
Submissão
Capítulo 3
Annie
Todos os dias eu acordava e dormia com medo a insegurança de viver num lugar como este é um mundo que eu nunca tinha ouvido falar. “A SUBMISSÃO” Eu treinava todos os dias, para ser obediente cresci com a minha mãe dizendo que eu precisava ser submissa ao meu marido e que eu tinha que agradar e na Mansão não era diferente. Passei meses depois que cheguei recebendo instruções para ser uma boa menina e ainda tinha mais um ponto: eu ouvia as conversas entre a treinadora e a dona da casa que eu precisava aprender, porque eu ia ter um dono. Logo eu seria vendida, e por muito dinheiro a única coisa que eu queria era fugir do meu passado e recomeçar. Confesso que sinto raiva e também vontade de sair deste lugar, mas eu não podia porque o que tinha lá fora me esperando era pior e não sei ao certo o que aconteceu com a minha família e o medo me rondava todos os dias da minha vida.
O que eles pensam que sou um animal para ter dono e difícil os dias por aqui, tenho amigas e inimigas neste lugar e tenebroso você ouve choros e risadas ao mesmo tempo, como se alguém apanhasse tenho medo como sou nova por aqui fico em uma ala da casa separada com pessoas que andam de brancos e recebe aulas 3 vezes ao dia e como um internato.
A casa era dividida em cores a que eu estava era branca, Dulce da ala vermelha e tem a ala roxa e a ala preta esta sim era a mais perigosa na qual ali era a submissão e dominadores eu aprendi algumas regras sobre isto. Mas aprendi a ser apenas uma cachorrinha obediente.
Mas também posso reclamar que tenho comida, um quarto só para mim, as melhores roupas e sou bem mimada pela dona, ouço algumas coisas pelos corredores e descobrir a alguns dias por que estão aqui.
— Dulce, não aguento mais este lugar. Eu me joguei na cama dela que era toda de cetim vermelha, ela já era de outra ala da casa a vermelha, como eu disse antes. — Sinto falta do meu amorzinho.
— Annie, precisava ser forte e sabe bem que hoje terá um dono e com ele vai aprender a ser uma submissa. Comecei a chorar e ela me abraçou. — Hoje é meu último dia e já te dei tudo que precisa para estar comigo, no futuro.
— Eu não quero um dono, quero ir com você Dulce, por favor. Eu chorava ao saber que ela iria conseguir sair dali e eu estava apenas começando. — Me leva, por favor.
— Não podemos você saber que deve muito dinheiro a Mamacíta! Olhei para o corredor e vi todas as garotas de vermelho indo em fila reta e felizes. — Se não aceitar um dono, ela vai te colocar na área preta, lá e chicotadas e você não escolhe seu parceiro.
— Não vou suportar, eu me guardei para o meu amor e não vou aguentar ter outro em minha vida. Peguei o cartão que ela me deu coloquei dentro da calcinha e ia saindo quando olhei o grande salão todo enfeitado, estava tão linda a decoração em vermelho com tochas de fogo e véu vermelho caindo do teto e o palco como se fosse um altar corri quando ouvi vozes cheguei ao meu quarto sem ar, eu era proibida de sair da minha área mais sempre ia escondida como diz a Mamacita não sou uma boa submissa.
— Mamacita que susto, o que faz aqui? Ela se levantou e veio até mim e cheirou os meus cabelos. — Tomou o banho com estrato de pêssego como mandei? Abaixei o rosto e balancei a cabeça que sim. — Não cheira a pêssego, então vamos tomar banho de novo e vou te mostrar como se tomar um banho garota quero que você seja a melhor da casa hoje, e será bem recompensada querida.
Sentia raiva de ter que agrada a alguém que eu nem conhecia ela me colocou na banheira com sais de pêssego e me enterrou a cabeça dentro e segurou, me sentir sem ar e sem forças embaixo da água e velha contava até trinta e me levantava e me enfiava de novo e quando sair daquele banho de pêssego ela me passou óleo de pêssego pelo corpo, não me pergunte o porque, eu não sei.
Quando olhei em cima da cama estava um, fantasia bem sexy de noiva, um pequeno véu uma pequena saia com cinta liga e os seios ficavam de fora uma máscara tudo branca, ela me olhou e já foi me vestindo coloquei o salto 15 que tive aulas para aprender a andar e ser uma garotinha ‘sexy’, o ódio me subia mais eu tinha que obedecer ela me olhou e sorriu.
— Está linda, minha menina. Ela me abraçou. — Fica tranquila, hoje terá lá somente os homens que sei que vão ser bons para você e nenhum deles te fará mal pode confiar.
Meu coração disparou e meus olhos encheram de lágrimas eu estava indo para um caminho sem volta, mas quem eu ia ter se voltasse ninguém estou sozinha e sem lugar para viver meu coração disparou e senti que as lágrimas iam descer em meus olhos seguraram.
— Chega de chororó criança e sua vez de brilhar e hoje você será a mulher mais desejada da noite e aproveite o que você tem aí no meio das pernas e conquiste o mundo.
Ela falava como se tivesse me fazendo um favor levantei a cabeça e segurei a capa enorme branca para cobrir o meu corpo, e passei pelo enorme corredor já era quase meia-noite quando eu ouvir os barulhos gritos e a música alta era tudo tão quente o cheiro forte de suor misturado com a bebida o outro cheiro eu não sabia que era mais parecia forte sentir um arrepio na espinha e me sentir presa a uma caixa de ferro.
— Fique tranquila, só faz parte do ‘show’ e estou aqui. Dulce falava e me ajudava a entrar na caixa e me colocou uma venda e prendeu meus pulsos. — Está tudo bem Annie.
— Nunca serei SUBMISSA! Eu disse desafiando.
Eu sentir o coração explodir a boca ficou seca, a perna não respondia e eu não via nada estava como um animal enjaulado e vendada, meu deus me tira deste pesadelo eu queria chora e corre para bem longe e sentir a jaula descer, os gritos e aplausos me sentir perdida e sentir o cheiro de bebidas e cigarros a jaula desceu e me assustei.
"Dominador"
Que exerce dominação; que pode dominar; que tem poder, domínio e/ou autoridade. Algo ou alguém que tem aspecto autoritário; que tende a dominar. Que expressa autoridade: comportamento dominador, substantivo masculino e a pessoa autoritária e que tende a dominar; indivíduo que domina.
Você pode gostar





