
Superando Barreiras
Capítulo 2
Zuleica sorri para Jamile, pega a garrafinha de água e toma.
– Obrigada meu anjo, tem o meu filho, deixa ver se lembro o número dele – esfregando a testa ela tenta lembrar.
– Não tenha pressa, se acalma primeiro. – Limpando os machucados do tombo tentar acalma-la, ela está muito nervosa.
Lembrando o número do filho, passa para Jamile que liga em seguida.
– Oi querido, eu estou aqui no centro, fui assaltada levaram tudo– fala chorando.
– Como assim mamãe, você está aonde?
– Estou numa praça aqui em frente ao casarão amarelo.
–Não saia daí já estou indo.
– Estou com uma linda jovem, ela me ajudou e emprestou o celular dela para ligar para você.
– Está bom, em quinze minutos eu chego aí.
Ele desliga e Jamile guarda o celular, ela não quer deixar aquela senhora sozinha, está muito preocupada com a segurança dela ali.
– Muito obrigada querida, eu saio pouco de casa, vim no centro, porque amanhã é aniversário do meu filho ele vai fazer vinte e nove anos, e eu estava vendo um presente para ele.
– Aqui é perigoso, mas o melhor horário para andar por aqui com menos riscos é na hora do almoço que tem mais movimentação.
–E eu decidi vim depois do almoço– fala com as mãos na cabeça.
– Graças a Deus que foi só coisas matérias que eles levaram, essas coisas obtemos de volta.
– Verdade minha linda, como você se chama meu anjo?
– Jamile, e a senhora? – pergunta com um sorriso.
– Zuleica querida, eu acabei de arrumar uma amiga mais que alegria.
– Prazer Dona Zuleica, sim eu estou feliz de poder ser sua amiga rsrsrs.
Quinze minutos depois um sedan prato para na frente delas e Zuleica diz que é o seu filho que chegou.
– Querida, vou pegar com ele um papel e você anota seu número para marcarmos um chá.
– Claro, marco sim, será um prazer tomar um chá com a senhora. – diz com sorriso Largo.
– Mamãe, como você está? – ele diz se aproximando.
– Estou bem meu filho, essa é a Jamile meu anjo da guarda– diz ela apontando para Jamile.
– Você.... parece que hoje foi dia de nos encontramos – diz Ronaldo estendendo a mão para Jamile.
– Coincidências acontecem rsrs, eu a encontrei caída aqui e ajudei só isso.
– Não querida, só isso não, você foi solidária a minha dor, hoje em dia é difícil alguém socorrer uma pessoa.
– Dona Zuleica eu só fiz minha obrigação como cidadã, agora estou aliviada que a senhora está entregue.
– Eu vou te levar em casa, venha, vamos para o carro. – Ronaldo fala olhando para Jamile.
– Não há necessidade eu pego o ônibus ali no ponto.
– Por favor querida, é o mínimo que podemos fazer agora. – Zuleica pega no braço de Jamile a levando para o carro.
Eles a deixam na porta de casa, ela anota o número do telefone como combinado e agradece dá um beijo na testa de Zuleica e sai.
–Filha você saiu para comprar um sapato e demorou, estávamos já preocupados com você– João fala ao vê lá entrando em casa.
–Eu ajudei uma senhora que foi assaltada no centro, ela estava caída, fiquei com ela até o filho dela chegar, eles me trouxeram para casa – colocando a sacola no sofá, vai tomar café da tarde com seus pais.
–O centro é muito perigoso, sua mãe disse que conseguiu o emprego?
–Sim papai, começo segunda feira, inclusive o filho da Dona Zuleica quem ajudei, foi a pessoa que me entrevistou lá na Editora.
– Nossa que mundo pequeno – Carmem fala dando risada.
– Jamile, e a senhora? – pergunta com um sorriso.
– Zuleica querida, eu acabei de arrumar uma amiga mais que alegria.
– Prazer Dona Zuleica, sim eu estou feliz de poder ser sua amiga rsrsrs.
Quinze minutos depois um sedan prato para na frente delas e Zuleica diz que é o seu filho que chegou.
– Querida, vou pegar com ele um papel e você anota seu número para marcarmos um chá.
– Claro, marco sim, será um prazer tomar um chá com a senhora. – diz com sorriso Largo.
– Mamãe, como você está? – ele diz se aproximando.
– Estou bem meu filho, essa é a Jamile meu anjo da guarda– diz ela apontando para Jamile.
– Você.... parece que hoje foi dia de nos encontramos – diz Ronaldo estendendo a mão para Jamile.
– Coincidências acontecem rsrs, eu a encontrei caída aqui e ajudei só isso.
– Não querida, só isso não, você foi solidária a minha dor, hoje em dia é difícil alguém socorrer uma pessoa.
– Dona Zuleica eu só fiz minha obrigação como cidadã, agora estou aliviada que a senhora está entregue.
– Eu vou te levar em casa, venha, vamos para o carro. – Ronaldo fala olhando para Jamile.
– Não há necessidade eu pego o ônibus ali no ponto.
– Por favor querida, é o mínimo que podemos fazer agora. – Zuleica pega no braço de Jamile a levando para o carro.
Eles a deixam na porta de casa, ela anota o número do telefone como combinado e agradece dá um beijo na testa de Zuleica e sai.
–Filha você saiu para comprar um sapato e demorou, estávamos já preocupados com você– João fala ao vê lá entrando em casa.
–Eu ajudei uma senhora que foi assaltada no centro, ela estava caída, fiquei com ela até o filho dela chegar, eles me trouxeram para casa – colocando a sacola no sofá, vai tomar café da tarde com seus pais.
–O centro é muito perigoso, sua mãe disse que conseguiu o emprego?
–Sim papai, começo segunda feira, inclusive o filho da Dona Zuleica quem ajudei, foi a pessoa que me entrevistou lá na Editora.
– Nossa que mundo pequeno – Carmem fala dando risada.
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