
Spank Me, Daddy
Capítulo 3
ADAM REDWEST
Pode não parecer, porém sou muito apaixonado pela Katie e depois que brigamos pelo fato dela parecer só se preocupar com o bem-estar da Sarah, resolvi dar um tempo na casa do Dylan, porque não quis continuar a nossa discussão para não piorar a relação que já encontrava-se por um fio.
Eu e o meu melhor amigo estávamos sentados um ao lado do outro no sofá e de frente para televisão assistindo um jogo de basquete enquanto bebíamos cerveja.
— E aí, Adam? Vai querer conversar ou fingir que nada está acontecendo? — Dylan provocou depois de quase uma hora de silêncio.
— A Katie sai todos os dias para comprar algo para a Sarah ou resolver algum problema relacionado aquela menina, daí quando vou tentar transar com ela, adivinha? Está muito cansada, com dor de cabeça... — desabafo e o Dylan me olha incrédulo. — Eu não estou mentindo, cara. Aquela vadiazinha só veio atrapalhar a minha vida.
— A Sarah não tem culpa de nada, ok? Tira isso da sua cabeça. Ela só tem 16 anos e perdeu os pais há pouco tempo. Você precisa conversar com a Katie e tentar arranjar uma solução juntos e parar de culpar uma adolescente que já sofreu pra caralho — meu amigo disse com uma certa raiva e eu dei um sorriso sarcástico ao notar seu interesse na minha cunhada.
O pior era que o Dylan tem razão. A minha relação com a Katie esfriou bem antes da Sarah chegar nas nossas vidas, mas como não posso descontar as minhas frustrações na minha esposa, acabo afogando as mágoas na bebida, usando prostitutas para me satisfazer sexualmente e muitas vezes em pessoas inocentes que não tem nada a ver com os meus problemas conjugais.
— Você deveria investir na Sarah, brother — instiguei, pensando em uma solução fácil.
— Não é como se eu não tivesse interesse, só que ela é nova demais pra mim.
— E daí, cara? Em Redwest não é um problema.
— Sempre acho estranho que a nossa cidade tem o mesmo nome da sua família.
— Você deveria estar habituado com o seu melhor amigo sendo membro da família fundadora da nossa cidade — me gabei, tomando mais alguns goles da cerveja.
— Ok, senhor dono do mundo.
— Cala a boca e vê se me ajuda a resolver esse caralho de problema.
— Bom, eu posso ajudar vocês a cuidar da Sarah sempre que precisarem de um tempo a sós — afirmou, piscando um olho e com um sorriso malicioso. — Não é novidade que tenho vontade de ficar com a irmã da sua mulher, mas não quis ultrapassar os limites para não estragar a amizade que tenho com vocês.
Eu sempre soube que ele tem uma paixonite pela Sarah e apesar de nunca ter tentado nada para se aproximar da menina, já flagrei alguns olhares entre eles.
Provavelmente, ela vai sentar no pau dele antes dos 18 anos, principalmente se ela for tão precoce quanto a irmã que perdeu a virgindade antes de me conhecer.
— Não acho que você vai ter muitos obstáculos para conseguir o que tanto quer da minha cunhadinha, Dylan. — Fizemos um brinde com as garrafas de cerveja. — Vamos falar a verdade, ok? É muito mais fácil iludir uma menina mais nova do que uma adulta.
— Fala por experiência própria, né? Porque a Katie tinha 16 anos quando você começou a namorar com ela. A sorte é que na nossa cidade isso não é crime, porque em outros locais, você seria facilmente preso por pedofilia.
— Só eu, filho da puta? Você sempre correu atrás dessas garotas que ainda estão na escola também, Dylan, mas o importante é que nem eu e nem você seremos obrigados a viver na cadeia por gostar de meninas dez anos mais novas.
— Graças a Deus.
— Só toma cuidado para não magoar a Sarah ou a Katie vai surtar. — Cutuquei seu braço e ele franzi a sua testa.
— Eu não pretendo magoar ninguém, vou tratar a Sarah como uma princesa. Será que ela ainda é virgem?
— Certeza que sim. A minha cunhada não deve saber nem pagar um boquete.
— Que bom, porque verdade seja dita: nada melhor do que uma bucetinha virgem de uma novinha. Você deveria experimentar qualquer dia desses se a Katie continuar negando fogo, mas não com a Sarah, pois ela é minha.
Nego com a cabeça rindo e respondo rapidamente:
— Se um dia for experimentar transar com alguma garota inexperiente, não será com a Sarah Campbell.
[...]
Após ter passado quase o dia inteiro com o Dylan, resolvi voltar para o meu apartamento e para a minha surpresa, quando estava chegando no prédio onde moro, vejo a Katie saindo com muita pressa de um carro que me pareceu familiar e logo em seguida, um homem que eu não consigo reconhecer sair do banco de motorista e ir atrás dela.
Katie estava vestida apenas com um vestido florido até a altura do joelho e o homem trajava uma calça e uma blusa de manga cumprida com capuz, o que dificultava saber quem era ele.
Meu carro estava estacionado longe o suficiente para ninguém me ver e como já estava noite, permaneci a alguns metros sem ser notado.
Os dois começaram a discutir calorosamente como se fossem dois namorados por alguns minutos e assim que ambos pareceram se acalmar, Katie abaixou a cabeça e começou a chorar desesperadamente.
Não aguentando mais ver aquela merda de longe, resolvi descer do carro e ir até eles, entretanto, consegui dar apenas três passos e tive que parar no instante que as mãos do desconhecido alcançaram a cintura da minha esposa, puxando-a de encontro ao seu corpo e os dois beijaram-se apaixonadamente.
Eles sequer se preocuparam com o fato de estarem na frente do condomínio onde moramos e todos os moradores saberem que somos casados.
Eu não estava acreditando que Katie estava me traindo. Agora, só agora, comecei a entender o motivo dela nunca estar em casa e de me rejeitar na cama. Ela tinha outro.
Será que todo mundo sabe que estou sendo traído?
Não consigo ficar por muito tempo ali parado, vendo aquela cena nojenta, então volto para o carro sem ninguém notar a minha presença e saio dali para dar uma volta para espairecer.
Precisei ser muito frio e agir com a razão para não chegar arrebentando a cara dos dois. Sabia que se batesse nela ou nele, eu ainda sairia como errado diante de toda a cidade.
Mas uma coisa é certa: eu vou me vingar daquela vadia e irei fazer isso da pior maneira possível.
Ah, Katie. Você vai se arrepender muito de tudo que está fazendo comigo.
[...]
Ao regressar para o meu apartamento, resolvi fingir que nada aconteceu e ao encontrar Katie e Sarah preparando o jantar na cozinha, cumprimentei as duas com um beijo na bochecha e obviamente, mais nova pareceu estranhar o meu jeito repentinamente carinhoso.
Comecei a ajudar ambas e a qualquer oportunidade, passei a ficar mais perto da mais nova e percebi que a garota se arrepiou quando fiz um carinho discreto nas suas costas.
Sorri ao lembrar do que o Dylan falou sobre eu ter que experimentar uma bucetinha virgem e honestamente, teria vingança melhor do que conquistar o coração da irmãzinha da Katie e fodê-la na nossa cama?
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