
Sentimento
Capítulo 3
Oi! Me chamo Nicolas Franz! tenho 17 anos, estou louco para completar 18 e sair desse inferno, digamos que não me dou bem com regras ou muitos menos ordens, estou aqui a mais de 7 anos... isso mesmo ninguém que adotar um adolescente que só apronta, então aqui estou eu! Morava com minha avó Lia... as vezes me bate uma saudade!! Minha mãe teve um parto difícil, nasci prematuro e minha mãe faleceu assim que eu nasci, Helena Franz mulher guerreira, minha vó sempre me contava como eu era desejado por ela, mas não consegui conhecê-la, meu pai esse nunca conheci, minha vó dizia que ele namorava minha mãe, mas a largou assim que soube que ela estava grávida! Até chegou a cogitar em interromper a gestação da minha mãe! Mas minha mãe seguiu em frente. E estou aqui... Eu sei que no futuro serei o orgulho da minha mãe e minha vó que tanto cuidou de mim, mas Deus a levou e eu fiquei sozinho com os dias contados nesse orfanato, sei que tem muita coisa errada por aqui, por isso Marília vivi no meu pé, fico pensando como será meu pai, o porquê ele não me quiz? Será que ela já tinha uma família? E não queria assumir um filho? Mas irei atrás desse homem. Ele tem que pagar por fazer de nossas vidas um inferno. Quando eu completei 9 anos minha vó me falou nome dele é Marcos Alencar, não tenho o nome dele no meu registro, mas sei que ele vai ter que me reconhecer, quando minha vó sofreu um infarto, fiquei no desespero pois éramos só nós dois, então um vizinho viu e chamou a ambulância, no hospital como era de menor e não podia acompanhar e não tinha família tiver que ir pro orfanato, aonde acabei me transformando em menino que nem eu mesmo sabia que existia dentro de mim! Aos poucos foi difícil me acostumar aqui, quando recebi a notícia da morte da minha vó, fiquei desolado, era muito novo, mais uma coisa eu tinha certeza de que eu estava sozinho! Fui crescendo tentei fugir 3 vezes, mas sempre me achavam e estou aqui, quando os casais vêm no orfanato não tenho mais esperança, pois já estou adolescente e eles sempre querem crianças menores ou recém-nascido. Mas eu irei superar, e superar as dificuldades! Nem que para isso eu tenha que fazer uma besteira mais aqui eu não fico! Mas uma vez conseguiram me pegar, não quero, mas ficar aqui, os vizinhos do orfanato me viram fugir e chamaram a polícia, que saco! Eu tenho que pensar direito na próxima vez, não posso deixá-los me pegarem mais uma vez. — Ou se ajeita ou vai acabar no lar para menores detidos, você escolhe? Se eu fosse você ficava de boa no orfanato, pois nas ruas é muito perigoso, você pode se envolver com pessoas erradas onde não tem caminho de volta. _diz os policiais irritados. — Digamos que eu não ligo, ainda irei sair daqui e realizar meu maior sonho ir atrás do meu pai, ele sim irá ter uma surpresa ao me ver. _falo no calor do momento. — Você sabe quem é o seu pai? _ um dos policiais me perguntou. —Não, só tenho o nome dele! Mas ele não sabe sobre mim. — Hum! Entendi, mas preste atenção da próxima vez irei levar você preso. _ diz outro policial. Quando chegamos no orfanato, todos olham para trás sei que as vezes chamo atenção, mas eu não ligo. Sinto algo diferente me chamando atenção! Uma menina. Ela é linda! Quem será ela? Nunca a vi por aqui, será que é a menina que só fazia chorar e dormir? Não pode ser, lembro quando a menina chegou aqui só se ouvia o choro dela não era nada escandaloso, mas a noite quando todos iam embora e só ficávamos nós, dava para ouvir o choro dela, um choro de dor. Depois que me livrar do castigo, irei falar com ela! Eu gosto de ajudar as pessoas que estão tristes mais a maioria aqui só me vê como um rebelde, gosto de uma menina que adotei como minha irmã Gabi, ela é incrível, muito esperta. Sou tirado dos meus pensamentos. — Nicolas, você está muito encrencado viu! Ira fazer ações para ajudar na manutenção do orfanato como castigo, e não participará dos jogos da escola! _ diz dona Marília a coordenadora um pouco irritada. — Não irei fazer nada! Não sou funcionário do orfanato, e eu irei participar sim do torneio da escola, você não manda em mim! _ respondi nervoso. — Ou você faz o que dei como castigo ou ficará no dormitório por uma semana você escolhe? _ Marília continua me dando ordens. Ela sabe que eu gosto de jogar bola, e faz isso para me pôr na linha. — Você não tem coração não né? Está bem!! Irei cumpri o meu castigo, mas um dia eu vou embora e nunca mais voltoooo!!! _ respondi concordando. Ela pensa que pode me enganar só fez esse teatro por causa dos policiais, ela nem mesmo ligar para o que eu faço.
Você pode gostar





