Capa do romance Profundo desejo

Profundo desejo

9.3 / 10.0
Aaron, herdeiro de uma renomada boate de luxo e conquistador inveterado, vê sua rotina mudar com a chegada de Luna. Diferente de outras mulheres, ela resiste ao seu magnetismo. O interesse de Aaron vira obsessão ao descobrir o segredo da jovem: ela leva uma vida dupla, trabalhando como dançarina noturna e professora diurna de seu irmão caçula, Joseph. Determinado, ele cruzará os limites de ambos os mundos para seduzi-la e finalmente conquistá-la.

Profundo desejo Capítulo 1

ATENÇÃO, ESSE LIVRO É PARA MAIORES DE 18 ANOS.

CONTÉM CENAS DE SEXO.

Se eu falar que o sexo está dentro da minha rotina diária, mesmo sem eu ser casado ou ter alguma namorada, não estarei mentindo, pois para minha sorte, meu pai é dono de um puteiro disfarçado de boate, que chamamos educadamente de "casa", onde tenho a disposição todas as mulheres, sem mexer na carteira nem usar minha lábia. É cortesia da casa, apesar do meu pai reprovar as vezes. A verdade é que eu adoro enfiar o meu pau no rabo de uma mulher diferente todos os dias. E a melhor parte é não ter nenhum comprometimento com nenhuma delas.

Relacionamento nunca foi meu forte, digamos que eu nunca namorei, mas há quem diga que já tive umas 2 namoradas que me odeiam até hoje por eu ainda ter permanecido com minha rotina na casa. Não sou fã de filminho, buquê e passeios de mãos dadas. O único passeio que eu dou de mãos dadas é com meu irmãozinho, Joseph, de 5 anos. Como a gente não tem mais mãe biológica, eu faço de tudo pra ele não ser tão carente. Inclusive, meu pai me mandou ir busca-lo na escola, mas ainda é cedo, o que me dá um tempinho para visitar a casa.

A boate do meu pai foi o projeto mais bem sucedido da vida dele. Toda noite é cheia de homens com muita grana, e coisa bem feita não dá prejuízo, por isso temos muito dinheiro guardado e uma vida boa também. Eu não trabalho, a não ser quando meu pai vai contratar alguma garota e me pede pra fazer o teste drive, for a isso, arranjo clientes para ele e usufruto da grana.

Entrei na boate pela porta dos fundos e já fui dando de cara com a Camila. Digamos que ela é minha puta predileta.

Segurei a mão dela e a arrastei pelo corredor dos quartinhos.

— E é assim? Não dá nem um oi...

— Não tô pra conversa hoje, Camila. – abri a porta de um dos quartos premium e puxei ela pra dentro.

— Nossa, você é muito frio. — ela se soltou da minha mão e saiu enrolando os cabelos. Camila é um tesão, ela tem uma curva acentuada na coluna, que deixa sua bunda bem empanada, apesar de ser pequena, sua cintura é bem fina e seus peitos são enormes. Dá pra fazer de tudo com ela e ela permite tudo também, por isso é minha primeira opção.

— Vai se fazer de difícil? — abri o cinto e andei até ela desabotoando a calça e abrindo o zíper. Quando me aproximei muito, ela sentou na cama e ficou com a cara na altura que eu queria.

— Eu não sou qualquer uma, né? — olhou pra mim enquanto eu colocava as mãos dela dentro da minha cueca.

— Claro que não. — deslizei o polegar pelo seu rosto e ela sorriu puxando meu pênis de dentro da cueca. — Você é minha putinha favorita. Agora me chupa do jeito que eu gosto. — coloquei minhas mãos no meu quadril e ela bateu uma terminando de acordar meu pênis, depois de lamber os próprios lábios, lambeu a cabeça do meu pau e abocanhou ele.

Meu celular começou a tocar e tirei do bolso para atender, Camila parou. — Não, não para não, continua.

Ela continuou e eu atendi o meu pai.

— Onde você está, imprestável?

— Ocupado. O que é?

— Espero que sua ocupação seja buscando seu irmão no colégio!

— Eu tô indo.

— Porque seu carro está nos fundos da boate?!

É impressionante como ele gosta de me monitorar.

— A aula do Joseph só acaba daqui a uma hora. — segurei a cabeça na Camila e empurrei contra meu corpo. Senti meu pau entrando na garganta dela e revirei meus olhos de tesão.

— Quem vende Drogas não usa, Aaron! Não é pra ficar comendo as funcionárias, porra!

Tarde demais, pai.

Vou desligar. Depois a gente se fala. — tirei o celular da orelha e desliguei. Camila estava concentrada no que fazia, mas como eu não tô com tanta preguiça assim, numa segunda-feira, vou dar o prazer pra ela também.

Pedi pra ela levantar, a virei de costas e a peguei pela cintura de um jeito forte, comecei a chupar seu pescoço, enfiando minha mão dentro da sua calcinha fazendo um carinho bem gostoso nela. Camila ficou bem animada, então empurrei meus dedos dentro dela e comecei a mexer, botando e tirando. Ela ficou molhada bem rápido, então empurrei seu corpo para frente e ela ficou de quatro na cama. Levantei sua saia e abaixei sua calcinha. Ela estava toda meladinha, então coloquei a camisinha, afastei suas pernas e fui enfiando meu pênis dentro da sua bucetinha, segurei sua cintura e comecei a foder com força dando uns tapas na sua bunda gostosa.

É muito bom estar dentro de alguém desse jeito. Ela sabe como apertar meu pau dentro dela, eu não sei que controle é esse, mas dá muito mais tesão, e principalmente porque ela geme chamando meu nome.

Continuei daquele jeito e coloquei minha mão no seu clitóris, fiquei massageando e ela aparentemente ficou com mais tesão e falando que iria gozar. Fiz mais forte e ela gemendo de tesão. Quando ela gozou pela primeira vez, mudei de posição e fiz ela sentar bem gostoso em cima da minha pica, com sua buceta meladinha e bem apertadinha, nossa adoro isso.

Eu a vi gozando aquele leitinho quentinho, gostoso, escorrendo da sua bucetinha meladinha em cima da minha pica, escorrendo pra cima de mim enquanto ela estava rebolando bem gostoso. Eu gosto de assistir o leite saindo delas. A Camila sempre goza demais, e logo depois de uma sequência de sentadas eu também gozei. Ela quicou até sair tudo e depois saiu de cima de mim, suada.

Tirei a camisinha, amarrei e joguei no lixeiro do banheiro.

— Deita comigo, Aaron! — Ela pediu com uma voz manhosa, de pernas cruzadas, encima da cama. É uma boa visão, porém...

— Eu não durmo com putas e você sabe muito bem disso. — vesti minha calça enquanto ela ficava com a cara feia pra mim. — Até a próxima Camila. — saí do quarto da boate.

As coisas sempre rolam assim, eu não ando iludindo ninguém. Só quero sexo, só comer elas, gozar e pronto. Nada mais. Principal a Camila. Ela fode pra caramba, mas todo mundo a usa. Sem valor.

— Já usufruiu? — meu pai perguntou, quando me encontrou no meio da fuga da boate.

— Já estou indo. — olhei para o palco onde as meninas ensaiavam. As mesmas garotas de sempre. — Sabe pai, você tá precisando renovar essas dançarinas. Já enjoei a cara delas.

E as bucetas também.

— Primeiro, você não paga pra vir vê-las, então não pode reclamar, segundo, as garotas não querem mais essa vida, eu já até espalhei panfleto essa semana e por último, vai logo buscar o garoto antes que me liguem. — me apressou, acendendo um cigarro.

Amanhã eu volto aqui de novo.

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Profundo desejo de Conteúdos

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