
PRISIONEIROS DO AMOR
Capítulo 3
Helen recostou no sofá, sentindo ser a mulher mais desejável e sexy do mundo. Com as pernas entreabertas ela viu quando ele suspirou aguardando.
Então ela recomeçou com aquele movimento em sua vagina, seus próprios dedos iam tocando imaginando Raul ali, mexendo nela e a levando à beira da loucura.
Fechando os olhos ela gemia e levantava o quadril, aumentando os movimentos de seus dedos.
- Abre os olhos Helen... Isso assim!
Ele se aproximou e se ajoelhou em frente a ela levantando seus pés e os colocando sobre o sofá.
A boca de Raul se aproximou, a sua respiração quente e ofegante chegaram primeiro e ela gemia sem conseguir conter-se.
Quando sua boca e língua tocaram sua vagina Helen perdeu o controle de tudo e seus gritos e gemidos chegavam a seus ouvidos sem que ela tivesse vergonha ou pudor. Ele ficou ali saboreando suas partes até que ela pensasse que não iria mais suportar. Então era assim que deveria ser? Era assim que deveria sentir-se nos braços de um homem: Plena!
Rapidamente ele ficou de pé e começou a abrir a calça, mas Helen sentou mais na beirada e tirou sua mão e abriu ela mesma deixando-a cair no chão. Seu membro viril estava ali apenas a cueca separava-os.
Lentamente ela também abaixou sua cueca. Seu instinto a guiava, e colocou sua boca em seu pau, Raul gemeu:
- Ah você aprende rápido menina... Que delicia de boca é essa? Isso me chupa...
Enquanto ela o obedecia, Raul gemia a cabeça jogada para trás e ela maravilhada com aquela cena.
- Vem cá...
Ele a levantou rapidamente entre beijos e pequenas mordidas.
Seus corpos se esfregavam e suas mãos se tocavam em frenesi.
- Vou te comer, calma... Mas quero que você conheça meu corpo bem. Eu quero comer cada parte do seu!
Ele a colocou de quatro, e lambia e massageava com os dedos toda aquela parte de seu corpo, embaixo e acima. Ela não sabia que poderia sentir tanto prazer ali. E quando achava que já tinha experimentado tudo, ele esfregou seu pau na estrada do seu ânus. Helen arregalou os olhos quando percebeu o que ele queria.
- Eu disse que queria tudo Helen... Calma querida! Você vai gostar...
Ela nunca tinha feito sexo anal, nunca poderia imaginar dando aquela parte do seu corpo para um homem, mas Raul parecia saber o que fazia e se esfregava nela, deixando que fosse se acostumando com a sensação e relaxasse. Helen gemia e gritava seu nome, numa súplica que continuasse.
- Ah meu Deus! Que delícia Raul, aí Raul que delícia!
- Você quer que eu te coma aqui?
Ele dava leves tapas em sua bunda e ela involuntariamente empinava deixando mais e mais a mostra e livre para que ele entrasse mais.
Com um grito de posse ele a invadiu por completo e Helen achou que fosse explodir de prazer. Os movimentos dele começaram devagar e aos poucos quando ele sentiu que ela estava pronta, ele aumentou as investidas, ambos gemendo e gritando o nome um do outro. A peruca loira já havia saído de sua cabeça e os fios ruivos eram segurados por Raul, que galopava sobre ela com movimentos firmes e vigorosos.
- Ra-Raul...Eu...Ah Raul!
- É gostoso não é?- Perguntou se inclinando sobre ela, beijando e mordendo seu pescoço.
Ela não tinha palavras para descrever.
Ele sentou no sofá e a trouxe para cima dele, seus rostos estavam ali um de frente para o outro e então se beijaram. Seus gemidos se misturavam. Ele segurava sua nádega e a movimentavam sobre ele, seus corpos suados era um só.
- Safada! Eu sabia que você tinha isso... Que você ia adorar meu pau...
Ela ia gozar ele sabia e aumentou os movimentos, tão alucinado quanto ela.
- Helen, Helen...Olhe aqui! Eu vou gozar também querida!
E ambos aumentaram os movimentos, desesperados para saciar aquele fogo, ela gritava seu nome entre sua boca, ele gemia e a possuía com ardor e posse. E então eles explodiram no gozo final caíram no sofá, exaustos e suados.
- Vem cá!
Ele deitou direito no sofá e a puxou para cima dele. Seus corpos tremiam.
- Descanse, vou querer mais depois! Você quer?
- Não consigo falar...
Ele deu uma gargalhada gostosa e safada.
- E amanhã não vai conseguir andar! Ficara sentindo meu corpo no seu durante uns dias, acredite!
Ela levantou a cabeça embevecida.
As horas que se seguiram ensinaram a Helen que havia valido a pena sua ousadia em sair às vésperas do seu aniversário.
Ele havia ensinado a ela todas as formas de prazer, que ela jamais poderia imaginar. Com Raul ela não sentia medo e se sentia plena!
Estava apaixonada por ele!
Soube disso desde o primeiro momento em que colocou os olhos nele na mansão. Quando sentiu seus olhos grudados nela, sempre atento.
Agora entendia a emoção que sentia todas as vezes que estavam juntos. Claro, só poderia ser explicado com aquele sentimento que a humanidade dava o nome de amor. E ela achou que só era possível amar sua mãe e sua babá Ivone.
Mas, sim ela amava Raul.
Ela abriu os olhos e a luz do sol entrava pelas frestas da janela. Ela sorriu.
Nem se importava que seu pai ficasse sabendo pelos seus seguranças que ela não estava em seu quarto.
Dane-se!
Ela estava com Raul e isso que importava no momento.
Ainda zonza de sono ela passou as mãos nos cabelos tirando os de seus olhos. Como Raul disse na noite anterior ela sentia o corpo dolorido, aquele dolorido gostoso que ela jamais imaginou ser possível.
Foi quando ela ouviu uma voz feminina, perto da cabeceira da cama:
- Ah a cadela cabelo de fogo acordou!
Helen arregalou os olhos e puxou o lençol sob seu corpo. Assustada ela viu mais duas pessoas dentro do quarto. Eram dois homens que a olhavam com os olhares cruéis e assassinos. Helen queria gritar, mas a voz ficou presa na garganta.
- Anda levanta sua idiota! Olha a cara dela! Eu não acredito que tenha sido tão fácil...
Um dos homens riu e ela sentiu um arrepio de medo percorrer todo seu corpo.
- Vamos, levante! Não temos o dia todo!
A mulher de sua estatura, com cabelos curtos e pretos jogou sobre ela algo que parecia roupas. Ela a olhava com olhar cheio de ódio.
- Levanta daí sua vaca! Se você não se vestir vou arrastá-la assim mesmo, até o carro.
Helen não conseguia sair do lugar.
- Quem... Quem são vocês? O que querem comigo? Onde está Raul?
A mulher riu com deboche e crueldade, se aproximando dela ameaçadoramente.
Seu cérebro tentava entender o que estava acontecendo ali. Onde estava Raul?
Teriam eles matado seu amor?
Lágrimas de frustração e medo começaram a rolar em seu rosto.
Foi quando Raul entrou no quarto. Vestia roupas diferentes da noite anterior e seus olhos se encontraram.
- Ra...Raul oh meu Deus, graças a Deus! O que...
- Podem levá-la pessoal... – Ele disse para a outra mulher e os dois homens no quarto.
Helen arregalou os olhos horrorizada. Custando a entender o que se passava ali.
- O quê... Raul, o que...
- Sua idiota, riquinha inútil... Olhem a cara dela de paspalho! – A outra mulher se aproximou dela a arrastando da cama.
O corpo de Helen foi jogado no chão bem em frente de Raul que olhava a cena impassível.
Com o coração aos saltos ela ergueu seu rosto para ele.
- Raul...
Ele se virou e antes de sair do quarto disse:
- Traga ela rápido! Não temos tempo...
Ela foi arrancada do chão por um dos homens. O segundo que estava perto da cama, pegou o lençol e enrolou nela.
- Dane-se, ela teve tempo de sobra de vestir-se... Vai assim mesmo! – Gritou a mulher para o homem, que deveria ter uns um metro e noventa. Seus olhos eram cruéis e frios. Quando olhou para ela, pareceu também temê-lo, afastando um pouco.
- Você quer sair com ela assim e despertar a curiosidade das pessoas, sua louca?
Falando isso ele se aproximou de Helen e rispidamente a cobriu com lençol. Voltou até a cama e disse baixo e frio para ela:
- Você tem um minuto moça, ou ela vai te arrastar assim pela rua. A escolha é sua.
Ele jogou sobre ela a muda de roupa e teve a decência de virar para a janela.
Suas mãos tremiam de medo e ela o obedeceu. Sem saber como havia conseguido colocar o moletom que haviam lhe oferecido.
Sentia que todo seu corpo estava gelado, apavorada ela colocou a roupa sob o olhar da mulher e do outro homem dentro do cômodo.
- Vamos! – O homenzarrão a pegou pelo braço e a arrastou pelo apartamento e chegaram a sala.
- Espero que tenha aproveitado a sua última noite livre sua imbecil...
Foi a última coisa que ela ouviu depois de ter sua cabeça tapada por algo e sentir uma picada em seu braço. Desmaiou quase que em seguida.
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