eu a coloco de quatro no capô do carro, puxo sua calcinha para o lado e penetro forte em sua boceta que está encharcada e pulsando.

Ela geme alto e com algumas estocadas já sinto sua carne apertar meu pau e soltar um líquido quente deixando-me maluco de tesão. Seu corpo começa a tremer e ela chora de prazer em meus braços, continuo estocando enquanto com minhas mãos eu aperto sua cintura com posse, que mulher deliciosa é essa. Já provei muitas, mas igual essa não existe, vai além do prazer, é algo indescritível.

Depois de mais alguns minutos e mais algumas posições, sinto que vou explodir, Olívia tem mais um orgasmo e com isso também provoca o meu, quase não dá tempo, mas consigo tirar e derramar tudo em sua bundinha redonda e gostosa.

"Oh!!!" Beijo toda a sua costa grunhindo com o prazer imenso. "Você é boa demais!" Exclamo e quando me dou conta já quero de novo.

Inferno! O que tem nessa garota?

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